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Inesquecível

15-08-18 Por 5 ★ 4.88

Meu nome é Selma Letícia, tenho tenho 24 anos, moro no Sergipe e vou contar sobre o quanto sou apaixonada por um homem desde sempre. Quando era mais nova eu morava com minha mãe Vilma, meu irmão Santiago, minha tia Valeria, três primos: Kelvya , Kennedy e Kaliane, meu avô Valmor e minha avó Zefa. Minha mãe e minha tia, trabalhavam de auxiliar de serviços gerais em uma industria da cidade, meu avô era metalúrgico, e eu, meu irmão, e meus primos estudávamos.

De todas as crianças, eu e meu irmão eramos os mais novos. Meu irmão é dois anos mais velho do que eu. Dos meus primos, Kelvya tinha 13 ou 14 anos, Kennedy, tinha 12, e Kaliane uns 10. Nos eramos como irmãos, crescemos juntos, cheios de brigas, confusões, brincadeiras, um protegendo o outro, e é claro, um pouquinho de sacanagem, só pra variar!

Quando passei a estudar de manha, na parte da tarde, ficava com meus primos, meu irmão, e minha avó cuidava da gente, a casa era grande, um quintal enorme, onde brincávamos, e corríamos a tarde toda. Em uma determinada hora, eu entrava, tomava banho e, ia ficar assistindo TV com minha avó ou meus primos ate nossos pais chegarem para jantarmos, e Kennedy, meu primo, sempre acariciava meus pés ou minhas pernas. Eu amava, ele fazia cocegas, dava beijos, massageava, eu chegava a dormir de tão bom que eu achava. Kennedy era bem mais velho que eu, tinha o dobro da minha idade, eu era boba de tudo, não tinha referencia para maldar aquela atitude dele, pra mim, era normal, porque desde que me intendia por gente, Kennedy fazia aquilo!

Teve uma vez que nos estávamos almoçando na varanda de casa em uma mesa dessas de madeira grandona, tipicas de xácara, com bancos inteiriços, compridos de madeira. Eu encostei no meu avô, e estiquei as pernas, colocando os pés no colo de Kennedy, e ele fez o que ele sempre fazia: Começou a fazer cocegas, passar a mão, massagear… Até que minha mae viu! Me lembro como se fosse hoje: Ela deu uma bronca nele, disse pra ele parar de fazer aquilo, que era saliência, indecência, que ele era homem, e isso não se fazia, e bla bla bla… Foi uma confusão, minha vó entrou no meio, e minha mãe e minha tia foram conversar la dentro de casa. E eu, fiquei na mesa, assustada, com uma sensação estranha, não intendia o que estava acontecendo.

No outro dia, minha mãe me chamou pra conversar, me fez umas perguntas estranhas, queria saber se "alguém já tinha tocado na minha perereca"… Enfim, eu nem me lembro o que respondi. Dessa cena, só lembro da minha mãe me dizendo que se alguém me tocasse "naquele lugar" era pra eu falar pra ela! Eu acho, que no sábado, minha mãe me levou no médico. Não me lembro direito quanto tempo se passou entre nossa conversa e ela me levar ao médico, pela minha vaga lembrança, creio que foi um intervalo de uma semana, mas enfim…

O que importa é que foi uma experiencia marcante, disso, eu lembro perfeitamente: Fomos no hospital, minha mãe conversando com uma médica em pé, e eu sentada em uma maca. Minha mãe chorou discretamente desabafando com a médica, ela consolou minha mãe dizendo algo que não intendi. A medica veio em minha direção, começou a conversar comigo, tirou meu tênis e eu fiquei em pé na maca. Minha mãe pediu pra eu tirar a calça que eu iria fazer um exame. A medica, me acalantava dizendo que não ia doer e, me deu um ursinho carinhoso que tinham umas luzes piscando na barriga. Eu deitei na maca apenas de blusa, sem short e sem calcinha, e a medica começou a olhar pra minha xoxota com um óculos que tinha uma lanterna. rsrs Ela mexeu um pouco, abriu, eu senti uma mão fria, mas depois foi esquentando. No começo eu achei estranho, mas depois, tive uma sensação esquisita, nem boa, nem ruim, sei lá… Inexplicável. Não posso dizer que fiquei excitada, mas talvez aquilo tenha sido o inicio de tudo.

Depois fomos em bora, e minha mãe parecia bem mais tranquila, aliviada, porem, não falou mais nada sobre isso, era como se nunca tivesse acontecido. Ao voltar para casa, tudo voltou ao normal, mas Kennedy não me acariciava mais! Eu fazia o que sempre fiz: Deitava no sofá, e colocava meus pés sobre ele, porem, ele saia rápido. Eu queria tanto, eu gostava do carinho, não tinha prazer sexual, erótico naquilo, mas eu gostava de um jeito inocente… Era como um cafuné ou uma carica nas costas, me fazia bem!

De tanto eu tentar e Kennedy recuar, teve uma vez que a gente voltava da escola, e eu perguntei o porque que ele não fazia mais cocegas em mim, ai a Kelvya, (minha prima mais velha, irma do Kennedy) respondeu: "Larga de ser assanhada, Selma. Ele não fez mais porque sua mãe fez aquele barraco naquele dia, e minha mãe bateu nele!"

Eu não intendia o porque daquele drama todo, e questionei: "Mas porque?"

Kelvya com um tom debochado autoritário me respondeu: "Porque isso é coisa de namorado. Só adulto pode fazer!" E começou a rir com os irmãos… Meu irmão, concluiu dizendo que se ele visse Kennedy me bulindo de novo, era pra ele contar pra minha mãe! Eu sempre fui meio desaforada, e retruquei, dizendo: "Pode contar, num to nem ai, eu gosto!" Nesse momento, todo mundo começou a gritar: "Uhuuuul, viiiiishhhhh, viiiishhhh…"

Depois disso, acho que se passaram uns 15 dias, e meu avó foi ajudar minha tia a buscar um guarda roupa que ela havia ganhado de uma amiga do trabalho. Foi minha tia, minha mãe, e meu avó para pegar esse tal guarda roupa. Eles foram de carroça, ate hoje não sei direito o que aconteceu, mas o que importa, é que teve um acidente, meu avó caiu da carroça, o cavalo deu um coice nele, minha mãe tentou segura-lo, caiu no chão, e o guarda-roupa caiu em cima dela, enfim… Foi uma merda! Meu avo ficou três meses no hospital, minha mãe, ficou 5 meses parada, fez umas 3 cirurgias, foi terrível!

Foi mal contar isso, mas era necessário para que entendam a ordem cronológica dos fatos. Enfim…

Nesse período nossa rotina mudou bastante, no primeiro mês, minha tia e minha avó revesavam para ficar no hospital com meu avô e minha mãe, sendo assim, ficamos meio largados. Ficávamos a tarde toda sozinhos, porque minha vó ficava no hospital, e minha tia trabalhava, sendo assim, Kelvya "cuidava" da gente. Coloqueis aspas em "cuidava" porque ela ficava na rua o dia todo com as amigas, e quando tava em casa, levava homem pra foder nos fundos do quintal ou no banheiro. Vi por diversas vezes ela trepando com uns meninos do colégio ou com um tapeceiro que fazia sofás no final da nossa rua, mas enfim… Essa é outra história!

Em um determinado dia, minha avó chegou do hospital cansada, foi dormir e, nós ficamos na sala assistindo TV. Eu ja tinha ate esquecido dos afagos de Kennedy nos meus pés e pernas, ele nem sentava mais no mesmo sofá que eu, fazia questão de ficar o mais longe possível… Mas nesse dia Kelvya me chamou para sentar no lugar dela, justamente ao lado de Kennedy. Ele ate se assustou, questionou a atitude da irmã, mas ela afirmou com um tom de deboche: "Relaxa garoto, ninguém vai saber mesmo. A vovó ta dormindo! E se o Santiago falar alguma coisa, a gente tranca ele la fora pra dormir com os morcegos! Vem Selma, senta aqui com o Kennedy!" Já se levantando e me chamando pra ficar no lugar dela.

Eu fui, coloquei meus pés sobre ele, e Kennedy retomou sua manifestação de carinho, meio discreto, desconfiado, mas… Desse dia em diante, as coisas voltaram como era antes: Todo dia meu primo se atrevia a bolinar minhas pernas e pés. Quando estavam todos os primos na sala, ele era mais discreto, porem, quando estava só a gente, ele era mais ousado, queria recuperar o tempo perdido: Beijava, lambia, mordia, chupava meus dedinhos, minhas solas, meu calcanhar… Elogiava, dizia que meus pés eram lindos, cheirosos, macios, pequenos, delicados, enfim… Nossa, eu amava. Que sensação deliciosa! Fizemos isso por um ano, ou mais… Meu avó melhorou, minha mãe, idem; desencanou do lance do Kennedy ter me bolinado, acho que ela ate esqueceu, enfim… De volta a minha rotina!

Um tempo se passou, e mais uma vez, eu vi Kelvya trepando com um namoradinho dela no quintal la de casa. Ela estava de vestido, no colo dele, cavalgando desesperadamente, enquanto o cara dizia pra ela "não falar alto", os dois riam estéricos, entre gemidos e múrmuros reprimidos de prazer, tentando não fazer barulho, eu notei algo estranho, fui espreitar e, o cara me viu, eles levaram um susto, e eu sai correndo. Kelvya veio atras de mim, achando que eu ia contar pra minha avó, eu nem sei se ia contar ou não, eu só corri… E ela veio me dizer que não era pra contar pra ninguém que aquilo era coisa de adulto, que o cara era namorado dela, e que namorados faziam aquilo! Eu ri, e não dei a minima… Mas depois fiquei pensando qual era a relação entre o que ela estava fazendo com o cara, e o que o kennedy fazia comigo. Porque ela havia dito antes que o que Kennedy fazia comigo também era "coisa de namorado".

Mais trade, quando vi a Kelvya,questionei qual era a semelhança entre as atitudes, e ela me disse que eu estava sendo sonsa, que provavelmente, eu ja tinha sentido como o Kennedy ficava quando me massageava, fazendo uma referencia ao pau dele duro. Mas eu não fazia ideia, juro por Deus! Na época, quando ela me disse, eu fiquei sem entender, me confundiu ainda mais, então eu insisti, perguntando: "Como assim?" Kelvya estava com pressa pra sair, pra variar, provavelmente ia dá pra outro em algum lugar, e bem sem paciência, querendo se livrar de mim, ela respondeu: "O pinto dele, garota… O pinto dele fica duro, e depois ele vai se aliviar no banheiro, é isso, tchau!" Virou as costas e foi em bora!

No mesmo dia, quando fui deitar ao lado de Kennedy, era por volta das 16h, só estava eu, ele, e Kaliane na sala… Meu primo começou a massagear meus pés com o mesmo empenho de sempre, passaram-se uns dez minuto e eu perguntei cochichando, apenas de curiosidade: "Kennedy, seu pinto ta duro?" Ele me olhou assustado, olhou para a irma para ver se ela estava olhando, e só balançou a cabeça positivamente com um sorriso cheio de segundas intenções.

Nesse momento, minha avó deu um grito na Kaliane porque ela não tinha lavado a louça e enchido as garrafas com água para por na geladeira. Kennedy se assustou, Kaliane foi ate a cozinha, ficamos sós, e ele começou a esfregar as solas dos meus pés por cima da bermuda dele. Eu senti uma coisa dura, rígida, roliça, fiquei curiosa… Tentava pegar com meus pés, mas a bermuda não permitia. Kennedy percebeu meu súbito interesse, se aproveitou da minha curiosidade infantil e tirou o pau pra fora, nossa, que sensação incrível. Eu me surpreendi, mas quando eu senti a textura do caralho dele nas solas dos meus pés, de imediato, tive a certeza de que fiquei precocemente excitada pela primeira vez, eu fiquei com um fogo, meu coração batia forte, a adrenalina foi a mil, mesmo sem saber direito do que se tratava, queria que aquele caralho me possuísse por inteira… Eu não sei se é porque eu era pequena, e quando se é criança tudo parece maior do que realmente é, mas o pau dele era grande, dava quase dois dos meus pesinhos. Era lindo, vermelho, com umas veias protuberantes que sugeria força. Viril, duro feito rocha. Ereto, parecia um mastro! Latejava na solinhas dos meus pés, parecia um coração palpitando forte. Dava pra sentir o contorno das veias que marcavam aquele caralho quente… Tão quente que parecia que as veias acentuadas do caralho de Kennedy iam me queimar em brasa e deixaria marcas nas solas dos meus pés. Eu estava curiosa, ficava explorando o pau dele com as solas, e ele ia me direcionando meio afobado, percorrendo o caralho por toda a extensão dos meus pés. Eu fiquei excitada, mas não sabia direito de onde vinha, como me expressar, ou exteriorizar o que estava sentindo. Algo me dizia para continuar, e continuamos…

Desse dia em diante, toda vez que tínhamos oportunidade fazíamos umas sacanagens. Kennedy, chamava de "Chamegar".

Ele foi me ensinando o caminho, passou a bolinar minhas pernas, minhas bunda, e claro, minha boceta… Me siriricava de um jeito tão profano, gostoso, indecente, que eu rebolava no dedo dele sorrindo de satisfação, implorando por mais. E eu, num era nem louca de falar nada pra minha mãe que meu primo "mexia na minha perereca"! Deus me perdoe, mas eu amava ser bolinada por Kennedy…

Amava cada toque, cada caricia, a textura da mão dele me violando, suas unhas mal cortadas arranhavam minha virilha, minha bundinha… Minha bocetinha se alagava em mel só em vê-lo. O jeito que ele me pegava, e como se aproveitava de mim, me seduzia com carinhos inocentes e depois violava cada centímetro do meu corpo. Quando ele chupou minha xoxota pela primeira vez… Nossa, pqp, nem sei o que dizer, foi incrível. Eu fiquei alucinada: Não sabia se ria, se chorava, se gemia, se gritava! Aquela sensação foi infinitamente melhor do que qualquer outra coisa que eu já tinha sentido antes, a pouca barba que ele tinha roçando na parte interna da minha coxa, a linguá quente, molhada e estérica lambendo minha xoxota, a respiração ofegante na minha barriga, o queixo dele quase encostava no meu cuzinho, o movimento que a boca dele fazia em mim enquanto me chupava, o jeito com que ele arreganhava minhas pernas para me lamber bem fundo, eu rebolava na boca dele feito uma louca, ficava fissuradinha com Kennedy me deflorando. Era novinha, mas sentia prazer de mulher… Claro que depois fui amadurecendo, no entanto, ate lá, à cada descoberta eu ia ficando mais assanhada, mais saliente, mais atrevida, desejando que ele ultrapassasse algum limite que nem eu mesma sabia qual era. Quando terminava, eu ia pro quarto, com a boceta quente, me perguntando o que mais faltava descobrir, o que Kennedy me mandaria fazer no outro dia, e isso me deixava mais excitada ainda, e eu me masturbava bem quietinha, rebolando no travesseiro, completamente tomada pelo desejo depravado de ser possuída pelo meu primo no dia seguinte.

Quando Kennedy começou a esfregar o caralho em mim, eu comecei a entender o porque Kelvya gemia tanto quando "chamegava" no quintal com o seu namorado. Nos fundo da nossa casa tinha um fogão de lenha, Kennedy me colocava em cima, tirava minha calcinha, meu chinelo, me fazia punheta-lo com os pés, com as mãos, depois ele mordia minhas solinhas com bastante tesão, ia descendo beijando e lambendo minhas pernas ate chegar na minha xoxota. Nossa, era incrível, a língua dele explorou cada pedacinho meu! Ele me chupava com um apetite voraz arreganhando minhas pernas, desafiando minha flexibilidade, segurando os meus pés, depois, ele esfregava o caralho na minha bocetinha fazendo bastante pressão, fazia menção de que ia me foder forçando meu cabaço, eu me assustava, gemia, e ele me olhava nos olhos, sorria, e recuava…

Hoje sei que ele não me fodia porque tinha medo, mas se eu pudesse voltar atras, eu ia implorar pra ele me foder bem gostoso, meter aquele pau delicioso bem la no fundo do meu ser.

Kennedy me colocava de quatro, dizia: "empina pra mim!" Eu arrebitava a bundinha, e ele esfregava o caralho em mim com bastante vontade ate gozar nas minhas costas, barriga, nádegas ou nas solas dos meus pés. Eu adorava sentir aquele pau latejando entre minhas pernas, me lembro até hoje da sensação do atrido do pau dele polindo minha bocetinha com força, aguçando meu desejo me deixando mais fogosa do que nunca… Era quente, minha xoxota ardia, coçava, se alagava em mel, eu ficava tremula, tinha calafrios, me arrepiava dos pés a cabeça, meus mamilos formigavam, e eu ficava bem dengosinha só esperando ter o meu corpo banhado por porra quente! Na primeira vez que ele gozou, achei nojento, mas depois, eu adorava sentir a temperatura do gozo dele no meu corpo, seja lá onde fosse. O pau dele era lindo, eu amava… Sei que parece loucura, porque eu era nova de mais, muito precoce, porem eu adorava pegar, olhar, por a boca, babar ele todinho, lamber, chupar, sentir ficar duro nas minha mãos… Kennedy gostava de me pegar de quatro, mas eu, gostava de ficar no colo dele e rebolar minha boceta naquele pau grosso ate eu ficar toda esfolada, minhas costas doíam de tanto eu rebolar no caralho dele. Kennedy segurava minhas cintura com força, me pressionando contra o pau dele, arreganhando minhas nádegas com aquelas mãos ásperas e catucando meu cuzinho… E quando ele ficava em cima de mim? Nossaa, eu amava sentir aquele peso sobre meu corpo, a respiração ofegante no meu cangote, a força que ele tinha e me dominava, o jeito que me olhava… Deus me perdoe, mas eu com dez ou onze anos, amava desesperadamente ser a putinha do Kennedy! Ficava totalmente ouriçada com ele, eu o via e minha bocetinha ja batia palma!

Melhor do que por os pés no pau do Kennedy, foi por a boca. Se uma mulher tiver duvida de sua heterossexualidade, basta chupar um caralho bem bonito, saboroso… Se a virilidade de um pau latejando dentro da sua boca não for o suficiente para te deixar ensopada dos pés a cabeça, pronto, você já sabe que é lésbica. No começo, acredito que é normal ter nojo, mas depois, quando você pega gosto pela coisa, não importa a idade que tenha, provavelmente, você vai se excitar, ficar molhadinha, com a boceta alagada, e o desejo inquieto que não passa, não cessará, e você vai gozar muito só de imaginar aquela prazerosa sensação novamente. Seu corpo arde em chamas, e as gemidas que ele dá torna tudo mais libertino, selvagem, prazeroso, te fazendo escrava de um eterno boquete, quente, molhado, feito com muito amor, empenho e dedicação.

Com o tempo, minha avó foi ficando surda, ela ouvia a televisão bem alto, e colocava uma poltrona bem na frente da TV… Parecia que ia entrar na televisão de tão perto…

Eu tinha uns onze/douze anos, Kennedy trabalhava, e a gente "namorava escondido". Quando ele chegava, por volta das 17:30/18:00 horas, minha mãe e minha tia não tinham chegado do trabalho; só ficava eu, ele, meu irmão no quarto, Kaliane na rua, Kelvya no trabalho, meu avô idem, e minha vó com a cara na televisão. Kennedy já chegava cheio de tesão pra me dar, louco pra se aproveitar de mim… A gente sentava no sofá atras da minha vó, eu pegava minha coberta, ja o esperava com um vestidinho de dormir dos Bananas de Pijamas, de banho tomado, pés limpinhos, toda cheirosa, do jeito que ele gostava, e com minha avó na sala, Kennedy fazia de mim a puta dele: Começava beliscando meus peitinhos, que antes de dar sinal de vida ele ja chupava. Me beijava cheio de tesão, e eu ja me arreganhava toda. Ele não perdia tempo, e ja violava minha xoxota me siriricando com a destreza de sempre deixando minha calcinha toda babada. Tirava aquele caralho suado depois de um longo dia de trabalho de dentro da calça, esfregava nos meus pezinhos e me colocava pra mamar segurando meus cabelos com firmeza… Eu chupava, lambia, babava, lacrimejava, engasgava, e Kennedy murmurava, sorria, e bolinava minha bunda com aquelas mãos ríspidas gostosas de abusador. Depois ele tirava minha calcinha, colocava no bolsou, me pegava com força, me colocava em seu colo, e eu esfregava minha jovem bocetinha magrela naquele caralho grosso, gostoso, cheio de veias tesudas… Eu rebolava feito louca, enquanto ele me despia por inteira, as vezes, me deixando completamente nua, com nossa avó na sala. Kennedy me beijava apaixonadamente, um beijo quente, erótico, molhado, puxava meus cabelos, arranhava minhas costas sutilmente, chupava meu pescoço, meus peitinhos que quase sumiam entre seus lábios, agarrava minha cintura com força me fazendo rebolar ainda mais, arreganhava minhas nádegas, explorava meu cuzinho com os dedos, acariciava toda a extensão das minhas pernas até repousar suas mãos nas solas dos meus pés. E quando tinha qualquer barulho, a gente parava na hora, eu ia pro outro lado do sofá, punha a coberta, e fingia que nada tava acontecendo. Eu amava o perigo, a adrenalina, a safadeza, saber que minha avó estava ali na sala me estimulava ainda mais ao proibido … Por diversas vezes minha mãe e minha tia chegavam do trabalho, a gente se assustava com o barulho do portão, tinha que disfarçar, e eu estava sem calcinha, toda gozada, babada, com cheiro de porra, com a bocetinha quente de prazer… Minha virilha tinha marca das chupadas de Kennedy. Minhas nádegas, tinham marcas de suas mãos rudes. Nas solas dos meus pés, tinha o sinal das mordidinhas que ele me dava. Na minha boca, gosto de porra. Meus peitinhos, doloridos, cheios de saliva que umedeciam minha roupa de dormir, mas mesmo assim, eu cumprimentava minha mãe como se nada tivesse acontecido, e eu amava esse aventura! Tudo me excitava, cada sensação, sentimento, caricia, ordem, o perigo de faze-lo gozar com minha avó bem ali, quando íamos para o quarto ou banheiro de mansinho pra ele abusar de mim… Nossa, que saudade!

Quando terminava, eu ficava esperando o próximo dia pra aproveitar mais um pouquinho, mas no ápice do meu prazer juvenil, aos 13 anos, quando a tendencia era melhorar, quando eu ja tava doutrinada, e totalmente entregue ao Kennedy, meus primos foram em bora para outra cidade… Kennedy, não tirou minha virgindade, fui me dar conta que eu queria muito isso com 15 anos de idade. Quando amadureci, e percebi, o quanto eu vacilei, como eu podia ter aproveitado mais, implorado para ele me foder com força, bem gostoso, apos ter chupado minha bocetinha. Só Deus sabe o quanto desejei na minha adolescência que Kennedy voltasse e fizesse amor comigo enlouquecidamente, se aproveitasse de mim com bastante carinho e vigor, de um jeito que só ele sabia fazer. Me masturbava deliciosamente imaginado meus pés masturbando o caralho dele novamente, sentido todas aquelas sensações de antes. Almejava ser deflorada por ele todos os dias, me siriricava beliscando os meus seios do mesmo jeito que ele me ensinou a fazer. Me esfregava em cobertas, almofadas, travesseiros, idealizando seu caralho poderoso me fazendo gozar.

Mas para Kennedy, aquilo foi apenas uma brincadeira, algo efêmero, fugaz, sem importância. Tentei falar com ele uma vez, e ele disse cochichando, tentando fugir do assunto, que "Aquilo foi coisa de criança!" Nossa, nesse dia eu chorei tanto, fiquei tão triste, deprimida, arrasada que achei que iria morrer! Kennedy se casou, e não dá a minima pra mim, mal me olha nas festas familiares sazonais! No meu ponto de vista, foi algo genuíno que mudou a minha vida, e que por um momento, me deu muito prazer, mas, a longo prazo, me fez refém de uma maneira se sentir prazer que ate hoje não encontrei nada igual. Aos 24 anos só gozei de verdade 2 vezes com outro homem! Perdi minha virgindade ao 18 anos com um vizinho, porque não aguentava mais ficar na siririca, porque apos Kennedy ir em bora, não interagi com mais ninguém. Fui beijar outra pessoa com 16 anos! Eu achava, que sexo, teria todas aquelas caricias, preliminares, afagos, afeto, que Kennedy atribuía à mim. Eu acreditava que todo homem gostasse pés assim como Kennedy, que isso era uma coisa comum na hora do sexo, mas não! Quando perdi a virgindade, acreditei que seria beijada por inteiro, que ele se aproveitaria de cada centímetro do meu corpo me dando muito carinho, faríamos muita sacanagem, que me usaria até não sobrar mais nenhum prazer pra sentir, mas num foi nem perto disso… Apenas deitamos, sem o minimo de romantismo ou sedução, ele ficou em cima de mim, me penetrou, não durou 10 minutos, e gozou. Fiquei tão decepcionada, que fui transar de novo com alguém só com 21 anos, foi melhor, mas não se compara com as experiencias que tive com Kennedy, e muito menos com as experiencias que criei.
Atualmente Kennedy tem 2 filhos, esta no segundo casamento, e eu sou completamente apaixonada por ele. Chorei tanto quando ele se casou pela primeira vez, que quase desidratei. Nos vemos no natal ou ano novo, ele nem me segue nas redes sociais, não curte minhas fotos, nunca comentou em nada meu. Eu sigo ele, e ate a ex-mulher dele… Morro de ciumes e inveja delas, foda-se! Não tem o que me faça esquecer do que vivemos, posso viver um milhão de anos, posso passar por guerras, desastres naturais, apocalipses zumbis, mas jamais esquecerei dos toques de malicia que começaram nos pés e, terminaram me deixando completamente envolvida de amor, luxuria, prazer e um desejo insano de fazer tudo novamente.

Meu irmão também não é santo, fodeu Kaliane, eu vi, foi no ano novo. Mas isso, é outra história! Atualmente, meu irmão tem uma filhinha linda. Ainda bem que eu não tive filhos, porque na nossa família, primos só fazem putaria juntos! Kelvya, atualmente, tem cinco filhos de três pais diferentes, e uma dessas filhas, já da pra ver que vai ser bem danadinha quando crescer. Meus avós estão bem, fortes, e palpiteiros como sempre. Minha mãe não imagina as putarias que fiz com meu primo, porque se ela soubesse, surtaria, e com toda certeza, mataria o Kennedy. Minha tia Valéria se casou novamente com um cara que tem quatro netos e, moram todos juntos, eu aposto, que Kennedy tem um puta tesão nas menininhas, a final de contas: Os bons hábitos nunca mudam!

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5 Comentários

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  1. Sill

    Nossa, que conto excepcional, bem realista e detalhado, tem coesão e coerência. Amo contos longos, com histórias plausíveis, interessantes e instigantes. Esse é o meu favorito, com certeza!

  2. Daniel Coimbra

    Nossa! O que falar desse conto? Simplesmente incrível, sensacional, maravilhoso. Uma carga de erotismo e sedução que me fez ficar com o pau latejando.
    Parabéns!
    Contos assim podem salvar o site.

  3. MTh

    Simplesmente sensacional. Show!!! Adorei. 🙂

  4. Verônica

    Muito bom sua história cheia de detalhes. Era p vc ter dado a ele, deixado ele meter gostoso na sua bucetinha. Esse desejo reprimido pode ter te deixado marcas profundas

  5. Anônimo

    Conto show adorei. Me passa seu contato. Trocar experiências