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O crente queria que eu me entregasse… Conseguiu

1723 palavras | 3 |2.93
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_ Bom dia! Dona Lidia está?

_ Bom dia. Olha, eu acabei de acordar, mas com certeza ela não está, pois ela teria atendido. De todo modo, aguardem um segundo… Vou ver se ela está lá dentro…

_ Sim… nós esperamos.

Fui dar uma olhada só para não parecer má vontade, mas estava certo de que minha mãe não estava. Com a insistência dos toques da campainha… impossível ela não ter ido atendê-los. Até eu, que tentei me segurar na cama, depois de quinze minutos, desisti e levantei… imagine ela! Ia retornando à porta quando vi um bilhete sobre a mesa: “Filho, precisei sair para resolver um probleminha, um casal amigo meu virá me procurar. Volto rapidinho! Peça para entrar e esperar. Faça sala. Não faça feio! Beijos… Lídia”. Pensei: “Faça feio! Minha mãe tem cada uma!” Fui ao encontro deles…

_ Oi! Ela saiu mas deve voltar logo. Entrem!

_ Ah, obrigada!

_ Podem sentar… Vou só tomar um banho rapidinho e já volto. Querem ver TV?

_ Não… Não se preocupe!

Durante o banho pensei “ Espera aí! Hoje não é sábado? Como ela diz que voltará rapidinho se quinta-feira ela própria me disse que passaria o sábado inteiro no hospital, pois estava escalada para o plantão? Aí tem coisa! Vou já ligar para lá sem me identificar!” Saí do banho:

_ Bom dia! Minha querida, eu estou com uns exames para mostrar à Doutora Lídia, mas não sei o horário que posso encontrá-la… Você poderia me informar?

_ […] _ Ah… o dia todo… Sei. E ela já está aí? _ […]

_ Certo. Ótimo! Então eu vou logo agora! Obrigado! Com a certeza de que estava acontecendo uma armação, voltei à sala.

_ Pronto! Vamos aguardá-la, não é?

_ Vamos sim… Ela deve voltar logo… _

Certamente. Vocês a conhecem de onde? É que eu nunca os tinha visto por aqui…

_ Bem… É… Nós… Quer dizer… Faz pouco tempo que nos conhecemos… Este é meu esposo… Mizael… Eu sou Sara.

_ Prazer Sara… Prazer Mizael… Eu sou Tiago. […] Mas, voltando à pergunta, de onde vocês se conhecem? Ele respondeu:

_ Da igreja. Do culto.

_ Da igreja? Que igreja? Minha mãe frequentando igreja é novidade pra mim… Ela respondeu:

_ É… É novidade mesmo! Ela acabou de “aceitar”…

_ Como é? Aceitar? Mas aceitar o quê?

O homem, tentando ficar mais próximo de mim, sentou-se na beirada do sofá, segurou um livro na palma da mão e pondo a outra mão sobre ele disse: _ A palavra!

_ Espera… Vocês estão querendo dizer que minha mãe agora é crente? [Risos]

O homem, diante do meu riso, levantou e pôs seu livro sobre a mesa. Olhou para a mulher, que estava totalmente sem graça e disse:

_ Eu falei que isso era uma tolice, Sara! Quem tem que conversar com ele é a mãe… Eu, ainda rindo…

_ Desculpa, gente… mas é que isso chega a ser cômico! Minha mãe… crente! Era o que faltava! A mulher, num rompante de impaciência disse:

_ Muitas vezes, é no desgosto que se consegue tirar o barro dos olhos e enxergar o caminho correto! E foi através do desgosto que você deu a ela que ela agora está no caminho da salvação! Agora é sua vez! Eu fiquei transtornado…

_ Como é? Desgosto? Eu dei desgosto a ela? Deve estar havendo algum engano aqui! Até ontem, ao ir ao meu quarto desejar boa noite, o que eu escutei dela foi : “Tiago, você é o maior tesouro que alguém pode ter… Um filho que só dá orgulho, alegrias… “. Como a senhora vem agora me dizer que eu sou um desgosto para ela?

_ Calma… Levantei. O homem segurou meu braço e eu dei um safanão para ele largá-lo e entrei rumo ao meu quarto… Ele veio me acompanhando e ao me virar, meu rosto encontrou o dele e meus olhos brilharam…

_ Calma! Ele segurou minhas mãos…

_ Vamos conversar…

_ Por favor… gostaria que vocês voltassem para conversar com ela outra hora…

_ Tudo bem… Fomos à sala.

_ Vamos Sara!

_ Vamos… Nada disse, tranquei a porta e deitei no sofá. Vi o livro sobre a mesa. Ele havia esquecido. Peguei-o e notei umas páginas marcadas. Li e falava sobre relacionamentos íntimos entre homens… “Ela sabe que sou gay? É esse o desgosto?”. Fui ao quarto lendo e deitei na cama. Pousei o livro e lembrei do homem… seus olhos… sua voz… suas mãos… A campainha tocou. Era ele!

_ Oi, Tiago!

_ Seu livro… vou buscar!

_ Espera… Podemos conversar?

Abri a porta…

_ Mizael, não perca seu tempo… eu não vou mudar… não adianta… e antes que sua esposa chegue também…

_ Não… Ela nem sabe que voltei! Quero só que me ouça! Não vou tentar te convencer a nada…

_ Tudo bem…

_ Antes que eu esqueça, deixe eu pegar… o… onde está?

_ Ah… está no quarto… eu peguei para ler umas partes marcadas… Ele sorriu. Que sorriso lindo!

_ Venha… Vamos conversar lá dentro…

_ No… No seu quarto?

_ Algum problema?

_ Não… Não… Vamos! No quarto…

_ Senta aí…

_ Na sua cama? Não tem problema?

_ Não… Você quer uma água? Você está transpirando muito… sua roupa é quente e você ainda fecha todos os botões!

_ Aceito… Peguei um suco e levei. Ele estava vendo um quadro onde eu tinha várias fotos de uma viagem que tinha feito a Fernando de Noronha, em quase todas eu estava de sunga. Ele se assustou e bateu o braço na minha mão e acabou derramando suco em sua camisa…

_ Oh Mizael… desculpa!

_ Não se preocupe!

_ Tire… Tire que eu passo um pano e ponho pra secar… são cinco minutos!

_ Eu vou aceitar… senão como vou explicar isso… [Risos] Fiquei olhando ele rindo…

_ Que foi? Ele me entregou a camisa…

_ Você… sem essa camisa e rindo assim… Levei a camisa e limpei. Pus na secadora e voltei… Ele falou:

_ Sem camisa e rindo… Não entendi…

_ Parece outra pessoa! Desculpe mas essa sua religião esconde o que você tem de mais bonito… de mais… Nossos olhos estavam fixos: os meus mergulhavam naqueles castanho-esverdeados, que pareciam mais claros ao contrastarem com a pele morena de sua face – de contornos fortes e retos – e que tentavam se esconder fechando as pálpebras sempre que seus lábios, bem desenhados e emoldurados pela barba ralinha, se abriam mostrando seus dentes alvos e bem posicionados…

_ De mais o quê?

_ Deixa pra lá!

_ Fala…

_ De mais gostoso… Ele sorriu.

_ Posso confessar uma coisa? Nossos rostos iam se aproximando…

_ Pode.

_ Pela primeira vez escuto isso… que tenho algo de gostoso! Passei a vida inteira esperando alguém dizer…

_ Como alguém ia dizer se estava escondido? E deve haver muito mais coisas gostosas em você…

_ Será?

_ Posso tentar descobrir…

_ Tenta.

_ Vou começar por essa boca que está me deixando louco! Colei meus lábios aos dele e logo senti sua língua invadir minha boca… Chupei-a com fúria e nossas respirações fora ficando intensas… Minha língua foi sugada e tamanha era a força que ela era chupada que chegava a doer. Nossas bocas passaram a não se contentarem em sentir apenas os gostos de nossas línguas… Passaram a lamber nossos queixos, nossas orelhas, nossos pescoços… Virei e fiquei por cima dele e fui lambendo seu corpo até chegar à sua calça. Ele me olhava. Abri seu zíper e puxei a calça e a cueca de uma vez. Revelei a rola mais linda que tinha visto na vida, Agarrei-a e ele sorriu. Comecei a chupá-la e ele fechou os olhos e começou a gemer pra dentro… Parei.

_ Tá gostoso, Mizael?

_ Demais! Não imaginava que era tão bom!

_ Não imaginava?

_ Nunca tinha sido chupado… Sempre me falaram que era errado!

_ Percebe que tudo que é bom é visto como errado? Viver assim é como viver preso! Por que seríamos criados para sermos prisioneiros de nós mesmos? Existimos para sermos livres, e usarmos essa liberdade para o bem. E qual bem maior que o amor, o prazer?

_ Faz mais!

_ Então solte-se, Mizael! Liberte-se! Ponha pra fora o que está gritando dentro de você!

_ Hummm… Hummm…

_ Pra fora, Mizael! Pro mundo!

_ CHUPA! CHUPA MEU PAU!

_ Isso! Ponha pra fora! Sem medo!

_ CHUPA MEU CACETE, PORRA! ENGOLE MINHA POMBA, SAFADO!

_ Hummm…! Hummm…! Hummm…! Hummm…! Chupo, delícia! Hummm…! Hummm…! Hummm…! Hummm…! Hummm…!

_ Ahhh…! Ahhh…! Agora você vai conhecer um outro Mizael! Ahhh…! Quer?

_ Quero! Quero! Hummm…! Hummm…! Ahhh… Que cacete delicioso! Ahhh… Mizael! Hummm…! Hummm…! Hummm…! Hummm…! Soca bem forte! Hummm…! Hummm…! Hummm…! Hummm…!

_ Engole, safado! Ahrrrrrrrr…! Issssssssssss…! Engole! Isssssssssss…! Assim!

_ Hummm…! Hummm…! Hummm…! Hummm…! Quero leitinho! Hummm…! Hummm…! Dá leitinho, dá? Hummm…! Hummm…! Hummm…! Hummm…!

_ Estou quase gozando! Chupa bem forte! Depois eu como seu cuzinho! Chupa! Quero ver você beber minha gala! Issssssssssss…!

_ Assim? Hummm…! Hummm…! Assim, é? Hummm…! Hummm…! Hummm…! Hummm…!

_ Agora… Lá vai! Ahrrrrrrrrrrrrr…! Ahrrrrrrrrrrrrrrrrrrrr…! Ahrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrr…!

_ Ahh… Gostosa sua gala!

_ Fica em pé, Tiago… Deixa eu chupar você!

_ Ahhh, Mizael… Isso! Delícia! Hummm…! Hummm…! Hummm…! Hummm…! Ai, Mizael!

_ Vai! Goza pra mim, goza!

_ Ahh… Agora! Ahrrrrrrrrrrrrrrrr…! Ahrrrrrrrrrrrrrr…! Ahh… Ahh… _ Humm… [Risos]

_ Agora quero te comer!

_ Mete essa pomba em mim, Mizael! Mete gostoso! Hummmm…! Hummmm…! Hummmm…!

_ Quer sentir minha rola te partir no meio é?

_ Quero… Quero…! Vem! Mete!

_ Toma! Iss…! Toma! Ahrr…! Ahrr…! Ahrr…! Ahrr…! Ahrr…! Ahrr…! Ahrr…! Toma! Safado! Ahrr…! Ahrr…! Ahrr…! Ahrr…! Ahrr…! Ahrr…! Ahrr…! Aguenta! Ahrr…! Ahrr…! Ahrr…!

_ Eu gosto é assim, Mizael! Hummm…! Hummm…! Hummm…! Delícia! Mete essa pica! Hummm…! Hummm…! Hummm…! Hummm…! Hummm…! Isso! Isso! Ahhh! Adoro! Hummm…! Hummm…! Hummm…! Hummm…! Hummm…! Hummm…! Hummm…! Hummm…! Isso! Gostoso!

_ Delícia de cu! Delícia de cu! Toma! Toma!

_ Mais rápido! Isso, Mizael! Mais! Hum…! Hum…! Hum…! Hum…! Hum…! Hum…! Hum…! Hum…! Mais! Mais! Hum…! Hum…! Hum…! Hum…! Hum…! Hum…!

_ Ahhh… Assim eu vou gozar, Tiago! Ahrrr…! Ahrrr…!

_ Hum…! Hum…! Hum…! Hum…! Goza! Goza muito! Hum…! Hum…! Hum…! Adoro gala!

_ Adora? Pois aqui tem! Anda. Abre a boca!

_ Me dá! Me dá gala!

_ Ahrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrr…! cacete! Owhhhhhhhhhhhhhhhhhhh…! Ahrrrrrrr…! Ahhh! _Ahh… Que delícia!

_ Você é louco, Tiago! A partir desse dia, Mizael passou a me fazer visitas com o intuito de fazer eu “me entregar”… e todas as vezes ele tem conseguido… Me entrego muuuuuuuuuuito!

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3 Comentários

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  • Responder Boto

    Chato não escrevas mais!!!!!

  • Responder Júnior

    Como seus contos são chatos… Minha boa vontade de lê-los terminou aqui. Tchau.

    • chupador_de_rola

      esse conto foi muito bom cara