Saudades daquele tempo

12-09-18 2 ★ 4.50

Inicio dos anos 80 e eu, finalmente com 18 anos tiro a minha carteira de motorista, embora já dirigisse desde os 14 anos. Primeiro feriado prolongado converso com meus pais e peço para emprestarem o carro para que eu possa viajar para o nosso apartamento no litoral. Eles concordam desde que eu não vá sozinho e minha escolha recai em Silvio que aceita o convite.

Silvinho, como era conhecido na época, tinha 16 anos. Estudávamos na mesma escola, freqüentávamos o mesmo clube e, poderíamos dizer, tínhamos certa intimidade visto que, neste mesmo clube, tomávamos banho no mesmo vestiário. Como ele namorou minha irmã por algum tempo, ele me enchia o saco pegando no seu próprio pinto dizendo que iria enfiar todinho na minha irmã. Embora eu ficasse puto com isso, procurava não demonstrar dizendo que era um pinto fininho e pequeno. Só que dizia isso com muito cuidado e quando ele estava de bom humor, já que ele era esquentado. Sabe aquele cara que briga por qualquer coisa. Embora fosse mais novo do que eu, era mais forte, mas nada excepcional. Na realidade ele era um cara bacana, mas tinha medo dele me bater e por isso eu o respeitava e concordava com tudo. Minha irmã terminou o namoro com ele por causa desse jeito autoritário dele.

Enfim o feriado chega e no caminho paramos num supermercado para comprar algumas coisas. Na banca de jornal compramos a Playboy do mês, já que naquele tempo era a única forma de se ver mulher pelada.

Chegamos, descarregamos o carro e fomos para a praia. Logo ele se engraçou com uma menina e enquanto fiquei com a colega dela, foi para um lugar mais afastado. Dava para ver, beijos e abraços. As meninas não eram bonitas, mas depois ele me disse que para treinar qualquer bola serve.

À noite, no apartamento, sentamos no sofá para assistirmos televisão. Depois do quarto copo de caipirinha, ambos estávamos chapados. Foi aí que algo inesperado aconteceu. Brincando, ele pegou na minha mão e a levou em direção ao shorts dele colocando bem em cima do seu pinto. Até hoje não sei o que deu em mim. Em vez de tirar a mão eu a deixei ali. Pude ver a cara de surpresa de Silvinho ao mesmo tempo em que comecei a sentir seu pau endurecer. Passados alguns instantes, meio sem saber o que fazer, ele se levanta e diz que vai tomar um banho.

Sozinho na sala começo a refletir sobre o que tinha acontecido. Que merda eu fiz, pensei. Fiquei com a mão no pau dele e gostei. Minha cabeça rodava não só pela bebida. Decidi entrar no banheiro e falar para ele que aquilo foi uma confusão por causa da bebida, que eu não era viado, mas quando abri a porta me deparei com ele, debaixo do chuveiro, batendo uma punheta o que fez meu pau endurecer.

Suas mãos ensaboadas faziam a pele descobrir e cobrir a cabecinha do pau. Fiquei imóvel enquanto ele prosseguia até que gozou e enquanto se limpava me disse:

– Estava pensando na bucetinha da tua irmã. Deve ser rosadinha, gostosinha.

Sem saber o que dizer, me calei. Ele se enxugou, saiu e eu fui tomar um banho. Deitamos para dormir nas camas de solteiro de um dos quartos, mas eu não conseguia pegar no sono. O que estava acontecendo comigo?

De manhã, tomamos suco e fomos direto para a praia sem nenhum comentário sobre o que tinha ocorrido na noite anterior. As mesmas meninas apareceram e enquanto ele procurava um canto mais reservado da praia para ficar com uma delas, a que estava comigo me disse que iria procurar uma amiga.

De onde estava, conseguia ver Silvinho ora entre as pedras, ora dentro do mar, encoxando e beijando a menina. Eu tentava afastar alguns pensamentos da minha cabeça porque eu queria estar no lugar dela e isto era inconcebível. A minha razão me dizia que isto não podia estar acontecendo, mas a minha vontade estava saindo fora dos limites. Mais uma vez eu me perguntava: O que está acontecendo comigo?

Era por volta das duas horas da tarde quando uma tempestade começou a se formar e voltamos para o apartamento. Tomamos banho e eu preparei um macarrão com atum para o almoço regado a caipirinhas de vodka. Saciados da comida, sentamos no sofá, passamos a beber e a assistir televisão.

Repentinamente ele abaixa o calção, pega na minha mão e a leva novamente por sobre o seu pinto mole. Comecei alisá-lo lentamente e até hoje me lembro daquela sensação gostosa. Aquele pedaço de carne crescendo na minha mão. Nem eu nem ele falávamos nada. Carinhosamente comecei a bater uma punheta para ele que pegou a revista Playboy e começou a ver as mulheres praticamente não dando atenção ao que eu fazia.

Fiquei puto com aquele desprezo e fiz uma coisa impensada. Ajoelhei-me e pela primeira vez vi um pinto de perto. Não era nada assustador. Devia ter uns quinze centímetros por uns três e meio de diâmetro, afinal era de um adolescente. Tomei coragem e coloquei a minha boca naquele pinto beijando a cabecinha. Agora despertei a atenção dele. Era a primeira vez que eu iria chupar uma rola.

Instintivamente abri a boca, coloquei a cabecinha dentro dela e a suguei terminando com os lábios roçando levemente nela. Era um gosto estranho, salgadinho, mas não era ruim. Repeti o movimento e escutei Silvinho gemer e falar:

– Nossa…. Que tesão….

A esta altura eu já não ouvia mais a minha razão que dizia para não fazer aquilo. Uma vontade que nem sei mesmo de onde veio, me dominou e eu estava tendo um prazer enorme em fazer aquilo. Minha língua lambia aquela pica como se fosse um sorvete. Minha boca engolia aquele pedaço de carne e sugava com vontade. Beijava e lambia sua barriga, seu púbis, seus pentelhos, seu saco. Colocava na boca até onde dava e chupava cheio de desejo. Sentia os lábios passarem na cabecinha o que causava em Silvinho tremores de prazer.

Fiquei fazendo isto por aproximadamente uns dez minutos e já estava ficando cansado quando ele segurou minha cabeça. Deu tempo de sentir seu pau dentro da minha boca latejar e parecer que aumentou de tamanho dando uma forte esguichada. Consegui tirar a boca e ainda recebi dois jatos de porra no rosto. Confesso que a princípio não gostei do sabor da porra e corri para o banheiro para cuspir.

Após me lavar um sentimento de ter feito coisa errada se apossou de mim. Voltei para a sala com papel para que Silvinho se limpasse e pensando no que iria dizer, mas foi ele quem falou:

– Que delícia de chupeta… Nunca eu imaginaria que era tão bom… Você vai fazer isso sempre que eu quiser… Aliás, a partir de agora você vai ser minha namoradinha. Eu não consegui comer sua irmã, mas você não vai me escapar…

– Não… – eu disse – Não quero dar. Na verdade nem sei por que fiz isso. Não Silvinho, chega… Paramos por aqui e nada aconteceu…

– Paramos por aqui uma porra… – disse Silvinho exaltado e nervoso – Quem decide se vamos parar sou eu. Você chupou meu pau, é viadinho e vai dar a bunda para mim o quanto eu quiser. Quem decide quando, onde e como você vai dar sou eu.

– Por favor, fale baixo… Você está bêbado…

– Eu falo baixo se eu quiser… Quer apanhar? – disse Silvinho vindo em minha direção.

– Não… por favor… Vamos conversar… – disse tentando acalmá-lo.

– Vamos conversar sim… Naquelas gavetas do quarto tem um biquíni vermelho da tua irmã. Vista ele e aí podemos conversar senão vou fazer o maior escândalo no prédio.

Resolvi colocar o biquíni para tranquilizá-lo e também porque estava apavorado com o que poderia acontecer. Rapidamente abri as gavetas e encontrei. Era um biquíni vermelho de lacinhos. Ficou apertado em mim já que eu era um pouco maior do que minha irmã, porém ao me ver Silvinho disse que eu era mais gostosa do que minha irmã.

Mais calmo, me disse que eu era a mulher da casa e a primeira coisa que eu deveria fazer era uma caipirinha grande para ele. Fui para a cozinha preparar e não demorou muito para ele vir. Eu estava de costas para ele, na pia, quando senti um abraço e seu pinto duro encostar na minha bunda. Seus braços desceram até os meus quadris e ele beijou meu pescoço. Foi uma sensação diferente e gostosa, tanto que deixei cair a faca. Ele falou:

– A menininha está com tesão para dar…

Isto me trouxe a realidade novamente. Realmente eu senti algo oposto a tudo aquilo que até então eu sentia. Estava sentindo o que sente uma mulher? Será que eu não era mais homem?

De volta ao sofá da sala ele me abraçou e ficamos assistindo televisão. Depois de beber toda a caipirinha, do nada, ele me olhou e sua boca veio em direção da minha. Fechei os olhos e não sabia o que fazer. Seus lábios tocaram os meus e, involuntariamente, abri minha boca. Sua língua explorava minha boca enquanto suas mãos passeavam pela minha bunda. Eu estava perplexo.

– Vamos para a cama que eu quero te comer. – disse Silvinho num tom determinado.

Fui quase que arrastado para o quarto de casal e sem ter muito o que fazer vi ele colocando três travesseiros na cama. Tirou o meu sutiã e praticamente arrancou a calcinha do meu biquíni.

– Deita em cima dos travesseiros de frente para mim que eu vou tirar o cabaço dessa bucetinha. Já que não pude comer sua irmã, vou comer você bem gostoso. – disse Silvinho.

Olhei para o lado e vi um pote de creme que minha mãe usava. Pedi para ele se podia passar um pouco e ele concordou dando risada. Deitado, quase que na posição de frango assado, lambuzei meu cuzinho de creme. Esta posição me deixou arreganhado, como se fosse uma mulher mesmo.

Ajoelhou-se e senti a cabecinha tocar na entradinha do meu cú. Involuntariamente fechei e não entrou. De uma forma agressiva ele separou as minhas pernas e enfiou o dedo no meu cú. Senti dor e o creme se espalhar dentro de mim.

– Abre essa bundinha que é melhor… Meu pau vai entrar de qualquer jeito… Se quer na marra tudo bem… – disse Silvinho.

– Não… Eu dou… Eu dou… Mas vai devagar para não me machucar. – Pedi quase chorando.

Segurou minha cintura e novamente a cabecinha encostou na entradinha, só que desta vez eu não fechei e ela pulou para dentro me fazendo sentir um desconforto.

– Pára Silvinho… Tira… Tira um pouco…

– Tirar o que? Nem coloquei… – retrucou ele.

Numa estocada só, seu pau entrou dentro de mim.

– Ai… Tira Silvinho… Tira… Ai… Está doendo… Ai… Tira… Por favor… – resmunguei chorando.

– Que tira o que… Não estou sentindo nada… Tua bucetinha é apertada… Vou te arrombar…

Dizendo isto tentava me beijar, mas com a dor que eu estava sentindo, não deixava e virava a cabeça. Ele ria e continuava a dar estocadas. Aos poucos meu cú foi alargando e a dor foi diminuindo. O creme fazia o pau dele escorregar para dentro e começou a ficar prazeroso. Sua boca, finalmente, encontrou a minha e a velocidade das estocadas aumentou. Falando o nome da minha irmã, senti seu pau inchar dentro de mim e um liquido quente inundou minha bunda.

Ele ficou imóvel dentro de mim por uns minutos até que retirou seu pau. Senti um vazio e a porra escorrer. Levantou-se e foi tomar um banho. Passado alguns minutos também levantei, todo melecado e fui para o banheiro. Ele já estava se enxugando e me deu um forte tapa na bunda me chamando de gostosa. Tomei meu banho e saí enrolado na toalha procurando meu calção.

– Pode procurar uma calcinha da sua irmã e colocar. Não quero você com roupa de homem dentro desse apartamento. – disse Silvinho autoritariamente.

Indo junto comigo ao quarto, escolheu um conjunto, calcinha de renda e sutiã brancos, mais uma camisola rosa. Voltamos para o quarto de casal e dormimos juntinhos, de conchinha. A esta altura eu não sabia mais o que pensar. Sabia que aquilo não era o que a sociedade considera normal, mas eu estava feliz. Me sentia protegido e gostava de obedecê-lo como se fosse meu dono. Quer saber, pensei eu, que se dane.

Acordei de manhã e fui fazer um café. Mal tomamos e ele me arrastou, carinhosamente, para a cama. Mais uma vez tirou minha roupa me deixando peladinho. Sentou-se na cama e ficou esperando. Passei bastante creme na bunda e no pau dele.

Sentei de frente para ele e comecei a cavalgar. Suas mãos me pegaram pela cintura e me ajudavam, principalmente, na descida. Sentia os pentelhos dele rasparem na minha bunda quando sentava e rebolava. Existia dor, porém pequena e misturada a um prazer estranho.
Depois de quase cinco minutos cavalgando aquele pau, ele me pediu para deitar de bruços.

Deitou-se sobre mim quase que me imobilizando. Seu pinto escorregou facilmente para dentro. Abri minhas pernas e ele estocava cada vez mais forte. O tesão de sentir um pinto dentro de mim, aliado a esfregação do meu próprio pau no colchão e lençol, me fez gozar fartamente. Devido ao meu delírio neste momento, Silvinho falou:

– Vai tesãozinho… Goza… Isso… Goza com meu pau na sua bunda… Gostou né….

Aumentou a força e a velocidade e aí foi a vez dele gozar soltando todo o peso do seu corpo. Esta foi outra sensação que jamais vou esquecer. Um macho satisfeito dentro de mim.

Levantamos, tomamos banho, me vesti novamente com roupas femininas e fui lavar o lençol sujo de porra enquanto ele assistia televisão. O tempo estava feio e na parte da tarde iríamos embora. Dei uma geral no apartamento como se fosse uma dona de casa e preparei um lanche para o almoço.

Logo após o almoço ele retirou minha calcinha, me colocou de quatro no chão da sala e me fez passiva novamente. Desta vez foi sem creme e mesmo sentindo dor com as estocadas daquele macho, me mantive firme, deixando ele fazer o que quisesse. Depois de uns dez minutos, me segurando pelos quadris, dando tapas na minha bunda, me chamando de putinha, com a revista Playboy aberta nas mulheres nuas, me comendo com muita vontade, ele goza mais uma vez.

Aproveitando que ele continuava agarrado em mim, bati uma punheta e também gozei, mais uma vez com um pau na bunda. Descansamos por aproximadamente uma hora e resolvemos tomar um banho para nos limpar.

Com delicadeza dei um banho nele, lavando direitinho sua rola enquanto ele, não tão delicadamente, lavava minha bunda. Fomos nos enxugar e não aguentei. Ajoelhei-me e comecei uma chupeta acompanhada de uma punheta. O pau foi crescendo na minha boca e era delicioso sentir isso. Sugadas, mamadas, lambidas, beijocas e não deu outra, novo gozo e desta vez eu retive tudo na minha boca, engolindo depois. Com minha boca deixei o pinto dele limpinho.

Viemos embora e durante alguns meses, quando me chamava, ia para a sua casa satisfazê-lo. Com o tempo começou a namorar e me esqueceu. Da minha parte também não tive mais ninguém. Hoje sou casado com uma mulher e somente restou a saudades daquele tempo.

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2 Comentários

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  1. John Deere,Matador de Veados

    Né veado,relembrou das veadagens da adolescência porquê em?Vai dizer que o rabo coçou?Sei,sei…
    Respeita tua mulher,veado,e cuidado,estou pelas ruas,e se sair da linha e entrar na veadagem,será o seu fim viu veado,tá avisado

  2. Seu macho

    Ola! Belo conto, fiz isso com um amigo meu tbem….depois de mais 10 anos voltamos a nos encontrar, conheci a esposa dele….rolou um papo legal hoje fodo os dois. Vc ja imaginou sendo viadinho e corno? Deve estar com mais de 50 anos, hora de reviver os bons momentos!