Filhas da vizinha

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Olá leitores, após ler alguns contos com histórias deliciosas, criei coragem para levar até vocês alguns fatos reais sobre minha vida. Se alguém se ofender com sexo que envolva menores, por favor pare de ler agora. Para quem curte uma novinha, espero seus comentários.
Tenho 32 anos, moro em uma cidade grande. Sou separado há pouco mais de 1 ano. Quando nos casamos viemos morar em um condomínio do chamado minha casa, minha vida. Um condomínio popular, onde basicamente moram pessoas que vivem do trabalho diário.
Logo minha ex esposa fez amizade com a vizinha do apartamento ao lado. Esta vizinha é separada e vive com 2 filhas pequenas. O que vou narrar é o que está acontecendo com uma destas meninas, que aqui vou chamar de Bruna que tem 10.
Quando eu estava casado, era comum minha vizinha sair a noite e deixar as meninas com minha esposa. Eu não gostava muito disto, mas vejo que o destino já estava me ajudando. Enquanto a vizinha saia a procura de machos, eu e minha esposa tínhamos que cuidar das meninas. Isto me incomodava pois achava um absurdo ter que ficar de babá para duas pirralhas. No começo eu não tinha muito contato com as meninas, preferia ficar no meu canto. Até que uma noite eu vi as duas peladinhas tomando banho. Foi assim: Minha esposa colocou as duas no banho e neste momento o telefone tocou, era minha sogra que estava doente. Enquanto falava com a mãe dela, minha esposa me pediu para ajudar as meninas no banho. Fiz cara de contrariado, mas por dentro eu estava interessado em ver as duas peladinhas.
Ao entrar no banheiro elas estavam lindas, ensaboadas e brincavam. Abri um pouco o Box e fiquei olhando todos os detalhes daquelas duas princesinhas. Bundinhas redondinhas, e bocetinhas fofinhas. Tive que disfarçar minha ereção. Pedi para elas tirarem a espuma do corpo e depois desligarem o chuveiro. Dei as toalhas e aí veio um pedido:
– Tio me seca (falou a Bruna).
Tirei ela do box e comecei a passar a toalha naquela delicinha de menina. Quando estava secando a bocetinha eu perdi o controle e passei minha mão sem a toalha. Vi que a menina me olhou séria e depois deu um sorrisinho safado. Depois repeti a passada de mão na bundinha. Apertei e ela voltou a sorrir para mim.
Deixei ela se vestindo e sequei a pequena. Passei a mão nela também.
Depois deste dia, comecei a ver as meninas de forma diferente. Um tesão incontrolável tomou conta de mim.
Eu já não reclamava da presença delas em casa. Passei a elogiar e dar pequenos presentinhos.
As meninas estavam adorando ficar na minha casa.
Nestes dias eu castigava minha ex… transava com força. Sempre pensando nas menininhas. Eu fazia questão de gemer alto, para elas ouvirem.
Até que a separação veio. Minha esposa foi embora para outra cidade e eu fiquei morando sozinho. Nas primeiras semanas eu não vi mais as meninas. Pensei até que a vizinha tinha arrumado outra “babá”. Até que em um sábado a tarde o interfone tocou, era a vizinha perguntando se eu poderia ficar com as meninas naquela noite, porque ela tinha que sair. Respondi de forma fria que sim, eu ficaria com elas.
Por volta de umas 20:00 hs elas chegaram. Já estavam vestindo pijamas.
Minha vizinha agradeceu e saiu. Vestida igual uma puta de rua. Mas isto não é problema meu.
Coloquei um filme infantil e ficamos assistindo. Pedi pizza e servi para elas.
Umas 22:30 as duas estavam dormindo no sofá.
Peguei a menor e coloquei na minha cama. Abaixei seu pijama e sua calcinha. A menina parecia desmaiada. Passei minha língua na bocetinha e chupei com carinho. Acho que podia ter feito mais coisas com ela, mas eu queria a Bruna. Fui para a sala e me deitei com a Bruna no sofá. Lentamente coloquei minha mão na sua bocetinha. Quentinha e fofinha. Fiz carinhos com meus dedos sem forçar. Depois chupei a menina. Ahhh que delicia. Bocetinha infantil, cheirosa e um sabor delicioso. Nesta chupada eu me empolguei e sem eu perceber ela acordou. Eu estava chupando quando levantei os olhos e vi que ela estava acordada.
Tremi de medo. Pensei: Agora fudeu tudo.
– O que o senhor está fazendo ? – Perguntou Bruna
– estou fazendo carinho em você
– mas aí ?
– É… não tem nada demais têm ?
– não
Me deitei com ela e ficamos de conchinha. Meu coração parecia sair pela boca. Eu tremia todo, num mix de sensações que misturavam medo dela contar para a mãe, vontade de comer aquela menininha, desejo pelo proibido etc.
Ficamos calados por alguns segundos. Eu pensava o que iria falar para a Bruna para pedir segredo absoluto. Mas nem precisou, após um silêncio ela começou a falar:
– Tio faz mais
– fazer o quê princesa ?
– Aqui ohhh (falou apontando para a bocetinha).
– Ahhh você quer carinho aí né ?
– Quero – falou bruna
– eu faço, mas tem que ser segredo. Ninguém pode saber, principalmente sua mãe. É que beijar aí é proibido meu amor.
– Eu sei tio (aí ela falou errado e vou escrever da forma como ela falou)… é pedrofilio
– É isto mesmo, por isto você não pode contar, porque se você falar não mais poder ficar aqui comigo e aí você e sua irmã vão ficar onde né ?
– Eu não falo nada tio, não sou futriqueira
Coloquei ela de barriga para cima e beijei seu pescoço. Fui descendo beijando seu corpinho. Chupei os minúsculos peitinhos. Desci para o umbigo dei beijinhos ali. Até chegar na bocetinha. A menina ria alto e se contorcia toda com muito prazer e cócegas.
Chupei com vontade a bocetinha dela. Com os dedos abri os lábios vaginais e deixei a ponta da minha língua ali. Senti o calor e o sabor vaginal típico de crianças. Toda fechadinha. Chupei um bom tempo. Meu pau até doía de tanto tesão. Lentamente deixei ela de bruços. Abri as nádegas e vi o cuzinho rosinha da menina. Passei a língua e chupei ali também.
Ainda de bruços eu segurei meu pau e comecei a pincelar o cuzinho. Passava debaixo (tocando a bocetinha) e subia até o cú.
Fiz este movimento várias vezes até explodir um gozo delicioso. Foi muita porra que saiu. Deixei ela toda melecada de porra.
– Tio você fez xixi ?
– Não amor… eu gozei.
– ããããmmmm o que é isto.
– Depois eu te explico. Venha, vamos no banheiro que vou te lavar.
Entramos no Box e liguei o chuveiro. Lavei a menina com muito amor. Me sentei no chão chupei mais um pouco.
Sem eu pedir, ela sentou no meu colo, de frente para mim. Meu pau batendo na sua bocetinha. Nos abraçamos enquanto a água quente caia sobre nós.
Eu queria gozar novamente, se possível dentro dela. Passei meu dedo na sua bocetinha e tentei enfiar. Ela reclamou de dor e parei. Ainda com ela no meu colo sentada de frente comigo, coloquei minha mão na sua nuca e beijei sua boquinha. No começo foram selinhos e aos poucos ela foi abrindo a boquinha. Com nossos lábios colados um no outro, peguei sua mãozinha e coloquei no meu pau. Segurando a mão dela eu bati uma punheta até gozar.
Bem vou parar aqui, mas se este conto for do seu agrado, posso escrever mais.
Abraços a todos e desculpem os mais santinhos. Lembrando que eu não forço as meninas para fazerem nada. Sei que elas gostam.

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