Estupro Vingado II

Esta narrativa é a continuação de “ESTUPRO VINGADO”, aqui: https://contoseroticoscnn.com/2018/09/estupro-vingado/. Não tente ler esta segunda parte sem ler a primeira, porque você não vai entender o que está se passando e vai achar a narrativa sem pé nem cabeça. Na verdade, esta segunda parte não tem finalidade erótica mas sim a de levar prazer a quem gostaria de ver todo estuprador sofrer a sanção que merece.

7) O DR. JOÃO CARLOS

Linco e família se abraçaram chorando desesperadamente. Todos estavam traumatizados, mas Helena também estava bastante ferida. Sangue e porra escorriam de sua buceta e cu, ambos deflorados violentamente. Era necessário socorrê-la. Mas onde? Lembraram-se então do dr. João Carlos.

João Carlos era o nome falso adotado por André Luís. Ele se formara em Cirurgia Geral havia muito tempo. Exercera sua profissão em dois hospitais públicos, atendendo pacientes do SUS. A falta de condições mínimas de trabalho o exasperava. Um dia, revoltara-se contra um diretor que queria obrigá-lo a operar sem lhe oferecer condições mínimas para tal, e fora despedido. Ficou apenas em um hospital. Sobraram-lhe tempo e revolta.

Morava numa grande casa com enorme terreno na localidade de Figueira, perto do entroncamento das rodovias Rio-Petrópolis e Rio-Teresópolis. Um fim de noite, bateram à sua porta. Quando abriu, deu de cara com três homens armados. Eles o tranqüilizaram. Queriam apenas que socorresse um comparsa, atingido por um tiro transfixante na coxa. O ferido estava num carro estacionado na porta. André, temeroso, fez o socorro. Os bandidos lhe deram uma boa quantia em troca.

Nos dois meses seguintes, André foi procurado por três gangues diferentes. Sempre que fazia o atendimento, era recompensado com dinheiro. Chegou à conclusão que essa atividade lhe rendia mais, por atendimento, que seu emprego. Jurou a si mesmo que nunca mais trabalharia para filho da puta de governo nenhum.

Virou a casaca. Aos poucos, construiu uma pequena clínica no terreno, equipando-a para pequenas cirurgias. Roubava equipamentos do hospital e levava-os para lá. Os atendimentos a bandidos continuavam, agora com mais freqüência. Porém, a coisa era feita em surdina. Seus clientes eram apenas os bandidos, que lhe davam proteção.

Um dia, atendeu a um PM que fora ferido ao tentar roubar um carro. Com isso, sua fama se espalhou também entre os policiais bandidos, o que lhe garantiu a proteção de ambos os grupos. Passou a dizer que se chamava João Carlos, por ser nome bastante comum. Sua esposa e sua filha temiam as conseqüências das atividades de André. Assim, ele comprou uma cobertura na Barra da Tijuca e enviou-as para lá. Passava os dias sozinho na clínica, ajudado por alguns integrantes de sua antiga equipe do hospital, com os quais partilhava o lucro e que estavam inteirados dos fatos, e que traziam para a clínica medicamentos roubados do hospital. Uma regra não escrita vigorava: atendimento, só com dinheiro. Seus clientes bandidos, fossem policiais ou não, a respeitavam. Quando o caso era grave, André se recusava a atendê-lo. Nos poucos casos em que o bandido morria dentro da clínica, seus comparsas tinham de retirá-lo e desová-lo. Normalmente o faziam na localidade de Capivari, terra de ninguém. Jogavam o corpo no capinzal à margem da estrada de terra e iam embora.

Foi para essa clínica que Linco transportou Helena. Estava acompanhado por Fonfom, que já conhecia o dr. João Carlos. Em lá chegando, explicaram o caso. André se revoltou, pois sua filha tinha a mesma idade que Helena. Procedeu ao atendimento de Helena, que ficou em observação durante algumas horas. Depois foi liberada. Retornaram todos a Xerém.

8) O TRIO

Nato era uma abreviação de Renato. Ele e Alex se conheciam desde crianças. Nasceram e se criaram em Xerém. Jogavam “pelada” num campo de futebol society situado numa pedreira abandonada, à esquerda da estrada que vai de Mantiquira a Xerém. Fizeram o primário numa escola local. Mais tarde formaram um time, do qual Linco passou a ser técnico.

Fonfom era o apelido de Raimundo Nonato. Desde criança, adorava carros. Brincava com os que tinha. Também costumava pegar tampas de panela e fingia dirigir carros pelo terreno do sítio onde morava. A tampa era o volante. De vez em quando, socava o centro da tampa com o punho fechado e gritava “Fonfom! Fonfom!”, como se fosse a buzina do carro fictício. Ganhou o apelido.

Fonfom morara e se criara num sítio da estrada de São Lourenço, perto do local onde Xuxa mais tarde comprou uma propriedade. No mapa, o sítio onde Fonfom morava era próximo às casas de Nato e Alex. Porém, um morro alto separava tais locais. Uma volta de 6 km tinha de ser feita para ir de um a outro. Por isso, Fonfom não conhecia os outros dois. Fizera o primário numa escola pública na estrada de São Lourenço. Seus amigos de escola e de juventude eram, em sua maioria, moradores do 51, nome pelo qual era conhecida a Parada 51 da antiga Estrada de Ferro Rio d’Ouro. Com a desativação da ferrovia, seu leito fora transformado em estrada de terra. As casas em torno da antiga parada do trem foram se tornando mais numerosas e o local passou a ser chamado de 51, pois estava situado no quilômetro 51 da extinta ferrovia.

Quando serviu ao Exército, Fonfom conheceu Nato e Alex. Tornaram-se amigos. Depois Nato e Alex entraram para a bandidagem. Fonfom, que não conseguira comprar o seu próprio carro, descobriu que era mais fácil roubar um. Juntou-se ao grupo e assim nasceu mais uma quadrilha especializada em roubos de carro.

9) O PLANO

Linco, sua família e o trio começaram a bolar a maneira de vingar o acontecido. O furor homicida dos instantes pós-assalto havia se transformado em calma frieza. Os canalhas haveriam de pagar caro pelo que haviam feito. Dar um tiro na cabeça de cada um deles era muito pouco. Teriam de sofrer longa e penosamente, mas estava determinado que a morte seria o seu fim inevitável.

Nato e amigos eram ladrões frios e calculistas, e resolviam a parada na hora. Matavam, e pronto. Não estavam acostumados a proporcionar morte lenta. Teriam de pedir ajuda a alguém que dominasse a técnica da tortura. Lembraram-se do “Capitão Jair”TORTURADOR NA EQUIPE

“Capitão Jair” era o codinome de Nélson Moreira Lüdenscheid. Era filho de um oficial das Waffen SS, tropa de elite da Alemanha de Hitler. Seu pai, ao final da guerra, ocupava o posto de Hauptsturmführer, correspondente a capitão. Fugira para o Brasil e aqui se casara. Nélson foi criado sob regime militar e odiando o comunismo.

Veio a revolução de 1964 e com ela a perseguição aos “subversivos e terroristas”. No início da década de 1970, Nélson aderiu aos grupos de repressão. Para esconder seu verdadeiro nome, passou a intitular-se “Capitão Jair”, adotando o mesmo posto que seu pai tivera nas Waffen SS.

Norte-americanos treinados em técnicas de interrogatório e tortura chegaram ao Brasil para transmitir seu know-how a elementos da repressão. Capitão Jair estava numa das turmas. Foi aluno aplicado.

Com a anistia de 1979, Jair ficou sem ter o que fazer. Observou que vários terroristas processaram o governo e passaram a receber salários por conta disso. Revoltou-se porque muitos deles sequer haviam sido presos. José Dirceu e Lula, por exemplo. Com seus conhecimentos técnicos e pessoais, inventou um terrorista fictício, forjou documentação e identidade falsas e processou o governo. Passou a ganhar gorda remuneração mensal e a viver bem.

Apesar disso, gostava de ação. Continuou na polícia. Juntou-se a um grupo de policiais que aplicava “mineiras” em seqüestradores e ladrões de banco. Ganhou muito dinheiro. Com a diminuição da quantidade de seqüestros e roubos de banco, passou a “mineirar” ladrões de carro. Foi assim que conheceu o bando de Nato. Não se sabe bem porque, simpatizou com o bando e passou a lhe dar proteção, em troca de participação na venda dos carros roubados.

Alex procurou Capitão e explicou o caso. Jair vibrou: colocaria em prática seus velhos conhecimentos, já quase esquecidos. Topou na hora.

11) OS PREPARATIVOS

Todos os envolvidos, agora também com Capitão Jair, se reuniram no sítio de Xerém. Desde o estupro, passara-se apenas um dia. Jair levou algemas. Cada estuprador, já amarrado, foi transportado para a casa de hóspedes, onde havia um cômodo reservado para guarda de ferramentas e bagulhos, cômodo este que não tinha janelas. Cada estuprador foi colocado de joelhos e teve o pulso direito algemado ao tornozelo esquerdo. Impossível escapar.

Após muito deliberarem, resolveram começar a agir. Cortaram água e alimentação dos estupradores. Compraram três garrafas de 1,5 litro, dessas de colocar água na geladeira. Atravessaram três barras de ferro de fora a fora no cômodo, a pequena distância da parede, chumbando-as bem na alvenaria, paralelas uma à outra e a certa altura do chão. Construíram dois cavaletes de madeira e levaram para o cômodo um mourão de cerca, de aroeira. Compraram um bujão de gás e o equiparam com um maçarico.

Estava tudo pronto. Era hora de começar a brincadeira mortal.

12) LUZES, CÂMERAS, AÇÃO !!

Os estupradores foram desamarrados e algemados pelo pulso esquerdo, cada um a uma das barras de ferro. Um penico foi colocado no canto da parede, para eles fazerem suas necessidades.

A água e a comida foram suspensas durante 3 dias. Os estupradores ficaram desidratados. No terceiro dia, as garrafas foram tiradas da geladeira e trazidas para o cômodo. Durante esses três dias e daí até o fim, sempre que Linco e sua família desejavam mijar, faziam-no nas garrafas e as recolocavam na geladeira, porque a urina, após algum tempo à temperatura ambiente, oxida e se torna venenosa. E eles não queriam morte por envenenamento.

Quando as garrafas foram colocadas no aposento, ao alcance dos estupradores, eles correram para beber o líquido, sem imaginar que era mijo. Ao sentirem o gosto, cuspiram o que haviam colocado na boca. Mas a sede era atroz, e eles acabaram se conformando em beber o mijo, entre caretas e ânsias de vômito.

Dez minutos após a colocação das garrafas elas eram retiradas e levadas de volta à geladeira. Uma vez ao dia elas eram disponibilizadas para os estupradores, que bebiam seu conteúdo avidamente e, com o tempo, quase sem nojo.

A alimentação era sopa e só era fornecida a Pará e Marrom. Para Toco, o ritual era diferente. Para começar, ele tinha de ficar de pau duro, acionando assim seu priapismo. Para conseguir isso, lançava mão de sua imaginação. Era pau duro ou a fome. Uma vez excitado, ele tinha de obedecer a um script: enrabava Pará, seu pau sujo da merda de Pará era chupado por Marrom, depois enrabava Marrom e por fim seu pau sujo com a merda de Marrom era chupado por Pará. Se gozava ou não, não importava. Mas havia um tempo mínimo para cada enrabada ou chupada. Além disso, quando enrabava Pará ou era chupado por ele, os vingadores tiravam fotos do ato com uma câmera digital, de tal modo que o rosto de Pará ficasse bem visível. Só depois desse ritual, que se repetia duas vezes ao dia, Toco podia tomar sua sopa.

Assim se passaram quatro dias, ao fim dos quais os cus de Marrom e Pará estavam sanguinolentos e inflamados. Além disso, todos sofriam de fortes dores no estômago por causa da urina ácida que ingeriam. Sem saber, Pará e Marrom haviam adquirido vermes um do outro, por ingerirem reciprocamente merda contaminada.

No quinto dia, Pará foi transferido para a clínica do dr. João Carlos, sendo submetido a uma operação de castração: perdeu o pau e o saco. No lugar deles foi feita uma mini operação plástica em que a área ficou parecida com a racha de uma buceta. Pará ficou internado na clínica.

Enquanto isso, Marrom passou a ser brindado diariamente com uma saraivada de golpes de palmatória nos rins, aplicados prazerosamente por Capitão Jair e por todos os membros da família de Linco. A palmatória era herança do curso ministrado a Jair pelos norte-americanos. Era de madeira, com 1 polegada de espessura. Da segunda sessão em diante, a região do espancamento ficou roxa e Marrom passou a urinar sangue. Os enrabamentos feitos por Toco e a chupação do pau dele continuavam.

Um dia, o dr. João Carlos comunicou que a operação de castração em Pará havia sido bem sucedida e ele já estava recuperado. Então, Nato e Linco buscaram-no e o trouxeram para o sítio de Xerém, algemando-o novamente na barra de ferro. Era chegada a hora de encerrar os trabalhos e dar um happy end à história.

13) O FIM DE TOCO

Os cavaletes e o mourão reservados anteriormente serviram para o Capitão Jair armar um pau-de-arara, famoso instrumento de tortura. Toco foi colocado no pau-de-arara. Em seguida, Jair pegou uma barra de ferro de aproximadamente 50cm e a enfiou no cu de Toco, tomando cuidado para não perfurar nenhum órgão interno. Cerca de 40cm ficaram do lado de fora. Em seguida, instalou o bujão de gás, acendeu o maçarico e colocou sua chama na ponta da barra de ferro, que começou a se aquecer. Conforme a chama aquecia a extremidade da barra, o calor se propagava ao longo dela. Em pouco tempo, começou a esquentar a parte enfiada no cu de Toco. O calor foi aumentando, aumentando… Toco começou a gritar de dor. Jair, o trio, Linco e família riam do sofrimento dele. A extremidade da barra já estava começando a ficar rubra. Toco gritava desesperadamente. Desmaiou. O grupo deixou o maçarico ligado mais um pouco e depois o apagou. O intestino de Toco havia virado churrasco.

Quando ele voltou a si, dores atrozes o acometiam. Gritava dia e noite, enquanto a gangrena tomava conta do seu intestino e seu sangue era envenenado. Em dois dias, estava morto. O cadáver foi levado na Belina, escoltada por Jair, e desovado no Capivari.

14) O FIM DE MARROM

Os golpes de palmatória passaram a ser aplicados também na área do fígado de Marrom. Não demorou muito, o fígado se rompeu, bem como algumas costelas. Os rins já estavam bastante comprometidos. Marrom morreu gritando de dor. O cadáver engrossou as estatísticas de presuntos abandonados no Capivari.

15) O FIM DE PARÁ

As fotos mostrando Pará sendo enrabado e chupando o pau de Toco foram descarregadas no computador da clínica do dr. João Carlos e impressas. Em seguida, centenas de cópias foram feitas.

Num sábado de manhã, dia de feira em Mantiquira, Pará foi colocado em um carro roubado na véspera por Nato e seu bando e levado até as proximidades da feira, nu. Mandaram que ele descesse e fosse para casa, atravessando a feira. Estava com as mãos amarradas nas costas.

A casa de Pará ficava perto da antiga fábrica da FNM, que na época havia sido comprada pela Ciferal, fabricante de carrocerias de ônibus. Para chegar até lá, ele teria de atravessar a feira, chegar até a praça de Mantiquira e pegar a estrada que vai até a rodovia Rio-Petrópolis.

Pará atravessou a feira, correndo. As mãos amarradas nas costas não lhe permitiam correr depressa nem esconder a racha da buceta artificial. As pessoas não entendiam o que estava acontecendo, mas pressentiam que era algo muito grave, e por isso se afastavam para dar passagem ao corredor nu e castrado. Alguns se chocavam, outros riam ao ver uma racha de xoxota no lugar onde deveria haver o pau de Pará.

Pará fez o percurso acompanhado pela molecada, que ria atrás dele e caçoava. Chegou em casa e se escondeu. A mulher e as crianças o olhavam, horrorizadas.

Na mesma noite e na manhã do dia seguinte, as cópias das fotos de Pará sendo enrabado e chupando o pau de Toco foram deixadas na igreja evangélica que ele freqüentava e nos bares e vendinhas onde ele bebia e fazia compras.

A notícia correu a área: Mantiquira, Xerém, 51, chegando até à região do Parque Ana Dantas. Pará ficava o tempo todo trancado em casa. Sua mulher não tinha coragem de perguntar o que ocorrera, nem ele de contar. Seus filhos eram humilhados na escola. Os colegas diziam que eles tinham duas mães.

Quando Pará finalmente resolveu sair de casa, foi saudado por fiu-fius pelos homens. Alguns lhe mostravam o pau e perguntavam se ele o queria emprestado. Outros diziam que iriam descabaçar aquela buceta fechadinha. Todos pressentiam que Pará fizera alguma grande merda.

Pará não agüentou. Onze dias depois, atirou-se na frente de um ônibus da linha Xerém-Caxias, morrendo instantaneamente.

16) FIM

Desgostoso com o acontecido, Linco passou o sítio e a Belina à frente e com o dinheiro arrecadado voltou para Caicó, onde comprou uma casa pequena mas charmosa.

Lá, passava os dias macambúzio, deitado numa rede na varanda, recordando-se e lamentando-se por não ter podido defender a filha. Chorava, às vezes. Seu olhar ficava perdido no além. Perdera a fé no “padim Ciço”, que o abandonara quando ele mais precisara.

Dez meses depois, morreu. Dizem que de desgosto.

Leda se empregou numa padaria, como caixa. Sua tristeza era muito grande, mas lutava para manter a família unida, já que Linco se ausentara do mundo e depois morrera.

Lauro, abalado com o que acontecera, quase virou viado. Mas como viadagem não é bem vista no Nordeste, e menos ainda no interior, a fase de vira-casaca passou depressa. Arranjou uma namorada e se empregou numa agência do banco Itaú. Leva uma vida quase normal. Apenas de vez em quando se recorda dos fatos e chora um pouco. Vai ficar noivo no ano que vem.

Helena por pouco não enlouqueceu. Escondia-se de todos, como se as pessoas pudessem ler em sua mente os acontecimentos terríveis por que passara. Vivia reclusa. Só saía para ir à missa na igreja do bairro. Entrou para o grupo de jovens da igreja e, aos poucos, foi voltando à vida normal. Como tinha boa voz, foi admitida no coro paroquial. Por fim, começou a se abrir um pouco para o mundo, graças à convivência com os jovens do seu grupo. Empregou-se como atendente em uma farmácia. Um dia arranjou um namorado do próprio grupo de jovens. Conversavam na varanda da casa dela. Uma noite o rapaz lhe fez alguns carinhos mais ousados e botou o pau para fora. A visão daquela carne dura e ereta trouxe à lembrança de Helena tudo o que ocorrera. De repente, deu um grito pavoroso, que trouxe sua mãe às carreiras. Começou a chorar. Rompeu com o namorado, que ficou sem entender nada. Nunca mais tentou um namoro.

Nato, Fonfom e Alex continuam roubando carros. Agora estão pensando em se juntar a uma outra quadrilha e, sob a proteção e ajuda do Capitão Jair e seus amigos policiais, partir para o ramo de roubo de cargas.

O dr. João Carlos continua operando em sua clínica na Figueira. Está fazendo um curso de Cirurgia Plástica para poder prestar melhores e mais caros serviços a seus clientes.

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