1. Fodendo com o papai

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Meu nome é Bruno, tenho um corpo muito bonito, sou moreno, 1,85 m de altura e 80 kg bem distribuídos num corpo sarado, fruto de horas de malhação. Moreno de olhos verdes, feliz com os meus 22 cm que desde criança deixavam os outros moleques com inveja do volume em minha calça.
Com 17 anos descobri os prazeres e os amores que só os homens sabem dar. As delícias escondidas nos corpos de outros homens…. Na minha infância sempre fui muito precoce. Adorava tocar uma punheta pensando no meu pai, Christian, homem alto, físico atlético, pernas torneadas, cabelos negros, uma bunda escultural. Super tesudo quando ficava de cueca na hora de dormir. Embora eu soubesse por instinto que aquilo era proibido sempre tocava uma punheta, não conseguia ejacular, mas quando vinha o orgasmo, aquilo queimava o meu pau – eu tinha oito anos. Cresci sempre com a imagem do meu pai na cabeça. A imagem do meu deus grego era a imagem do meu pai que sempre aparecia nos meus sonhos mais quentes.
Cresci, veio a adolescência e com eles os desejos mais secretos. Impossível esconder para mim mesmo minha ‘’opção sexual’’- termo errôneo, pois a gente não escolhe se quer gostar, se de homem ou de mulher, simplesmente gostamos e pronto.
Nasce com a gente, por mais que sejamos educados como héteros, não conseguimos ficarmos sem reparar nós outros meninos. Com o tempo naturalmente comecei a ter as mais quentes relações com meu pai nas minhas fantasias.
Numa noite quando ele chegou do trabalho tirou sua roupa, ficou nu e foi tomar um banho. Mal contive minha excitação e fiquei espiando pelo canto do olho. Meu amor por ele era platônico. Eu o observava e ele acabou se tornando meu modelo.
Aqui vou relatar as minhas mais deliciosas aventuras que tenho certeza vai deixar você louco de tesão. Garanto que você vai ficar o tempo todo de pau duro e sentir a adrenalina pura do sexo.
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“Yago sai da academia, a camiseta e a calça de moletom estão molhadas de suor pelo esforço da malhação. Chega em casa pensado em tomar um banho. Diego – seu enteado – está lendo um livro no sofá da sala.
Yago entra.
Diego o vê parado a alguns metros de onde está. Com os músculos do peito e dos braços bem definidos, e isso é algo que não consegue resistir. Deixa a leitura de lado e se concentra no que vê. Pede a Yago que se aproxime, mas este reluta. Não quer, porque cheira a suor.
Por fim assente. Aproxima e pergunta do que se trata. Diego agindo pelo ardor do desejo lhe dá um beijo. Yago faz menção de sair, mas Diego o abraça e sente aquele corpo que apalpa ao mesmo tempo em que sente o odor de transpiração de homem o trespassar.
Yago faz um esforço para desprender-se do abraço, mas não consegue. Diego passa a língua pela sua camiseta e depois desce até a calça úmida de moletom. Yago se rende e deixa o enteado seguir em frente. Diego se abandona ao prazer e mete a cara na axila do padrasto.
Lentamente começa a se abaixar, enquanto beija o seu peito, depois acaricia as coxas. Quando chega perto do púbis, abaixa a calça de moletom e faz o pênis duro e vibrante do padrasto aparecer. Agachando agarra-o e começa a chupar bem devagar… ’’
Excito-me com o que acabo de ler, meu coração se acelera, minha imaginação dispara, minha pulsação aumenta. Estou em meu quarto, levanto da cama e vou até o quintal para respirar um pouco de ar fresco.
Está noite, o ar gelado invade meus pulmões.
O banheiro da minha casa é afastado dos outros cômodos, deixando para o lado do quintal a janela de vidro. Vejo uma cueca pendurada na janela. Detenho minha respiração colocando-me em alerta, como um predador que acaba de farejar uma presa.
Ouço o som da água do chuveiro. Meu pai, jovem, toma banho a poucos metros. Nu com seu corpo grande e forte, desfrutando a água quente. Regozijo-me com essa imagem que forma em minha mente, o barulho da água é como um canto de sereia, que me transposta para o interior do banheiro.
Despertando do meu sonho, dou alguns passos com a esperança de espiar, e meu corpo se agita: a janela meio que aberta me proporciona uma cena inédita. Meu pai, com o corpo todo ensaboado, os olhos fechados, se revelando completamente para mim.
Aproximo com cuidado. Ele se ensaboa, seu pênis escuro, grande e grosso, balança levemente com os seus movimentos. Não perco um só detalhe, meu olhar percorre por partes a sua nudez. Às vezes minha agitação aumenta.
Minha excitação cresce quando ele desce a mão ensaboada até o peito definido, e logo enche de espuma o pênis e os testículos escuros. Meu pau pulsa tanto quanto meu coração. Não aguento mais o meu tesão, meto a mão dentro da bermuda e aproximo de perfil contra a parede, comprimo o meu pênis enquanto observo e mergulho o nariz em sua cueca ao meu lado sentindo o seu odor…
Meus estímulos sexuais são mais intensos quando ocorrem às cegas. Quando estou só, me regozijo com olhares furtivos que buscam as formas rígidas dos braços masculinos, no volume entre suas pernas…. Meu corpo sempre retesa e vibra com o segredo.
Vejo meu pai nu caminhar pela casa em penumbra, isso é excitante e faz crescer meu desejo. Olho com calma, cada um dos seus movimentos. Não resisto mais aos desejos proibidos que nascem descontroladamente do meu peito…
Começo a andar até o seu quarto, desvencilho de minhas roupas. Entro. Seus braços e seus bíceps reluzem com o óleo aromático para a pele. Ele está parado no meio do quarto. Algumas gotas d’água permanecem na penugem do seu peito enquanto ele amarra a toalha debaixo da cintura.
Sinto um prazer que se transforma em cócegas interior enquanto observo cada movimento seu. Seus movimentos aumentam a minha excitação. Observo seus ombros largos e percorro a pele de suas costas musculosas.
Tremo de desejo e prazer ao ver meu pai seminu, com uma insinuante toalha que repousa sobre os músculos duros de sua bunda. E o retesar dos músculos dos seus braços fortes…
— Você precisa de alguma coisa? – Pergunta-me ele notando a minha presença. Ele não se importa de eu estar só de cueca e com o pau duro pulsando sobre o tecido branco.
— Sim. De você, pai.
— O que você quer?
Ele me dá meu sorriso predileto, doce e meigo.
— Pai, olhe para mim e diz que me quer…
— É claro que eu te quero, Bruno. Você é meu filho. Vou te querer sempre…
— Não estou falando disso, pai. – Tiro minha cueca. – Olhe e me diz que você não me quer…
Nossos olhos se cruzam e depois ele olha atentamente meu corpo. O desejo tem efeito mágico sobre os olhos dele. Quando entra neles agita-os, faz seu olhar fixar, dar-lhe um brilho inconfundível.
Seus olhos não são mais meigos. Perdem toda a inocência e enchem de sensualidade.
Invadido por uma onda de calor tira a toalha de uma tocada só, revelando seu pênis duro, enorme e extremamente grosso que se movimenta com o tesão que sente. Meu pai se aproxima de mim. Levanta-me pelas nádegas de maneira que eu me entrelaço em sua cintura com as pernas. Ele me penetra numa estocada só, me preenchendo, meu cu aperta seu pau duro sentindo cada centímetro. No início sinto uma dor intensa fazendo com que eu faça uma careta, mas a dor logo passa quando ele começa a chupar os meus peitos.
Inclino-me e coloco a cabeça para traz e me deixo levar pelo prazer. Agito-me sobre o seu pênis grande com um sobe e desce duro e rápido.
Ele geme furiosamente.
Depois ele se senta sobre a cama e começa a bater uma punheta em mim. Acelera os movimentos pela excitação, aumenta a velocidade da mão grande e áspera em meu pênis, quando estou prestes a gozar ele para.
— Agora mama no papai gostoso vai! – Sussurra se levantando e erguendo seu mastro duro em direção ao meu rosto.
Seguro seu pau duríssimo. Passo o nariz na sua cabeça grande e vermelha sentindo seu cheiro delicioso. Seguro suas bolas grandes quando enfio seu pênis que mal entra na minha boca. O gosto é delicioso. Ele é quente e salgado. Duro e macio. Nunca provei nada mais gostoso. Mamo com vontade enquanto ele geme como um louco com os braços erguidos atrás da cabeça. Passo a mão em seu abdômen sentindo todos os músculos de sua barriga.
Quando começo a sentir o gosto de sua porra em minha boca paro de chupá-lo. Estou sedento por seu leite delicioso, mas tento me segurar.
Mando-o deitar-se cobre a cama. Pondo-me de costas ajeito sobre o seu pênis. Meu cu úmido não demora a devorá-lo. Deixo-me cair levemente para trás, minhas mãos se apoiam nos braços duros e musculosos dele, que descansam sobre a cama. Eu o cavalgo com sofreguidão.
Ele geme como um animal e depois de algum tempo coloca uma das mãos em minha cintura me segurando enquanto a outra me masturba. Juntos nos dois gozamos intensamente. Sinto-o derramando dentro de mim. O mesmo líquido quente que me fez escorrendo pelo meu cu. Uma experiência inesquecível de pai e filho.
Assim começa a minha história.
Acordo e já passa do meio dia. Ao meu lado encontro um bilhete, o pego e o leio:
“Adorei nossa foda ontem filho. Nunca fodi tão gostoso. Já estou com tesão só de imaginar… O café está na mesa.
Um beijo bem gostoso nessa bundinha deliciosa que o papai adorou comer…
Beijos de seu pai que te ama. ’’
Rio feliz. Uma corrente elétrica percorre meu corpo ao ler o bilhete deixado por meu pai. Estou excitado, com o pênis duro doendo de desejo. Levanto me sentindo o cara mais feliz do mundo. Coloco um short do meu pai, antes pego uma cueca usada dele e inalo aquele aroma gostoso de porra e pau de homem.
Desço para tomar café.
Todo dia meu velho acorda cedo e vai trabalhar na empresa. Jovem, bonito e sexy. É o homem que toda mulher sonha em ter na cama. Desde moleque sou louco por ele. Hoje sou um cara gostoso com pinta de garoto de programa e ator de filmes pornôs. Super safado, com jeito excitante, sorriso largo e provocante. Olhar penetrante, com 18 anos, moreno, cabelos pretos, olhos verdes, 1,85 m de altura, um corpo digno de um Apolo Grego… 22 cm de pênis grosso, cabeça vermelha e um saco grande. Sempre deixei as garotas loucas, mas essas nunca me interessaram.
Pai e eu sempre estivemos juntos em momentos bons e ruins. Era jovem quando engravidou num descuido uma garota de programa- ele tinha a minha idade. Depois que nasci fui entregue a ele e depois sempre foi só nós dois até hoje.
Ter transado com ele ontem à noite foi à melhor coisa da minha vida, foi muito gostoso…. Nada melhor que sentir o pau gostoso do teu pai dentro de você. Sentir a sua porra derramando dentro do seu cu e lamber o saco onde você esteve um dia. Sentir o homem que te fez te possuir.
Depois do café resolvo tomar um banho.
Submerso dentro da banheira fumegante e aromatizada, relaxo, estirando-me e sentindo o balanço da água quente em meu corpo, em meus músculos. Passo a esponja pelos meus braços e coxas, depois toco meu corpo com as mãos. Ensaboo o meu peito duro, minha barriga tanquinho e o púbis, até que seguro o meu pau e um calafrio de prazer me faz fechar os olhos.
Minhas mãos resvalam meu pênis de cima para baixo num ritmo lento, como se não fossem minhas. Contorço-me deixando um traço fugaz de prazer em meu rosto. Minha imagem se ilumina com uma silhueta irreconhecível, enquanto minhas mãos seguem agitando o meu pinto cada vez mais duro.
A excitação avança em descargas. Minha mão direita movimenta a pele molhada e estirada do meu pau e a esquerda reage, deslizando sobre minhas coxas. Sinto-me agitado, asfixiado. Minha mão esquerda percorre meus mamilos duros e as minhas nádegas e eu me entrego inteiramente a essa paixão solitária.
Depois de gozar saio da banheira e visto um roupão. Ando descalço até meu quarto. Entro e tiro o roupão.
Uso uma cueca branca. Coloco uma música e começo a me mexer com voluptuosidade. Observo-me dançar em frente ao espelho, meus movimentos sensuais levam-me a imaginar minha próxima aventura…
Gostou? Escreva para mim: wsarys25@gmail.com

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