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Loira de Sud Menucci

723 palavras | 0 |2.20
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Naquela noite de domingo, o terminal da Barra Funda esta lotado. era um final de feriadão. eu consegui comprar passagem num ônibus extra. Eu peguei a poltrona de número 18, no corredor.

Faltava pouco tempo pára o embarque e partida do busão da Itamarati. eu torcia para que alguma gostosa viesse a ocupar a poltrona 17, ao meu lado.

Subí no ônibus, e sentei no meu assento. quase na hora exata da saída daquele carro executivo, eu vi uma moça embarcar. veio andando pelo corredor, parou ao meu lado e pediu-me licença. meu desejo havia sido atendido.

Era uma moça casada – logo notei sua aliança na mão esquerda, trajando uma saia jeans longa com um corte na parte de trás – tipo essas saias evangélicas. ela tinha cabelos aloirados cacheados e longos . simpática, ela ofereceu-me uns salgados que trazia em mãos . desconfiei que eu teria uma bolinada maravilhosa com aquela safadinha…

Antes de chagarmos em campinas, ela virou-se para a janela, “oferecendo-me” todo o seu traseirinho. discretamente, eu encostei minha mão esquerda no rabinho dela . tratei de disfarçar, cobrindo meu corpo e minha mão com um casaco que eu levava. Comecei a fazer carinho na bundinha da moça. ela, calada e quieta, não demonstrava nenhum sinal de rejeição aos meus ataques. Então, eu continuei a alisar suas nádegas…

Assim que o busão passou pela rodoviária de Campinas, eu resolví ser mais atrevido . deixei meu corpo escorregar sobre o assento, fazendo com que minha mão esquerda alcançasse o corte traseiro da saia da minha vítima. tive um certo cuidado, e muito sacrifício para chegar até lá. mas, afinal consegui por os dedos por entre o corte da saia dela. assim que senti suas coxas em meus dedos , eu tive vontade de por o caralho duro pra fora e socar pica naquela safada calada. minha mão entrou inteira no meio das coxas quentes dela. a safada tava gostando…

Depois de algum tempo, houve uma parada do busão para lanche. naquele instante eu pude observar o tamanho real do rabinho da minha vítima, que descera para ir ao sanitário. era uma bundinha discreta, porém bem empinadinha. um tesãozinho de gostosa…

Assim que voltamos para o busum, eu tentei puxar conversa com ela. agora, ela não queria papo comigo. foi seca e direta nas respostas. eu hein…

Como ela estava sentada de um jeito normal no banco 17, eu voltaria a ter dificuldades de alcançar sua bundinha e o corte da saia. bem, fui em frente. coloquei minha mão na lateral da coxa direita dela. daí, eu fui forçando e empurrando minha mão com a palma pra cima, tentando enfiá-la por baixo da safada. A putinha não falava nada, não reagia. e eu segurava o gozo como podia…

Voltei a enfiar a mão pelo corte da saia jeans dela. sentia o calor de suas coxas na palma da mão e nos dedos. notei que a safada começou a choramingar baixinho. começou a me pedir para não fazer aquilo, que era casada, etc etc etc… porém, eu já tava a ponto de explodir meu gozo na cueca. daí, falando em voz sussurrada , mas firme, eu “ordenei” que ela ficasse quietinha e virasse o corpo de novo para frente da janela. assustada e submissa, ela me obedeceu. que loucura de sacanagem gostosa. pois a mão inteira no meio das coxas dela. alcancei sua calcinha e sua bucetinha. Comecei a roçar com firmeza o meu dedo médio na chaninha dela, a putinha voltou a colaborar comigo, abria as pernas para que meu dedo tocasse mais e mais sua bucetinha peluda e molhada. sim, pois eu pus o dedão na entradinha da xoxota dela. gozei feito um louco. fiz a safada gozar também – pelo menos foi o que pareceu…

Ao chegar no posto policial de Sud Menucci, ela pediu-me licença, pois iria desembarcar ali. Agradeceu-me pela “licença”. eu,por minha vez, lhe agradecí também. só que foi pela deliciosa sacanagem que fizemos no escurinho do busão…

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