Playground

Autor

Bem não vou entrar em muitos detalhes, mas posso garantir a vcs que o que vou lhes contar realmente aconteceu. Sou um homem já de uma certa idade e já algum tempo comecei a sentir atração por novinhas.
Antigamente eu descia para o playground apenas para caminhar ou ler o meu jornal. Agora fico por lá admirando as filhas e netas dos vizinhos.
Na minha época as roupas eram mais comportadas e menos justas, hoje em dia as meninas vestem um vestidinho curto, ou uma sainha, ou então cada shortinho que desenha tudo.
Com isso tudo aos olhos acabam despertando interesses e desejos escondidos.
E foi assim que comecei a observar mais as princesinhas daqui do prédio.
Era uma tarde como outra qualquer e eu estava caminhando em volta da piscina, já se passavam das 15:00 e eu já ia subir para o meu cochilo da tarde, no caminho para o elevador passei em frente da brinquedoteca quando vi as duas brincando.
Não sei suas idades mas o que vi me deixou de piroca dura.
Elas estavam no chão montando um quebra cabeça.
Me aproximei do vidro para ver mais de perto.
A maior estava de vestido verde enquanto a outra estava de saia.
Do jeito que estavam sentadas era impossível não admirar.
As pernas semi abertas deixavam amostra suas calcinhas e seus pacotinhos salientes.
A calcinha da que estava de saia era rosinha enquanto a da outra de vestido era amarela.
Aquilo era uma tentação ver todo o formato daquelas bucetinhas ali bem na minha frente.
Fiquei admirando fingindo observar elas montando o quebra cabeça.
A muito tempo não ficava excitado daquela forma. A piroca pulsava dentro da calça.
O coração acelerado desejando tocar e por que não sentir o cheiro daquelas coisinhas.
Olhei em volta e não tinha ninguém, fui em direção ao salão e entrei fazendo de interessado na figura do quebra cabeça.
Elas logo solícitas me incentivou a ajuda-las. Mas por conta da idade não podia me sentar no chão. Então peguei uma cadeira e me sentei na frente delas, assim teria toda a visão não só do quebra cabeça como pegaria mais lances das suas conchinhas.
As garotas já estavam terminando então resolvi subir para aproveitar a piroca ainda semi dura e bronhar uma no banheiro.
Desde então passei a ir com mais frequência lá no playground até conseguir fazer amizades com as duas.
A maior vou chamar de Taís e a menor de Carla.
A tarde eu descia e levava comigo uns chocolates e oferecia. Não almejava fazer nada apenas pegar outros lances para me satisfazer depois. Mas teve um dia que elas estavam brincando de patins e a cada ida para o chão eu ficava euforico, pois elas abriam e fechavam as perninhas mostrando suas calcinhas e suas bucetinhas de uma forma natural me incomodando de tal forma a apertar a cabeça da pica sobre a calça.
De tanto ficar olhando fixo para suas partes a maior indagou com a mais nova.

– Carla tenha modos sua calcinha está aparecendo.
A outra começou a rir e de propósito começou a mostrar ainda mais.
As duas então passaram a cair no chão apenas para deixar suas calcinhas amostra para que eu pudesse ver.

Olhei em volta, pois alguém poderia estar vendo, mas geralmente a tarde poucas pessoas transitam pelo playground.

Apesar da aflição resolvi entrar na brincadeira enquanto admirava suas pernas e suas bundinhas redondinhas.

Derrepente a menor disse que iria em casa e seguiu em direção ao elevador.

Então eu me sentei no banco. Taís sentou no chão bem na minha frente para retirar o patins.

Sem modos e nenhum constrangimento eu me deliciava a cada abrir e fechar de perna até que arrisquei.

– minha princesa cê não tem vergonha de sentar assim nao? Vc já é uma mocinha não pode ficar aí mostrando a calcinha sua mãe já não te falou nao.?

– ah! Tio ela fala sempre, mas eu não ligo. Acho que não tem nada demais. É só pano.

Fiquei intrigado e flertei:

– ah! Entendi, vcs só mostram pq é pano. Duvido se tu tens coragem de mostrar o que tem depois.

A menina riu… Desconfiada, porém como havia sido desafiada resolveu reagir.

Ela se levantou segurando os patins e depois de colocá-los no banco do meu lado. Olhou para os lados para ter certeza que ninguém estava vendo e num movimento rápido levantou a frente do vestido com uma das mãos e com a outra abaixou a frente da calcinha.

Eu não esperava tal reação da menina. Quase não deu pra ver nem a raxa da bucetinha,mas aquela atitude incendiou a vontade de ir além.

– Foi tão rápido que nem deu pra ver nada. Como eu disse vcs só tem coragem de mostrar a calcinha risos…

Nisso eu a encorajei ainda mais. Taís então foi para trás da pilastra que estava do meu lado e levantando a frente mais uma vez do vestido, porém dessa fez segurando com os dentes. Em seguida abaixou a calcinha até os joelhos e dando tapinhas na bucetinha como me oferecendo me mostrou aquilo que eu tanto desejava.

A danadinha tinha uma tachinha linda bem saliente e gordinha.

Desejei ter pouco mais da sua idade para lhe pegar de jeito. Porém a idade não me ajudava.

Mesmo assim, provoquem:

– lhe dou uma caixa de Bis se tu deixar eu ver de pertinho.

Notei que para ela a proposta era tentadora, mas ali seria arriscado demais. Então sugeri que ela fosse para o salão de festas e me esperasse lá.

Ela foi na frente, esperei um pouco e fui atrás. Taís me esperava com uma carinha de sapeca porém um pouco assustada de ser vista.

Então fiz sinal para ela pular o balcão para a cozinha do salão onde fica o freezer e o fogão.

Então eu dei a volta pelo salão já apertando o cacete dentro da calça imaginado o que eu faria.

Ao abrir a porta, entrei rápido e com um pouquinho de dificuldade me sentei ao chão e chamei a safadinha.

Fiz questão de repetir a proposta e já de olhos esbugalhados fiquei esperando.
Ela veio se abaixando para não ser vista e se encostando na parede inclinou o quadril pra frente bem pertinho do meu rosto.

Eu mesmo me encarreguei de levantar sua saia, mas antes mesmo dela abaixar sua calcinha eu ataquei e cair de boca na sua bucetinha ainda por cima da calcinha.

Hum, lambi gostoso puxando a calcinha de ladinho. O cheiro forte de xixi exalava. A cada investida ela se contorcia porém continuava me oferecendo sua xotinha que examinando com mais detalhes tinha uns poucos fios já nascendo sobre a testa da bucetinha.

Eu segurava firme suas nádegas pressionado sua bucetinha sobre a minha boca esfregando na minha barba.

– tá bom tio, chega o Sr. Disse que queria ver …

Eu já estava fora de mim, o coração acelerado pedi ajuda pra me levamtar. E assim que o fiz abaixei o zíper da calça colocando a piroca pra fora já com a cabeça babando de tesão.

– que é isso tio. Não aí meu Deus.. deixa eu ir embora.

Mesmo assustada com a pica pulsante na sua frente eu peguei sua mão com uma certa residência e a fiz segurar nele.

Comecei a bronhar junto com ela… Mas quando já estava prestes a gozar ouvimos Carla sua amiguinha chamando.

Então eu me recompus e sair pela porta. Ela ficou mais um pouco em seguida saiu pulando toda serelepe como se nada tivesse acontecido.

Encontramos Carla no playground. Neste momento percebi a merda que estava fazendo e fui em direção ao elevador.
E antes de subir Taís me parou na porta dizendo pra eu não esquecer da caixa de Bis.

Pensei comigo que safadinha mesmo novinha já é uma putinha.

No outro dia desci com duas caixas de Bis uma para cada uma.

Assim que eu dei elas saíram cochichando uma com a outra.
Certamente sobre o que ocorrera. Desde então estou envitando descer para o playground nos horários que elas estão pois sei que pode dar merda.

Elas duas até já vieram aqui na porta perguntar por mim, mas estou evitando. Mesmo sentindo muita vontade de brincar com as duas.

Avalie esse conto:
PéssimoRuimMédioBomExcelente
(Média: 4,00 de 28 votos)
Loading...