Eu fui a Dona Flor

Vivíamos entre 5 garotos de várias idades, de 13 a 17 anos. Eu tinha 14 anos, era o do meio. Antes de despertar interesse em alguma garota, nós tínhamos que tirar sarros entre nós, umas passadas de mão ou encoxadas. Márcio com 17 anos e Abel com 16, sempre eram os que pegavam os menores, diziam que tinham o pau maior e faziam questão de nos mostrar. Eu sabia que meu pau era menor que o pau dos dois, por isso não mostrava, mas gostava de toda aquela zoação. Márcio e Abel aproveitando que estavam de pau duro, corriam e passavam o pau em nossas bundas. Até que Márcio e Abel perguntaram pra mim, qual dos 2 tinha o pau maior ? Para não ficar mal com nenhum dos 2, disse que eram iguais. Não muito contentes com minha respostas. Mandaram que eu medisse ou iam me comer a força. Nesta hora tive que atender o pedido deles antes do pior acontecer. Agarrei o pau do Márcio e soltei em seguida, Abel já esperava ao meu lado, quando estava para dar minha opinião, Abel fez eu tirar a cabeça do seu pau pra fora, dizendo que ficaria um pouco maior. Márcio não quis ficar para trás e fez eu pegar no seu pau novamente e também tirar a cabecinha pra fora. Pensei que tinha passado por aquela prova de fogo. Mas a noite chegou e voltamos a nos encontrar, eu não tinha percebido que eles haviam deixado os 2 meninos menores de lado, quando me convidaram para ir com eles na casa abandonada que brincávamos. Aquele portão alto nunca foi empecilho para nós, mau passamos para o lado de dentro, novamente foram me oferecendo seus paus. Agora com as proposta de que eu batesse uma punheta para os 2, também para não me comerem. Desta peguei no pau do Abel primeiro, pois parecia um pouco menor, bater punheta eu já sabia, tive que aprender a bater pegando em outro pau. Já tinha iniciado, quando Abel pediu para eu ir com calma e cuspiu na mão e levou até a cabeça do seu pau, seu pau jorrou muito leite para todos os lados e ainda escorreu pela minha mão, limpei minha mão na minha bermuda. Pela satisfação do Abel, dizendo que tinha gozado muito, sabia que aquela não ia ser a última vez. Márcio aguardava ansioso sua vez, quando peguei seu pau previamente salivado, comecei a punhetá-lo até seu pau atingir o tamanho máximo. Ele gemia mais alto que o Abel, enquanto eu continuava massageando seu pau, sentia seu pau pulsando na minha mão, com a cabeça avermelhada de tanto ser esfregada. Já estava meio cansado e querendo parar, mas Márcio não iria me deixar em paz, mandava eu continuar que já ia gozar, depois de ouvir umas 10 vezes que ia gozar, finalmente ele gozou, bem menos que Abel. Para minha salvação eles foram se vestindo e saímos daquela casa. Um detalhe me intrigou, como o pau do Márcio era quase de um adulto e tinha gozado menos, bem menos. No dia seguinte, lá estavam os dois cochichando, para pularmos o portão e eu sabia que quanto mais rápido eu seria, mais cedo eu me livrava deles, logo fiz eles gozarem. Já do lado de fora eles começaram a me disputar, perguntando de qual o pau eu tinha gostado mais, eles não aceitaram eu dizer que de nenhum. E fizeram eu escolher um deles, Márcio tinha o pau maior e Abel era o mais bravo e eu tinha medo dele e também com o pau menor, então foi fácil escolher o Abel. Sem eu saber, naquele instante eles tinham resolvido que o Abel iria me comer. Quando encontrei com eles na rua, fui convidado a ir com eles na casa do Abel, sabia que lá eles não fariam nada comigo. Mas aquela tarde não havia mais ninguém em casa. Quando vi seus paus duros e a cara de safado dos 2, não ia poder resistir ao tesão deles. Abel foi prometendo não me machucar, então eu disse que seria uma única vez e nunca mais. O malandro foi logo concordando, trataram de tirar meu calção e pediram pra eu ficar de 4 apoiado na cama. O cuspi que ele colocou no pau dele e na minha bunda, estava fazendo com que seu pau só ficasse escorregando pra lá e pra cá. Mas quando a cabecinha encostava bem no meu cuzinho, eu sentia uma sensação gostosa. Quando quis parar, pois Abel não estava conseguindo me penetrar. Márcio pediu para deixar que ele ia conseguir. Neste momento eu tive que dizer que eu queria o Abel, pois eu tive medo do pau do Márcio. Abel estava muito determinado e forçou mais um pouquinho, meu cuzinho desta vez cedeu, Abel era só felicidade, não dando ouvido para minhas súplicas. De um lado preso na cama e de outro por Abel, que segurava minhas ancas e soltava o peso em mim. Sentia meu cuzinho ardendo, mas também uma dor muito próxima do prazer. Enquanto ia aguentando do jeito que eu podia, pela respiração do Abel, sabia que minha agonia estava pra acabar. Abel disse que estava gozando, e ficou bombando até seu pau amolecer. Novamente Abel disse que tinha sido o maior gozo dele. Eu lembrei da quantidade de porra que ele era capaz gozar, e fiquei preocupado que aquilo tudo estava dentro do meu cu. Mas quando Márcio disse que agora era a vez dele. Não adiantou eu dizer que não queria, os 2 voltaram a dizer que era só uma vez. Então voltei para a posição de fêmea deles. Pedi para ele cuspir muito mais, pois tinha receio de me machucar. Aquele mesmo drama de não entrar estava se repetindo, após outras cuspidas, seu pau foi encontrando o caminho. Depois que senti seu pau entrar todo e não sentir muita dor, acho que devido a quantidade de porra que Abel tinha ejaculado dentro do meu cu, estava agindo como um lubrificante. Abel nos deixou a sós e foi tomar um banho. Márcio foi aumentando os movimentos, eu fui me acostumando com o pau dele. Márcio alisava meu corpo e dizia que meu cu era muito gostoso. Não me incomodava mais a demora dele, Márcio estava me dando um prazer até aquele momento nunca imaginado sentir. Já sentia seu suor pingar nas minhas costas e sua respiração mudando até o gozo vir. Deixei ele ficar até não poder mais, numa última metida, deu um beijo nas minhas costas. Nossa união durou aquele ano todo. Sempre Abel preparando o terreno para o Márcio que era o mais fogoso.

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