Meu primo me comeu à força

01-09-18 Por 5 ★ 2.81

Olá a todos. Meu nome é lauro, moro no Rio de Janeiro, sou branco, casado, tenho 50 anos, 1,90m, 95kg, corpo normal, cabelos e olhos castanhos, um pouco calvo, um pouco grisalho, com pelos nas pernas, na bunda e no tórax. Apesar de ser casado eu gosto muito de ser passivo para homens exclusivamente ativos. Eu sou bem discreto e não dou na pinta. Sou do tipo que, quando ando na rua, ninguém desconfia que eu sou viado. Minha aparência é de um homem sério e até mesmo conservador, mas entre 4 paredes com um macho eu gosto muito de chupar piru e ser penetrado nas mais variadas posições, principalmente: De 4 na beirinha de uma cama, sofá ou em cima de uma cadeira, no frango assado, de bruços, de ladinho, em pé, sentando, cavalgando e rebolando na pica. PIRU PRA MIM É TUDO DE BOM!
Esta história que vou contar agora aconteceu quando eu tinha de 14 anos. Pra quem não sabe minha infância e adolescência foram um tanto quanto atíPICA… kkkkkkk.
Fui criado por minha vó e tive sempre minha liberdade para sair de casa e brincar com meus amigos na rua muito reduzida. Em alguns horários pré-estabelecidos eu tinha permissão para ir até a casa do vizinho e brincar um pouco. Foi, inclusive, com meu vizinho e coleguinha Marcos que me iniciei sexualmente (mas isso é uma outra história).
Cresci desse jeito, sempre desejando mais liberdade para participar das brincadeiras que os outros adolescentes de minha idade brincavam na rua. Sentia vontade de jogar futebol, soltar pica, digo, pipa (kkkkk), etc. Nesta época também calhou de vir morar conosco meu primo Luiz, que era um jovem de seus 21 anos.
Bem, mas vamos ao fato propriamente dito. Calhou que, num belo dia, todos teriam que se ausentar de casa pelos mais diversos motivos: trabalho, consultas médicas, etc.… e eu ia ficar sozinho em casa. Pensei logo comigo: “É hoje que vou me dar bem… vou pra rua e vou brincar até não aguentar mais”.
Depois que todos saíram, fui para frente de minha casa, onde diversos adolescentes estavam brincando, e me juntei a eles. Estava me divertindo bastante quando apareceu meu primo e, sem mais nem menos, foi em minha direção e me mandou entrar.
No começo pensei que era brincadeira, mas ele falou com mais severidade na segunda vez e eu percebi que ele estava falando sério. Tentei dialogar, mas foi inútil. Indignado e me sentindo humilhado, voltei para casa e passei a discutir com ele.
– Pô, você não podia fazer isso comigo… Me humilhou na frente dos outros!
– Foda-se… Sua vó te disse que não era pra você sair!
– Foda-se você… eu vou sair e vou brincar!
– Ah, é… então vamos ver…!
Dito isso ele avançou pra cima de mim, me empurrou sobre o sofá da sala e, sem que eu pudesse adivinhar suas intenções, puxou meu short, tirando-o, e me deixando nu da cintura pra baixo (na época eu não usava cuecas). Fiquei mais puto de raiva ainda e parti pra cima dele, tentando pegar meu short de volta. Como ele era maior e bem mais forte do que eu, não consegui meu intento. Era só ele segurar meu short com os braços levantados e eu já tinha dificuldades para pegá-lo.
Durante minhas tentativas para recuperar meu short pude notar que Luiz Fernando estava diferente, bem extrovertido, excitado. Desconfiado que ele estivesse com segundas intenções comigo provoquei uma situação que era pra tirar a “prova dos nove”. Em determinado momento, quando ele trocava o short de mão em mão, DEI um jeito de entra no meio de seus braços e ficar de costas para ele, encostando meu traseiro no seu pau.
Não tive mais dúvidas… Meu primo estava de pau duro. Resolvi tirar vantagem da minha descoberta e reverter situação a meu favor: continuei entre seus braços e de costas para ele, mas com minha bunda bem grudadinha no seu pau.
– Nossa, que pirocão, Luiz…! – Falei, dando uma reboladinha bem assanhada no seu pau.
Sua máscara caiu na hora e ele me agarrou sarrando seu pau na minha bunda, descaradamente, mostrando qual era realmente suas intenções para comigo.
– Espera aí, espera aí… Vamos fazer um trato! – Falei, escapando de seus braços.
– Trato… Que trato porra nenhuma! – Respondeu ele.
– Calma, você vai gostar! – Retornei.
– O que é então? Fala logo, porra!
– Tudo bem… É o seguinte: Eu dou pra você e você deixa eu ir lá pra fora brincar!
Luiz pensou um pouco e topou. Ele já ia abrindo a bermuda pra tirar a pica pra fora quando eu o interrompi.
– Calma, deixa que eu faço isso! – Pedi, me dirigindo até ele e me ajoelhando a seus pés.
Dito isto, baixei o zíper da sua bermuda e baixei-a até em baixo, deixando-o apenas de cuecas. Depois passei a dar beijinhos na sua rola, ainda sob a cueca. Luiz, que não esperava esse tipo de reação de minha parte, ficou superexcitado com meu desempenho (ele não sabia que meu vizinho Marcos era um assíduo visitante do meu cuzinho e da minha boca).
Querendo deixá-lo mais doido ainda, baixei sua cueca, liberando seu membro, que estava duro que nem um ferro e logo soltou na direção do meu rosto. Era bem maior e mais grosso do que o do meu amiguinho Marcos, o que me deixou preocupado. Mas como quem tá na chuva é pra se molhar, parti pra cima do pauzão.
Sem o auxílio das mãos, fiquei dando pequenas lambidinhas no seu pau, olhando bem sacana para seu rosto. Ele estava ficando alucinado de tanto desejo. Dava para ver pelos seus olhos. Em dado momento abocanhei, com um certo esforço (tive que abrir bem a boca), a cabeçona da sua rola e meu primo soltou um gostoso gemido de prazer.
Não aguentando de tanto tesão, Luiz segurou-me pela cabeça e passou e socar sua pica dentro da minha boca, fudendo-a. Com minhas mãos em sua virilha eu limitava o acesso de seu pau na minha boca até no máximo 1/3 do seu tamanho. Sua pica entrava e saia de minha boca num rápido vai-e-vem e, apesar da dificuldade que estava tendo para receber algo tão grande na minha boca, eu estava adorando a experiência de dar pra alguém bem mais velho.
Num dado momento ele tirou seu pau e disse que iria me comer. Nessa hora tive medo, pois se o pau de Marcos, que era tão pequeno como o meu, já entrava doído no meu cu, quanto mais um que era o dobro. No entanto, a excitação de meu primo não permitia que ele avaliasse a situação por esse lado.
Com bastante energia ele me fez ficar de quatro em cima do sofá e ajeitou minha bunda para recebê-lo. Fiquei ali, submisso, esperando o pior. A dor começou assim que ele posicionou seu piru na minha entradinha. Já no ato de ficar esfregando o pau no meu cu procurando passagem eu já estava reclamando da dor. Quando seu pau forçou um pouco mais a passagem eu não aguentei, dei um berro de dor e pulei do sofá indo para o centro da sala.
– Não… Tá doendo muito… Eu não quero dar mais não! – Reclamei.
– Vai dar sim… Por bem ou por mau…! – Respondeu ele.
Nem bem acabou de falar e Luiz partiu pra cima de mim. Vendo que ele estava determinado a me comer de qualquer jeito, rapidamente, corri mesmo nu da cintura para baixo, para os fundos da casa, tentando fugir. Porém, como ele era maior e mais forte não demorou para me alcançar.
Nem bem tinha conseguido sair da casa e Luiz me pegou, me ergueu no ar e me levou para dentro, pro quarto dele, onde me jogou sobre a cama.
– Se tentar fugir de novo vou te encher de porrada, entendeu? – Falou energicamente enquanto me dava um tapa no rosto.
Chorando, obedeci, totalmente submisso, quando ele me mandou ficar de quatro sobre a cama. Ele então se posicionou atrás de mim e começou novamente a forçar sua rola no meu cu. Dessa vez ele foi mais bruto e cutucou com força seu pau no meu buraquinho. Dei um grito de dor e, chorando, implorei para ele parar. Sua resposta fui um forte tapa na minha bunda e uma ameaça clara de agressão, caso eu repetisse meu gesto.
Sem poder fazer mais nada, procurei alcançar um travesseiro com as mãos e fiquei aguardando ser empalado por aquele lança enorme. Luiz então voltou a forçar a passagem e, de tanto tentar, meu cu cedeu e a cabeçona escorregou para dentro de mim. A sensação era de que eu estava sendo dividido ao meio.
Com medo de apanhar, enfiei a cara no travesseiro e comecei a chorar bastante. A dor ficava cada vez maior a medida que seu pau ia entrando dentro de mim. Quando viu que eu não ia aguentar mais do que a metade de sua rola, Luiz Fernando parou por ali e passou e me comer num vai-e-vem que quase me fez desmaiar de dor. Ficou comendo meu cu e eu inundando o travesseiro de tanto chorar até que, sem avisar gozou dentro de mim.
Depois de se saciar, Luiz tirou seu pau de dentro do meu cu e eu senti um tremendo alívio, apesar da dor. Querendo me livrar totalmente daquela situação, pedia a ele meu short para eu poder sair para a rua (não ia conseguir brincar mas não queria ficar com ele em casa). Na maior cara de pau ele me respondeu:
– O trato era que eu deixaria você ir pra rua, e não que eu ia te dar o short. Se quiser pode sair, mas vai sair pelado!
Fiquei puto com o que ouvi e chorei mais ainda. Algumas horas depois os primeiros parentes começaram a chegar e meu primo me devolveu o short. Não me comeu mais esse dia, mas passou a me assediar direto e impedir minhas saídas.
Depois desse dia Luiz demorou mais de uma semana para poder me comer de novo e então virou freguês do meu cuzinho. Ele me comeu tantas vezes que passei a não mais sentir dor ao ser penetrado por ele, mas somente prazer. E acabei virando seu alojamento-de-rola e seu depósito-de-esporra.
Se você gostou dessa história e quer me conhecer e me comer também, me escreva: [email protected]
Um abraço a todos.

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5 Comentários

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  1. Anônimo

    Já li esse conto a algum tempo em um outro site,achei muito interessante

  2. John Deere,Matador de Veados

    Né veado,começou com a veadagem bem cedo em,ao invés de procurar mulher já partiu logo pra veado mais velho,que sujeira em veadão
    Veado,veado,cuidado com a veadagem,estou pelas ruas,curando vocês,e você pode ser o próximo,se não parar com isso…
    Tá avisado,veado carioca…

    • mata Deere veadão

      esta a precisar de vara nessa bunda arrombada,

    • passivo discreto de recife

      John deere, bichona decadente e traumatizada por não encontrar machos pra comer teu cu, procura um cavalo ou jegue, mama as picas deles e depois enfia em teu cu arrombado, toma vergonha em teu cu, bichona , enfia um cabo de enxada no teu rabo como consolo, queres acabar com a concorrência, mas mesmo assim, não encontrarás machos dispostos a te fuder.

  3. muito bom e muito bem escrito. Espero a continuação…