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Verdadeiro Amor com Amor – Parte 1 – Reencontrando o sentimento esquecido

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*** Esta é a história (não estória!) de minha família, minha vida!! Acho que este relato da minha vida é um desabafo sobre a mágica do amor. Amor que jamais morreu!

*** Esta é a história (não estória!) de minha família, minha vida!! Eu vi contos irreais, surreais, creativos e desabafos… acho que este relato da minha vida é um desabafo sobre minha família e alguns detalhes dela, bem como a minha conquista da minha esposa!

Tenho 45 anos, 2.10m, nada de barriga, nada de gordura, só uma massa alta de músculos, corpo inteiro coberto por espessos e longos pelos, barba bem crescida, membro de 26x8cm (sem anedota aqui!), olhos cinzas fortes que sempre fui chamado de husky siberiano!!

Eu escrevi este relato inteiro e os diálogos junto com Rachel. Ela falou, leu, revisou, sempre me perguntando porque publicar, no que eu jamais respondi, só olhava para seus olhos e ela abaixava a cabeça e revisava na linguagem que ela tinha àquela idade!! Todos os diálogos foram revisados por ela mesma e alterados como ela quis! De fato, todos os diálogos dela – que é o dominante neste relato – foram alterados por ela sem que eu estivesse presente. Dei privacidade a ela, já que sabia que ela estava tímida e confusa sobre meu desejo em publicar isso. Eu preservei seu jeito e memórias como ela escreveu ou descreveu. Foi dolorido para nós revivermos aqueles dias, mas confesso que deu um tesão danado quando ela me narrou detalhes de como eu a iniciei… depois, vocês podem imaginar como acabou… Rs…

Também decidi não usar nomes fictícios, mas modificados, preservando a veracidade que é o objetivo aqui, porém mantendo-os anônimos.

Começo, então!

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Minha sobrinha Patrícia, filha de meu mano Pedrinho com Valéria que, ULTRA INFELIZMENTE, faleceu durante o parto… não quero falar sobre ela, pois era minha irmã em tudo e eu a amava tanto quanto amo meu mano Pedrinho!!

Patrícia era prematura extrema e só ficava bem quando recebia concentrado de hemácias do meu sangue. Eu doava e mentia que não tinha doado, voltando a fazê-lo a cada duas semanas, o que quase me levou à anemia profunda…

Em paralelo a esse período, Rachel se re-aproximou de mim. Um dia me encontrou no parque indo ao hospital para fazer uma nova doação, e perguntou:

– “Por que você me deixou e nunca mais falou comigo?”, falou com tristeza no olhar.

– “Não aceito ter recebido um tapa no rosto, guria!! Tu és as putas que eu sou acostumado a sair como gritou comigo?”, perguntei, frio.

– “Não quis te magoar! Não sabia de você! Pedro me contou que você nunca saiu com mulher da vida! Peço perdão… Eu fiquei assustada em sentir você me possuindo e nem sei porque eu te dei aquele tapa, Gabriel… Me perdoa pelo amor de Deus, Biel… Se você quiser, me dá um murro no rosto pra devolver meu tapa, mas eu nunca soube porque eu reagi daquele jeito…”.

– “Não magoou. Tu me desonrou e não quero mais saber de ti ou dos teus sobrinhos!! Vou atrás das minhas putas!! Tu segues teu caminho com teu namorado e me esqueças!”, falei mais alto e sai andando, com o coração doendo por não ter significado nenhuma palavra que falei para a guria.

– “Espera! Me escuta!”. Estava magoado. Não queria conversa e ia sair pra doar sangue de novo à Patrícia.

– “Tens um minuto, Rachel! Falas!”, fitei meus olhos nos seus e cruzei os braços no peito.

– “Não tenho namorado. Márcio me humilhava e desisti dele antes da Pázinha nascer!”. Fitou o chão enquanto me contava sobre si.

– “Eu confesso que tenho medo de você, Gabriel! Você tirou a virgindade da Regina e da Gisbelle e elas ficaram machucadas e de cama, mas só falavam de você! Não sou elas!”.

Era verdade! As gurias me deram mole e me chamaram para fazer o jogo “Verdade ou Desafio” na casa da Regina. Acabou que iniciei as duas ao mesmo tempo e fiquei na casa dela – dado que seus pais estavam viajando por dois dias – pegando as duas a cada hora até me saciar, o que levou os tais dois dias!

Eu sabia que isso foi o motivador da reação dela quando engoli seu peitinho e ela deu um grito de dor e prazer, mas estava apavorada nos olhos sem poder me resistir.

– “Não! Tu não és! Feliz? Adeus!”, respondi, ríspido.

– “Eu acho que te amo, Gabriel… Não aguento lutar mais contra esse sentimento…. Não me deixa sozinha, vai… Não sei como viver sem estar com você, Biel… Me perdoa e tem pena de mim, amor…”, e começou a chorar…

Confesso: chôro sincero de uma guria quebra meu coração. Vendo a reação de Rachel, me compadeci. Aproximei-me lentamente dela, me ajoelhei e tomei seu queixo, fazendo-a me olhar.

– “Pequena… não posso te prometer que serei teu para sempre. Tu não podes me prometer a mesma coisa. Mas te prometo jamais te machucar e te cuidar com o amor que mereces, prendinha…”.

Ela me olhou e sorriu: – “É a segunda vez que você me chama de prendinha sem eu ser. Podemos mudar isso, Gabriel?”.

– “Não te chamar mais de prendinha?”, mostrei confusão.

– “Não! Me fazer de fato tua prendinha!”

Abracei ela e saímos andando no parque, entre as árvores. Encontramos uma árvore grande, frondosa e quieta e eu a abracei e comecei a beijar a pequena lá. Era um lugar quieto e bem escondido, então tirei sua saia, a camiseta, ela usava sutiã e calcinha brancos, e eu ia beijando cada parte de seu corpo que eu desnudava. Que corpo maravilhoso que Rachel tem, todo branquinho sem marcas alguma de nada, com seios lindos, firmes, de mamilos rosados e biquinhos bem formados, com um rosto de uma deusa, cabelos longos lisos negros até suas ancas, olhos negros com luz própria e uma sensualidade, uma delicadeza inimagináveis para uma humana!!!

Puxei sua bundinha e comecei a chupar sua bucetinha… Chupava forte seu pequeno clitóris rosado e me perguntava se eu ia caber dentro dela, dado que sua bucetinha era bem pequena e toda fechadinha. Enquanto chupava, molhei o dedo médio nos seus líquidos e minha saliva e fui para seu cuzinho, passando em volta dele. Forcei e entrou gostoso, e ela tremeu todo o corpo, como se tendo um orgasmo, e soltou um gemido alto. Enfiei o dedo inteiro no rabinho dela e entrou gostoso, sinal que alguém passou por lá antes. Mal sabia eu que eu a tinha iniciado no sexo anal, o que explico no diálogo com ela abaixo.

Levantei, olhando-a toda nua e linda, que guria linda Rachel é, e pús meu membro para fora, mas não sabia se eu a possuiria ou não, se ela conseguiria me aguentar. O fiz quase mecanicamente e tentando aliviar a puta dor do meu pinto preso nas calças. Ela me beijava a boca, o pescoço, puxava meu cabelo e me beijava com língua novamente, na pontinha de seu tênis. Ela era de uma paixão avassaladora, rara de se ver, e mostrava toda a sua entrega.

Eu não me fazia de morto. Comecei a massagear seu seio enquanto beijava ela. Peguei sua mão e coloquei em cima do meu membro! Ela apertava e o explorava com carinho, tocando até meu saco, voltando para o pinto e passando as mãos no meu púbis, segurando os pêlos.

– “Ahhh! Como você é gostoso, menino… Que caralho imenso… que saudades… é tão grosso e quente… Vai me estourar toda, Gabriel…”, e eu investia mais em seu corpo, alisando e puxando sua bunda e suas coxas para cima, deixando seu sexo exposto e seu corpo todo tocado.

A levantei na minha altura pelo seu quadril e comecei a literalmente mamar nos seus seios. Tinha mais vontade, então mordi e prendi o bico com calma e sem forçar, para seu grito seguido de um orgasmo no meu cólo, tremendo todo seu corpo, só nas preliminares.

Não entendi porque gostava tanto de marcar e machucar aquela guria linda… Que tesão ela me dava…

Voltei a chupar forte seus bicos, puxando, tirando da boca e chupando forte de novo.

Ela desceu a mão por entre nossos corpos e pegou meu membro e começou a pincelar sua vagina molhada e seus pelinhos negros, finos e curtos. Entre gemidos, falou:

– “Se eu me entregar a você agora, promete que vai cuidar de mim, Gabriel?”

Respondi: – “Já fiz minha promessa a ti, pequena. Eu vou cuidar de ti todos os dias da tua vida, mas não sei se vou estar ao teu lado ou não ter outras fêmeas… Dizes, pequena. Paramos?… Eu te levo para tua casa sem problema algum, guria. O que queres?”, olhando fixamente em seus olhos.

– “Eu quero muito e jamais deixei o Márcio chegar nem perto disso… Diz que vai cuidar de mim, amor… Preciso dessa certeza para me tornar mulher com você, Gabriel!… Não quero ser um objeto usado e jogado fora… Tenho medo, sabe…”, e suplicava com seu olhar.

Fiquei nervoso. Primeiro que jamais pensava que ela fosse virgem dado o tempo e intimidade que tinha com seu ex-namorado, o que depois eu entendi melhor. Segundo que olhei em seus olhos e senti uma pontada de dor no meu coração.

Apaixonei-me por Rachel naquele momento!… Paixão que jamais morreria no decorrer dos anos e filhos que tivemos juntos.

Terceiro e mais sério: que porra era aquela de “usada como objeto e jogada”?? Que doente mental, psicopata, faria isso com uma guria doce e linda como ela? Eu jamais faria!!!

Também fiquei pensando no que ela falou sobre ter “saudades”, já que na minha cabeça, aquele era nosso primeiro contato íntimo.

Não respondi. Não sentia seu pêso.

Passei um braço embaixo do seu quadril e fiz com que ela me abraçasse com as pernas. Levantei ela mais alto e com a outra mão coloquei meu membro na entrada de sua bucetinha. Deixei encaixado e voltei a segurá-la no cólo com as duas mãos em seu quadril. Comecei a descê-la lentamente e forcei meu pinto na bucetinha dela, olhando em seus olhos. Forcei mais e senti que entrei em sua vulva. Sentia meu membro ser estrangulado nela…

Beijei seus lábios e ela apertou as pernas em volta da minha cintura. A queria! Forcei e o pinto travou em seu hímen e estoquei forte, puxando seu quadril contra o meu, rasgando sua bucetinha, ao que ela gritou e começou a chorar bem sentido e alto, agarrada a mim, suando e tremendo.

Fiquei parado, esperando ela se recuperar e com medo de alguém aparecer pela altura do grito que deu.

Ela escondeu seu rostinho nos pêlos do meu peito e, quando vi que ela se acalmou um pouco, estoquei o membro nela, de novo, forte e fundo até o final, rasgando seu sexo até a entrada de seu útero. Ela voltou a gritar alto, ainda chorando e tremendo, abraçada ao meu pescoço. Senti seus pelinhos em contato com meu púbis e mantive a pressão, deixando meu membro inteiro dentro dela sentindo uma pressão tremenda e um calor imenso em todo seu comprimento.

Fiquei parado por alguns minutos, totalmente dentro de seu sexo.

Ela levantou a cabecinha, com o rostinho todo melado de suas lágrimas e suor e os lábios com marca das mordidas que deu enquanto eu a penetrava. Tinha um olhar melancólico e quis abraçá-la e, naquela hora, cuidar dela para sempre!

– “Você é meu macho de novo… Não sou mais menina… Você me fez mulher completa, Gabriel… Dói muito… Mas é uma dor gostosa de sentir com teu pau dentro de mim… Agora eu sou tua mulher de novo, Gabriel… Lembra que você prometeu cuidar de mim, amor!…”

Beijei seus lábios e puxei o membro para fora, todo sujo de sangue.

Estoquei nela novamente, forte e fundo, erguendo-a no meu cólo e fazendo-a me receber inteiro dentro dela! De novo, não entendi como ela agia… Era como se eu já tivesse feito sexo com ela, mas não me lembrava de nada.

Toda a interação e aquele sentimento estranho dela ter uma face familiar e, agora, sua reação…

Ela era virgem porque eu senti romper seu hímem, mas não entendia todo o resto: resolvi ignorar e entender depois, um dia, agora eu queria aquela guria gozando para mim!

Comecei a estocar com força e raiva, rasgando seu corpo, sentindo sua bucetinha alargar e ficar super melada.

Ela gemia e chorava, mas com a cabecinha escondida no meu peito, enquanto eu fincava forte o pinto no fundo daquela guria linda que eu tornara mulher!

Em todo o tempo eu a segurava no ar, à sombra da árvore, sem suar, e estoquei naquela guria por um longo tempo.

Enfiava tudo e fazia questão de rebolar para arregaçar bem aquela bucetinha minha! No chão, seu sangue pingava com frequência nos meus sapatos, na raíz da árvore e na terra, testemunhas de uma guria moça virar uma mulher.

Não entendia o porque daquele meu furor naquela pequena, aquela vontade de devorar ela. Rachel era um anjinho, mas eu tinha aquele ressentimento que mais parecia uma vontade reprimida por ela. Estocava nela e gostava de ouvir seu gemido alto e seu chôro, mas não tinha raiva dela.

Explico: era raiva daquele sentimento gritando em meu peito que eu amava aquela guria! Complicado explicar ou entender… Em um momento ela me abraçou com as pernas mais forte, enfiou seu rostinho no meu peito e abraçou meu pescoço, começando a se contorcer e gemer sem contrôle: era seu primeiro orgasmo, agora na divina condição de mulher possuída!

Eu enfiei o pinto todo dentro, tirei um braço de seu quadril e a abracei pela sua costa forte contra meu peito, deixando ela se debater até parar, molinha e cansada. Seu orgasmo durou uns minutos e ela relaxou em meu cólo completamente.

Eu voltei o braço ao seu quadril e a estocar forte, puxando e empurrando seu quadril contra meu membro. Após alguns minutos e já suado também, veio a vontade de gozar. Eu não falei nada; não perguntei nada! Puxei a bundinha dela mais para mim e enfiei fundo meu pinto dentro dela até bater no final do canal e voltei a estocar, tirando bem pouco do pinto, mantendo a penetração bem profunda!

Ela notou a diferença, gemia alto e quando eu estocava no final de seu sexo, batendo no cólo do útero, ela tremia e chorava de dor, e falou ao meu ouvido:

– “Eu sou tua mulher agora para você fazer o que você quiser comigo… Você está pra gozar dentro de mim… Estou sentido você no fundo de mim engrossando mais… Eu vou ficar grávida, amor… Menstruei há duas semanas, então estou fértil… Se você quiser isso mesmo, goza bem fundo, dentro de mim… Me planta teus filhos dentro de mim e eu vou te dar eles crescidos, amor!… Sou submissa à tua vontade, Gabriel! Você é o homem que me fez mulher…”

– “Mas tenho medo de apanhar de você!… Se você não tiver certeza, eu bebo teu gozo todo, tá?… Tudinho!… Me usa como você quiser, como você já fez antes… me usa como você tiver vontade, Gabriel!… Mas não me bate de novo que eu não aguento mais teu pêso e tua força, amor… Você é homem e vai me matar… Não me machuca, Gabriel, ou eu vou morrer!… Por favor!… Eu te amo…”

OK: PUTAQUEOPARIU!!!!!!!!!!!!!!!!!!! Pára tudo!!!!!!!!!!!!!

Tirei meu pinto dela sem gozar e a pús em pé, de frente a mim! Não houve mais clima! Que porra era aquela!!!!????

– “Rachel! Tu não deves me temer, jamais!… Jamais eu te bateria ou te machucaria pequena!!! Que porra é essa que tu me falastes?? E essa coisa de ‘de novo’ a toda hora, guria, até com mamãe?”, falei irritado, já que não entendia seu temor e suas reações em nossa interação.

Não bato em mulher e ela sabia disso, ou eu esperava que ela soubesse já que estudávamos juntos há anos e, em minha cabeça, jamais ergui a mão para uma guria, muito menos para ela, que eu admirava e queria para mim!

Ela fez carinha de tristeza e aflição e começou a falar:

– “Calma, Gabriel!… Por favor!… Bem que sua mãe disse que você perdeu a lembrança de mim… Você me bateu e me machucou sim, mas quando eu era pequena e nós estávamos no prézinho e nos anos do primário.. Não se lembra?…”

– “Você me batia quando a gente era menor e você roubava meu lanche e puchava meu cabelo, me deixando chorando… Logo depois você voltava chorando e me colocava no seu cólo, arrumando meus cabelos e segurava minha cabecinha no teu peito até eu parar de chorar… Daí você pegava o lanche, partia com as mãos e me dava na boca até que eu comesse e bebesse tudo… Não se lembra, amor?”

– “Você me cuidava com tanto carinho depois, que eu queria apanhar de novo de você só pra voltar no teu cólo e receber teus carinhos…”, falou sorrindo, vermelha, corada, toda suada da nossa transa.

– “Eu contava tudinho pra minha mãe e falava que tinha apanhado de novo de você, mas estava tudo bem porque gostava dos teus carinhos depois e … do teu colinho, e ela respondia:”

– “Safadinha desde pequena, né? Você pertence a esse Gabriel, não é? Apanha dele e corre de novo pro cólo dele… Eu era safadinha assim com meu tio, então acho que tal mãe, tal filha… Quero conhecer esse menino gostoso! É grandão pra te pôr no cólo, não é???”

– “Então eu ria envergonhada. Mãeeeeeeeeeee!!!! É meu amiguinho da escola, poxa!!!”, respondia envergonhada…

– “Outras vezes em que ela me dava banho, falava que meu cuzinho estava aberto e inxado.. Ela enfiava dois dedos dentro dele e eu arrebitava a bundinha com aquela sensação gostosa.. daí ela lavava por dentro, e passava hipoglós. Falava:”

– “Acho que esse menino não bateu só em você… Isso aqui é machucado de pinto, isso sim… Só que não tem porra dentro, mas você não tem mais as preguinhas e teu cuzinho está largo como se fosse aberto por um homem formado. Esse Gabriel está abusando de você, Rachel! Conta pra mãe e eu vou na diretoria, filha!”

– “Não mãe!!! Eu gosto dele!!! Eu gosto dos carinhos dele, mãe!!! Eu não vou mais na escola e acabo com minha vida se a senhora falar com a diretora!!! E comecei a chorar e fazer um escândalo com medo de perder você…”

– “Com pena de mim, ela falou: Tá bem, filha… tá bem… se acalma, menina!! Deixa eu ver uma coisa, vêm cá e vira de novo…”

– “Ela voltou a pôr os dois dedos inteiros dentro do meu cuzinho e fazer uma massagem nele circulando os dedos, tirando e pondo, até por o terceiro dedo… e eu gostei, gemi e voltei a empinar a bundinha pra ela e ela continuou fazendo os movimentos até meus joelhos tremerem… Daí ela me virou de frente e abriu mais minhas pernas, apoiando uma no banquinho que eu usava para tomar banho e tocou minha bucinha pra ver se eu ainda era virgem. Ela começou a por um dedo e achou o furinho e foi forçando com o dedo inteiro dentro até eu gemer mais alto… Ela massageou por dentro enquanto eu gemia e ficava meladinha e ela tirou o dedo e enfiou um segundo devargazinho, no buraquinho, que eu gemi mais alto, mas fiquei mais melada… e tirou os dedos, abriu mais minha bucinha e falou que eu estava com a bucinha bem esgarçada e o furinho bem maior, mais ainda não tinha sido rasgado ou eu tinha hímem complacente, o que eu não entendi naquela idade…”

– “Filha… eu não vou falar nada pro teu pai agora, mas me avisa se esse moleque machucar muito você! Você tá com a pepekinha bem vermelha e esgarçada e com o selinho com o buraquinho bem mais largo que entrou dois dedos, mas ainda está aí… Você têm himém complacente, amor… Ao menos isso se teu pai quiser mandar ver, meu Deus… que alívio… ”

– “Você tá me saindo uma bela putinha com esse cuzinho arrombado e essa pepekinha larga tão novinha, menina! Notei que você arrebitou a bundinha quando eu enfiei os dedos e ficou piscando ele quando fiz massagem até tremer… Você gosta, né safadinha… Também vi você se contorcendo quando meu dedo entrou na tua pepeka e ficou toda melada… Se seu pai souber que sua filhinha única já tá servindo de mulherzinha pra um moleque, nós duas morremos de apanhar, filha! Cuidado com seu pai e do jeito que você volta da escola mancando e fica sentada de lado! Ele não é burro Rachel, e já me perguntou se tuas calcinhas estão dando alergia…”

Olhou emocionada para mim, com o rostinho mais vermelhinho ainda das suas confissões… Que pequena linda Rachel era…

– “Entende, Gabriel?… Você me iniciou e comia meu cuzinho e minha bucinha quase todos os dias e só rasgou meu cabacinho agora porque eu tinha himém complacente e você não era tão grosso antes pra rasgar ele como me fez agora, lembra amor?”

Eu exibia aquela cara de “?”. Continuou:

– “Eu nunca ví você machucar uma menina na minha vida, nem me machucar de verdade apesar da minha vontade! Eu só tinha medo pelo teu tamanho, Gabriel!”.

Falava, honestamente.

– “Você era muito maior que todos nós! Você acabou com os meninos do colegial que queriam pegar o Gléder. Os meninos ficaram no hospital por mêses e sumiram depois! Você sumiu também por mêses e eu não vi mais a tua mãe também… A gente já tava namorando mas você sumiu e me falaram que teu pai tinha te matado.”

– “Estava assustada e chorei muito quando me falaram que você tinha morrido! Pensei em me matar, Gabriel…”

– “Eu estou assustada, só isso!… Só não me bate, tá! Só você não reconhece teu tamanho, menino!”

– “Você me arregaçou toda!.. Estou com a bucinha inxada, toda aberta, ardendo e sangrando por causa dessa tua rola, amor! E ainda sim estou morrendo de felicidade!! Sou tua fêmea agora… Você me tirou todas as virgindades… Só não me fere mais nem me abandona de novo, tá?”

– “Eu tenho medo de você, mas não do teu ódio. Eu tenho medo de você pelo seu amor, não pela violência que você trás nos olhos! Me poupa, tá? Teu amor e tua violência são tão intensos e eu estou assustada!”, e chorava, com medo mesmo e para minha total confusão!

Porra!!! Eu sou grande mas por que esse pânico todo?? Que porra é essa???!!!!

– “Como assim te iniciei, Rachel?… O que eu fiz?”

Eu a abracei no meu peito e pedi que ela me contasse tudo.

**************

Continua, dependendo dos comentários. Não quero adulação, mas não aceito desrespeito também. Quero opiniões honestas.

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8 Comentários

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  • Responder Continuação

    Quero muito ler a continuação depois do conto final!!!! Obrigado

    • Gabriel

      Respondido! Grato, novamente! 🙂

  • Responder Continuação

    Quero muito ler a continuação depois do conto final uqe é o 7. Obrigado

    • Gabriel

      Eu vou escrever sobre minhas filhas sim guri. Só tempo e não escrevi minha estória sozinho. Preciso que Rachel queira fazê-lo por si mesma.
      Abraço e apreciei o carinho!

  • Responder -los pepes

    muito bom conto só não entendi muito bem alguns fatos mais emfim ótimo conto

    • Gabriel

      Ola -los pepes –

      Esclareça que fatos não entendeu, mas eu quebrei este conto em multiplas partes e alguns fatos vão ficar claros no decorrer das publicações.

      De qualquer forma, grato pela visita e não hesite em perguntar.

      Gabriel –

  • Responder Morenogordinho42

    Caramba que conto maravilhoso!!! Fiquei muito excitado!!!!

    • Gabriel

      Grato! Vou postar a parte 2 e 3 hoje.

      Boa leitura! São longos porque contam os relatos de vidas reais, mas me causa prazer estar postando-os aqui.

      Gabriel –