O Viadinho Se Casou

07-09-18 Por 5 ★ 4.83

Meu nome é Túlio, acabei de completar 31 anos, e moro em Brasilia-DF à 16 anos. Eu nasci no Sergipe, uma cidadezinha que era o cu do mundo, não tinha absolutamente nada. Em um determinado dia, uma ONG foi na minha cidade falar sobre Educação Inclusiva e como ingressar em uma carreira no serviço publico, e com 12 anos comecei a estudar, e através dessa ONG vim para Brasilia com 14 anos. A ONG oferecia um café da manha, almoço, janta, e em troca, eu tinha que ser voluntário em um dos projetos sociais que eles apoiavam, no meu caso, eu ajudava pessoas com deficiência mental ou motora à cultivar uma hortas orgânicas, enfim… No entanto, eu era novo, estava numa cidade grande, conheci pessoas diferentes, que possuíam coisas, que se vestiam bem, saiam, e eu, queira isso também, então aos 17 anos consegui um emprego em um restaurante… Na verdade, era uma empresa que vendia almoço, lanche da tarde, e janta para peões em obras dos mais diferentes setores, tanto publico, quanto privado.

Eu trabalhava feito um louco, estudava a noite, fazia um estagio de 4 horas na ONG pra garantir um lugar pra eu dormir, e por volta das 10:30, eu estava no restaurante. Eu fazia de tudo: Ajudava a cortar legumes, descarregava os caminhões de entregas, limpava a cozinha, lavava a louça, arrumava o estoque, cobrava, enfim… Era peão!

Em um determinado dia, o cara que fazia a entrega das marmitas foi preso (parece que ele bateu na mulher) não tinha ninguem para fazer as entregas, e meu patrão, o Seu Valmor, determinou que eu fosse faze-las, mesmo sem carteira de motorista. E eu fui… O tempo passou, e eu acabei assumindo essa atribuição: Era o entregador de marmita! Seu Valmor, era exigente, um belo de um FDP, pegava no meu pé, enchia o saco, mas era um bom homem, generoso, e tratava bem os funcionários na medida do possível. Ele que pagou para eu tirar minha CNH, fiquei muito grato.

Quando estava com 19 anos, eu ganhei uma nova atribuição: Ir buscar Luiz Felipe na escola todo dia! Quem era Luiz Felipe? Um dos filhos do Valmor!

Mano, pensa num cara que ficou puto com isso!? Eu fiquei possesso! Tinha que desviar o caminho da minha rota, num calor filho da puta, numa fiorino sem ar condicionado, num sol desgraçado que faz em Brasilia, pra buscar um moleque que poderia muito bem ir para casa ou para o restaurante de ônibus… Vai se foder! Eu fiquei puto com essa história! Mas precisava do emprego, não podia me omitir, e assim eu fiz.

O moleque saia da escola 11:30/12:00h, eu fazia as entrega do almoço, passava na escola, buscava o garoto, deixava ele em casa ou levava para o restaurante, e depois continuava minha saga entregando o lanche da peãozada, porem, às terças e quintas, Luiz Felipe tinha Judo a tarde, e adivinha quem tinha que busca-lo? Eu, o troxa! Foram 1 ano e pouco dessa palhaçada, ate que eu tive uma motivação a mais para servir de motorista particular de playboy…

Na época, Luiz Felipe tinha 10 anos, ele é o irmão do meio de 3 irmãos, ele é o único menino… Ele morava com a mãe, o pai, as duas irmãs (uma mais velha, e outra mais nova), a avó materna, e uma tia solteirona. Educado em uma casa cercada de mulheres fortes, ele era bem bobão, tipo o pai dele… Seu Valmor, era bravo com os funcionários, porque em casa, as mulheres que o cercavam faziam o que queria com ele. Valmor era o tipico “banana”, bem submisso as suas mulheres!

E com Luiz Felipe não era diferente, ele era arregão, tinha medo de tudo, frouxo que só ele, sempre estava pedindo desculpas por alguma coisa, chato… Tinha alergia de tudo, se dizia doente sempre, tudo nele doía, tinha nojo de tudo, cheio de frescura… Em uma ocasião, catuquei ele com uns canudos que eu tinha na mão, o moleque fez um drama, que parecia que tinha levado um coice de uma eguá braba. Ele tinha um aspecto frágil, era franzino, branco, com o cabelo liso, uma cara de nerd do caralho, tímido, falava pouco, era meio esquisito, arisco, arredio…

Ta ligado naquele moleque que pede pra ser zoado na escola? Pois é… Luiz Felipe era assim!

Valmor colocou o moleque no Judô “pra ele criar corpo”, assim dizia ele… Mas o menino odiava, tinha pavor, era zoado pela turma, os professores tinham que interferir pra controlar e fazer com que Luiz Felipe deixasse de ser motivo de chacota. De tanto eu carrega-lo pra cima e pra baixo, eu fui estabelecendo uma relação de afeto pelo garoto, tinha pena dele… Eu tentava falar com ele, conversar, falava sobre meninas, sobre futebol, carros, enfim… Os clichês que os homens veneram, mas ele se interessava muito pouco, era sempre escorregadio, dava respostas invasivas, não tinha muito interesse. O lance dele era o Pateta, Mickey e Pato Donald, tava sempre com um gibi nas mãos… Eu respetiva, deixava quieto, e com o tempo nós conversávamos cada vez mais…

Quando eu comentava com um amigo, ou parente, todo mundo me dizia que ele era viado ou “Chibungo”, como se diz na minha terra, mas eu não achava, porque ele num era afeminado, num falava arrastado, num tinha um jeitinho suspeito, e etc… Hoje sei que esse é um ponto de vista bem preconceituoso, mas na época, isso não me ocorria.

O que importa, é que uma vez eu saí com uns amigos, e um deles era gay, e entre uma conversa e outra, chegamos no assunto de Luiz Felipe, meus amigos afirmaram que ele era viadinho, e eu descordei, disse que não achava que ele era gay porque o moleque não dava pinta. Esse meu amigo gay me advertiu dizendo que isso num tinha nada a ver, que “ele não precisava dar pinta pra gostar de pinto”, que essa idade é difícil pra eles porque eles não se identificam com os outros meninos, e acabam ficando reclusos, arredios, anti-sociais, que os hormônios estão a milhão, eles começam a se descobrir sexualmente, tem atração por pessoas do mesmo sexo, e acabam ficando tristes por não entenderem direito o que esta acontecendo, que precisam começar a entender suas diferença, que eles começam a dar o cuzinho cedo, e bla bla bla.

Eu fiquei pensando naquilo, falei bem rapidamente com o Seu Valmor para ele pensar em tirar o moleque do Judo, mas na correria do dia a dia, nem terminamos o assunto, o tempo foi passando, e aos poucos as coisas foram melhorando. No entanto, em um determinado dia cheguei para busca-lo no Judo, e ele entrou furioso dentro do carro, todo emburrado, querendo chorar. Eu perguntei o que foi, ele não me respondeu, eu fiquei bem puto, desci do carro, e fui perguntar ao professor sobre o que tinha acontecido, e ele nem começou a falar quando a turminha começou a dizer que Luiz Felipe teve que lutar com uma menina… O professor deu uma bronca na galera, impondo disciplina, e me explicou que não tinha nada de mais, que a turma infanto-juvenil tinhas essas interações, e bla bla bla… Mas o fato era: Luiz Felipe era fracote, apanhava dos meninos, e teve que lutar com as meninas, e isso fez dele, a piada personificada!

Quando voltei para o carro, tinha uns moleques perturbando ele, dizendo: “mulherzinha, mulherzinha, mulherzinha!” Confesso que achei engraçado, mas quando entrei no carro, ele estava chorando, fiquei com pena, e me senti bem babaca. Fomos em bora, e ele chorando… Ai eu num aguentei e falei que ele tinha que se impor, parecer homem, parar de frescura, impor respeito, se não, ele ia continuar sendo zoando. Mandei ele descer porrada nesses moleques, eles eram todos do mesmo tamanho, ele poderia enfrenta-los. Dei um choque de realidade nele!

Em um determinado momento me lembrei do que meu amigo gay tinha dito. Parei em uma banca de jornal, comprei uma revista dessas de putaria, e coloquei no colo dele, e disse: “Ai, ja viu uma dessa?” Ele sorriu sem graça, e jogou no meu colo, nem abriu. Eu retruquei: “Num me devolve não, caralho. Comprei pra você, é tua! Ou você num gosta?” Joguei no colo dele de novo. Luiz Felipe sorriu e começou a folear bem devagar, constrangido… E eu agitava: “Olha esses peitos, que delicia, grandões!” Ele sorria e virava a revista para ver as imagens com mais clareza. Eu provocava perguntando se ele preferia a mulher ou o homem.
Confesso, que naquele momento, fiquei excitado, tanto por causa da revista, quanto pelo fato de Luiz Felipe esta ali, olhando curioso… Queria saber se ele estava excitado ou não.
Sobre minha provocação, ele respondeu com um sorriso constrangido: “Os dois, eu acho!”
Nos fomos chegando na porta da casa dele, quando paramos, ele me devolveu a revista e eu “brinquei” tentando colocar minha mão no pintinho dele, dizendo: “Ta de pinto duro, né moleque!?” Ele gargalhou, se desviou do meu toque, e saiu do carro.

Depois do episodio no judo, Luiz Felipe trocou de esporte, e foi para a natação… Era no mesmo lugar, porem, ambientes diferentes. Sempre quando estávamos voltando, eu mostrava a revistinha pra ele, porem, com muita cautela… O fiorino que eu dirigia, era velho, não tinha ar, então, os vidros tinham que estar sempre abertos. Eu evitava de mostrar quando estávamos parados no transito, ou em lugares de muito movimento, para que ninguém visse, isso poderia encrencar a minha vida. Sendo assim, cautela, nunca é de mais!

Porem, depois de um tempo, apos muitas reclamações de minha parte, Seu Matias trocou a Fiorino velha por um RENAULT KANGOO novinho. O negocio estava progredindo, e todo mundo estava mais feliz: Eu trabalhava mais satisfeito, confortável, no ar condicionado, o carro não quebrava, não dava problema, era novo, macio, limpo, seguro… Pro Valmor, o carro novo era o sinal de que seu negocio prosperava, que tudo estava dando certo, que todos os seus sonhos iriam se realizar, e para Luiz Felipe o carro representou o auto conhecimento que faltava.

Seu Valmor me mandava cuidar do carro como se fosse um filho, colocou insulfilme, capas nos bancos, no volante, e ate som… E eu cuidava do carro com todo carinho do mundo, e não só do carro…

Ia buscar Luiz Felipe e mostrava uma revistinha nova semanalmente, ja com o carro novo, eu poderia ser mais ousado, porem, tinha medo da reação dele… Se eu avançasse o sinal ou tentasse alguma coisa, não sabia como ele poderia reagir…

Ate que um dia fui busca-lo na natação, ele não estava na porta como de costume, achei estranho, e entrei para procura-lo, o monitor me disse que eles estavam no banho, eu fui ate o vestiário, quando cheguei la, Luiz Felipe estava completamente nu, tinha acabado de sair de um banho quente, entre o vapor d’água que tomava conta do banheiro, pude ver as curvas do corpinho magrelo do garoto: Sua cinturinha torneada, com uma lordose insinuante que marcava a curvinha insinuante da sua bundinha magrela, apetitosa, bem empinadinha. Coxas frágeis, porem torneadas… Ele terminava de se enxugar com um roupão do Pateta, com um dos joelhos apoiados em um banco que ficava no centro do banheiro, deixando a mostra a solinha do pé bem limpinha, enrugada, macia, delicada e rosadinha… Cor essa, que parecia colorir todo o seu corpo por conta da água quente que percorreu cada centímetro da ingenuidade de Luiz Felipe.

Meu pau ficou duro na hora! Ver o putinho peladinho, com o cuzinho empinado, fazendo charme com o pézinho, me excitou de mais. Aquela bundinha pedia pra ser violada, fodida, comida…

Ele enxugava o cabelo quando me notou atras dele, ficou constrangido por estar peladinho, mas não teve muita pressa para vestir o roupão, deu tempo de espiar o pintinho e o saco dele, pequeno, nanico, miudo, modesto, porem, gracioso, delicado com um poder de me deixar excitado imediatamente.

O moleque colocou a sunga, um short com o tecido bem fininho, vestiu o roupão, calçou os chinelos, e fomos em bora! Quando eu estava saindo do vestiário, fui advertido por um bombeiro, dizendo que eu não poderia ter entrado lá, mas foda-se… Ja tinha entrado, visto o que vi, estava de pau duro, e dani-se o resto!

Quando entramos no carro, eu estava maluco de tesão… Luiz Felipe com o roupão entre aberto, dava pra eu ver seu mamilo e barriga. Ele tirou os chinelos e cruzou a perna em cima do banco, como sempre fazia, mas dessa vez, minha vontade, era chupa-lo dos pés a cabeça, faze-lo gemer ate seu corpinho sucumbir de prazer. O cheirinho de banho tomado tomava conta da cabine do carro, o pirralho mexia no cabelo, ficava passando a mão na solinha do pé, molhava os lábios com saliva, parecia me provocar… Naquele momento, eu percebi o viadinho sacana que ele era! Eu cheio de tesão reprimido, joguei uma revista no colo dele, dizendo: “Olha, essa é nova, já viu?” Ele olhou sorrindo, disse que não, e começou a folear. Eu dirigindo, o desafie: “Duvido se você tem coragem de bater uma punhetinha agora!” Ele se assustou, porem , com uma carinha assanhada, ficou entusiasmado, e retrucou: “Mas com você aqui, é claro que não. Ta doido?”

Eu respondi: “Até parece, eu acabei de ver essa sua magreza no banheiro. Num tem nada ai que eu não tenha ou já não tenha visto. Rola, eu também tenho, só que maior, num é essa migalhinha sua ae! (Risadas) Faz ai, vai ser engraçado, eu nem vou ver, to dirigindo! Depois, se você quiser, eu também faço!”

Fui levando um carro por um caminho mais longo, bem mais devagar, e provocava: “Punhetinha, Punhetinha,Punhetinha…” Ele sorria, descruzou as pernas, ficou mais relaxado, e com um tom de desdem, respondeu: “Beleza, mas não fica encarando… Fecha o vidro ai!”

Fechei os vidros, tava passando uma musica do chitãozinho e xororo no radio, ele pôs o pintinho pra fora, e começou a tocar uma punheta… Começou tímido, levando na brincadeira, pura molecagem, gargalhava, olhava em volta, o pintinho dele tava à meia bomba, num tava completamente duro, ai eu comecei a provocar, perguntando: “Ta gostando? No que você esta pensando? Quem você prefere, o homem ou a mulher na foto?” Ele começou a ficar mais tenso, a levar a serio, concentrado, seu corpo começou a sentir os efeitos de uma punheta bem batida, se acomodou no banco, se mexia bem dengoso parecia que ia derreter, ficou ofegante, fechavas os olhinhos, abria a boca discretamente, molhava seus lábios com a língua, dava umas reboladinhas, respirava fundo, contraia os dedinhos dos pés… Eu comecei a fazer um cafuné, carinho no rosto… Enquanto ele se punhetava eu abri ainda mais o seu roupão e comecei a passar a mão no peito dele, dizendo: “Isso moleque, faz bem gostoso, ate gozar!” Ele ficou todo dengosinho, ia intensificando a punheta, aumentando a frequência, me olhava, dava uns sorrisos bem sacanas… Eu ainda dirigia, e comecei a descer minha mão, fazendo caricias bem suaves, arranhava suavemente o peito dele fazendo movimentos de sobe e desce com as unhas… Dividia minha atenção entre o transito, e o movimento da mãozinha dele fazendo com que a cabeça rosada do seu pintinho sumisse e aparecesse, sumisse e aparecesse, sumisse e aparecesse no movimento frenético da punheta… A cada segundo ele se esforçava pra fazer com mais rapidez. Com uma mão ele empurrava seu short e sua sunga pra baixo, e com a outra, se masturbava bem gostoso.

Eu estava amando assistir, estimula-lo, provoca-lo… Em um dado momento, eu não aguente, parei o carro, e quase no ápice do prazer de Luiz Felipe, de carinho, em carinho, eu cheguei ate o pintinho dele, estava duro, vermelho, quente, latejava, eu dei umas cinco punhetadas, e ele estava estérico, se contorcia em desejo, me olhava com cara de safado, com respiração ofegante e aflito… Ele queria continuar sendo o mestre de seu proprio prazer, mas eu, tinha que tocar naquele caralhinho perfeito… Eu assumi o controle daquela punhetinha deliciosa, e Luiz Felipe agoniado, querendo tirar minha mão, a gente estava brigando pra ver quem fazia o pintinho dele gozar, e eu estava perdendo a briga, então eu apelei, e afirmei: “Vou dar um beijinho, tah?” Ele afobado, não entendeu direito, apenas acenou com a cabeça positivamente, todo afobado, e ficou esperando pra ver o que eu faria.

Nunca antes na minha vida, eu tinha chupado uma piroca, mas aquela, foi a primeira, e merecia meu esforço… Me inclinei e dei uma lambidinha na cabecinha do caralhinho de Luiz Felipe. O moleque surtou, deu uma gemida dengosa, se requebrou bem gostoso segurando no meu pescoço, murmurou de prazer surpreso com a nova descoberta… Eu olhei pra ele, e perguntei se ele gostou, o garoto respondeu eufórico: “Uhum… Nossa, me arrepie todo!” Eu dei um selinho na boca dele chupando seus lábios, e ele não se omitiu, deixou acontecer, retribuía o beijo meio sem jeito. Me atrevi ainda mais: Beijei seu pescoço, seu peito, barriga, umbigo, beijei a raiz do seu mini caralho, e voltei a provar o doce sabor de uma pica infantil: Lambi,lambi,lambi… Depois comecei a chupar, dava umas mamadas, passava o dedo na cabecinha do pau dele fazendo um carinho bem erótico, punhetava, voltava a chupar deixando tudo bem babado. O caralhinho dele estava agitado na minha boca, latejava, era quente, cálido, fogoso… Luiz Felipe ficou totalmente entregue, assanhado, seduzido, encantado, atraído pela minha chupadas… Ele se inclinou sobre minha cabeça, rebolava no banco, gemia baixinho bem dengoso, respirava bem fundo, suspirava e segurava no meu cabelo. Eu saboreava a cabecinha do pinto dele, e ele se punhetava freniticamente na minha língua dando sorrisos carregados de agonia erótica, quando no radio do carro o Seu Valmor me chamou a atenção, me questionando o porque que eu tinha mudado de rota, onde eu estava, e o que eu estava fazendo! PQP, nos quase morremos de susto… Inventei uma desculpa qualquer e saímos dali rápido.

Durante uns cincos minutos no caminho de volta pra casa, não falamos nada, ficou aquele climão no ar, acho que foi o susto, ou o constrangimento de perceber a loucura que tínhamos acabado de fazer. Eu estava de pau duro, cheio de tesão, e ele, idem… Paramos em um sinal, próximo a casa dele, eu coloquei a mão na cabeça dele, e perguntei se estava tudo bem, ele me olhou, abriu um sorriso tímido e disse que sim. Andamos mais um pouco, e na rua da casa dele eu perguntei: “Você vai contar pra alguém?” Ele arregalou os olhos e disse com convicção: “Claro que não, ta louco!? Nem você, né?” Eu coloquei a mão na perna dele, e estacionando o carro, afirmei: “Logico que não! Esse é nosso segredo… Você gostou, néh?” Luis Felipe sorriu alegremente, e respondeu bem tímido que sim, desceu do carro, e antes que ele virasse as costas eu fiz uma observação com tom de deboche: “Dá próxima vez, não coloca o short, fica só de sunga pra facilitar!” Ele sorriu fazendo sinal de positivo com a mão, entrou em casa correndo, e eu voltei ao trabalho com o gostinho dele na boca, desejando provar muito mais!

Eu fui em bora eufórico, parecia que tinha dado meu primeiro beijo, fui para casa por volta das 18:30, não consegui parar de pensar no acontecido… No outro dia fui busca-lo na escola, não era dia de natação, porem, nesse trajeto não dá pra fazer nada, o transito era movimentado, tinha muito anda e para, sinal toda hora… Eu tinha insulfilme, mas o risco não compensava. Mas ele entrou no carro todo animadinho, me olhando cheio de segundas intenções, mas não falou nada… Saímos da porta da escola, e eu perguntei como ele tava, Luiz Felipe respondeu que “tava de boa”, e eu fui logo mandando a real: “Nossa, ontem a noite toquei uma punheta bem gostosa pensando no que fizemos, gozei muito! Você vai querer fazer de novo?” Ele morto de vergonha, nem olhava pra mim, apenas sorriu, e balançou os ombros e olhava pra fora pela janela.

“Você se masturbou também antes de dormir, você gozou, você já goza? Eu queria ter visto ontem, mas o susto não deixou! (Risos) Aposto que não, que só sai uma água bem clarinha, neh!? Olha pra mim, deixa de besteira, vai ficar com vergonha agora, ja fizemos mesmo, dani-se!?”

Luiz Felipe me olhou sorrindo, agarrou-se a sua mochila e, respondeu: “Sai um aguinha!” Eu fiz uma farra, dizendo que eu sabia, que eu acertei, que ele era punheteiro, fiz ele gargalhar. Depois conclui dizendo que ele não precisava ficar constrangido que todo mundo fazia aquilo, que se num fosse com mulher, seria com homem, e que não tinha problema nenhum nisso. Ele me olhou desconfiado, e perguntou se eu não tinha medo de que me chamassem de “gay”, e eu respondi que eu não me importaria, porque se eu fosse gay, eles não estaria me ofendendo, e sim, constatando um fato, e se eu não fosse, não precisava me preocupar com uma coisa que era mentira sobre mim, então, eu relaxava. Expliquei que eu era bissexual, que gostava de meninas e de meninos. No fim questionei: “E você, acha que é gay? Você gosta de meninos ou menias?” Luiz Felipe balançou os ombros e disse que não sabia… Eu continuei dizendo que ele era novo, bonito, que tinha tempo pra se descobrir, que não precisava ter pressa, e perguntei se ele já tinha beijado uma menina, ele respondeu: “Claro que não, tenho 11 anos, só beijei você ontem!”(Risos)

“Você gostou do beijo?” Ele mais uma vez balançou os ombros com um sorriso saliente, fazendo charme.

“Quer me beijar de novo?”

“Eu não sei” Afirmou Luiz Felipe todo envergonhado…

“Eu te ensino!”

Paramos em uma praça próximo a casa dele, fechei os vidros, tirei a mochila do seu colo, Luiz Felipe sentou em cima de uma de suas pernas, virou-se pra mim, eu fiz um carinho no rosto dele, e comecei a beija-lo bem devagar, eu dizia bem baixinho: “tudo que eu fizer, você faz…Sem pressa! Se não quiser mais, você para!” Eu não coloquei língua, só provava os lábios dele, e fazia ele provar os meus… Eu pedia: “Me dá sua lingua!” E ele foi entendendo o ritmo, e aprendeu direitinho. A boca dele era pequena, delicada, macia, suave, inexperiente. Sua língua era quente, aveludada, gostosa, seu gosto era afrodisíaco… Foi um beijo bom, afetuoso, cheio de ternura, zelo, carinho. Fizemos 4 ou 5 vezes, ate começar a ficar bom de verdade, eu dizia: “Pronto, quer mais?” Ele sorria, e com a boca toda molhadinha, dizia: “Uhum” Acenando positivamente com a cabeça. Quando notei que ele estava começando a curtir, eu comecei a explorar o corpinho dele: Acariciava as costas, massageava os ombros, beijava seu pescoço, e violava a integridade de seu cuzinho, e estimulava seu pintinho sentindo ele duro na minha mão. Coloquei ele no meu colo, tirei meu pau pra fora,e fiz ele me punhetar enquanto nos beijávamos apaixonada e eroticamente, eu louco de tesão, profanava o cuzinho dele arreganhando suas nádegas testando o limite da elasticidade do tecido de seu uniforme, quando novamente nos assustamos com a buzina de um caminhãozinho que vendia gás, nesse momento, me dei conta que estava no meu horário de trabalho, e tinha que deixa-lo em casa.

No outro dia era a natação do garoto, eu ja fui sem cueca, quando cheguei para busca-lo, ele estava na porta me esperando com o roupão do Pateta, entrou no carro, nos cumprimentamos discretamente, fomos para um lugar discreto, e quando eu parei o carro, apenas olhamos um para o outro e sem trocar uma palavra começamos a nos beijar enlouquecidamente. Abri o roupão dele, e o sacana estava só de sunga prontinho pra ser minha rapariga…. Coloquei meu pau pra fora e mandei ele chupar. Luiz Felipe ficou meio assustado, não quis fazer, só me punhetava, e queria me beijar resmungando, mas eu afirmava: “Chupa, vai… Faz igual eu fiz com você, pra gente começar a namorar!” Depois de muito carinho, ele cedeu, se ajeitou no banco com uma carinha bem travessa, se inclinou e começou com lambidas discretas! Nossa, que boquete delicioso, que boquinha gulosa, lábios aveludados, língua astuta… Bem molhadinho, quente, feito com vontade, empenho… No começo, ele resistiu, começou lambendo de leve, tímido, sem experiencia, mas eu fui ensinando, mostrando o caminho, masturbando o caralinho dele, e quando ele pegou jeito, me chupava feito um profissional, me surpreendeu… Neste dia, depois que gozei, Luiz Felipe me olhou com os olhos bem meigos, e me perguntou se a gente estava namorando. Eu disse que sim, claro!

Com o pouco tempo que tínhamos, ficamos uns seis meses assim: Eu o buscava na escola, parávamos em algum lugar, e eu tinha uns 15 minutinhos com ele. Era uma delicia, proibido, sigiloso, profano, confidencial, secreto… E como o putinho chupava gostoso, ta é louco! Nesse período, eu bem que tentei comer o cuzinho rosado dele, deixava ele peladinho no meu colo, todo arreganhado, de pintinho duro, excitado, manhoso, ofegando de prazer. Ele rebolava no meu caralho igual a uma menina, fazia questão de ser bem mariquinha, fresquinha, afeminada, submissa… Gostava de se punhetar esfregando a cabeça do pintinho no meu caralho, me chupava bem gostoso, eu gozava na boca, no rosto, na barriga, no pézinho, no pinto dele. Fazia de Luiz Felipe minha putinha, ele era todinho meu, todo a minha disposição!
Porem, o cuzinho era sagrado, imaculado, inviolável, intocável, sensível… Sempre que eu forçava, ele dizia que doía, pedia pra eu parar, se esquivava, se contorcia, protestava, se queixava, fazia manha colocando a mão na barriga… Quando entrava a cabeça do meu pau, eu sentia o calor da contração do cuzinho dele mastigando minha rola, ele choramingava, se afastava, e meu caralho escapava da massagem anal deliciosa do butico fresquinho de Luiz Felipe, e eu acabava gozando com o jeitinho dengoso, a estéria erótica, e as gemidinhas afeminadas deliciosas que ele dava.

Passei a usar outra estratégia para ir ganhando espaço no cuzinho melindroso:
Primeiro eu chupava ele todinho, dos pés a cabeça, fazia preliminares caprichadas, insanas, cheias de carinho e safadeza, fazia o putinho delirar de tesão implorando por mais dos meus lábios no seu corpinho, e sempre que ele estava gozando, tendo espasmos em júbilo, eu delicadamente ia metendo meu dedo no cuzinho dele. Na primeira vez, ele tentou segurar minha mão, resmungou, se opôs, se debateu, mas estava gozando e, se contorcendo, todo manhoso, não conseguiu resistir a dedada, e se rendeu ao prazer sucumbindo a valentia do meu dedo corrompendo as preguinhas do seu cuzinho melindroso. Mas, o que eu queria, ere meter o caralho naquele cuzinho guloso, mas dentro do carro, no meio da rua ou em estacionamentos, ao meio dias, não dava pra eu firmar o golpe, para isso, exigia tempo, um lugar adequando, com mais privacidade, e sem o risco de ninguém nos pegar, e sem o Valmor enchendo o saco pelo radio perguntado onde eu estava ou o que estava fazendo!
Por diversas vezes, Luiz Felipe me chupava dentro do carro, feito uma putinha devassa e Valmor me infernizava no radio pra saber onde eu estava… Mal sabia ele, que seu filho, de 11 aninhos, “o herdeiro”, que ele jurava ser um grande pegador, o terror da mulherada, o machão em potencial, na verdade, era um viadinho, putinho, boquinha de veludo, estava caindo de boca no meu pau no carro novo que ele comprou. Eu mentia pro Valmor pelo radio, inventava uma desculpa qualquer sobre o motivo da minha demora nas entregas, enquanto o filho dele chupava meu caralho com vontade completamente nu, totalmente submisso, seduzido, e aliciado por mim. Quando o patrão vinha me encher o saco, me dar bronca, eu nem dava a minima, só pensava: “Foda-se, eu como o cu do seu filho, troxa!”

No começo, Luiz Felipe se assustava quando o pai me chamava pelo radio, mas com o tempo, ele nem dava a minima: Se estava mamando meu pau, mamando ele continuava, e ainda me olhava com cara de safado ouvindo o pai me perturbar! Eu adorava a ideia de corromper o filho viadinho do patrão que me infernizava, quando eu gozava na boca dele, era como uma deliciosa vingança!

Quando a irma de Luiz Felipe fez 15 anos, teve uma puta festa, e os funcionários foram convidado, porem, também tivemos que trabalhar, “ajudar em uma coisa ou outra”, foi assim que Valmor definiu… FDP! A festa foi numa chácara, passei a manha toda de um sábado ajudando a montar a decoração, quando deus umas 14:00h eu fui pra casa, e tinha que deixa o carro na casa do patrão, claro! Cheguei na cidade, e fui direto pra casa dele, coloquei o carro na garagem, e quando estava indo embora a Elaine, tia do Luiz Felipe, me viu, e me pediu para desenrolar uma mangueira pra ela lavar uma lona branca para levar pra chácara, e eu, troxa, fiz o que ela me pediu! Ela foi lavar a porra da lona no quintal, Luiz Felipe ouviu minha voz e me encontrou na cozinha… Ele estava experimentando a roupa que iria para o aniversario da irmã mais tarde. Luiz passou por mim, passando a mão na minha barriga, fez uma carinha de safado e foi em direção a tia para mostrar como tinha ficado a roupa. Ela elogiou, disse que ficou ótimo, mandou ele ir tirar para não sujar, e ele entrou em casa novamente… Eu percebi que só estavam os dois em casa, e essa, era oportunidade perfeita…
Luiz Felipe estava com uma roupa social, “esporte fino”: Calça preta, uma camisa branca, e um sapato social! Quando Luiz Felipe passou por mim, eu segurei sua mão, e gritei: “Tchau Elaine, ate mais tarde!” E fui para o quarto dele… Chegando lá, peguei ele no colo, e comecei a beija-lo. Coloquei ele em pé em cima da cama, e nos beijamos apaixonadamente… Luiz Felipe questionava a presença da tia, eu só dizia que faríamos baixinho, ela ia demorar lavando a lona, não ia ouvir. Tirei a blusa dele, ele sentou na beirada da cama, e começou a me chupar bem safado como sempre…

Eu adorava aquele clima, estava determinado a foder Luiz Felipe no quartinho dele, na cama onde ele dormia, com os lençóis que o aqueciam, iria profanar o corpinho do filho do patrão, prevaricando a casa dele com um sexo gay bem sacana, promiscuo, e libidinoso… Ia tirar a virgindade do filhinho dele no dia do aniversario da irmã, com a tia em casa ouvindo Reginaldo Rossi, mas pra mim, não era o suficiente, eu queria mais, então…

Enquanto Luiz Felipe me chupava eu fiz com que ele parasse, beijei sua boca, e ordenei: “Vai la no quarto da sua irma, e pega uma calcinha!” Ele resistiu um pouco, perguntando o porque, eu insisti, e ele foi, de calça, sapato, com pintinho duro, e sem blusa… Voltou com uma calcinha da irma mais nova, azul clarinha com uns peixinhos bordados em amarelo, eu mandei: “Veste pra mim!” Ele sorriu, e nem titubeou… Eu estava sentado na cama, ele de frente pra mim, tirou seu sapato, a calça, tirou sua cueca, vestiu a calcinha e ficou na minha frente meio sem graça dizendo que “era de menina”. Eu mandei que ele se virar e empinar a bunda, e assim ele fez. Ficou na pontinha dos pés, e empinava a bundinha e me olhava por cima dos ombros com cara de sacana. Eu levantei, fui ate ele, e enfiei a calcinha no reguinho dele, o levei pra cama, e comecei a chupa-lo inteiro. Beijei sua boca, pescoço, peito, barriga, coloquei seu pintinho pra fora mamei ate dar dormência na minha boca, tirei sua meia e explorei seus pés, mordi suas solinhas, seu calcanhar, seus dedos, dei um banho de língua no moleque. Coloquei ele de quatro, afastei a calcinha, e fodi aquele cuzinho rosado melindroso irresistível… Nossa, como foi gostoso! Luiz Felipe deu uma gritinho de dor: “Ainnn Tulio, assim não!” Pediu pra parar, se agitou, se debateu, tentou sair, porem, quanto mais ela se rebelava, mais gostoso ficava! O cuzinho dele se contraia deliciosamente tentando expulsar o intruso que o violava, a musculatura rejeitava meu caralho invadindo o seu interior e se movimentava tentando afugentar minha rola dando o minimo de alivio para aquele cuzinho tão apertado, pequeno, restrito. Meu caralho era comprimido, sugado, massageado, envolvido, espremido, pelas deliciosas reboladas de rejeição do butico estreito de Luiz Felipe. Eu meti ate o talo, sem dó… Minha putinha ficou quietinha, escondeu o rosto entre os lençóis, aliviava a tensão segurando firme o edredom, e aos poucos ele foi se conformando que eu tinha consumado nosso relacionamento fodendo o cuzinho dele com bastante tesão!

Meu pau latejava de tanto tesão, que bundinha gostosa, apertada, quente, gulosa, virgem, rebelde… Eu amo foder bixinhas que tem o cuzinho nervoso, que insiste em não querer levar rola, que se contrai, te aperta, te suga, te esfola, que se contorce. Luiz Felipe era assim, ele tentou resistir, mas eu mandei o viadinho aguentar firme, fui fodendo bem devagar, ate ir ganhando confiança pra aumentar o ritmo e gozar feito um louco, alagando todo aquele cu com muita porra! O pirralinho resmungou, chorou, fez manha, mas eu ja tinha enrabado, meu pau tava todo enterrado ate o talo no cuzinho dele, não adiantava reclamar…

Tirei de dentro, e o FDP evacuou no meu pau, não foi muito, mas o suficiente para eu perceber. Esperei ele virar, e me olhar, mas ele continuou com a cabeça enterrada na cama.

Eu tirei a calcinha dele, limpei minha rola, e mandei ele olhar pra mim… O moleque estava vermelho, possesso, querendo chorar, com os olhos lacrimejantes, todo emburrado, puto da vida. E com a bundinha toda melada de gala, ele se levantou, pegou sua roupa no chão, saiu do quarto, e foi para o banheiro. Eu fui em bora…

Na festa, tentei falar com ele, mas Luiz Felipe ficou puto, só voltou a falar comigo 4 dias depois. Fomos foder novamente 2 meses depois, porem, não paramos mais. Eu sai do restaurante porque passei pra um concurso, mas via Luiz Felipe toda semana. Na medida em que ele foi crescendo, ele ficou ainda mais gostoso, safado, e submisso a mim! Trepei com Luiz Felipe ate ele completar 16 anos, foi quando ele foi estudar fora, e deixamos de nos ver, perdemos um pouco de contato, e no dia 19 de maio de 2018, ele se casou, com uma mulher e eu fui convidado para o casamento. Os noivos estavam lindos, foi uma cerimonia maravilhosa, uma festa ótima, mas eu fiquei passando: “Sera que Luiz Felipe deu o cuzinho pra alguém antes da festa?”

Ja tive a oportunidade de conversar com ele, e ele afirmou que eu fui o único homem para quem ele deu o cu. Que ja comeu outros meninos, mas dar, só deu pra mim. Eu acho até acreditei, porque eu nunca dei, e nem tenho vontade de dar, mas comer, foder um cuzinho de uma bichinha bem afeminada, magrelinha e delicada, eu não resisto!

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5 Comentários

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  1. Asa Norte

    Tb sou de Brasilia.. manda email pra gente se falar..

  2. John Deere,Matador de Veados

    Né veado,você tem a mente bem imaginativa,quando se trata de pensar em veadagem…né…seu…veadão…mentiroso…sonhador…
    Veado,veado,pára com essa veadagem,senão você vai sentar sabe onde?
    Vai…ser…no…colo…do…capeta…seu…veao…memtiroso…

  3. Tiozão Pr

    top demais esse conto parceiro… excitei muito

    • passivo discreto de Recife

      John deere bichona raumatizada, procura tratamento psiquiátrico, vai dar teu cu arrombado e cagado para um jegue, bicha frustrada.

    • John Deere,Matador de Veados

      Calais vossa matraca,veado
      Ou acabo com sua veadagem mais rápido que passo de frevo