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Trabalhando com o meu pai caminhoneiro 9: medo de sermos descobertos

1840 palavras | 10 |3.54
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Estão gostando? Devo continuar? Queria saber se vale a pena continuar a contar a minha história, se está interessante.

Depois daquela noite, finalmente conversamos. Meu pai disse que tava preocupado comigo, se eu tava gostando de tudo aquilo ou se eu me sentia obrigado a aceitar, pois deveria obedecê-lo. Eu disse que tava adorando e que, por mim, gostaria de continuar. E continuamos a transar. A hora em que batia o tesão e não tinha ninguém por perto, a gente aproveitava. Só não poderíamos deixar ninguém perceber nada. NO entanto passamos por uma situação bem perigosa algum tempo depois.
Um dia durante o banho, percebi que tinha uma coceira na minha virilha. Eu fiquei assustado, porque nunca tinha pego aquilo. Falei com meu pai e ele também não sabia o que era, mas achava que eu podia ter pegado de alguma puta. Mesmo transando, meu pai de vez em quando me levava num puteiro, ele dizia que eu tinha que gostar de boceta também, para poder casar e não virar travesti.
Ele disse que era preciso me levar logo no médico ou podia ficar pior. O grande problema era o médico perceber que a gente tava transando e chamar a polícia. Meu pai pensou bastante e a ideia que teve foi levar dinheiro e subornar o médico se fosse necessário. Outra coisa era que tinha que ser num médico desconhecido, não o mesmo posto de saúde que iamos sempre. Por isso tinhamos que ir num médico durante uma viagem.
Durante a viagem, meu pai foi perguntando pelo rádio, onde tinha médico, pois tinha que me levar e os amigos dele foram respondendo e um deles tava no caminho da nossa viagem. Chegamos um dia pela manhã num hospital grande onde tinha consulta e atendimento geral, nem lembro onde ficava, mas parecia um bom hospital. Só que tava lotado, era gente doente pra todo lado. Meu pai não gostava de esperar e perguntou qual seria um horário bom. A moça disse que só a partir das 4 da tarde ia ficando mais vazio. Meu pai disse que não poderia esperar tanto e resolvemos ir embora. Na volta da viagem, chegariamos no horário e me consultaria e foi o que aconteceu.
Continuamos a viagem, fizemos a entrega e na volta, passamos no hospital. Era por volta das 3 da tarde, a enfermeira disse que já tava tarde para fazer ficha, mas meu pai falou com jeitinho, disse que eu tava passando mal há dias e pediu pra falar com o médico. Ela foi lá perguntar e o médico aceitou. O pior era que o meu pai não mentiu, o negócio crescia a cada dia mais na minha virilha e coçava muito, dia e noite.
Esperamos, esperamos e o médico finalmente nos atendeu, fomos os últimos atendidos do dia. Quando entramos, eu relaxei, fiquei com medo de ser um médico gostoso e eu ficar de pau duro e ele perceber tudo. Mas eu olhei pro meu pai e vi ele nervoso, pois ele achava que o médico iria ver que eu já não era mais virgem do cu e poderia descobrir tudo.
Eu relaxei, porque ele era um coroa fofo, devia ter uns 50 anos, com um rosto suave e gentil, uma barriga grande e cabelos grisalhos. Meu pai disse que achava que eu tinha pegado doença de uma puta, porque ele sempre me levava lá e podeira ser. O médico abriu um sorriso gentil e disse que na minha idade também tinha pegado uma doença de mulher de rua e que o tratamento tinha sido muito ruim e doloroso, mas que agora não seria assim, eu não sofreria tanto, já havia remédios fortes que combatiam bem as bactérias, bastava identificar a doença certa.
Ele pediu que eu tirasse a roupa e sentasse só de cueca na maca. Fiz isso, depois olhei pro meu pai que olhava sentado com cara de nervoso. O médico veio e fez as observações de praxe: olho, ouvido, garganta, pulmão, coração. Depois me mandou deitar e chamou meu pai pra perto. Eu gelei, achei que ele ia falar pro meu pai algo como: descobri tudo!

– Eu quero que o senhor veja, todo pai tem que saber como anda a saúde do filho, falou isso enquanto apertava várias partes do meu abdômen.

Depois, ele segurou minha cueca e abaixou. Ficar nu na frente daqueles dois homens foi difícil, não consegui conter a ereção.

– Que isso, filhão? Ficou de pau duro pro doutor? o Que ele vai pensar de você? falou meu pai meio aflito.
– Não se preocupe, isso é normal! Ainda mais na idade dele. Quase todo dia um homem fica excitado na minha frente. Examinar a região íntima causa muito isso.

Meu pai não falou mais nada. O médico ficou mexendo no meu pau. Olhou o corpo dele todo, puxou a pele e analisou a glande. Depois mexeu nos meus testículos, e levantou o saco. Enquanto fazia tudo isso, ia falando pro meu pai, as partes e como elas estavam. Depois falou que ia tirar a cueca toda pra examinar o meu cu. Meu pai reagiu na hora:

– Que isso, doutor? Tá achando que meu filho é igual a esses travestis de estrada?
– Absolutamente! É que as vezes, a doença vai do pênis pra região anal. Tem médico que não analisa essa área e quando o paciente vai perceber o negócio ta mais serio!
– Vai, filhão. Faz o que o doutor tá mandando.

Eu não queria virar, ele ia perceber tudo. Mas não tinha escolha. Virei e o médico foi logo abrindo as banda da minha bunda e passando o dedo na portinha do meu cu.

– Aqui parece que não afetou, falou e mostrava o meu buraquinho pro meu pai. Não sei se é comum o pai ver o cu dos filhos, mas o que eu e meu pai faziamos não era comum já. Ele foi na mesa dele, pegou luva e passou uma especie de creme no dedo indicador.

– Agora eu vou enfiar um dedo um pouco só pra ter certeza se tá tudo bem mesmo
– Precisa enfiar o dedo mesmo, doutor? O garoto vai se sentir ofendido, isso é coisa de travesti, de viado, o senhor sabe.
– Não precisa se preocupar, isso é um exame médico! Ou acha que quero me aproveitar do seu filho? Está insinuando algo? O medico falou isso com raiva na voz, não vi seu rosto por estar deitado de bruços, mas sua voz já dizia tudo.
– Não, de jeito nenhum, doutor.
– Olha, filhão, o médico vai enfiar o dedo aí, mas não se preocupa, é só uma consulta e ninguém nunca vai saber disso.

O médico não falou mais nada e enfiou o dedo várias vezes no meu cu, ardeu um pouco, mas foi bom. Eu fiquei com muito tesão daquilo tudo, mas tentei disfarçar. Até que o médico parou, pegou um papel e me limpou. Falou pra eu me levantar que agora iria examinar o meu pai.

– Me examinar???????
– Sim, se o senhor anda com as mesmas putas que o seu filho, pode ter contraído também.
– Mas eu não sinto nada!!!!!!
– Pode estar no começo!
Mas a gente nunca come a mesma puta, doutor…
– Nem precisa ser a mesma, um pode passar pro outro usando até a mesma toalha de banho, o mesmo lençol de dormir..

Eu desci da maca e comecei a me vestir. Mas o médico disse que não era pra fazer aquilo, pois ainda tinha mais. Eu então fiquei em pé, esperando o que fosse acontecer.
Ele fez os mesmos procedimentos com meu pai que tinha feito comigo. Na hora de examinar o pau dele me chamou assim como tinha chamado meu pai. Ficou analisando e falando das partes do pau, em como deveria estar e que parecia saudável. Falou até que nossos paus eram parecidos.
O mais engraçado é que enquanto o médico mexia no pau dele, o pau ia crescendo, ficando duro. Meu ficou morrendo de vergonha, não sabia onde enfiar a cara e eu tava era com um tesão daquela cena toda: eu e meu pai pelados e alguém mexendo no pau dele.
Tenho certeza que meu pai queria se desculpar com o médico, mas ele não conseguia nem falar por causa da vergonha. Ele mandou meu pai se virar e me mostrou o cuzinho dele. Era a primeira vez que eu via: era peludo e apertadinho. Fiquei pensando em quantos filhos veem o cu do pai.
Depois falou pro meu pai se sentar na maca e me mandou fazer o mesmo: ficamos eu e meu pai nus em cima da maca, ambos de pau duro. Ele foi num armário e trouxe dois potinhos.

– Que bom que já estão de prontidão! Preciso de uma última coisa: o esperma.
– O que, doutor?
– O esperma, a goza, a gala, a porra. Ele fez o gesto da masturbação enquanto falava.

Meu pai não sabia o que responder e eu menos ainda.

– Estão com vergonha? Preocupados? Sem entender?
-Sim, doutor.

O doutor abriu o sorriso depois de muito tempo e explicou que era um exame novo e que dava pra descobrir algumas doenças por ele. O médico nos deu os potes e pegamos.

– Vamos, filhão, vamos terminar isso logo! _ E meu pai abriu pela primeira vez um sorriso_ punheta a gente sabe tocar!
– Deixa eu me afastar pra não ser atingido, falou em tom de brincadeira enquanto ia se sentar na sua cadeira.

Era uma situação muito excitante pra mim: tocar punheta com o meu pai, ambos em cima de uma maca e alguém vendo. Por isso gozei rapidinho e coloquei o que deu no pote. Meu pai logo gozou e fez o mesmo. O médico mandou a gente se vestir e receitou que fizemos exames de sangue, urina e fezes e voltassemos em 20 dias assim que tivessem prontos. Enquanto que ele levaria os nossos espermas pro laboratório, já que era a ultima consulta do dia. Disse que os exames tirariam as dúvidas, mas que não tinha reparado nada demais em mim, apenas micose. E no meu pai não viu nada. Mas que nós não podiamos deixar pra lá, pois poderiamos estar doentes, mas não saber. Receitou alguma coisa pra micose, que não lembro, e fomos embora.

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10 Comentários

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  • Responder luiz ID:dlns5khrd0

    so esse conto que ficou chato, os outros estao otimos, acho que vc pode apimentar tranzando com outros carreteiros, pode ser na frente de seu pai ou escondido mais vai apimentar mais seus contos, Continua gosto muito de incesto

  • Responder passivo discreto de Recife ID:7r03u2g20i6

    adoraria viajar num caminhão, e no banheirão sentir o sabor das picas de vários carreteiros e ser enrabado por eles, nunca participei de suruba, quero ser o passivo para vários machos ativos. [email protected]

  • Responder Ronaldo b ID:477hli16v9cj

    Gostei muito dos seus contos, mas como disse o Daniel, erotiza mais as próximas sequências, só não para por causa de alguns babacas frustrados.

  • Responder Daniel Coimbra ID:g3jc2aid49

    Ficou chato e cansativo. Tenta melhorar, colocar situações mais excitantes. Ninguém tá interessado nos detalhes das viagens de vocês, onde comeram, com quem falaram, que horas chegaram, que horas saíram, quantos quilômetros rodaram. Queremos saber da putaria de vocês, dos momenros de sacanagem. Você tem uma história ótima, com vários gatilhos pra usar, então aproveita e usa a imaginação. Por exemplo, pode nos contar como é a relação sexual de vocês quando estão em casa. Faz também contos mais longos com detalhes da transa, pois isso é excitante. Nos conte dos prazeres que vocês sentiram, das sensações e emoções sexuais.
    ATT: Daniel Coimbra.

    • Anônimo ID:13q53hdwj3frv

      Você tem telegram?

  • Responder Luciano ID:gsv46sc8ml

    Cara esse conto não vai mais acabar não? Já está ficando abusivo. Muito chato pra ler.

  • Responder Anônimo ID:1eon8ixtb7i93

    Qualquer um com mais de dois neuronios sabe que 99% dos contos desse site são mais mentirosos que depoimento de petista. Mas não força né bicha! Tenta pelo menos fingir que é verídico.

  • Responder Predador. ID:1dwnb1r3qz8d9

    Porra filhão! melhor tu escrever um livro, que essa viagem de vocês já tá dando no saco. Mandar bater punheta no consultório? E muita viagem.

  • Responder Athos ID:1dhs1wkrs3tmi

    hum estou gostando mas quando vc vai comer seu pai filhão?

  • Responder Bear Rabudo ID:gqbvgy0m1r

    Eu gosto mto dos seus contos. Por favor não pare