, ,

Aventuras da adolescência. Parte 5

06-09-18 Por 2 ★ 4.88

Continuando…..

Antes de continuar meu conto gostaria de esclarecer algo. Apesar desta história ser contada na primeira pessoa não quer dizer que todos os fatos sejam reais. A intenção deste relato erótico é me satisfazer como escritora e o principal, satisfazer e dar prazer aos leitores que se interessam por este tipo de conteúdo sexual. Cada um tem a sua fantasia, respeito aqueles que não se interessam por alguns temas abordados aqui. Mas o meu alvo são aqueles que se interessam e se excitam com este conto, sei que são muitos, pois recebi em comentários e e-mails muito mais elogios do que críticas. Espero que comentem bastante, no site e no meu e-mail [email protected] (novo e-mail). Sugiro que leiam as partes 1, 2, 3 e 4 já publicados neste site.
https://contoseroticoscnn.com/autor/ju/

Agora sim continua às aventuras da Juliana…….

Ao entrar na secretaria a diretora me abraça se solidarizando com meu sofrimento, e ela nem sabia da verdade. Ela me leva até a sua sala, fecha a porta vai até o armário e pega uma camisa de uniforme e pede para me trocar pois a minha estava um pouco molhada. Fico um pouco sem jeito, pois eu estava sem o sutiã arrancado pelas meninas, me viro de costas para a diretora e tiro minha blusa, neste momento a porta abre, levo um baita susto e me sinto super envergonhada, era o meu professor Emerson, o mesmo que estava dando aula na minha sala e ficou me olhando de cima em baixo, ele teve a visão privilegiada dos meus seios, pois ao virar de costas para a diretora fiquei de frente para a porta, seus olhos ficaram arregalados do que viu, logo tapei meus seios com a mão e dei um grito, a diretora por sua vez chama a atenção do professor:

– Quantas vezes eu tenho que avisar para baterem na porta antes de entrar.

– Me desculpa Verônica, me desculpe Ju.

Ao terminar de se desculpar se retirou da sala, a diretora pediu licença e foi atrás dele, aproveitei o momento que estava só e coloquei a blusa seca imediatamente antes que entrasse outro importuno. A diretora logo volta.

– Sabe Ju, para recompensar este dia estressante, vou te levar no shopping, só umas comprinhas para desestressar.

– Mas dona Verônica, eu não tenho condições de comprar nada.

– Relaxa menina, você está comigo, vamos nos descontrair, eu também estou precisando, aqui só tem gente chata como este seu professor.

Na hora sorrimos, e fomos até o estacionamento, entramos no carro dela e partimos rumo ao shopping.

No shopping eu estava um pouco sem graça, nunca tinha ido tão mal vestida fazer compras. Os olhares eram inevitáveis, acredito que não só para mim, minha diretora também era de chamar atenção com sua beleza. Prestes a chegar na casa dos quarenta seu corpo moreno era escultural, seus longos cabelos lisos e castanhos realçava mais ainda a beleza de seu rosto, e sempre muito elegante com suas calças jeans de grife, blusa de botão sempre deixando um modesto decote, e sempre no salto, nuca vi minha diretora usando uma rasteirinha.

Dona Verônica não media esforços para gastar, ganhei várias roupas de grife, calçados, até uma bolsa caríssima eu ganhei. Eu já estava ficando sem jeito com tantos mimos. O nosso passeio no shopping só acabou porque avistei umas amigas ricas e fiquei com medo delas me verem com uniforme de escola pública, apesar de todos saberem da falência do meu pai, ainda me sentia envergonhada com certas situações. Dona Verônica logo percebeu meu desconforto, pois entendia minha situação, e pegamos o elevador que nos conduziu até o estacionamento. No carro ela me fez o convite para irmos até ao seu apartamento tomar um suco. Logo aceitei, estava ansiosa para conhecer o ap da diretora.

Fiquei admirada, o apartamento apesar de pequeno era bem luxuoso, afinal ela não precisava de algo grandioso pois morava sozinha. Não imaginava que uma diretora ganhasse tão bem, carro do ano, cartão sem limite, apartamento em um bairro de classe média alta, e sem falar que ela tinha comentado de sua casa de veraneio na praia.

Ao entrarmos ela foi logo se jogando no sofá, tirou os seus calçados, e me pediu uma massagem nos pés. Fiquei desconcertada com o pedido e olhando com uma cara abobada para ela.

– Para de bobeira Ju, é só uma massagem nos pés, acho que mereço né, andar com estes saltos não é fácil.

Na hora pensei, que boba eu sou, é só uma massagem, afinal ela merece depois de ter me mimado tanto. É uma forma de agradecer por tudo que ela me fez.

Sentei no chão próximo aos seus pés e comecei massagea-los.

– Nossa Ju, você tem mãos de anjo, estou ficando bem relaxada, você deveria seguir esta profissão de massagista.

– Na verdade eu quero ser diretora, não sabia que vocês ganhavam tão bem.

Ela apenas sorriu e se levantou para pegar o nosso suco e eu me sentei no sofá, fazia tempo que eu não me sentava em algo bem macio e gostoso.

Ficamos conversando enquanto saboreávamos aquele suco, após alguns minutos de conversa, foi me dando uma sonolência, minha vista foi embasando, e o sono foi ficando incontrolável e acabei apagando perante minha diretora.

Acordei um tempo depois, toda zonza e completamente nua no chão da sala, fiquei sem entender nada e perdida com a situação, me levanto bem tonta com minha vista ainda um pouco embasada. Ao recuperar praticamente toda minha visão, vejo dona Verônica sentada no sofá vestida somente com um roupão branco me olhando.

– Boa tarde, minha linda!

Meus sentidos foi se recuperando, ao me deparar com a situação eu totalmente nua na frente dela, me senti muito envergonhada, ao tapar minha xaninha e meus seios com as mãos percebi que meu corpo estava todo babado. Eu apavorada imaginando no que poderia ter ocorrido a indaguei:

– O que aconteceu?

– Você não se lembra meu amor. Nós tivemos uma tarde maravilhosa.

Entendendo a situação e muito indignada e com muita raiva com ignorância lhe retruquei.

– Mentira! Eu nunca faria isso. Não sou lésbica.

Nesta hora lágrimas começaram a escorrer pelo meu rosto. Ela calmamente pega o controle da televisão que estava do seu lado e diz:

– Que isso meu amor!

– Pare de me chamar assim.

– Tem certeza que não se lembra de nada.

– Nãoooo

– Não se preocupe eu deixei tudo registrado.

Neste momento ela liga a tv, nas imagens eu estava deitada no chão ainda vestida. Fica por alguns minutos eu ali sozinha inerte, até que aparece a diretora em cena ainda vestida com suas roupas, se agacha próxima de mim e desabotoa meu short e começa puxar pelas minhas pernas até tira-lo totalmente, joga-o no canto da sala e começa acariciar minhas coxas. Logo em seguida começa a tirar minha blusa me deixando somente de calcinha. Ela inclina o seu rosto próximo aos meus seios e começa a lamber os biquinhos de meus mamilos.

Nesta hora vendo aquela imagem fecho os olhos com tamanha indignação, ela se levanta do sofá se aproxima de mim e me abraça por trás, eu com um movimento brusco a afasto de mim, dou meia volta e me sento no sofá bem acolhida para tapar minhas partes íntimas, lágrimas escorriam pelo meu rosto sem parar, ela se senta do meu lado e diz:

– Olha meu amor, as melhores partes vem agora.

Apesar da raiva e vergonha estava disposta a saber tudo o que tinha acontecido comigo naquela tarde e fitei meus olhos naquela TV.

Continua na parte 6……

Avalie esse conto:
PéssimoRuimMédioBomExcelente
(Média: 4,88 de 8 votos)

Por , ,

2 Comentários

Talvez precise aguardar o comentario ser aprovado
Proibido numeros de celular, ofensas e textos repetitivos

  1. Ingrid

    Vai ter continuação?

  2. Edgar

    Parte 6? ;-;