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Papai sabe o que tá fazendo 5

1389 palavras | 11 |4.02
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Eu lembro que chupei o tio Vandré na reserva. Foi num dia que a professora mandou coletar folhas de diferentes tamanhos como atividade de casa. Eu lembro que poderia ter chamado a mamãe, mas estava me acostumando e gostando de receber os carinhos diferenciados do meu pai toda vez que a gente ficava sozinho, então foi nele que pensei quando falei da atividade. Mamãe até ficou contente por não precisar me levar até os fundos do condomínio, na tal reserva.

Eu soube que faria aquilo que fiz no meu pai quando vi ele falar com o amigo no telefone e depois de um tempo o Vandré aparecer com um sorriso largão. Primeiro a gente caminhou pela trilha e era um final de tarde chuvoso, então não tinha ninguém por lá. Eu levei uma sacola e ia destacando as folhas que mais chamavam atenção, mas teve uma hora que os dois sentaram em um banco de madeira na trilha ainda e o nosso amigo começou a alisar o volume e me chamar com os olhos. Eu lembro de achar bonito demais como ele olhava pra mim. Era diferente do jeito que o meu pai me olhava e dava pra saber disso, mas era especial também.

Quando eu vi que os dois estavam duros como costumavam ficar comigo, eu fui logo pro Vandré e pedi pra ver o pinto dele. Com a calça abaixada o suficiente para que o pau ficasse do lado de fora, eu fiquei alisando como o meu pai vinha me ensinando. Tinha que descer e alisar o saco, depois subir e cobrir a ponta com os meus dedinhos. E era assim que eu ia fazendo, descendo e subindo, às vezes rápido, o que me fazia rir, porque ele fazia barulho por estar molhado, e às vezes mais lento, com o tio Vandré controlando a velocidade com as suas próprias mãos.

Ele pediu e eu comecei a chupar. Eu fiquei em pé entre as pernas dele e nem precisava me abaixar muito, era só colocar o pinto na boca e chupar. E eu chupei um monte. Chupei até minha boca ficar cansada. Eu disse que estava cansado de chupar e aí eles riram e me fizeram um carinho no queixo.

– Quer tomar o leite do tio, Eric? – O meu pai perguntou.

– O do senhor também.

– Vai tomar o meu também. – Ele respondeu.

Aí o Vandré ficou sozinho fazendo os movimentos, se masturbando como tinham ensinado me a palavra, e eu fiquei com a boca pertinho da ponta da rola. Às vezes ela tocava minha língua e o tio Vandré gemia, parecendo que sentia dor. Pra ver ele fazendo de novo eu lambia mais e ele gemia mais alto. Quando eu coloquei a ponta na boca de novo ele gozou tudo nela. Não foi bom no começo, mas depois eu me acostumei com o sabor. Meu pai disse que tinha aquele gosto mesmo e que a dele seria melhor, porque era meu pai e tudo que é do pai é mais gostoso. Eu pedi pra provar e ele fez o mesmo que o amigo, se masturbou bem rapidinho.

Antes de gozar ele pediu que eu chupasse um pouquinho.

– Meu menino gosta quando o pai faz carinho? – Ele alisava meu cabelo enquanto eu chupava a rola dele.

– Eu gosto, papai.

Para falar eu tinha que tirar o pau dele da boca, que nem entrava muito, mas o que entrava era suficiente para me manter ocupado.

– O pirulito do papai é gostoso? Você gosta de ter ele na boca?

– Eu gosto também. É macio e dá vontade de morder. – Eu lembro de dizer depois que tirei ele da boca outra vez.

– Morde o seu papai então. – O Vandré brincou e eu entendi a brincadeira dele. Nós três rimos e eles dois me fizeram um carinho na nuca depois de rir.

– Agora coloca meu pau na boca de novo que eu quero gozar bem muito pro meu menino. Vou encher sua boquinha de leite e você vai tomar ele todo. Eu sei que já está viciado.

E eu obedeci, porque era o meu pai e eu faria tudo por ele. Ele sabia que eu já aguentava chupar mais fundo e forçou mais que da última vez fazendo o pau entrar bem mais. Se eu engasgasse era só tossir que passava. Eu tossi algumas vezes e ele esperou eu parar. Me dava um beijo antes de recomeçar a meter na minha boca. Quando gozou, minha boca inteira ficou cheia de leite, tanto que até escorreu no meu queixo. Meu pai catou com o próprio dedo e me deu pra limpar e eu chupei como na outra noite quando era chocolate, e não porra. Eu lembro que o leite dele era mesmo mais gostoso, mas não sei se era por já ter me acostumado ao sabor do leite do tio Vandré.

Depois eles dois ficaram lá sentado com as rolas pra fora das calças e eu vi que elas já estavam bem moles enquanto eu brincava ao redor deles, às vezes me entretendo com alguma coisa, às vezes catando mais folhinhas.

Lembro que eles comemoram me dando um beijo demorado cada um quando eu encontrei uma folha vermelha muito bonita. Eu não tinha esquecido como é beijar de língua e cada vez que a gente se beijava eles colocavam mais a língua dentro da minha boca. Eu não reclamava porque era bom.

O papai me chamou e me colocou entre suas coxas de frente pra ele. Ele me olhava mais calmo e sorrindo. Eu gostava quando ele sorria pra mim. Meu pai sempre foi lindo sorrindo.

– Sabe que o pai pode usar o pinto pra outras coisas?

– Pode? – Eu perguntei.

– Pode. Eu posso usar pra brincar com a mamãe e foi brincando assim que você nasceu. E eu posso usar pra brincar em você.

– Mas a gente já brinca. Você disse que isso já era carinho.

O Vandré sorriu e dei um soco no joelho dele. Ele fingiu que doeu muito e eu falei que era por ele riri de mim.
– Existe outros carinhos. Eu posso colocar ele na sua bunda, por exemplo.

Eu olhei o pau dele voltando a crescer. Meu pai não tinha colocado pra dentro da calça ainda.

– Na bunda?

– Na bunda, filho.

– É bom?

– É sim, mas se a gente for fazer esse carinho em você, o tio Vandré que faz primeiro, porque o papai não tá pronto.

– Pode fazer agora?

O tio Vandré me segurou entre as coxas dele quando eu fui lá. Ainda ficava de pé e ele colocou as mãos atrás de mim, bem sobre a minha bunda.

– Agora não, porque a gente tem que ter cuidado e tem que ir beeeeem devagarinho. É melhor depois, mas eu posso mostrar.

Aí ele desceu o meu short só na parte de trás e o meu pai ficou olhando. Ele olhava o meu pai enquanto alisava a minha bunda por cima da cueca. Eu sentia ele abrir um pouquinho, mas aquilo até o meu pai mesmo já tinha feito no banho quando tinha que me lavar. Depois ele desceu a cueca e a mão gelada dele me fez rir.

– É bonita demais, né?

– Eu sempre me proibi de pensar isso, mas é linda Vandré. – O meu pai respondeu.

– Eu vou cuidar dela. Eu vou devagar, vou abrir com cuidado, vou colocar meu pau até onde der sem machucar. Eu sempre vou com carinho.

– Eu sei que vai. – O meu pai respondeu.

– Eu vou preparar o seu filho pra você meter nele. O paizão metendo no filho, é assim que as coisas acontecem.

O meu pai não disse nada, só esticou a mão e ficou alisando a minha bunda igual o tio também fazia. Eu ainda senti uma dedos passando lá dentro onde me fazia sentir uma coisa esquisita na barriga. Não sabia quem estava passando o dedo, mas era bom. Foi a primeira vez que eu entendi gostar de ter outro homem alisando a minha bunda.

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11 Comentários

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  • Responder Jairo

    maravilha..

  • Responder Sandro

    Continua pfv

  • Responder Peter

    Continua, por faovr. Cê ta demorando demais. Precisamos ver esse cuzinho arregaçado.

  • Responder Anônimo

    Kde a continuação???

  • Responder Anônimo

    Vc tem email?

  • Responder Ronaldo B

    Muito excitante seu conto. Aguardo ansioso a continuação. Fiquei todo melado só de ler. Obrigado.

  • Responder passivo discreto mamador

    queria estar em seu lugar, mamar gostoso as picas de dois machos e ser enrabado por eles. quero sentir o sabor das picas de machos ativos de Recife, [email protected]

  • Responder Anônimo

    Telegram @cccsssw

  • Responder Yuri

    No próximo faz mais longo e só com sexo, do vandre e também o pai, já bota com todo mundo fudendo o lek! amo seus contos♥♥

  • Responder Yuri

    Amo demais esse seus contos ♥♥

  • Responder Anônimo

    Maravilhoso. Não demora a postar a continuação