A Viagem pt 2 – Sexto ato

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Não deixem de ler os contos anteriores para melhor entendimento. Pesquisem Pedro e Rita – Nossas famílias

No quarto, questionei Rita sobre Duda estar sem calcinha. Ela disse que só viu quando a levou no banheiro.
– Será que foi a mãe dela que a deixou assim??
– Difícil acreditar! Mas depois do que ela disse a você, não duvido!!
– Serei o papai dela e ela só dorme agarradinha com o pai! Sem calcinha??
– Hmmm…olha como fica minha buceta?
– E olha como fica minha rola??
Delícia era ver Rita curtindo essa loucura comigo. Bolinamos um ao outro, eu sentindo aquela delícia de buceta e a Rita apertando minha rola. Ouvimos Raíssa chamando pela mãe e logo nos recompomos.
– Estamos com fome!
– Se arrumem que vamos comer uma pizza!!
– Êbaaaaaa! gritaram as duas!!
E assim foi…a noite terminaria em uma pizzaria no centro de Cidreira, com muita brincadeira e alegria! As meninas nos tiravam do sério com as pegadinhas que elas criavam. Perto das 23:00 seguimos rumo à nossa casa. Rita pôs as duas para tomarem banho. Quando as duas entraram, Rita piscou para mim, entrou no banheiro, e só encostou a porta. Tremi só de pensar. Por conta do calor, já me encontrava de samba canção, sem camisa. O difícil foi controlar a ereção. Resolvi ir até a porta do banheiro. Abri, pra ver a seguinte cena:
De calcinha (atolada em toda a extensão do rêgo!) , Rita empinava a bunda, ajudando a lavar as meninas. Ao olhar pra trás, sorriu e disse:
– Vem amor, vem me ajudar aqui!
Entrei todo desconcertado, tentando esconder o membro quase ereto. As duas brincavam animadamente, de olhos fechados, com shampoo na cabeça. Raíssa foi a primeira a me ver, soltando um grito: – Paaaaiii!!
Duda abriu os olhos logo em seguida, mas nada disse. Rita ensaboava Raíssa, me olhou e disse:
– Passa sabonete na Duda!
O coração disparou. Rita me deu o sabonete, que escorregou da minha mão. Agachei ao lado de Rita e sussurrei:
– Será que devemos??
– Ela não pode dormir suja e suada, não é Duda?
– Verdade tia, se não minha mãe vai brigar!
Aquela loucura, aos poucos, tomava forma. Olhei aquele corpo e instintivamente iniciei o processo. Primeiro no peito, sem forma alguma nos bicos. Deslizei até a barriga e entortei a cabeça para ver dali aquela bucetinha que horas atrás cheirava, quase que lambendo. Rita sensualizava também com Raíssa, e evitei pensar que ali encontrava-se minha filha. Com os dedos, Rita lavava a buceta de Raíssa, mostrando pra mim como tinha que fazer. Pus o sabonete ao lado e com a mão cheia de sabão, escorreguei pro meio da racha. As duas brincavam inocentemente jogando água uma na outra e eu esfregava quatro dedos naquela buceta. Disfarcei e trouxe meus dedos pra cheirar, mas senti muito mais o cheiro do sabonete do que daquela xereca. Instintivamente, lavei a mão, tirando o excesso de sabão e lambi meus dedos e coloquei de novo entre os lábios da buceta. Duda, sem nem me olhar, abriu as pernas e facilitou a investida. Procurei Rita com o olhar, para demonstrar o meu tesão. Rita, por sua vez, deixou Raíssa de costas e, enquanto lavava sua bundinha, ajeitava sua calcinha pela frente, deixando os lábios da sua buceta totalmente expostos. Minha caceta, agora totalmente dura, saía pelo lado da samba canção de cetim. Resolvi virar Duda e lavar seu cuzinho também. Com as duas de costas, Rita procurou minha boca e me beijou ardentemente. A puta da Rita empinou a bunda da Raíssa, me mostrando o cuzinho negro. Fiz o mesmo com Duda, e pude ver o cuzinho rosado de nossa convidada.
– Vamos pra cama? choramingou Rita.
Saí do transe e falei pras meninas terminarem o banho que já, já voltaríamos para enxugá-las. Saímos eu e Rita e num abraço cheio de cumplicidade e tesão, unimos nossos corpos e nos beijamos ardentemente. Quis fodê-la ali, mas Rita impediu, dizendo pra eu esperar. Resolvi não enxugar as meninas e deixei a tarefa pra Rita. Fui direto pra cama e aguardei o desenrolar daquele momento. Mas Rita não queria saber de me dar sossego. De repente, a algazarra estava formada. As duas pularam na cama, completamente molhadas e nuas! Rita se divertia com minha incredulidade. Raíssa resolveu pular em cima de mim, gritando: – Esse pai é meu!!
Duda, ao ver a bagunça que Raíssa fazia, resolveu fazer também. Eu estava recostado na cama, com Raíssa em meu colo com as pernas abertas. Duda veio e pulou na frente dela, ficando com a buceta bem na.minha frente. Segurei ela pela bunda e deixei ela sentar praticamente em meu peito. Sua rachinha ficou bem perto do meu rosto e eu apertava de leve sua bunda, maravilhado com aquela cena inusitada. Rita resolveu incendiar a porra toda, e para minha surpresa, ela estava sem roupa. Gritou na beira da cama que eu era dela também, tornando o ambiente pura farra! Me senti um rei! Na bagunça, Rita apertava meu pau e eu alisava, ora Raíssa, ora Duda, ora a própria Rita. A pica já estava durona, quase furando a samba canção!
– Vamos brincar de beijar o papai!! gritou Rita!
Senti um beijo no meu pé, seguido de outro e mais outro…a visão, de cima pra baixo, compreendia três carinhas curiosas em, de alguma forma, me dar prazer. Minha rola, dura, também fazia parte dessa minha visão, e eu, já não fazia esforço para escondê-la. As carícias seguiram, sob o comando de Rita. Aonde ela beijava, as meninas imitavam. Pensei, por um momento, o que Duda estava pensando. Rita, acho que como uma transmissão de pensamento, perguntou pra Duda:
– Duda, tudo bem de beijar o titio aqui na canela?
– Tudo bem tia!!
– Você já beijou seu papai na canela?
– Eu não tia!!
– Você já beijou seu papai aonde?
– Aqui ó!!
E apontou pra minha rola! Gelei!! Rita, sem deixar o clima esfriar, pra não ficarmos pensando no absurdo daquela cena, logo emendou:
– Então vamos beijar o papai ali! Vem filha, você nunca beijou, hoje vai beijar também!!
Rita liberou a casseta da cueca e ela saltou imponente. Com muito cuidado, as três chegaram bem perto. Raíssa parecia ser a mais curiosa. Duda, tomando a frente, beijou a cabeça e disse:
– Igual a do meu pai!! e riu!
– Vem Raíssa, beija aqui também!
– Ai mãe…tô com vergonha!
– Vem… mamãe vai beijar também!
E não só beijou, como lambeu da base até a cabeça, me tirando um gemido.
– Igual minha mãe faz!
– E você, faz também?
Balançou a cabeça, dizendo sim…
– Então faz! instigou Rita.
Ela veio faminta. Primeira vez que sentia uma língua infantil em minha rola! Ela percorreu toda a extensão fazendo pequenos círculos, típico de quem aprendera a técnica. Ao chegar na cabeça, usou os lábios e sugou. Pirei! Rita pedia pra Raíssa usar a língua no meu saco, enquanto Duda se divertia na parte de cima! Percebi o empenho de Rita em ensinar a filha. De repente tenho a sensação dupla, indescritível, de duas bocas em minha rola!
Rita, com o intuito de deixar tudo na base da descoberta juvenil, infantilizava as ações, mudando o tom da voz e incentivando-as de maneira a não deixarem desanimar com as ações. Beijava-me o peito, mordiscando, lambendo, chupando. Duda já demonstrava mais confiança nas investidas. Percebi ela chamando Raíssa para chupar junto com ela. Ouvi quando disse:
– Se a gente continuar, vai sair aquele leite que eu te falei!
Eu não acreditava naquilo tudo. Beijei ardentemente Rita e agradeci ao pé do ouvido. Ela, pra me provocar ainda mais, ajeitou as duas, deixando-as com as bundas viradas pra mim. A visão foi espetacular. Comecei a bolinar ambas, tirando suspiros e gemidos das duas. Meus dedos penetravam e, às vezes, sentia que causava certo incômodo. Lembrei que eram bucetas virgens, bem fechadinhas, que eu bolinara naquele instante. Lembrei de sentir o cheiro, e apesar de terem acabado de tomar banho, já conseguia sentir um cheirinho de prazer. Olhei pra Rita, quase implorando, que ajudasse a abrir aquelas bundas, pra eu poder ter a visão daqueles cus. De um lado, o cu rosa da Duda. Do outro um cu mais escuro, da Raíssa. Pressionei com os polegares, a fim de sentir até quando aguentavam a pressão. Raíssa, logo olhou pra trás, travando meu dedo imediatamente. Duda, que a cada momento se apresentava mais putinha, não só permitiu, como relaxou o ânus e deixou o dedão invadir seu buraquinho. Tirei de dentro e levei ao nariz, para sentir seus cheiros. Limpos estavam, mas carregavam consigo o cheiro único, forte e encorpado. Levei a boca para chupar e devolvi de novo ao cu. Tesão sentir aquilo.
Meu gozo estava vindo. Rita, lambia junto, beijava as meninas e por vezes, acariciava ambas. Falei em tom mais grave:
– Papai vai gozaaaarr!!!
Rita pressionou a rola com as mãos, e deixou as pequenas continuarem os trabalhos. O gozo veio forte e abundante. Raíssa se assustou e se afastou. Rita punhetou até o fim e Duda recebeu, naquele momento, o certificado de putinha da noite, abrindo a boca para receber parte da.minha gala. Vibrei com aquilo. Rita veio ao meu encontro e me beijou com sofreguidão. Quando abri os olhos, vi Duda passando o dedo em seu próprio rosto, tirando o excesso de porra que lá estava, e dando para Raíssa experimentar. Ela fez cara de nojo, mas engoliu. Duda emendou:
– O senhor gozou mais que meu pai.
Trouxe as três para o meu aconchego. Minha vontade era deitar pra nunca mais levantar. Mas eu e Rita, tínhamos uma árdua tarefa de conversarmos com aquelas pequenas. Porque, a partir daquela insanidade mental a qual passávamos, deveria, de alguma forma, preservá-las e garantirmos nosso sigilo.

(continua…)

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