Prazeres no lixão

Esse é um relato verídico, q se passou num enorme lixão q funcionou na baixada Fluminense e foi extinto em 2012.
Pra muitos, pode parecer sujo e até bizarro, mas retrato aqui uma realidade q envolve pessoas extremamente pobres, miseráveis q subexistem do lixo, mas mesmo eles , como todos seres humanos tbm tem prazeres e sentem a necessidade de sexo. Foi ali, entre eles, no meio do lixo, q obtive meus melhores e maiores prazeres sexuais.
Na época ,eu era um 40 tão, branco, grisalho, bissexual discreto, q mesmo adorando uma pica, era tarado por novinhos(as). Durante 12 anos, fui dono de um ferro velho e reciclagem, bem perto do lixão. Era ali q os catadores, iam vender o q conseguiam de valor,como: papelão, ferro, cobre, alumínio etc…
Logo q me instalei ali, em 1998, conheci o Abel, um negro alto e magro, tbm 40 tão, catador de lixo antigo,q morava num barraco dentro do lixão. Eu já vinha reparando nele, por ostentar um grande volume sob seu short fino e surrado. Pra agusar ainda mais meu interesse, Calixto, dono da birosca em frente, tinha comentado comigo q Abel era comedor de viados.
Assim, toda vez q Abel, ia levar suas tralhas pra vender, eu ia agradando ele,oferecendo cigarros, e dando uma graninha a mais pelo q trazia. Certa noite chuvosa enquanto tomavamos conhaque na birosca, Abel, reclamou q teria uma péssima noite, pois seu barraco, chovia mais dentro do q fora. Solidário, e cheio de “boas” intenções, disse q ele poderia dormir no galpão,e ele prontamente aceitou agradecido.
Naquela noite, encorajado pela bebida, ao ver o negão deitado, sobre a pilha de papelão, meti a mão sobre seu short e puxei pra fora seu picão preto. Ele nem podia fingir estar dormindo, pois logo a trolha endureceu na minha mão. Sem cerimônias, com o coração aos pulos, abocanhei a jeba preta melada e fedida. O forte cheiro de macho, agusou o viado dentro de mim e mamei feito um Bezerrão faminto. Depois de uns dez minutos, louco pra tomar no cu, tirei a cueca e fiquei de quatro com o bundão branco e liso empinado. Sem dizer nada, Abel se levantou, cuspiu na chapeletona e socou no meu cu.
Tive q esticar a veia do pescoço e vi estrelas, quando a cabeçona entrou queimando meu anel.
—- aiiii….iiisssss… Devagar porrraaa… Hummm q piroca é esssaaa!

— delícia de cu..toma pica— murmurou ele, me prendendo firme pela cintura, bombando com força.

Com enorme prazer, recebi toda a tora, até o talo, gemendo e rebolando a bunda, até o negão gozar dentro.
Depois disso, tivemos uma longa conversa e selamos ali, nossa amizade colorida.
Abel passou trabalhar comigo e dormir no galpão. Além de salário, cama e refeição, o negão tbm tinha um cu pra comer toda a noite. Ambos estávamos lucrando com nossa relação, e eu queria bem mais.
Abel, por ser antigo no lixão, conhecia a todos e sabia bem o q rolava lá dentro e passou a me contar tudo.
— quem já tá fudendo é a Carolzinha,
filha da Grazi cracuda, disse ele uma vez.

Grazi era uma noiada q catava lixo com
a filha de 10 anos. Sem acreditar q aquela menininha já estava entrando na pica, questionei, ele então revelou ter visto um motorista de caminhão, comendo ela dentro da boleia.
Já de pau duro, pedi pra ele dar um jeito de trazer a menina até ao ferro velho. Naquela mesmo dia, no final da tarde, Abel apareceu com a guria. Ela trazia uma bolsa com latinhas pra vender.
Assim q Abel se afastou, levei a guria pros fundos do galpão. Coloquei as latinhas na balança e disse q só daria 60 centavos, mas q ela merecia bem mais q isso. Ela sorriu, então alisei seu rostinho lindo e sujo, assim como seus pés e mãos descalços.
Seu vestidinho sujo e rasgado, deixava transparecer suas coxinhas magras e duas bolinhas de gude, q eram seus peitinhos florescendo. Deslizei a mão em suas Costinha , desci até a bundinha, e perguntei:
— quanto vc acha q devo dar pra vc?

— hann, vc q sabe!— respondeu, com um largo sorriso.

Já com a mão sob o vestido, alisei a bundinha magra, afastei a calcinha e deslizando o dedo em sua rachinha melada, dei um selinho em sua boquinha, e disse:
— vou te dar 10 reais, mas vc vai deixar eu brincar contigo e guardar segredos. Tá bom assim?

Com os olhinhos brilhando, pela proposta de tanto dinheiro, ela respondeu, eufórica:
— tá bom!

Sem tirar o dedo de sua bucetinha, me sentei, tirei a pica pra fora e sem nenhuma cerimônia, ela foi logo caindo de boca.
O melado escorria de sua xaninha melando minha mão. Cheirei, era porra. Excitado lambi toda a mão. Voltando com o dedo pra buceta, perguntei.
— já deu essa bucetinha hoje pra quem?

— pro tio do caminhão de lixo, ele sempre me dá 5 real— respondeu ,voltando a abocanhar meu pau.

Loco de tesão, deitei ela , tirei a calcinha e cai de língua em sua xotinha melada e fedida, solvendo toda a gosma. Depois cravei minha pica dentro daquela fendinha vermelha e apertada. Meu pau mede 14 ×4cm e entrou fácil até os bagos.
Fudi por uns 5 minutos, beijando sua boquinha e seus peitinhos, depois pedi:
— deixa eu gozar no seu cuzinho!

Com naturalidade, ela se virou de quatro, empinando bem a bundinha raquítica. Abri as nádegas e vi seu cuzinho vermelho piscando. Meti a língua no buraquinho melado e senti o sabor amargo e cheirinho de cocô.
Como na buceta, meu pau melado ,não teve dificuldade de entrar no anelzinho sujo. Enquanto bombava a pica, Carolzinha ,parecendo acostumada a receber picas bem maiores q a minha , gemia baixinho, demonstrando claramente, estar gostando de tomar no cuzinho.
Logo, não deu pra segurar, e enchi seu cu de leite. Assim q tirei a pica, ela saiu lambuzada de merda . Sem nenhum constrangimento, Carolzinha, pegou uma estopa, limpou meu pau, e depois a bundinha e se vestiu.Depois de pegar a grana, saiu correndo, feliz e saltitante.
Depois daquela vez, Carol passou a ir ao ferro velho,quase todos os dias, afim de grana e tbm de pica. Por longo tempo, ela e Abel , satisfizeram meus dois lados. Com o passar dos anos, Abel me apresentou outros caras e tbm meninos, q faziam qualquer coisa por uma graninha. Conto em outra oportunidade.
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