Onde andará, Maycon?

Esse é um conto verídico e por ter acontecido recentemente, por motivos óbvios, resguardo os reais nomes das pessoas envolvidas, no episódio.
Tenho 48 anos, grisalho, divorciado e moro só, num bairro de periferia, no subúrbio do Rio.
Como sempre faço , sempre q chego do trabalho, vou ao bar da esquina tomar uma gelada pra relaxar . Enquanto bebia, sentado na mesa de costume, reparei no garoto q jogava fliper sosinho, na máquina nos fundos do reservado do bar.
Era um garoto lindo, moreninho cabelos longos, parecia um indiozinho. Eu nunca o tinha visto por ali, e fiquei reparando como mexia o corpinho , rebolando a bundinha, enquanto manuseava as manetes do fliperama.Parecendo atraído pelo meu olhar, o menino virou o rostinho me sorriu, e sem nenhum constrangimento continuou a mexer a bundinha, como se estivesse gostando de ser observado.
Além de nós dois e o Augusto, dono do bar, só estava tbm a Creuza, uma coroa " pé de cana"q tomava sua caninha, no balcão , no fim do corredor.
Já excitado, fui até ao reservado, onde tbm fica o mictório. Fingindo interesse pelo jogo, parei atrás do garoto e alisando seus cabelos, perguntei se estava ganhando. Ele virou o rostinho e com um lindo sorriso, com uma voz delicada,disse q sim.
Deslizei a mão em sua cinturinha e fui até ao mictório,q fica em frente a máquina. Propositalmente, deixei a porta aberta, tirei a pica pra mijar, e como esperava, vi o guri, com os olhinhos fixos no meu cacete semi duro.
Fingindo não notar, comecei a mijar, massageando a pica, q logo endureceu. Ao olhar de novo pro menino, ele havia parado de jogar, e me sorria com olhar malicioso

Antes de guardar a pica, balancei na direção dele, retribuindo o sorriso. Assim q saí do mictório, ele se aproximou, e pediu:
— tio, paga uma ficha pra mim?

— claro, qual o seu nome e sua idade?—perguntei, alisando suas Costinhas.

Com sua voz quase feminina, respondeu:
—me chamo Maycon, tenho 11 anos

— vc é muito lindo—disse, já descendo a mão até sua bundinha— vc mora onde?

— tô na casa da minha avó, ela ta aí no bar— respondeu ele, roçando as costas da mão, no meu pau.

Mesmo surpreso, levei o garoto até creuza, e tentando disfarçar, disse pra ela que não sabia q ela tinha um neto tão bonito.

—ele é neto da minha irmã, ela cuida dele, mas como está doente, ele veio passar uns dias comigo.—respondeu.

—posso dar umas fichas pra ele brincar?— perguntei, mantendo minha seriedade.

— ihhh, seu Almeida, facilita com ele não, esse menino é muito interesseiro!— respondeu ela, sem saber q o interesseiro era eu.

Paguei as fichas pro garoto, e mais uma caninha pra creuza. Enquanto ela bebia, fui com Maycon pro fliper. Ali sosinhos, já sabendo q o guri tava a fim de sacanagem, fiquei ao lado,assistindo ele jogar e logo deslizei a mão pra dentro do seu short. Assim q meu dedo tocou em seu "botãozinho" quente e suado, Maycon deu uma paradinha,empinando a bundinha. Meu dedo deslizou pra dentro do buraquinho, e ficamos ali,na maior cumplicidade.
Meu tesão era enorme, eu vigiava o salão, fudendo seu cuzinho com o dedo, enquanto ele, na ponta dos pés, se apoiava na máquina , apertando meu pau sobre a bermuda.
Ficamos assim, não mais q dois minutos, logo alguém entrou no bar, e tive q me recompor, indo sentar a minha mesa.
Enquanto bebia a cerveja, cheirava o dedo, q antes tinha estado dentro do cuzinho
O cheiro era inebriante, delicioso e fazia meu pau pulsar sob a bermuda.
Sem nenhuma noção de perigo, Maycon, fazia sinal do fliper, me chamando pro banheiro. Ele era mais safadinho, do q eu esperava.
Não demorou, Creuza, Chamou o garoto, pra irem pra casa. Maycon, relutou, querendo ficar mais um pouco,mas como eu disse q tbm estava de saída, ele logo saiu do fliper.
Saímos os três juntos, e chegando em frente a minha casa, perguntei se Maycon gostava de mangas, ele disse q adorava, e ao ver a mangueira enorme ,nos fundos do meu quintal, foi logo pedindo pra deixá-lo pegar as frutas.
— se sua avó deixar, vc vem aqui amanhã, q te dou uma bolsa cheia de mangas— disse, como se tivesse pedindo autorização pra creuza, deixá-lo vir.

Naquela noite, só consegui dormir, depois de bater uma punheta sentindo o cheirinho do cu impregnado no meu dedo.
No dia seguinte, logo pela manhã, a campainha tocou, era Maycon, com uniforme da escola. Fui no portão, e como não havia nenhum vizinho fofoqueiro de plantão, rapidamente, o coloquei pra dentro.
Já na sala, perguntei se ele não ia pra escola, e nitidamente mentindo, respondeu , q já tinha ido, mas sua turma tinha sido dispensada.
Já bolinando seu mamilo, peguei sua mão e colocando sobre meu pau, perguntei se Creuza tinha deixado ele vir pegar as mangas.
Com carinha de viadinho sapeca, já punhetando meu cacete, sorriu e respondeu:
— ela deixou eu passar aqui, depois da escola, mas como não teve aula, vim direto, pra gente ficar mais tempo.
Com ternura beijei longamente sua boquinha quente e minutos depois estávamos, totalmente pelados. Por longo tempo, admirei aquele corpinho moreno e lisinho, deitado de bruços no sofá. Massageando suavemente bundinha carnuda de veludo, abri as nádegas e vi o cuzinho rosado piscando. Logo cai de língua no anelzinho, deixando minha pica dura a disposição, dele, q logo mostrou, q sabia bem o q fazer. Sua boquinha quente, agasalhou a cabeça, e começou a chupar gostoso.
Sem presa, ficamos ali, naquela deliciosa felação. Enquanto eu revezava língua e dedos em seu cuzinho, Maycon, tentava engolir meu pau inteiro.
Assim, acabei gozando em sua boquinha, com a língua toda atoladinha seu cu. Pra minha agradável surpresa, o garoto , além de solver toda a gala,continuou mamando meu pau , até as bolas, como uma verdadeira putinha rampeira.
Depois de uma rápida ducha,fomos tomar café. Preparei uma bela mesa, com bolo, biscoitos, pão, queijo, suco de laranja e café com leite.
Enquanto Maycon comia com prazer e gula, perguntei como aprenderá a chupar tão bem uma pica.
Ele sorriu se sentindo lisonjeado, e com naturalidade, falou:
— aprendi com um namorado da minha avó!

— o pau dele era grande?

—- maior e mais grosso q o seu, rsrsrsr!

— ele tbm comia seu cuzinho,?

— uhumm!

— vc já deu pra mais alguém?

— só pra um colega da escola, ele é da oitava série, tem 16 anos.

— tbm vou querer fuder seu cuzinho!

— tá bem…mas vc me dá 2 reais, pra minha merenda amanhã?

— claro meu anjo!

Depois desse breve papo, meu pau , já latejava novamente. Depois de Maycon comer tudo q pôde, o puxei para o meu colo, e mordiscando seu pescoço, disse em seu ouvido:
— vamos lá pra cama. Quero ver se vc guenta pica mesmo!

Depois de uma longa preliminar, com muito beijo na boca e chupaçao , pedi q deitasse de bruços, e coloquei dois travesseiros,sob sua barriga, deixando sua bundinha bem empinada. Seu cuzinho já estava bem laceado, então cuspi na pica, ele olhou pra trás, e abrindo as nádegas com as duas mãos,murmurou:
— vem…mete!

Meu pau mede 16×5cm, e deslizou suave pra dentro do cuzinho quente e apertado.
— isssss delícia de cuzin apertado!!!!!— disse, mordendo sua nuca e bombando a pica.

Todo arrepiadinho, Maycon, rebolou a bundinha,suspirando:
— nosssssa…q pau gostoso…isso, vai, fode…mete tudo!!!!!

Era incrível, ver aquele mulek de apenas 11 aninhos, tão viadinho, tão experiente.
Logo meu saco estalava em sua bundinha. Enquanto eu socava com força, ele gemia de prazer, mexendo a bunda na mesma frequência, em total sintonia, me levando a loucura, de tanto prazer.
— isso viadinho… rebola na pica do seu macho, vou encher seu cuzinho de porra… Vou te fazer um filho!!!

— hummmm… aaiiiii, vai goza…enche meu cuzinho de leite!!!

Foi um dos mais intenso orgasmo q já tive. Devo ter despejado uns 200 ml de porra no cu do mulek. Por longos minutos fiquei sobre seu corpinho, resfolegava exausto e saciado.
Por fim, seu cuzinho arrombado, expulsou minha rola melada de dentro. Meu pau estava lambuzado com uma massa marron de porra e merda.como um bom comedor de cu, não me importei. São ossos do ofício, não foi a primeira e nem seria a última vez. Afinal, o q se pode extrair de um cu, senão,prazer e merda!?
Eu e Maycon namoramos aquela manhã inteira, já era 11:40hs, (hora em q as aulas terminam)quando ele saiu lá de casa, com uma bolsa cheia de mangas e o cuzinho cheio de leite
A noite me encontrei com ele e Creuza no bar. Ela agradeceu pelas frutas, dizendo q Maycon, já havia chupado quase tudo. Aproveitei pra dizer,que ela poderia deixá-lo pegar mais, sempre q ele quisesse, pois ainda tinha muitas.
Dos 8 dias, q Maycon, ficou na casa de Creuza, 4 dias ele foi lá em casa "apanhar mangas". Todas as vzs, saiu de lá, satisfeito, com o cuzinho ardido e esporrado.
Assim como Maycon, tem muitos por aí.
Aí, te pergunto:
"Pq essa sociedade hipocrita, vem me proibir, de dar prazer e carinho, pra um garoto como ele?????
Onde está o abuso,quem seduziu, quem?
Comentem, deixem seus emails.
Faço contato.
Em breve outro conto.

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