O Jornaleiro e eu

04-08-18 Por 2 ★ 3.37

Eu estava no auge dos meus 13 anos de idade. Idade das trepadas gostosas e inconsequentes…

Todos os dias, eu passava em frente à uma banca de jormais. O dono da banca, sempre que eu passava, me dava chicletes e balas. Mas, eu podia notar o seu olhar de cobiça e desejo em mim. Isso de certa forma, satisfazia o meu ego. Imagina um adulto de olho em um garoto de 13 anos… Uau! Isso me parecia algo muito louco, muito além de qualquer coisa que eu pudesse imaginar. E eu comecei a imaginar que aquele homem gostoso me fodia, arregaçava meu cuzinho bem gostoso e gozava dentro de mim, chupava o meu cuzinho, deixava ele daquele jeito…

Um belo dia, entrei na banca e comecei a folhear uma revista gay, e me senti sendo observado. Era ele, que não tirava os olhos de minhas pernas e bunda. Resolvi investir, e puxei discretamente o meu calção prá cima. O cara começou a suar frio e arregalou os olhos prá observar minhas pernas e meu bundão. Dei uma abaixadinha como querendo pegar uma das revistas que estavam embaixo, e o cara quase infartou de tesão. Em seguida, voltei a me abaixar, dessa vez, roçando a minha bunda no pau dele. Aquilo foi demais pro cara, que saiu prá fora da banca prá baixar a porta por fora. Em seguida ele entrou e acabou de baixar a porta. Aí ele tirou o pau prá fora, e pediu prá eu fazer um boquete. Uau, aquele pau era imenso e grosso, muito grosso. Caí de boca naquele pauzão, com alguma dificuldade, mas cheio de tesão que eu estava, dei o meu jeito (rs). Mamei bastante, até que ele pediu prá eu parar, arriou meu calção, acariciou minha bundona, e começou a chupar o meu cuzinho. Gemi de tesão, enquanto sentia a língua dele entrando e saindo de meu cuzinho sedento de pica. Depois de uns 10 minutos só chupando o meu cu e enfiando a língua nele, o cara colocou uma de minhas pernas sobre uma das prateleiras da banca, encostou a cabeça do pau dele no meu cu. Ele foi forçando bem devagar, e fui sentindo minhas preguinhas se abrindo todas prá ele. Enquanto o pau entrava, eu gemia de dor e tesão ao mesmo tempo. Quando ele sentiu que a pica dele estava toda dentro de mim, ele se agarrou em mim, e ficou parado pro meu cuzinho se acostumar. Ao sentir meu cuzinho acostumado, ele iniciou bombadas gostosas e frenéticas no meu cu, tão fortes que eu chegava a ficar na ponta dos pés como bailarino. Ele fodia e eu gemia como uma puta no cio, pedindo mais e mais pica. Ele me obedecia, fodendo cada vez mais forte meu cu. Em dado momento, ele tirou a pica, e se sentou na cadeira, pedindo prá que eu me sentasse na jeba dele. Fiz o que ele me pediu, me sentando bem devagar, sentindo a pica dele entrar centímetro por centímetro no meu cuzinho faminto. Ao sentir minha bunda nas bolas dele, comecei a cavalgar como uma amazona louca, pedindo pica e gemendo, ditando o ritmo da nossa foda gostosa. Ele só gemia, me deixando ditar o ritmo da foda, que ficava cada vez mais gostosa. Em dado momento, virei meu rosto, recebendo um beijo de língua dele. Aquilo foi demais prá nós dois, pois ele gozou fartamente no meu cuzinho esfolado e arregaçado, e eu gozei sem nem tocar no meu pau, lançando jatos e mais jatos de porra à distância. Fiquei ali quietinho até sentir o pau dele murchar e sair de dentro de mim. Depois desse dia, sempre que eu passava ali, eu dava a minha bundinha pro jornaleiro. Que fodas maravilhosas…

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2 Comentários

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  1. tio sacana

    que delícia aos 13 eu já dava assim também…como era bom. meu telegram Titio Zeca

  2. John Deere,Matador de Veados

    De novo você com essa conversa veado?
    Né veado,tá na veadagem desde cedo,já deve ter pego o bicho da goiaba,agora está por aí espalhando ele não?
    Cuidado veado,estou pelas ruas e vc já sabe o que vai acontecer se não parar com a veadagem…