No ônibus com minha filhinha

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Meu nome é Linda Lindner, tenho 19 anos, e acreditem se quiser, mas já sou mamãe, confiram meu primeiro conto para me conhecerem melhor, este acontecimento ocorreu já tem alguns meses.

Precisei ir em um posto de saúde, acordei bem cedo e me produzi como de costume, coloquei um shortinho legging não tão curto, mas bem coladinho, arrumei minha filhota e fomos até o ponto para pegar o ônibus, leva uns 30 minutos, os bancos reservados estavam todos ocupados por idosos, então eu nem falei nada, mesmo assim, um sr. levantou e cedeu o lugar para mim, sentei e coloquei minha filha em meu colo.

O sr. ficou ao nosso lado mesmo e logo começou a entrar mais pessoas no ônibus e ele meio que pressionou e logo afastou e percebi o volume naquela calça social que ele usava, já pensei besteira, ou é muito grande ou estava sem cueca.

Olhava meio disfarçadamente, e conforme entrou mais pessoas reparei que o cacete dele estava na altura dos bracinhos da minha filhinha, ele estava pressionando de propósito e sentindo tesão com aquilo, fiquei meio arrepiada na hora.

Nisso olhei pra cima e ele olhava pra mim, dei um sorrisinho pra ele, meio que pra entender, tá cheio né, tudo bem, rss.

Então desci minha filha no chão para disfarçar, coloquei ela novamente no meu colo, mas bem pro lado da perna direita, isso ela ficou com o ombro bem pra fora do banco, queria ver até que ponto aquele sr. iria.

O safado já alisava disfarçadamente gostoso, olhava de modo que ele não percebia que eu sabia o que ele estava fazendo, nessa altura olhei para minha filha e ela já estava dormindo, apagou, devido ter acordado muito cedo.

Aquele sr. devia estar sentindo um enorme prazer e tesão com aquela situação, então resolvi me posicionar melhor no banco, meio que descendo o bumbum pra ponta do banco, e coloquei a cabecinha dela olhando pra frente mas bem em cima do meu braço, já senti a respiração ofegante daquele safado.

Percebi que ele disfarçadamente colocou a mão dentro do bolso para ajeitar ou posicionar melhor aquele cacetão, rss. Já estava bem cheio e ele fazia um vai e vem disfarçadamente que vi que aquele volume chegou a relar na orelhinha da minha menina, já estava muito excitada naquela altura e ele também, mas eu fazia de uma forma que ele não percebia que estava gostando, disfarçava muito bem.

Nisso o safado, foi um pouquinho mais pro lado de tão excitado que estava, ele se posicionava de um modo que as outras pessoas não percebiam, entrou mais gente ainda e não teve jeito, ele agora estava meio que na bochecha da minha menina meio que olhando pra mim pra ver minha reação, para ele ver que não estava nem aí, ou pensar que era bobinha e nem percebi, levei a minha mão esquerda na cabecinha dela e ia acariciando ela enquanto ele encochava o rostinho dela com aquele cacete que já deveria estar bem babado por dentro.

Não demorou nada, assim que comecei acariciar a cabeça da minha filha ele se retorceu muito meio que fiquei comedo de alguém perceber, e distanciou quando vi, tudo meio melecado, molhado a calça, o safado tinha gozado, então meio que colocou uma sacolinha que segurava na frente e pediu licença as outras pessoas dizendo que iria descer.

Eu já estava bem molhadinha também, não via a hora de chegar em casada para bater uma siririca gostosa, se gostaram comentem que começo escrever mais mais frequências, se não gostam do gênero não sejam sem noção, e visitem outros sites de contos, pois se está aqui é porque gosta. beijos…

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