Queria porque queria e olha que deu

Isto faz parte da minha história e ocorreu na minha adolescência. Meu nome é Roberto, sou dono, até hoje, de um corpo pequeno e bonito, coxas grossas, bunda arredondada e empinada. Na escola era vítima do que hoje se chama bullying, mesmo mantendo uma postura masculina, as gozações vinham dos meninos falando que eu tinha uma bundinha gostosa, se queria dar, enfim…
Na realidade eu queria experimentar, ou seja, desejava representar o papel de uma menina na cama, mas o medo de ter que encarar se todo mundo ficasse sabendo me desanimava. Até que um dia, com os hormônios a flor da pele, surgiu uma oportunidade. Durante um feriado prolongado, meus pais e minha irmã, mais velha do que eu, iriam para um casamento e os convenci a me deixarem ficar na chácara que tínhamos. Ali morava um casal de caseiros com o seu filho, Silvinho, que tinha a minha idade e já nos conhecíamos a algum tempo.
E assim foi… Os caseiros ficavam numa casa na entrada da chácara e meus pais conversaram com os pais de Silvio para ele me fazer companhia na casa principal, que ficava um pouco distante, já que havia trazido um videogame para diversão. Com a concordância de todos, minha alegria foi enorme ao ver os meus pais irem embora, nos deixando na porta da casa sozinhos.
Passamos a tarde jogando e já era quase quatro horas quando o pai de Silvinho veio trazendo uma mala de roupas para ele. Perguntou se queríamos jantar, mas disse que não havia motivos para se preocupar porque tinha trazido bastante comida e refrigerantes e que iria fazer um macarrão com atum, mais tarde.
Silvinho era um menino mais forte e mais alto do que eu, talvez pela vida que levava e era metido a machão, meio rude, mas era muito boa pessoa. Vivia se vangloriando por jogar futebol, coisa que eu não sabia nada. Depois que seu pai se foi, sentamos no sofá e eu não sabendo como entrar no assunto, perguntei diretamente a ele se já tinha comido alguém. Ele me respondeu que tinha. Comeu uma menina da escola no meio do mato, meio que na marra, mas que não conseguiu comer o cuzinho dela. Pessoalmente, não acreditei muito porque mesmo ele tendo o perfil de ser meio bruto, não achei que o que me contava era verdade.
Por volta das seis horas da tarde resolvi tomar um banho. Encontrei lâminas de barbear e embora tivesse poucos pelos, resolvi depilar as pernas e em baixo dos braços. A minha vontade de ser mulher só aumentava e não sabia como ele iria reagir. Quase uma hora depois ele foi tomar banho e foi aí que tomei coragem.
Corri para o quarto onde estavam as coisas da minha irmã, coloquei uma calcinha, uma camisola curtinha, coloquei brincos de pressão, uma gargantilha, passei um pouco de perfume e batom na boca. Na época, mesmo com cabelos curtos, eu tinha uma feição feminina, aliás não era só no rosto, ao me olhar no espelho, de corpo inteiro, eu estava uma menina.
Parei em frente à porta do banheiro e olhei pelo buraco da fechadura. Sílvio estava se enxugando e pela primeira vez vi o pinto dele. Era bonito, devia ter uns treze centímetros, não tinha um diâmetro muito largo e com poucos pelos no púbis. Esta visão mexeu comigo, o tesão subiu, tomei coragem e não pensei nas conseqüências abrindo a porta bruscamente.
Ao me ver, ele tomou um susto e escondeu as partes íntimas com a toalha. Durante alguns segundos ele pareceu não me reconhecer até que disse:
– Que susto você me deu. Eu pensei que fosse uma menina. Mas o que é isto?
– Silvinho – respondi – eu tenho muita vontade de fazer o papel de uma menina. Eu quero experimentar e te escolhi. Se você quiser pode fazer o que tiver vontade comigo. Só peço que não conte nada a ninguém.
Ele ficou paralisado. Diante deste estado, fui até ele e retirei a toalha das suas mãos, me ajoelhando e ficando a poucos centímetros daquele pinto. Pela primeira vez eu olhava um pinto tão de perto. Aproximei meus lábios e o toquei beijando-o levemente. Minhas mãos passaram pela sua barriga e suavemente segurei aquele pinto levando-o a boca. Eu nunca tinha feito aquilo e estava apenas seguindo os instintos.
Comecei a sugar como se faz quando se toma uma bebida com canudinho. Podia sentir aquela maciez começando a se enrijecer. Que sensação maravilhosa. Ouvia murmúrios de Silvinho e me concentrava cada vez mais em chupar. Seu pau estava completamente duro e na minha boca.
– Nossa… – disse Silvinho – nunca ninguém fez isto comigo. Como é bom… Que tesão… Vai… chupa minha rola…
Fiquei saboreando aquele pinto. Era gostoso, salgadinho. Com delicadeza puxei a glande para fora e ora passava a língua e ora abocanhava tudo mamando com muito carinho. Lambia desde o saco até a glande passando pelo corpo inteiro do pinto dele, mas percebi que ele gostava mesmo quando minha língua passava na cabecinha. Ouvia sussurros dele mesclados com palavras de incentivo para que eu continuasse a chupar.
Estava divertido olhar para ele. Eu ali, ajoelhado, olhava para cima e via um rosto cheio de satisfação, até que ele segurou minha cabeça, fazendo que eu engolisse o pau dele quase que inteiro e senti seu pinto inchar e jatos de esperma dentro da minha boca. Queria tirar a boca dali, mas ele ainda fazia força em me segurar. Engasguei e quase vomitei. Não foi nem tanto pelo gosto, mas pela surpresa da primeira vez.
– Poxa Silvinho. Precisava ter gozado na minha boca. – reclamei, depois de ter passado a ânsia.
– Se você quiser ser minha fêmea tem que se acostumar com o gosto da minha porra. Vou te dar mais leitinho para você tomar e não quero reclamação. Aliás, a partir de agora, fala mais fino e delicado como uma mulher e vai para a cozinha preparar a comida que mais tarde nós vamos brincar de fazer nenê.
Meio contrariado fui para a cozinha pensando, mas não era o que eu queria? Eu não queria dar para ele? Eu não queria que ele me tratasse como mulher? Se despertei o tesão nele, não é o que toda mulher faz com um homem? Sim, era a resposta a todas estas perguntas, então porque eu tinha que estar contrariado. Tenho que obedecer o meu macho e pronto.
Após o jantar, recolhi os pratos, lavei a louça e fui sentar com ele no sofá. Ele elogiou a comida e disse que eu ficava um tesão de camisola e calcinha. Isto elevou meu astral e o abracei ficando assim até terminar uma novela. Então pegou minha mão e levou até o seu pinto para que eu o acariciasse. Como estava difícil, tirou a cueca e o short ficando pelado. Fazia muito calor.
Pediu que eu sentasse no colo dele. Obedeci e logo suas mãos começaram a explorar meu corpo. Deslizavam pelas minhas coxas, apertavam a minha bunda e eu podia sentir seu pau durinho batendo na calcinha. Aos poucos suas mãos invadiram a camisola e beliscaram as minhas tetas que também estavam durinhas. De repente, ele a levantou e começou a chupar as minhas tetinhas. Isto me fez forçar os meus quadris mais forte em direção ao pau dele.
Após ficar uns minutinhos mamando nas minhas tetas ele pára e fica me olhando. Seu rosto vem em direção ao meu e nossos lábios se encontram. No começo foi estranho, mas logo que senti a sua língua dentro da minha boca perdi o pudor. O nível de tesão ali era incrível e precisava agradar meu macho de alguma forma. Resolvi que era o momento de dar e fiz um pedido a ele:
– Já que é a minha primeira vez, posso escolher a posição? Dizem que dói muito.
– Você pode escolher a primeira, mas depois eu vou te comer do jeito que eu achar e não quero reclamação.
Acho que falei de um modo tão feminino que acabou sensibilizando Silvinho. Fui até o quarto de minha irmã e peguei o creme que ela passava no corpo. Tirei a calcinha e a camisola e, completamente nu, passei bastante creme no meu cuzinho. Agora não tinha mais volta.
Retornei para a sala e antes de lambuzar completamente o pinto de Silvinho, dei um beijinho na cabecinha do pau dele. Era o momento que eu tanto esperava. Posicionei-me para sentar em seu colo ficando de frente para ele. Queria ver o seu rosto. Segurei seu pau para que pudesse encaixar enquanto ele abria minha bunda. Senti aquilo quentinho e melecado começando a entrar, mas um incômodo me fez tirar. Posicionei novamente e lentamente fui sentando. Silvinho começou a querer dar estocadas, mas pedi que aguardasse um pouco porque estava doendo.
Aos poucos comecei o movimento de cavalgar, bem leve e curto. O pau dele não era tão grosso, mas meu cuzinho era virgem. Fui tentando relaxar. Senti meu pau endurecer e até fiquei com vergonha, mas deixei prá lá. Sabe aquela coisa de que o Silvinho pode pensar, estou de pau duro dando a bunda. Ora, o que ele pode pensar é que eu gosto de dar e pronto. Devagar, seu pau foi escorregando para dentro até que em determinado momento parece que passou tudo. Respirei fundo e olhei para a cara dele falando:
– Acho que entrou tudo né? Mas, espera um pouquinho, deixa eu me acostumar. Tenho medo até de me mexer.
– Pô… respondeu ele… Estou morrendo de tesão… quero socar….
– Só mais uns minutinhos… Daqui a pouco você soca e faz o que quiser…
Passados mais alguns minutos, comecei a mexer, rebolando em cima do pau dele. Tomei coragem e comecei a subir e descer lentamente. A dor havia diminuído bastante e ele começou a socar. A cada descida minha correspondia uma estocada forte dele. O prazer misturado com a dor era surpreendente. De vez em quando ele mordiscava minhas tetinhas aumentando o prazer.
A coisa foi ficando tão frenética que parecia que eu não estava mais em mim. As mãos de Silvinho, na minha cintura, aumentavam a força da minha descida. Em algumas penetrações eu sentia um prazer enorme, porque acho que tocava minha próstata. Estava enlouquecido até que senti seu pau inchar e a porra quente dele invadiu meu cú. A resposta foi imediata, pois gozei sem tocar no meu pau.
Ambos estávamos cansados e suados, mas eu não queria sair do colo dele. O pau dele amoleceu e algum tempo depois eu saí. Escorria porra dele pela minha perna. Fomos tomar um banho e meu cú ardia. Ele me pediu que eu vestisse novamente a calcinha e a camisola porque queria dormir com uma menininha na cama. E assim dormimos juntinhos, de conchinha, numa cama de solteiro.
Na manhã seguinte, por volta das dez horas, estava na cozinha fazendo café, quando senti um tapa na bunda dado por Silvinho, que disse:
– E essa bundinha está pronta para levar pinto hoje?
Olhei para ele por cima do ombro e sorri. Imediatamente ele me abraçou me encoxando gostosamente e beijando meu pescoço. Disse a ele:
– Vai para a cama que eu levo um pouco de café para você.
Quando o café ficou pronto, me dirigi ao quarto, mas ao passar pelo quarto dos meus pais que tinha uma cama de casal, vi que ele estava deitado me esperando. Dei-lhe o café e um pão com manteiga que foi devorado em instantes
– Deita aqui que eu quero fazer um nenê. – disse ele.
– Que mania de fazer nenê. Pára com isso.
– Ah é! Então vagabunda vem aqui dar para mim. Quero comer teu cuzinho.
– Ah! Também não precisa esculachar né… – disse eu
– Vai putinha, vem aqui dar pro seu macho.
Deitei ao lado dele e logo ele veio por cima. Disse que estava cansado e a minha bunda doía um pouco, mas ele não queria nem saber. Subiu em cima de mim e ficou me encoxando, chupando e lambendo meu pescoço. Começou a querer a tirar a minha calcinha e vi que não tinha jeito. Somente pedi para ele passar o creme para não me machucar muito. Coloquei um pano por baixo, porque não queria sujar a colcha dos meus pais.
Deitado de bruços ele veio por cima de mim. Achei uma delícia sentir todo o peso dele. Abri as pernas e o pinto dele encontrou o caminho. Dei um gritinho mais de sacanagem do que de dor. Senti aquela pica entrando e estava muito feliz.
Silvinho entrelaçou seus braços com os meus me deixando quase imóvel. Penetrava gostoso e mandava eu rebolar. Ficamos nisso por vários minutos. Ele ora enfiava com força, ora ia devagarinho. Isto, definitivamente mexeu tanto comigo que disse a ele:
– Vai… Mete…Mete… Come minha bundinha. Quero ser tua putinha.
– Rebola minha gostosa…. rebola… Quero te comer todos os dias…. Que cuzinho gostoso… – disse Silvinho
– Ai… eu quero ser tua fêmea… vai meu macho…. me fode….
– Rebola esta bundinha quentinha… vai…. vai minha putinha… vai… que vou gozar… Aiiiiiiii.. Tesão… Aiii… Vou gozar… Vou gozar…
Senti novamente o líquido quente na minha bunda e ele soltou o corpo me fazendo sentir todo o seu peso. Rebolei mais um pouquinho e o atrito do meu pinto com o colchão me fez gozar também. Ficamos nesta posição por vários minutos e quase adormecemos.
De repente, escutamos a voz do pai de Silvinho chamar. Correria geral. Silvinho pôs o short sem cueca mesmo e correu para atender. Eu não sabia o que fazer. Por sorte, ele só queria saber se estávamos bem e Silvinho disse que tudo estava nos conformes e que eu estava no banheiro. Mais uma vez seu pai se despediu e se foi.
Passado o susto, me olhei no espelho vi que ainda estava de brinco, com a gargantilha e se tivesse colocado a roupa de homem e saído para ver o pai de Silvinho não teria como explicar. Ri de mim mesmo. Silvinho voltou e fomos tomar um banho juntos. Parecíamos marido e mulher m lua-de-mel.
Fiz o almoço, recolhi e lavei a louça, varri a casa, arrumei a sala, enquanto Silvinho dormia na cama de meus pais. Por volta das quinze horas uma forte chuva caiu e resolvi ir deitar ao lado dele.
Eram quase seis horas quando acordamos e Silvinho me disse:
– Te quero de quatro agora.
– Nossa menino, você não sossega… – retruquei
– Vai fica de quatro que eu quero te comer.
– Passa o creme…
Enquanto ele se preparava, abri a porta do guarda-roupa que tinha um espelho e posicionei de forma que eu pudesse ver ele me comer. Fui para a cama e ele veio. Ainda sentia apenas uma pequena dor e cheguei a reclamar mas ele disse que não estava sentindo nada e aproveitou para bombar com força. Aquele som pof, pof, pof do púbis dele batendo contra a minha bunda estava bem alto e ao mesmo tempo que sentia seus pelos roçando também na minha bunda. Olhava no espelho e eu estava cheio de tesão vendo-o engatado em mim. Demorou quase uns dez minutos até que gozou. Ainda com o pau dentro de mim, bati uma punheta e não demorou para que eu gozasse.
Mais uma vez fomos tomar banho. Fiz o jantar e na hora de dormir Silvinho me fala:
– Chupa meu pau.
-Ai pára Silvinho. Você já gozou várias vezes hoje. Chega vai.
– Não… quero ver você tomar meu leitinho… vai… vem chupar… Amanhã só temos a parte da manhã para foder. Vai… teu macho quer você.
Diante disso e com o pinto já para fora caí de boca até que gozasse na minha boca. Me fez mostrar para ele a porra na boca e me fez engolir. Desta vez dormimos juntos na cama de casal.
Na manhã seguinte, acordamos perto das onze horas e ele queria me comer. Eu disse que não, porque o pai dele poderia vir a qualquer momento, mas ele insistia. Me agarrou firmemente pelo braço e me jogou na cama. Começou a arrancar a minha calcinha e fiquei com medo dele rasgá-la. Pedi para ele parar, mas parecia fora de si.
Me pôs de frango assado e sem creme no pinto enfiou de uma vez. Gritei e pedi para ele parar.
– Para o quê… Você deu para mim esses dois dias e agora quer que pare. Vamos putinha… vou te foder até gozar pela última vez.
Ele estocava forte dentro do meu rabo.
– Pára … Por favor… Você está me machucando… Não…. Não… Aiii… Aiii… Tira… Tira…
– Que tira o quê… Vai minha putinha faz teu macho gozar.
Tentei relaxar, mas estava doendo da forma que ele estava fazendo. Era meio que selvagem e não sei explicar porque, novamente comecei a gozar do nada. Ao ver ele se entusiasmou mais e acabou gozando dentro de mim.
Quando me deixou livre, corri para o banheiro. Estava com raiva dele. Porque me tratou assim. Ele abriu a porta e entrou comigo no box. Tentava me desvencilhar dele, mas ele novamente me dominou facilmente e mesmo em pé, seu pinto entrou na minha bunda. Ficou socando, socando, socando até gozar.
Esperei ele tomar o banho e aí tomei o meu. Minha bunda ardia muito. Recolhi as roupas de minha irmã e coloquei na gaveta, retirei os brincos a gargantilha, arrumei tudo e ele não estava mais na casa. Olhei pela janela e o vi andando a pé em direção a sua casa. Uma tristeza invadiu meu coração.
Quando meu pai me pegou, passamos pela casa do caseiro e não o vi. Aliás, nunca mais o vi e até hoje sinto saudades daquele pinto.

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