O Rapaz da Praia Me Vendeu Sua Filha

08-09-18 Por 10 ★ 4.78

Gostaria de agradecer à todos pelos comentários na minha publicação sobre minha experiência com minha filha (DANDO DE MAMAR À MINHA FILHA). Atendendo a pedidos, vou falar sobre uma parte vaga do meu relato, na qual eu preferi não misturar naquele pra não perder o foco. Pra quem não se lembra, eu sou o Luiz Gustavo (ou não), sou dermatologista e tenho 32 anos.

Bem, como dito, aquele rapaz que veio até mim na praia, atrás de uma sacanagem entre filhas, mas eu não estava disposto a fazer isso com minha filha, até porque no dia eu não pensava como penso hoje. De forma alguma, eu ofereceria minha menina pra um estranho.

Eu não me contentava mais com as mulheres normais, eu estava despertando um desejo por um fruto mais novo, desde que comecei a me deliciar com minha filha, este desejo veio como uma chama em mim, porém não passávamos daquilo, pois não queria machucá-la. Então, atrás de saciar minha sede, lembrei do rapaz da praia, Rodolfo (não vou expor seu sobrenome). Quando fui até meu consultório, procurei no banco de dados seu nome, mas apareceram vários Rodolfos. Então filtrei pelos que fizeram um tratamento duradouro há um ano atrás, como dito pelo próprio na praia. Os nomes diminuíram, mas ainda sim era difícil achá-lo. Então, fui fazendo algumas buscas por filtro, não me recordo como, mas encontrei o rapaz. Lá estavam, seu nome completo, CPF, data de nascimento, endereço, telefone e nome da empresa que trabalha (por causa do plano de saúde). No sistema consta que ele tem 27 anos, ele realmente aparenta ser mais novo, achava que ele tinha uns 25… Enfim, eu fiquei lembrando da forma que ele dizia pra trocarmos nossas filhas para uma sacanagem em grupo, mas eu não gostava dessa ideia por envolver minha filha. Logo eu lembrava de sua filha e a forma que ele a vendeu pra mim, me perguntando se eu tinha interesse, ela realmente era uma gracinha. Então, já desesperado pra matar a vontade, resolvi arriscar, liguei no telefone cadastrado e torci pra funcionar, pois o rapaz poderia já ter mudado de número. Demorou um pouco, já estava desistindo, quando o mesmo atendeu. “Alô?”, perguntou Rodolfo no outro lado da linha. Eu ainda sem saber o que dizer, mostrei que estava na linha, para que ele não desligasse: “Rodolfo?”, “Pois não?”, perguntou o rapaz. “Ham… Eu sou o Luiz Gustavo, aquele cara da praia e,…”, fui interrompido pelo rapaz. “Ah, sei quem é. Só um minuto…”, disse Rodolfo num tom de voz mais baixo, pude perceber que ele estava fechando portas pelo barulho, com certeza estava indo para um local mais reservado para falar. “Pode falar”, seguiu Rodolfo. “É que… eu estava pensando na sua proposta…”, continuei. “Arram, sei…”, disse Rodolfo. “Eu tive interesse…”, fui mais uma vez interrompido por ele. “Faz o seguinte, vamos conversar por WhatsApp, é mais seguro”, disse o rapaz se precavendo. Então, adicionei seu número no meu celular e o chamei no WhatsApp para continuarmos a conversa: “Que bom que pensou direitinho, e aí? Onde vai ser?”, perguntou Rodolfo direto ao ponto. “Então, é que eu não queria envolver minha filha nisso…”, continuei. “Ah, entendi. Mas aí você me quebra, vou te dar minha filha sem receber nada em troca?”. “Eu posso te dar dinheiro.”, tentei argumentar. “Quanto? Não vou aceitar um valor baixo, minha boneca é muito especial”, disse Rodolfo. “Qual sua sugestão?”, perguntei. “Mil pela madrugada toda em um lugar que você escolher”, sugeriu o rapaz depois de uma demora digitando e apagando, parecendo que não sabia o que pedir. “Ela é virgem?”. “Na pepeca sim, no bumbum não. Mas se for completo fica mil e quinhentos”, disse Rodolfo. “Tudo bem então…”, falei. “Mas olha, eu vou estar lá também pela segurança dela, mas fico calado, prometo”, disse Rodolfo mandando um emoticon. “Então tá, amanhã entro em contato com você de novo, já com o local definido”. “Assim que se fala, parceiro! Mas não me liga, me manda uma mensagem por aqui, porque é criptografado”, disse Rodolfo. Então, não nos falamos mais naquele dia. Eu ainda não tinha certeza se era o que eu queria, me parecia estar entrando em uma coisa muito arriscada.

No dia seguinte, eu já tinha um local em mente. Mandei uma mensagem pra Rodolfo falando que eu depositaria metade antes e o resto depois, pelo celular mesmo, através de um aplicativo. Ele certificou-se de que eu não lhe daria um golpe, fui muito claro sobre minha índole, expliquei como faria a transferência do valor e então ele se tranquilizou. Mandei o endereço do local, dizendo que era pra ele chegar no horário e sozinho, apenas com a filha dele. O local era uma casa pequena antiga que eu morava, que eu tinha alugado mas atualmente está sem moradores, ficava em uma rua deserta, cheia de construções, sem espiões, a casa tinha duas câmeras externas ainda em funcionamento, isso me ajudaria a me proteger se ele estivesse pensando em me ferrar.

Programamos um sábado e lá fomos nós. Ele chegou meia hora antes, pude ver pelas câmeras. Estacionou o carro embaixo de uma amendoeira e ficou esperando dentro do veículo. Eu estava no meu apartamento, que fica há 24min dessa casa, então ao ver que estava tudo seguro, já me encaminhei para o local. Assim que estava passando pela rodovia, Rodolfo me ligou, eu disse que já estava chegando, então ele podia ir entrando, pois tinha uma chave escondida debaixo de uma pedra. Eu deixei aquela chave ali no dia anterior, estrategicamente pra isso. Então, eles entraram e eu demorei ainda uns 10 minutos pra chegar. Estacionei meu carro, desci e entrei em casa. Lá estavam eles, ele agia normal, estava todo simpático e me apresentava sua filha que parecia não saber o que ia acontecer. Dei um abraço na menina, a cumprimentando, dei uns elogios e logo ficamos nós três nos olhando sem saber o que fazer. Logo, Rodolfo tratou de quebrar o silêncio, dizendo que tinha levado bebidas.

Ele sabia o que fazia, mas a filha não. Ele tirou de uma bolsa uma garrafa de Smirnoff, uma de energético, também tinha cerveja e logo foi falando pra colocar na geladeira. No dia anterior eu tinha mandado minha empregada lá pra dar uma faxina de leve, ela limpou o quarto, a geladeira, o banheiro, pensando que eu ia alugar a casa pra alguém, então estava tudo pronto pra nos receber. Rodolfo buscou uma caixa de som e colocou pra tocar umas músicas eletrônicas e logo começou a encher a cara, me incentivando a beber também. A filha dele ficou lá no quarto brincando com um negócio que eles tinham levado, eu nem lembro o que era e nós ficamos na sala conversando. Confesso que foi bom aquela distração, aquilo só me incentivava a continuar, pois antes eu pensava em desistir.

Logo, já estava dando meia noite no meu relógio, Rodolfo me levou no quarto e começou a falar com a filha, que se chama Maria, que eu (o titio) queria brincar com ela. Falou algo no ouvido dela, depois disse pra ela ser obediente, pois ele estaria na sala, qualquer coisa era só chamar. Ele saiu, fiz o primeiro pagamento com a supervisão dele e então saiu e fechou a porta, aumentou a música e continuou bebendo. Então, eu tirei meus tênis, ficando só de meia, deitei na cama ao lado de Maria e logo tentei começar, passando a mão nas perninhas, só que ela se afastava. Ela era lindinha, moreninha, cabelos enrolados, presos em um coque, era pequenina, bocas carnudas, porém delicada. As pernas grossas, a bundinha era pequena e não tinha começado a formar os seios. Como disse, aparentava ser menor que minha filha. Maria estava tímida, ao tentar alisar seu rostinho, ela chamou seu pai calmamente. Logo, Rodolfo abriu a porta, meio preocupado. Ela dizia que queria ir embora, que não queria brincar mais, então ele me perguntou se eu já tinha começado, expliquei que Maria se afastava, então Rodolfo deu uma bronca nela, pegou e colocou sentada em cima do meu pau, enquanto eu estava deitado. Mandou ela ficar rebolando e fazer o que eu pedisse, logo saiu e a menina mudou sua expressão. Parecia ter muito medo do pai voltar, então começou a fazer o que eu a ensinava.

Peguei suas mãozinhas, comecei a beijá-las. Fiz com que ela alisasse meu volume por cima da calça e então a deitei, tirei seu shortinho, sua calcinha e tive aquela visão maravilhosa de sua perereca escurinha, novinha. Tirei minha blusa e comecei a chupar aquela pepeca gostosa e macia, aquilo me delirava. Logo, tirei minha calça, minha cueca e minha meia, deitei na cama e a induzi para começar a me chupar. Ela sabia o que estava fazendo, parecia já ter tido aquela experiência, mas ela não tinha jeito ainda, então às vezes seus dentes arrastavam na cabeça do meu pau. Pelo menos, a boquinha dela sabia engolir a cabeça do meu pau. Quando senti que iria gozar, a mandei ficar de quatro e ela obedeceu, porém estava trêmula. Comecei a lubrificar seu buraquinho dando beijos e lambidas, depois passei um lubrificante, coloquei a camisinha e comecei a penetrá-la. Foi difícil, demorou, seu cuzinho não queria aceitar meu pau que era bem grosso, a cabeça foi difícil de entrar. Empurrei, empurrei, mas sempre escapava, demoramos quase meia hora só pra entrar a cabeça e assim que estava entrando, depois de muito suor, Maria começou a tremer e abafar seus gritinhos de dor. Só que eu estava com o tesão a mil, não me importei com gritinhos, continuei empurrando e logo a cabeça foi arregaçando a Mariazinha com o cuzinho infantil. Ela não aguentava a dor e as pernas ficaram bambas e fracas, desabou em cima da cama, fiquei com pena dela e tirei meu pau de dentro. A camisinha estava com bastante sangue misturado com lubrificante, logo tentei amenizar sua dor batendo uma siririca pra ela, tivemos que ficar só no boquete mesmo, depois coloquei meu pau na entrada da pepeca dela e fiquei roçando nos lábios, até gozar aquela perereca escurinha toda, encher de leitinho quente e branco. Caí na cama cansado, mas não tive o prazer esperado. Então, paguei menos, Rodolfo pediu desculpas pelo ocorrido, mas disse que eu sou um cavalo pra filha dele, que eu devia arrebentar a minha (filha). Disse que não fazia essas coisas com ela, mas que eu ia procurar alguma menina que aguentasse. Depois de limpos e arrumados, dei um presentinho à Maria, uma caixa de chocolate, e nos despedimos com um beijinho na testa. Ela entrou no carro e fiquei lá fora conversando um pouco com Rodolfo. Ele disse que ela sempre aguentava ele, mas que ele não comia a pepeca porque queria vender pra alguém disposto, mas como eu era muito pra ela aguentar, ia procurar outro. Me revelou que eu era o primeiro dela, além dele, pois ele tinha visto a oportunidade lá na praia quando me viu com minha filha.

Ainda nos encontramos, Maria está bem, ela me adora, está fazendo uma tratamento de manchas comigo, então ela sempre me chupa quando vai com o pai no meu consultório e depois ainda ganha bombom (que dou para os meus pacientes mais novos). Eu ainda dou de mamar à Bianca (minha filha) quando ela fica comigo, como disse anteriormente. Lembrando que todas as coisas são reais, senão eu jamais escreveria sobre isso. E ainda tenho mais coisas pra falar sobre uma experiência que tive semana passada com uma menina que conheci quando fui sozinho na praia… Basta vocês quererem.

RJ, 25 de Agosto de 2018.
– RP.

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10 Comentários

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  1. Anonimo

    Muito bom!

  2. Ln

    Continua, ficou muito bom

  3. Anônimo

    Ju Carioca me chama pra gente levar um papo adoro uma novinha assim …[email protected]

  4. Anônimo

    Ótimo continua a contar

  5. Chacal2832

    Cara continua muito bom. Me escreve se quiser.
    [email protected]

  6. Beto sp

    Continua meu [email protected]

  7. Ju Carioca

    Delícia de conto,eu e meu marido adoramos uma putinha,quanto mais nova melhor, e esta semana pegamos mais uma com 9,moreninha,meu marido só gosta do cuzinho mas se não for mais virgem da bucetinha,ele mete a rola lá também,enquanto ele fodia o cuzinho infantil dela eu beijava sua boca

    • Yan

      Delícia 😋

    • Silva

      Queria uma mulher assim Ju Carioca…

  8. JapaPai

    Outra vez parabéns, bem escrito, não demora pra contar mais pra gente!