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Nossas famílias – Quarto ato

06-09-18 Por 0 ★ 4.00

Continuação dos contos Nossas famílias – O início , Nossas famílias – Segundo ato, Nossas famílias – Terceiro ato

‘Como sou burro’, pensei!! Que nem um gato, dei um salto pra pegar a primeira coisa que vi pela frente. Minha camiseta serviu de cobertor e, assustado, cobri minha rola suja de porra. Rita, por sua vez, com a boca toda melada, agiu naturalmente, chamando Raíssa para adentrar no quarto. Tímida e, talvez, com receio de levar uma bronca, ela entrou, um tanto quanto desconfiada.
De costas para as duas, rapidamente vesti minha samba canção. Ao virar, me deparei com um abraço afetuoso entre elas, seguido de um selinho. Rita havia acabado de limpar a boca com minha gala e Raíssa, instintivamente, limpou a boca com o braço. Achei engraçada aquela situação…
Rita logo agiu com seu instinto maternal e protetor:
– Filha, isso que você acabou de presenciar é o resultado do amor entre a mamãe e o papai…quando duas pessoas se amam, uma das coisas que se faz é sexo.
– Mas sexo não é colocar o pênis na vagina da mulher? Ou que nem vocês falam, o pinto na buceta?
– É isso também…mas o sexo envolve mais um monte de coisas…
– Igual a Duda fez comigo? Lamber e cheirar minha bucetinha e meu cuzinho?
– Isso também… Rita me entreolhou desconfortada com aqueles questionamentos…entrei na conversa, com receio de também não conseguir explicar o óbvio:
– É, mas veja bem filha, tudo o que se faz referente a sexo, há de se ter consentimento entre as partes. Ninguém deve fazer nada forçado. Devemos respeitar o desejo e a necessidade do outro, entendeu?
– Sim…a Duda disse que vê os pais delas fazerem sexo quase todos os dias…
Tomei outro susto com aquela revelação.
Rita se espantou também, e quis saber mais…
– Como assim, filha? O que ela te contou?
– Então…no dia que vimos os pais dela fazendo a mesma coisa que vocês estavam fazendo aqui, a Duda me falou que a mãe dela vive fazendo sexo com o pai na frente dela. E que ela, às vezes, até brinca também…
A taquicardia atacou…juntos, eu e Rita falamos:
– O QUE???
Nossa intenção não era assustar Raíssa, mas aquela altura, assustados estávamos nós.
– Filha, isso é muito sério. Como foi isso? O que mais ela te contou??
– Mais nada…logo depois o papai viu a gente e depois a gente foi embora.
Logo a cena daquele dia veio me à tona. E a frase de Ricardo martelou minha cabeça: “Temos muita coisa em comum. Tenho muito a te mostrar. Apenas confie em mim!!”
Um sentimento de revolta tomou conta de mim.
‘ Aquele filho da puta abusa da própria filha e acha que temos algo em comum?? ‘
‘ O que ele quer me mostrar que não me fará ter nojo e revolta e não me faça denunciá-lo à polícia? ‘
‘ Confiar?? Mal conheço esse desgraçado!! ‘
Olhei para Rita, e ainda bem que a tenho. Ela sempre foi meu ponto de equilíbrio. Serena e tranquila, lá estava ela ao lado de Raíssa, acalentando e tranquilizando-a com essa montanha de informação. O mais importante nessa história toda era o bem estar da minha filha e Rita me fez lembrar disto.
Organizei meus pensamentos, para saber qual atitude iríamos tomar. De qualquer forma, não nos caberia pré julgar. Nesses casos, traumas em crianças abusadas sexualmente muitas vezes são irreversíveis. Pensei na própria Duda e de como ela pode ter vivenciado tudo isso. Confesso que me veio em pensamento a pequena aventura vivida entre Duda e Raíssa, que, até então, não passava de descobertas infantis seguidas de muita ingenuidade. Enquanto não há o envolvimento do adulto, tudo é compreensível. O adulto que é o lixo de toda a questão.
Nossa conversa com Raíssa seria longa e demorada, por isso decidimos não forçar a barra. A semana se iniciaria e retomar as atividades corriqueiras era o caminho a seguir. O projeto que eu havia tomado frente na empresa me consumia e tomou praticamente todo o meu tempo. Duas semanas se passaram e numa sexta à noite, depois de um happy hour merecido com os amigos do trabalho, Rita me chamou para uma conversa:
– Precisamos retomar aquele assunto.
– Assunto…? Sim, claro… aconteceu alguma coisa?
– Vim conversando com a Raíssa durante essa semana. Aparentemente nossa filha encarou de boa tudo o que aconteceu. Inclusive, ela me fez um pedido inusitado.
– O que é agora?!?
– Ela quer convidar a Duda para viajar com a gente pra praia.
Realmente havíamos planejado uma viagem para a próxima semana que eu nem lembrava, devido ao tsunami de acontecimentos nos últimos dias. Além disso, aquele projeto que eu supervisionava no trabalho já me tirava o sono…
– Não acho uma boa!! Não conhecemos essa menina direito. Ela, de alguma forma, quis abusar da Raíssa, isso me traz incômodo. Ainda tem aquele infeliz do Ricardo, que nem sei se devemos manter algum tipo de vínculo com ele e com a família. Não sei não Rita, acho melhor não!
– Você tem toda a razão! Pensei em tudo isso também! Mas também pensei em algo que possa nos ajudar a compreender melhor essa situação.
– Como assim, Rita?
– Convidar essa menina para viajar conosco, pode permitir termos uma chance de sabermos se há realmente um abuso nessa relação. Crianças normalmente sentem-se mais seguras em relatar esse tipo de abuso se houver confiança entre interlocutor e receptor.
Rita sempre me orgulhou. Extremamente estudiosa, Rita se formou em Letras pela UFPR e fez pós graduação em psicologia. Pessoa melhor para conduzir essa situação não havia. Mesmo assim, relutei:
– Não sei não, Rita! Penso nas consequências de nos envolvermos nesse nível. Não quero expor a Raíssa. E tem também a Duda…
– Temos a chance de fazermos justiça!! Ou simplesmente, nos divertir!!
– Oi????
– O que??
– O que você disse?
– Justiça…
– Não…você falou divertir?? Como assim?? Pirou??
Rita caiu na gargalhada e me fez sorrir também, aliviando um pouco a tensão. Abracei ela por trás, não sem antes deixar de comentar:
– Sua safadinha maluca!! Me conta agora o que que tá passando por essa sua cabecinha aí!!
Inevitavelmente meu pau deu sinal de vida, porque a gostosa da Rita empinou o rabo, encaixando a rola bem no meio do rêgo.
– Ah, só imaginei a seguinte situação. A Duda vai conosco. Não conseguimos tirar nada dela. Descobrimos que ela é realmente uma putinha juvenil e elevamos nosso nível de safadeza a terceira potência. Eu até deixaria a Raíssa brincar um pouquinho com ela!
A Rita, quando quer ser puta, sabe como fazer! Enquanto narrava esse devaneio, desabotoava o jeans que vestia. Minha rola encaixava bem no meio do rêgo e eu de cima, só via a calcinha atolada e a minha rola com a cabeça exposta. Já não tinha condições de avaliar ou repreender Rita pelo absurdo que ela acabara de dizer. Meu tesão se concentrava na possibilidade de enrabar Rita ali mesmo, porque nenhuma surpresa poderia acontecer, já que Rodrigo e Raíssa estavam na escola. Aquele momento era só nosso.
Esfreguei a rola babada na buceta e pincelei o cu. Forcei a entrada e Rita empinou a raba. A cabeça invadiu o ânus, fazendo uma pressão incrível no corpo da minha pica. Rita gemeu e abriu as duas bandas, ajudando na investida. Soquei gostoso e Rita não se fez de difícil, pelo contrário, curtiu a rola no cu como uma puta vadia. Por vezes, diminuí o ritmo pra não gozar e comecei a tirar inteira e colocar de novo, fazendo com que Rita me olhasse, me xingando de filho de uma puta, me pedindo pra rasgar ela no meio. Obedeci, segurando o fluxo e em dado momento, inundei aquele cu que tanto curto comer. Rita bambeou as pernas e seguiu pro banheiro. Eu desfaleci em minha cama, totalmente absortos em meus pensamentos.

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