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Trabalhando com meu pai caminhoneiro 5: Depois da festa

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O tempo foi passando e íamos emendando uma viagem na outra, ficávamos pouco tempo em casa. Eu tinha planos de juntar dinheiro e quando fizesse 18 anos, iria poder me divertir como bem entendesse, talvez até saísse de casa. Mas havia um consolo: ver um monte de homem gostoso tomar banho e, às vezes, até via eles tocando punheta.
Numa dessas viagens, o meu pai recebeu um rádio de um caminhoneiro perguntando por onde ele andava, se estava perto. Meu pai respondeu que sim e o sujeito disse que naquela noite ele iria comemorar o aniversário dele e tava convidando o meu pai. Meu pai disse que iria, que em 2 ou 3 horas estaria lá no bar onde ele marcou.
Meu pai disse que tava a fim de beber muito e, por isso, achava melhor a gente alugar um quarto num hotel perto do bar. Ele queria dormir numa cama confortável antes de pegar a estrada no dia seguinte. E assim fizemos, alugamos um quarto com duas camas de solteiro. Meu pai ainda brincou que poderíamos até levar umas mulheres pra lá, se tivéssemos sorte.
Fomos pro bar e tivemos uma noite muito agradável, regada a bebida, música e muita safadeza que meu pai e seus amigos falavam. Mas o melhor mesmo foi uma vez que fui no banheiro.
Eu entrei no banheiro e fui mijar. Parei no mictório, não tinha ninguém, botei o pau pra fora e fechei os olhos. Quando abri os olhos de novo, tinha um homem do meu lado mijando, ele tava mais bêbado que eu. Não aguentei e olhei pro seu pau. Não sei se ele percebeu, mas eu fui ficando de pau duro e fui imaginando transando com aquele cara. O pau dele nem era tão gostoso assim, mas eu fiquei com um puta tesão. Fiquei com uma vontade louca de segurar aquele pau e chupar. Eu nunca tinha chupado um pau e queria saber como era.
Não sei como, mas consegui me controlar. E, naquela hora, me veio uma ideia louca na cabeça: eu iria pro hotel com o meu pai, deixar ele dormindo e iria procurar alguém pra transar. Não era possível que eu não arrumasse ninguém, nem que fosse um bêbado no final da noite. Eu acho que tava bêbado, mas aquela loucura eu faria. E se não encontrasse ninguém, voltava pro hotel.
O problema agora era levar o meu pai pra lá. Passei algum tempo falando que tava cansado e queria ir embora, mas meu pai estava muito animado e não queria ir de jeito nenhum. E depois de nem sei quanto tempo, ele me chamou pra ir embora. Pior era que eu já tinha desistido, até cochilava numa das mesas do bar. Mas no caminho que fizemos do bar até o hotel, eu recuperei o meu tesão e comecei a pensar em como faria para deixar meu pai dormir e sair sem ele ver. Tinha que dar certo.
Fomos pro quarto e meu pai resolveu ir tomar banho. Seria melhor se ele tivesse desabado na cama assim que chegamos, mas isso infelizmente não aconteceu. Eu teria que esperar ele tomar banho.
Algum tempo depois que ele entrou no banheiro, ouço ele me chamar.
– Filho, vem me ajudar. Não to conseguindo.

Não acreditei quando eu ouvi isso, teria que dar banho no meu pai. Não seria a primeira vez, mas iria atrasar mais ainda os meus planos. Mas, então, pensei que talvez fosse até melhor, só eu ensaboar ele rapidinho e logo tirar ele dali, colocar na cama e esperar uns 5 minutinhos ele dormir.
Cheguei no banheiro e ele tava encostado na parede, parecia muito mal. Tirei minha roupa pra não molhar ela toda e fui dar banho nele.

– Filho, a gente tinha que ter trazido umas mulheres pra cá.Tava doido pra comer uma buceta hoje.
– O senhor não tá em condições de comer nenhuma mulher, falei enquanto ensaboava seu rosto.
– Tá maluco? Eu comia 10 bucetas sem parar, vai na rua e traz uma puta aqui.
– Tá bom, assim que o senhor terminar de tomar banho, deixo o senhor na cama e vou atrás de uma mulher.

Pensei na hora que era a desculpa perfeita, meu pai tinha me dado a desculpa perfeita pra sair e nem precisava esperar ele dormir.

– Tu vai buscar uma mulher mesmo?
– Vou, pai, prometo!

Enquanto eu ensaboava as costas dele, já ia imaginando como faria. E no dia seguinte, eu diria que andei pra todo lado e não tinha achado puta nenhuma.
Terminei de ensaboar e liguei o chuveiro. Ele se virou pra mim e tava com o pau duro.
– Tá vendo, filho? Preciso de uma buceta.
– Eu vou buscar, pai.
– Filho, sabia que eu gosto muito de você! Você é um excelente filho.
– Tá bom, pai, Não vai começar a ser sentmental agora, né? As putas tão esperando. Vamos terminar com isso.

De repente, meu pai segura o meu pau.

– Filho, você é muito parecido comigo, até no pau.

Ele começou a punhetar o meu pau e eu não tava entendendo nada.

– É mesmo, pai. Mas eu preciso ir buscar as putas.

Meu pau começou a ficar duro e meu pai não parava com aquilo. A bebida é uma desgraça mesmo, faz qualquer um fazer coisas absurdas, eu pensava. Meu pau agora tava duro que nem o dele.

– Tá vendo? Nossos paus são parecidos, o meu é só um pouco maior e mais grosso que o seu, mas o teu é ótimo! Vai satisfazer qualquer bucetinha que tu arranjar.
– Pronto, banho tomado. Larga meu pau, pai.

Mas em vez de ele largar, ele fez foi aproximar o meu pau no dele. Ele encostou os nossos paus pra medir o tamanho certinho. E falou que eram bem parecidos mesmo.

– Que legal. Esse pau fez esse outro, agora eles estão do lado um do outro: o pau-pai e o pau-filho. Todo pai tem orgulho do filho macho, tem vontade de pegar no pau do filho pra mostrar o orgulho que tem. Mas eles tem vergonha e não fazem isso, mas todo pai devia pegar no pau do filho e admirá-lo como uma obra sua. Todo pai tinha que conhecer o corpo todo do filho.

Aquela conversa tava muito louca e eu só queria sair dali e arrumar um homem pra mim, um modo de usar aquele pau em outro homem. Mas ele se ajoelhou e, segurando ainda, ficou analisando o meu pau. Parecia um médico analisando todas as partes das minha geniitália. Até mexeu nas minhas bolas. Mas o pior foi quando fez esforço pra me virar e ficou olhando a minha bunda.

– Essa bunda aqui também fui eu que fiz. Esse corpo todo fui eu que fiz.

Quando não esperava mais nada, ele abriu as bandas da minha bunda e passou um dedo no meu cu!

– Até esse cuzinho apertadinho fui eu que fiz.
– Pai! Você tá louco? Nunca vi pai analisando o cu do filho.

Ele se levantou e saiu do chuveiro, finalmente. Pegou uma toalha e foi se secar enquanto eu aproveitava pra tomar o meu banho. Em breve eu estaria lá fora procurando homem.
Terminei o meu banho, me enxuguei e fui vestir uma roupa limpa, mas quando saí do quarto, em vez de meu pai deitado estar deitado e dormindo, ele estava em pé, pelado, a poucos metros da porta do banheiro, com o pau duro na mão. Foi a primeira vez que achei que aquela situação estava estranha demais, até ali eu tava levando tudo na brincadeira, achando que era por conta da falta de noção natural do meu pai e da bebida. Mas não dei muita trela, devia ser coisa da minha cabeça.

– Ainda tá assim, pai? Vai deitar que já vou buscar uma mulher.
– Vem aqui filho, ele falou baixo, com um tom estranho e um olhar que eu nunca vi nele. Eu queria sair, mas algo me fez obedecer.

Cheguei perto dele, com vergonha. Ele puxou a toalha que estava enrolada na minha cintura e me deixou nu também.

– Eu não quero buceta nenhuma. Eu quero o pau que eu fiz, eu quero o cuzinho que eu fiz.
– Pai? !?! Agora eu tava realmente assustado.

Ele se abaixou e começou a chupar o meu pau. Eu estava assustado, mas não queria sair dali. Estava maravilhoso, meu pai chupava melhor que a puta. Ele ficou de pé e forçou a minha cabeça pra baixa, ele queria que eu chupasse o pau dele. Eu nunca ia imaginar que faria isso na vida, mas eu tava com muito tesão e fiz. Eu tava sem jeito, mas ele foi me guiando, me explicando como fazer e chupei o melhor que eu pude. DEpois de um tempo, ele me levantou e falou que iria comer o meu cu.

– Você já fez isso alguma vez?

Eu só respondi que não com a cabeça. Ele, então, me mandou deitar na cama e foi pegar alguma coisa na mochila dele, era vaselina. Ele me deitou de bruços, abriu as bandas da minha bunda e começou a passar a língua no meu cu, era uma sensação incrível. Depois, eu percebi que ele tentava enfiar o dedo com vaselina. Depois que conseguiu, ficou brincando com o meu cuzinho. Ter dedos brincando no seu cu, era uma sensação estranha, as vezes incômoda, mas gostosa, ao mesmo tempo.
Ele subiu e falou ao pé do meu ouvido:

– Agora eu vou tirar o cabaço do cuzinho que eu fiz.
– Vai doer? perguntei com medo.
– Vai doer, sim. Mas você tem que ser forte! Nas outras vezes vai doer menos. Eu vou com calma, pode deixar!
– Vai devagar!
– Claro, eu vou com todo o carinho.

Ele me fez ficar de quatro, apontou o pau na porta do meu cu e começou a enfiar. Foi a maior dor que tive na vida, ardeu muito, tanto que gritei. Ele parou depois que enfiou tudo, mas logo em seguida, começou a se mexer.
Eu queria pedir pra ele parar, mas eu não queria parar, tinha que aguentar. A cada estocada, era como se um ferro em brasas entrasse no meu cu. Em pouco tempo depois eu ouvi ele gemer mais alto e soltar um urro de prazer. Ele gozou! Senti o pau dele se expandir e se contrair dentro de mim. E por fim, ele caiu de lado na cama. Eu estava muito cansado, fiquei algum tempo tentando recuperar minhas forças pra me levantar dali, mas acabei apagando.

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5 Comentários

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  • Responder Anônimo

    Continuaaaaaaaa

  • Responder Anônimo

    Ate que fim virou contou gay

  • Responder passivo mamador

    até que enfim. adoraria fazer uma viagem com um caminhoneiro, para parar nesses postos de encontro de carreteiros, e saborear várias picas, sentir seus sabores com deliciosas mamadas e ser enrabado por todos. procuro ativos em Recife, [email protected] nunca participei de suruba quero experimentar, saborear também picas de militares.

  • Responder Daniel Coimbra

    Aleluia tava. Demorando

  • Responder boylover

    finalmente transaram, continua, agora ta ficando bom