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Foram 8x – 2ª Vez

10-09-18 Por 2 ★ 4.89

2ª Vez:

Depois da minha estreia no jet, meu pai demorou quase um ano pra me bolinar de novo. Confesso, que nesse período, eu sentia vontades que meu corpo começava a intender do que se tratava. O que ele fez comigo, despertou meu libido e, quando batia aquela deliciosa vontade, aquela cosquinha ou coceirinha que toda menina sente na flor da idade eu me aliviava sozinha, e assim fui amadurecendo meu desejo, era ótimo.

Antes dos fatos ocorridos, eu era inocente de tudo, não sentia tesão ou curiosidade, e olha, que eu poderia ter sentido, porque minha irma mais velha, era terrível, e me fazia acoberta-la nas putarias que ela aprontava. Joelma (minha irma) é 5 anos mais velha que eu, e desde novinha ela tinha um rolo com Gerson, filho do Adaulisio, patrão do meu pai. Quando nós íamos para a casa de praia eles ficavam dentro de um quartinho cheio de bagulho que tinha no quintal da casa, e me colocavam pra vigiar. Minha irma tinhas uns 13 anos, e sempre quando ela ia pro quartinho com o Gerson, que na época tinha uns 16 ou 17 anos, eles me mandavam espreitar, e se eu visse alguém vindo eu gritava "Achei Manga!" e eles saiam do quartinho correndo! rsrsrsrs

Em uma dessas ocasiões, eu espreitava como de costume, disfarçando brincando de qualquer coisa enquanto minha irma se esbaldava com Gerson no quartinho. A porta do quarto era tampada com uma câmara de ar de caminhão, porem, dessa vez, ouvi minha irma dando uns gritinhos estéricos, tipo: "Ai Gerson, ai, ai, ai. Tira, tira, tira!" E eu fui olhar o que estava acontecendo, e vi minha irma sentada na quina de uma mesa de uma maquina de costura antiga, com os seios pra fora do biquíni, Gerson entre suas pernas, fazendo um movimento meio sem jeito, porem com muita determinação. No momento, eu olhei, eles se assustaram, eu fiquei meia sem saber o que fazer, mas minha irma me olhou tensa, me mandando sair para ir vigiar. E assim eu fiz! Hoje sei, que na quele dia, minha irmã, aos 13 anos, deu a bocetinha pro Gerson e perdeu sua virgindade. Entre Gerson e minha irma, eu presenciei varias cenas libidinosas, vi muita sacanagem dos dois, porem, eu não maldava, tava tão acostumada, que na minha cabeça, aquilo era normal, levava na brincadeira.

Minha irma trepava com o Gerson desde os 13 anos, com ou sem a minha ajuda, porem aos 17 anos, na primeira vez que ela deu pra um outro cara, engravidou! E o pior, o cara era, e é, um fodido, não tinha nada, sem um puto no bolso, pobre igual Jó, e burro feito uma mula! Meu pai ficou puto da vida, colocou ela pra fora e tudo mais, porem essa, é uma outra história!
Quando eu tinha 12 anos meu pai foi transferido para trabalhar e uma outra cidade. Por um período, ele voltava pra casa todo final de semana, mas acabou não dando muito certo, e depois de muita conversa, minha mãe decidiu se mudar. Por um tempo minha mãe ficou meio chateada, porem, quando nos mudamos, ela viu a oportunidade de abrir um bar na vila de pescadores onde morávamos. Meu pai resistiu, ficou meio puto, disse que não ajudaria com nada, mas minha mãe sempre foi uma mulher forte, pediu dinheiro emprestado em uma cooperativa, e abriu o tal bar mesmo contra a vontade do meu pai!

Antes disso, no processo de fazermos a mudança, minha mãe ficou na cidade esperando nossas coisas chegarem com meu irmão, e eu, meu pai e minha irma, começamos a empacotar as coisas menores da casa antiga… Em um dado momento, minha irma foi comprar uma fita adesiva para fecharmos as caixas, porque a nossa tinha acabado, e só ficou eu, e meu pai na sala empacotando as panelas, vasilhas, copos e talheres, da minha mãe. Eu estava de joelho em cima da cadeira, colocando as vasilhas dentro de uma caixa de que estava em cima da mesa. Não sei o que deu no meu pai… Não sei se eu o excitei novamente por estar empinada, de vestido, descalça, em cima da cadeira ou se ele não tinha tentado nada antes por falta de oportunidade, pois nossa casa estava sempre cheia, mas o que importa é que em um ato de covardia, na espreita, ele me encochou de novo:

Ele chegou do meu lado, me entregou uns pratos, e começou a passar a mão nas minhas costas, desceu ate chegar na minha bunda, onde ele apertou. Continuou bolinando minhas pernas, subiu meu vestido, voltou a apalpar minhas bunda, ficou atras de mim, me pressionando cotra o encosto da cadeira, puxou minha calcinha enfiando ela todinha entre minhas nádegas, e começou a esfregar o caralho em mim.

O silencio era aterrorizante, eu fiquei quietinha, só ouvia os suspiros dele parecendo um bicho no meu cangote. Do dia do JetSki para essa fatídica hora, passaram-se um anos ou mais, e ele não tinha feito absolutamente nada, porem, algo inexplicável aconteceu com ele naquele momento, e ele se aproveitou de autoridade que exercia em relação a mim para mais uma vez violar minha integridade com muito mais atrevimento, audácia e malicia.

Meu pai desceu minha calcinha, me fez abrir um pouco as pernas, fazia pressão na minha cintura para eu ficar ainda mais empinadinha pra ele, e esfregava quele caralho quente na minha boceta, no meu rego, parecia que ia queimar minha virilha… Ele arreganhava minha bunda com a mão, catucava e arranhava meu cu com a unha, parecia que ia me rasgar, nunca esqueci aquela sensação! Ele não falava nada, só murmurava, suspirava, ofegava. Eu ficava quietinha, continuava guardando as vasilhas dentro da caixa, tentava olhar pra ele, mas ele não deixava, dizia: "Não olha pra mim, não olha pra mim, Edilane!" Eu abaixava minha cabeça, empinava minha bunda, segurava na mesa, e obedecia caladinha.

Ele agarrava minha cintura, que praticamente sumia entre as mãos dele, e mandava eu me mexer, eu guardando os pratos na caixa, obedecia. Ele chegou a levantar uma das minhas pernas, me deixando bem arreganhada e passava a cabeça da rola com força na minha raxinha…

Eu queira pedir pra ele parar, gritar, me debater, e sair dali, mas algo me impedia, era como uma força sobre-humana que me forçava a submeter meu corpo a todas as vontades do meu pai. Acho que era o medo de contraria-lo, dele me bater ou ficar com raiva de mim, sei la… é inexplicável!

…Ele me pressionou contra seu peito, estimulo meus seios precoces com apertos e beliscos sutis, me pegou no colo, sentou na cadeira, eu apoiei minhas costas no peitoral dele, fiquei completamente arreganhada, minha calcinha escorregou pelos meus pés, o caralho dele latejava na minha barriga, ele pegava a minha mão e me fazia punheta-lo. Eu sem jeito, sentido aquela trolha quente, latejante na mão, fazia o que podia desejando que aquilo acabasse logo. Meu pai fechou minhas pernas com seu caralho atravessado e pressionado entre minhas coxas, ficou encaixadinho entre minha virilha, coxa e xoxota com pelos bem ralos que começavam a nascer, ele começou a profanar meu corpo com um movimento sacana simulando foda. Ele apertava minhas pernas, passava a mãos nos meus seios, me mandava rebolar, e eu cruzava minhas pernas com o máximo de força sentindo um intruso abusando da minha intimidade. Depois, com uma força dominadora, ele abriu minhas pernas, eu fiquei completamente arregaçada, apoiando meus pés nas coxas dele. Meu pai me ajeitou, aconchegou seu caralho na minha raxinha, pegou um dos meus pés e me fez pressionar o caralho dele contra minha própria bocetinha. Eu fiquei toda trota no colo dele, me apoiando na mesa, mas fiz o que ele determinou. Entre a sola do meu pé e minha xoxota, o caralho dele pulsava cheio de tesão roçando e profanando o corpo da própria filha… E assim ele gozou histericamente, fazendo um barulho amedrontador, apavorante, aterrorizante, foi um urro de alivio libertino. Eu fiquei super intimidada com mais medo ainda, minha bocetinha estava quente, molhada, mas eu não sentia tesão nenhum, acho que ela se alagou como um efeito colateral de ser estimulada, mas meu medo, não deixou meu celebro processar o prazer, e eu não senti absolutamente nada, fora o pavor!

Nesse dia, ele se superou, foi ousado, atrevido, audacioso, passou a rola onde quis, me prevaricou dos pés a cabeça, quando gozou encharcou meu pelos pubianos que estavam em faze de crescimento, eles foram irrigados com porra quente de pai abusador.

A reação dele quando gozou me assustou muito, e comecei a chorar, alem de ter me lambuzado toda de porra, e eu morri e nojo. Meu pai percebeu meu resmungo, e ainda no estaze do gozo, me abraçou bem forte, beijava meu pescoço e ombros, e ficava repetindo: "Desculpa, filha! Desculpa… É que voce ta muito linda. O papai te ama, voce sabe, ne? Desculpa!" Ele não olhava pra mim, era como se ele não quisesse ver que eu, era eu mesma! Eu só balançava a cabeça positivamente concordando e tentava segurar meu choro… Mas quando ele me acalantava, tentando se redimir, em menos de 1 minuto minha irma bate o portão, e ele se ajeita rapido, e me manda ir para o banheiro. Eu saio do colo dele, pego minha calcinha no chão, saio correndo, cheia de culpa, como se a errada fosse eu, corro pra dentro de casa, e depois voltei como se nada tivesse acontecido. Meu pai falava com minha irma para ir fechando as caixas na maior desfaçatez, eu entrei na onda, e comecei meus afazeres, e quando acabou, fomos dormir…

Depois, durante a noite ou de tomar banho, eu estava mais relaxada, e meu corpo começava a reagir sobre as ações anteriores. Toda a experiencia vinha a tona, tomando conta do meu corpo, da minha mente, me deixando cheia de tesão reprimido… Eu fechava os olhos, e sozinha, na minha intimidade, rememorava a euforia do toque do pau do meu pai martirizando minha boceta pela primeira vez. Eu me masturbava tentando percorrer o mesmo caminho que o caralho do meu pai descobriu mais cedo, porem, minha cabeça não relacionava os fatos a imagem do meu pai… Eu deitava na cama e me lembrava das sensações que eu tive:

Da minha bocetinha sendo polida, tocada, violada, com o toque de uma rola bem quente, latejante, pulsante se esfregando nela. O toque da mão no meus seios, o dedilhado atrevido estimulando meu grelinho, as ordens imperativas me forçando a interagir, os suspiros profundos, ofegantes no meu cangote, o arrepio do toque inicial, a histeria do corpo ao gozar, enfim… Todas as lembranças me atormentavam por dias, no entanto, eu não relacionava ao meu pai, era como se eu tivesse tido um sonho, ou fosse outra pessoa… É estranho explicar!

Quando eu ja estava conformada em satisfazer meu desejo juvenil me esfregando em coisas, como almofadas, travesseiros, lençóis, braço de sofá, banco de moto, escova de dente ou de cabelo… Quando meu dedinho ja tinha dominado a arte da siririca, meu pai veio mais uma vez praguejar minha castidade, corromper minha inocência, me estimulando com uma nova sensação libertina: Sentir um caralho quente, latejando na minha raxinha!

E essa, foi a 2ª vez que meu próprio pai atentou contra minha integridade, usando minha ingenuidade para lhe proporcionar o máximo de prazer possível. No entanto, tinha mais coisas que ele pretendia fazer comigo, era só esperar a próxima oportunidade, e eu, mesmo sem saber, aguardava ansiosa para as novas experiencias incestuosas que meu pai insistia em atribuir a mim.

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2 Comentários

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  1. Gla24

    Muito bom quero saber mais

    • PaiSafado

      Telegram @incesto49