Prazer embaixo do viaduto

13-08-18 4 ★ 4.33

A festa de aniversário da minha irmã estava ótima. Churrasco, muita bebida, mas já ia dar meia noite e eu tinha q ir embora, afinal, além de estar ameaçando um temporal, tinha q acordar cedo pra trabalhar no dia seguinte, segunda feira.
Depois das despedidas e algumas saideira, consegui sair,já debaixo de chuva forte. Era uns 40 minutos, dirigindo até em casa, a chuva se tornou torrencial e a visibilidade era quase zero, nas ruas desertas.
Ao descer um viaduto, vi q a pista tinha se tornado, num rio,e logo me vi boiando a deriva com água até a metade do carro. O motor apagou e entrei desespero, vendo o carro sendo levado pela correnteza, até bater no muro da via férrea.
A energia na rua tinha acabado, a escuridão era total, a água entrava no carro, já cobrindo meus pés. Eu já estava a uns 5 minutos ali, quando vi vultos do lado de fora, eram três homens com água pela cintura,q tentavam me tirar Dalí.
Depois de muito esforço, conseguiram me levar pra parte seca, embaixo do viaduto. Só então saí do carro e muito agradecido,emocionado, apertei as mãos dos meus salvadores.
Eram três moradores de rua, q viviam ali mesmo, num barraco de madeira e lona, sob o viaduto. Havia uma fogueira acessa, única fonte de luz, por ali. Depois das apresentações ( vou chamá-los de: barbudo; negão e gordinho) vi q os três estavam apenas de cuecas, pois tinham tirado as roupas pra entrarem na água.
Eu não parava de agradecer, perguntando o q eu poderia fazer por eles. Então o barbudo, com cara de safado, sorriu e disse:
— tem uma coisinha q vc pode fazer pra nós!

o gordinho sorriu, com a mão sobre o pau, e me disse:

— tira essa calça molhada e bota pra secar, perto da figueira!

Não havia como sair dali, a chuva caia cada vez mais forte. Depois de tirar sapato,meias e a calça,o barbudo, gentilmente os pendurou perto da figueira, e logo o negão, apareceu com uma garrafa de cachaça. Depois de tomar um gole, no gargalo, me ofereceu:

— bebe pra esquentar. A noite vai ser longa!—disse olhando pra minha bunda e coçando o saco, chamando minha atenção, pro enorme volume de sua pica, q parecia estar ficando dura.

Como diz o ditado:"se tá na chuva , é pra se molhar".
Dei uma golada generosa na garrafa, e já entrando no clima da sacanagem, sem tirar os olhos da pica do negão, q já pulsava sob a cueca encardida, perguntei:
— e aí, qual é a coisinha q posso fazer por vcs?

Nesse momento, o baixinho, pegou a garrafa da minha mão, deu uma golada, e alisando minha bunda, disse:
— cê tem uma bunda bonita, bem q podia dar ela pra nós!

Roçando a mão no pau dele, respondi:
— sem problemas, acho q merecem bem mais q isso, pelo q fizeram por mim!

— q bom q vc é compreensivo— disse , o gordinho, já com o dedo no meu cu.

— vamos pra dentro da barraca!— disse , o negão, já tirando a cueca, exibindo seu pauzão preto, enorme ,grosso e cabeçudo.

Sentamos os quatro, dentro do extreito barraco, e fui logo caindo de boca no pau do negão,enquanto quatro mãos nervosas tiravam minha cueca e me faziam deitar de bruços.
Enquanto eu mamava, o gordinho deu um tapa na minha bunda, exclamando:
— porra q bundão lindo. Branquinha e lisinha, como gosto!

— é hoje q tiro meu atraso!—disse o barbudo com o dedo atolado no meu cu.

Logo o gordinho, sentiu ao lado do negão, e me disse:
— chupa meu pau tbm, porra!

Enquanto revezava a boca entre os dois caralhos, o barbudo, caia de língua no meu cu, me fazendo suspirar de prazer.
Depois de alguns minutos, mandou q eu ficasse de quatro, e socou seu pau fino e comprido no meu cu.gemi de prazer, rebolando a bunda, acomodando a pica inteira, até o talo.
— delícia de cuzin gostoso, iissss!- murmurou o barbudo, socando sem parar

— q sorte a nossa , q vc gosta de pica!— disse o negão, sem saber q a sorte era toda minha.

As duas picas, já babavam na minha boca, quando o negão, gritou pro barbudo:
— porra barba, goza logo, tbm quero fuder!

então o baixinho retrucou:
— não fode nego…vou meter antes de vc, arrombar o cu do cara com essa trolhona!

Minutos depois o barbudo, cravou a pica bem fundo e grunhiu:
— toma leite no cu, viado….tô gozaannnddoooooo!!!!!!

Antes mesmo dele tirar a pica, o gordinho já o estava empurrando. Assim q a pica saiu, a porra escorreu por minha bunda. Sem nem mesmo limpar o excesso de porra, o gordinho empurrou a pica no meu cu, ainda aberto. Entrou tudo na primeira estocada. Seu pau apessar de menor, era bem mais grosso, me fazendo gemer mais de prazer do q de dor, sem tirar a boca da picona do negão.
Com a garrafa na mão, o barbudo sentou ao lado e me fez chupar sua pica babada. Solvi toda a gosma sentindo o cheiro e sabor do meu cu, impregnado na cabeça rosada de sua pica.
O tesão do gordinho era tanto, q o safado gozou em dois minutos. Assim que tirou a pica, limpei a gala, com minha cueca, enquanto o negão deitava de pica em riste e pedia:
— vem…senta de cu no meu cacete!

Sentei de costas pra ele, ajeitando o cabeção na entrada e desci devagar. Quando a chapeletona deslizou pra dentro, suspirei:
— hummmm… iissss…delícia de piroca!!!

— vai viado, senta…agasalha minha pica toda, nesse cu!!!

Rebolando e quicando, eu delirava de prazer, até me sentir sentado sobre o sacão preto .
Como tinha feito o barbudo, o gordinho, em pé, na minha frente, colocou a pica babada na minha boca. Depois de fazer a faxina em sua rola, ele me deu a garrafa
Sem parar de rebolar na picona do negro, tomei dois goles.
Me segurando pela cintura, o negão ajudava nos movimentos de sobe e desce, exclamando:
— vai viadão… Mais rápido…soca o cu na minha pica, safado…isso… tô gozaannnddoooooo!!!

Dava pra sentir as grossas veias da rola, pulsando, enquanto jorrava porra no fundo do meu reto.
Saciados e satisfeitos, saímos pra fora da barraca e ficamos ali, bebendo e conversando, por uns 40 minutos, até q a chuva parou. Só então, lembrei de ligar pro seguro, pra vir pegar o carro.
Me deram um prazo de espera, estimado em 50 minutos. O gordinho q tinha gozado rápido, me mostrou a pica dura e disse:
— dá tempo de dar outra foda, nesse cu!

Voltamos os dois pra barraca, onde paguei um boquete rápido no pau dele e depois me deitei de bruços, deixando a bunda bem empinada á sua disposição.
Enquanto o gordinho, socava a rola no meu cu, fungando na minha nuca, os outros dois, assistiam a tudo, bebendo perto da fogueira.
Desta vez, o gordinho caprichou na pirocada. Eu ainda tomava no cu, quando o reboque chegou. No mesmo instante, o gordinho gozou. Tentamos disfarçar, lá dentro, mas o motorista, q conversava com o negão e o barbudo, tinha ouvido nossos gemidos e nos visto pelados, dentro do barraco.
Como minhas roupas estavam do lado de fora, tive q sair de cuecas, e pra piorar, o gordinho, saiu pelado, com a pica semi dura e toda babada.
Tentando manter a naturalidade, me apresentei,como o proprietário do carro, e o motorista,muito discreto, se limitou a guinchar o carro, enquanto eu me despedia dos tres, deixando 100 reais pra eles, como prova da minha generosidade.
Foi só dentro da boleia, q o motorista, com um sorrisinho safado, disse:
—- desculpe, parece q cheguei rápido demais, acho que interrompi alguma coisa!?

Sorri , já de olho na pica do motorista.
Mas esse é um relato pra próxima vez.
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4 Comentários

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  1. Walter

    Adorei; tbm adoraria ser enrabado por 3 homens de uma vez sendo surpreendido por um guincho

  2. Jota

    Tesão de conto. Tenho maior tesão em flanelinhas, pedreiros, policiais bombeiros…..

  3. Anônimo

    Adorei.
    Amo homens simples, trabalhadores braçais, pedreiros, desocupados,biscateiros etc
    [email protected]

    • John Deere,Matador de Veados

      Né veado,daqueles cabras bem imundos e ensebados,você é da mesma patota de veado que escreveu isto,danação pura e a mais abjeta imundície,sei veado..
      Veado,veado,cuidado,estou pelas ruas e a veadagem de vocês vai embora numa enxurrada…