O que você quer papai?

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O que vou confessar aqui, aconteceu entre meus 10 e 11 anos. Quando meu pai invadia sorrateiramente meu quarto de madrugada e abusava sexualmente de mim:
— Hã? O quê? PAPAI? – Acordei, piscando lentamente, com seus movimentos em minha cama, afastando o edredom que me cobria.
Meu quarto estava na penumbra. As luzes da rua entravam pela janela, caindo sobre meus brinquedos. – Eu tô com sono. O que você quer papai? … – resmunguei, sonolento, abraçando o meu ursinho.
— Shhhh…. – sussurrou em meu ouvido, senti sua respiração em meu rosto, seu hálito cheirava a creme dental por ter acabado de escovar os dentes.
— Vai acordar o seu irmão – pigarreou, me repreendendo, a cama rangeu com seu peso.
Tentei voltar a dormir, mas papai vagarosamente foi deitando ao meu lado, ajeitando contra minhas costas, fincamos de conchinha. Pude sentir o calor do seu corpo. Suas mãos grandes levantaram a camiseta do meu pijama de super-heróis, beliscando e apertando meus peitos.
Seu pau grosso e inchado sobre a cueca samba canção encostou contra minha bunda. Papai gemeu baixinho ao pé do meu ouvido, enquanto me aconchegava contra seu peito, largo e musculoso por causa da academia.
— Ahhh… filhinho. Finalmente sua mãe dormiu… papai teve que meter na buceta da mamãe hoje, se não ela não ia dar paz. Mas o papai, não gozou, guardou o leitinho quente pra você…
— Ah! Papai, eu não quero leitinho hoje, eu tô com sono, por favor… – implorei baixinho, porque eu sabia que era assim que devia falar quando ele ia ao meu quarto àquela hora da noite.
— Para com isso Paulinho! O que foi o que papai te ensinou? Você tem que tomar o leite do papai, só assim vai crescer forte e bonito.
— Mas doí … ainda mais quando tenho que tomar ele pela minha bunda. Hoje eu não quero… – resmunguei manhoso.
Papai não deixava mais que eu o mamasse, foi assim que começou a me dar seu leite. Era um em um feriado nacional que ficamos sozinhos em casa. Pedro e Mamãe foram visitar vovó que estava internada no hospital. Lembro que o papai bebia muita cerveja enquanto assistia a um jogo do cruzeiro na TV, com as pernas grossas abertas, sem camisa expondo os braços torneados e o peito definido, com os pelos aparados, usava apenas short preto e chinelos havaianas.
Eu chorava querendo minha mamadeira.
— Que porra Paulinho, papai tá querendo ver o jogo, filho.
Sem paciência, ms ficando arrependido por ter gritado comigo, me chamou até o sofá.
Ficando de joelhos no tapete da sala me arrastei até ele ficando entre suas coxas peludas.
— Você quer mamar Paulinho? – me perguntou com um tom de voz que eu nunca ouvira. Agia diferente, me olhava de um jeito intenso e esquisito, como se eu fosse sua comida favorita….
— Hoje o papai vai te dar outra mamadeira. A tua tá dentro da pia suja. Vem aqui, vem filhão – me aproximei curioso, notando que ele enfiava a mão dentro do short.
A mamadeira estava ali dentro? Como ela foi parar lá?
Com um sorriso safado ele abaixou a short liberando o piruzão duro, que balançou e bateu em sua barriga, pulsando.
— Vem mamar na mamadeira do pai … Vem filhão – me chamou com as mãos. A voz embargada. Escalei o sofá, deitando a cabeça na sua barriga sarada.
— Você não queria mamadeira? – perguntou com aquela voz gostosa,olhando dentro dos meus olhos. Ardendo – Mama o papai, mama.
Aquilo era novo pra mim. Mamar no papai? Pelo que eu sabia eu tinha mamado no peito da mamãe até os três anos e não sabia que os papais também davam leite e entusiasmado com a nova descoberta não demorei a cair de boca em minha nova e roliça mamadeira.
Faminto e super feliz por papai estar me oferecendo algo que parecia tão especial para ele. Segurei sua rola com as duas mãos, elas não fechavam a sua volta, tamanho a sua grossura. Tirei a chupeta e coloquei sua mamadeira na minha boca. Sorri me engasgando no inicio, o pau dele babava. Fiquei deslumbrando com os sons de prazer que soltava, jogando a cabeça para trás do encosto do sofá, deixando os lábios cheios entreabertos.
Comecei a sugar aquela cabeçona rosada. Papai colocou uma mão sobre minha cabeça, num ato de benção e cumplicidade, me ensinando e voltou a sua atenção ao jogo. Suspirando e gemendo enquanto eu mamava, chupava forte, chegando a estalar a língua. Estava tão gostoso.
Para minha surpresa o tão sonhando leite finalmente apareceu: em esguichos, quente, grosso, doce e delicioso. Derramando pelos meus lábios, grudando no seu da minha boca. Mamei até que pau amolece em minha boa e caí no sono.
Mamei no papai pai todas às vezes que ficamos sozinhos em casa, até que um dia ele me disse que eu estava crescido e era hora de começara tomar seu leite de outra forma. Assim passou a me visitar de madrugada….
— Eu sei que doí, filhão. Mas é que o piruzão do papai gosta tanto de entrar no seu rabinho. Como te expliquei, o piruzão fica muito feliz quando faz isso, seu cuzinho rosinha é a casinha dele, lá dentro ele fica apertadinho e quentinho. Depois que ele brinca de ”entrar e sair”, fica tão feliz que cospe leitinho quente dentro de você, deixa lá guardadinho e isso te faz crescer forte como o super-homem.
— Mas papai, seu piruzão é tão grande pra caber no meu cuzinho, não parece que é a casa dele…
— Já chega Paulinho! Papai não vai discutir isso com você. – já não se aguentava de tesão.
Tudo isso era sempre dito aos sussurros e murmúrios. Chegava a ser hipnotístico. Nossas palavras secretas e excitantes cochichadas na calada da noite.
— Já te expliquei que é assim que tem que ser – continuou. – O papai precisa colocar o peru dentro da sua bunda e você não pode contar isso pra mamãe, seu irmão, pra ninguém, senão papai vai embora e nunca mais volta.
— Tá bom pai…
— Promete?
— Prometo papai. – cedi como sempre à vontade dele, a ideia de vê-lo indo embora me aterrorizava. Eu o amava. Papai era meu herói. Segurei as laterais da minha calça de pijama e a abaixei deixando minha bunda branca de fora e empinadinha pra ele.
— Ahmm.. Paulinho…. o papai te ama tanto… e o pau do papai gosta muito de brincar com você assim. – Sussurrou em meus ouvidos.
Suas mãos corriam por todo meu corpo pequeno, sedentas pelo calor e macieis da minha pele juvenil. Sua respiração tornava-se pesada. Papai se transformava, parecia um animal no cio. O lobo mau pronto para me devorar….
— Papai e se o Pedro acordar? – Tentei uma última vez. Eu queria deixá-lo feliz, mas eu estava cansado demais aquela noite. E quando ele brincava comigo daquele jeito, eu acabava sujo com seu leite e com o banda esfolada e dolorida…
— Ele está no outro quarto. Vamos ficar quentinhos e falar baixinho, assim o seu irmão não acorda. – falou tirando minha calça, continuamos deitados de ladinho.
— Que bundinha gostosa filho, não dá pra acreditar que foi o papai que fez ela… e que agora o pai come ela… – murmurava enquanto suas mãos calejadas deslizavam pelas minhas nádegas, maduras como um pêssego. A ponta do seu dedo grosso forçou o meu botão rosadinho.
Com um rápido movimento ele abaixou sua samba canção até os joelhos, senti o cheiro do seu pau melado que ainda cheira a buceta gozada da mamãe.
Engolindo em seco me disse:
– Olha só como o piru do papai fica feliz quando fica perto da sua bundinha, olha. Ohhh!!
Seu pau ardia como brasa quando ele o colocou entre a divisão da minha bunda, suas bolas grandes e redondas caiam pesadas do saco. Os pelos aparados sobre seus púbis faziam cócegas e arrepiavam a minha pele.
— Pisca pro papai, pisca – implorou. Esfregando a glande sedosa contra meu cu. Me esforcei pra fazer o que pedia, fechando os olhos, apertando-os e contraindo meu anelzinho.
— Viu como seu cuzinho quer que o piruzão do papai entre pra sua casinha? É como o papai te disse quando brincamos de carrinho mais cedo: o pau do papai é o caminhão e o seu cuzinho é a garagem e agora o papai vai estacionar o caminhão dele dentro da sua garaginha.
Enquanto sussurrava, cuspia na mão e lubrificava o membro. Era tão grosso que eu sentia o seu peso quando ele encostava em mim. Sua barba por fazer roçava em meu pescoço, junto com sua boca, e as vezes a ponta da sua língua.
Meu pai era um homem muito bonito e atraente, grande, alto e com um corpo sólido. Mamãe vivia dando ataques de ciúmes por sua causa. Principalmente quando ele estava com a sua farda da Polícia Civil e as mulheres faltavam quebrar o pescoço quando ele passa pela rua em sua viatura.
— Uhhhh- gemeu, abrindo minha bunda com as mãos, separando minhas nádegas ao limite e ajeitando seu pau molhado de saliva na minha abertura.
Respirando fundo me avisou:
— Levanta a perninha! Isso! Agora o caminhão do papai vai passar pela portinha e estacionar na garagem do Paulinho – apertou seus braços envolta de mim, abraçando-me. Seu pau escorrega para os lados, mas volta pra minha entradinha e com um movimento de quadril coloca a cabeçona nas minhas pregas e sem dó nem piedade pisa no acelerador e afunda seu caminhão dentro das minhas entranhas.
— Ai, ai, ai – choraminguei cheio de dor, mas sua mão tapou a minha boca antes que eu gritasse. Papai colou se corpo mais ao meu. Ele estava tão quente, sua boca encostou em minha orelha e ele soprou recuperando o ar:
— Ohhh… Calma… ohhh… calma… que já tá entrando filho… ele só passou pela portinha….
— É grande demais papai… – reclamei sobre sua mão.
Com um tranco que fez a cama mexer com um ‘’crec’’ e bater de leve na parede ele afundou o pau até o talo, a ponto de que eu sentisse seus pentelhos curtos e suas bolas.
Aiiiiiiiiiiiiii!!! Aiiiiiiiiiiiiii!! Aiiiiiiii!!!
Tentei gritar! Implorar para que parasse, mas sua mão tapando minha boca me silenciou… Apertei os olhos lacrimosos com força, e contrai os dedos do pé.
— Shhhh…. Shhhh…. já entrou filho … ohhhh… – murmurou num fio de voz, tamanho tesão que sentia. – Prontinho, filhão… prontinho o caminhão do papai estacionou…
Se engasgou de prazer, interrompendo o que falava. Meu cuzinho revoltado com a súbita invasão contraia-se ferozmente em uma tentativa inútil de expulsá-lo de dentro de mim.
Sua rola grande e grossa, me resgava e alargava. O sentia se retesando em resposta às minhas contrações , me cutucando, seu pau era tão grande que eu o sentia em meu umbigo. Papai se segurava para não gozar.
— Tão apertadinho… – Ele tremia. Suava frio. Os pelos se suas coxas largas contra minha pele lisinha se arrepiavam. Seu quadril estreito estava colado em minha bunda, sem espaço até mesmo para o ar.
— Huhh… Huhh… – resmusguei sob sua mão esquerda, onde sua aliança dourada de casamento, ficou iluminada pela luz da rua.
— Fica quietinho, fica… Hummm – Me adulava e consolava deslizando a outra mão em meus cabelos lisos, seu nariz ficou enterrado na curva do meu pescoço.
O obedeci. Ficamos quietinhos e abraçadinhos. A ponto de ouvir o barulho do vento e as folhas secas arrastradas sobre a calçada anunciando a chuva do lado de fora. Em uma ligação única de pai e filho, entrelaçados por seu pau.
Papai perdia o ar, mal conseguia respirar, e notando minhas lágrimas que caíram em sua mão, por ter se enterrado dentro de mim começou a conversar, isso sempre me acalmava, o som de sua voz grossa e máscula era como uma canção de ninar. Isso aliviava qualquer dor e começava e me proporcionar prazer…
— Paulinho? – sussurrou carinhosamente – Você lembra do que o papai te mostrou ontem de manhã? Quando a mamãe foi trabalhar e o Pedro estava no colégio? Do que a Nina e o Lucky estavam fazendo?
Nina e Lucky eram os cachorros dos vizinhos. Dois pastores alemães.
— Que o Lucky estava cruzando com a Nina e eles ficaram colados pelo rabo… – murmurei quase sem voz, quando ele afastou a mão da minha boca, seguro que eu não ia mais gritar, para que eu o respondesse. Aos poucos ia me acostumando com ele dentro de mim, sentindo uma sensação gostosa. Sua jeba era quente e coberta de veias azuladas, e a sensação da pele contra pele me dava um prazer estranho, como eu pudesse saborear o gosto do seu pau pelo meu cu.
— Isso mesmo, filhão. Agora o papai vai ficar igualzinho com você. Papai vai ficar atrelado a você como o Lucky e a Nina ficaram. O piruzão do papai ficou tão feliz por voltar pra casa que inchou como um balão e agora não tem como sair, estamos grudadinhos e se você mexer vai doer muito e machucar o papai. Você lembra como o Lucky chorava quando estavam colados e a Nina andava?
Aquilo me assustou. Realmente seu pinto parecia muito maior e mais inchado do que eu já estava acostumado. O que mais me assustava além da possibilidade de machucá-lo era que os cachorros ficaram horas atrelados.
— Papai eu tô com medo e se a gente não desgrudar mais? … – questionei pensando em como faríamos pela manhã, quando mamãe e Pedro acordassem e nos descobrissem trelados.
Eu e papai teríamos que andar de quadro? Pelados com as bundas coladas? Igual a Nina e Lucky? E quando quiséssemos andar pra direções opostas, provavelmente ele me arrastaria pelo pau por ser maior que eu…
— Não precisa ficar com medo filho – me acalmou. – É só ficar quetinho igual os cachorros estavam no início. É que as bolas do papai estão cheias demais, daqui a pouco o pau do papai dá leite, desincha e a gente desatrela.
Havia tanta luxúria e fetiche em sua voz rouca pelo prazer com aquela insana fantasia, que chegava a ser palpável. Deixando o ar do quarto elétrico.
Seu pau retesou mais forte alargando meu anel e eu me encolhi com a pontada de dor que correu pela minha espinha:
— Papai? Você já ficou atrelado com a mamãe? – Perguntei curioso, lembrando de uma vez que os flagrei trepando em seu quarto: Papai estava deitando sobre a mamãe e os dois estavam bem coladinhos….
Com a respiração afoita com a minha inocente pergunta, me respondeu:
— Não, não, filhão, o papai só consegue ficar atrelado com você… – e calou-se com um gruído animalesco, que reverberou por seu peito largo e duro . Aquilo foi demais para ele, eu realmente acreditava que estávamos atrelados, como os cachorros…, eu acreditaria em tudo que ele me falasse. Ele era o meu pai.
Não conseguindo mais se segurar tamanho prazer, desejo e tesão com a fantasia sexual que me fazia acreditar, começou a gozar.
Eu sabia o que acontecia quando papai se enrijecia daquele jeito e passava a respirar acelerado. O seu leite ia sair a qualquer instante, então comecei a fazer o que tinha me ensinado:
— AUUHH… isso filhinho… AIIII. Isso. Que delícia… morde o pau do papai com o cuzinho…vai, morde. NOSSA. O leitinho vai sair… nossa tá saindo filho…. tá saindo…
Senti os jatos quentes de porra na parede do meu cu. Meu pai me apertava contra seu peito, ouvi seu coração batendo feito tambor. E para meu desespero, ele inesperadamente começou a meter:
Mete … amm… mete…. amm … mete … amm
— Você não gosta de levar pirocada do papai, não gosta? … Chora baixinho… Chora meu putinho…
Me abracei com força meu ursinho.
— Aguenta a rola do papai, filho aguenta… – gemeu erguendo minha perna, abrindo ainda mais a minha bunda.
Fap… Fap… Fap…
Esperneei contra o colchão em protesto aos suas socadas que ficavam mais fortes e profundas, mas seus braços musculosos me imobilizaram impedindo-me de escapar. Ele me estuprava. Sua mão que tinha voltado a minha boca apertou-se ainda mais quase me deixando sem ar. Papai não parou de meter até que a última gota de porra saísse.
Felizmente, finalmente , parou. Ficando exausto .trêmulo e ofegando contra minha nuca e para meu completo alivio não ficamos atrelados como eu temia.
Papai deixou o pinto amolecer dentro do meu cuzinho esfolado. Devagarinho afastou seu quadril suado da minha bunda saindo de dentro de mim com um som de ‘’ploc’’.
Pronto, estávamos desatrelados.
Meu cu piscava e ardia, completamente arrombado por sua rola enorme.
Papai beijou o alto da minha cabeça, murmurando palavras amorosas, seu toque paterno afastava meus cabelos grudados da testa. Seu leite escorria, entre minhas pernas.
Exaurido eu não percebi quando se levantou, erguendo a samba canção dos joelhos e ajeitando a jeba com uma das mãos. Amorosamente voltou minutos depois para a cama, debruçando- sobre mim, abriu delicadamente minhas pernas e minha bunda e usando o papel higiênico que trouxe do banheiro começou a me limpar.
Começou a chover.
Com um beijo de boa noite, depois de terminar de me limpar com um pano umedecido e um sorriso radiante e saciado nos lábios sensuais papai voltou para seu quarto, pisando na ponta dos pés, fechando a porta ao passar.

GOSTOU? ME DIGA O QUE ACHOU NOS COMENTÁRIOS.
QUEM SABE NÃO CONTO UM POUCO MAIS DA MINHA HISTÓRIA….

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