Eu, caminhoneiro, iniciando meu filho

29-08-18 9 ★ 4.55

Eu, caminhoneiro, iniciando meu filho

Bom, tive pouco estudo e, desde os 20 anos sou caminhoneiro (tenho 30). Aos 18 já era pai do Guilherme, embora não casei com a mãe dele, e sim com outra maravilhosa companheira. Meu muleque adorava minhas visitas na casa dele. Se realizava subindo no caminhão e brincando de caminhoneiro. Agora ele está com 12 anos. Este ano, no mês de julho, férias escolares, convidei ele pra ir comigo levar uma carga ao Pará. A mãe dele aceitou e, depois de preparar tudo, partimos do Rio Grande do Sul. Esta época do ano faz frio no sul, mas à medida que atravessamos o país, o clima foi esquentando e, naturalmente, a quantidade de roupas que usamos também. Em Belém, eu e o Guilherme só usávamos um calção de futebol, sem camisa e sem cueca, para suportar o calor.

A viagem foi maravilhosa, especialmente por me aproximar do meu filho. Fazíamos as refeições juntos no caminhão, cozinhando e lavando juntos. Foi muito bom, o guri estava cada vez mais próximo a mim e me admirando, pois não conviveu tanto assim comigo por causa das viagens. Foi em uma das paradas, próximas à Belém, que, depois de jantar e lavar a louça na cozinha improvisada do caminhão, fomos tomar banho no posto de combustível. Nestes postos, os banhos não são gratuitos. Comprei apenas uma ficha de banho para nós dois. O Guilherme pareceu um pouco envergonhado no começo, mas, entramos no box e baixei meu calção. Ele fez o mesmo, mas ficando de costas para mim, no canto do box. Eu, ao contrário, exibia meu peitoral largo e peludo, fedido à suor da viagem. Me ensaboei e saí da ducha, dando lugar ao Guilherme. Enquanto ele se lavava, eu me ensaboava, observando o guri. Lavei meu saco peludo e meu pauzão (sempre fui o mais dotado dos chuveiros de caminhoneiros). Não sei o porquê, mas meu pau começou a ficar meia bomba e, o Gui não tirava o olho. Pedi se ele já tocava punheta e, ele disse: ah, pai, eu tento, mas não consigo gozar ainda, meus amigos já gozam! Pedi então pra ele confiar em mim e me mostrar. Ele, então virou de frente, mas ainda escondendo o pinto de vergonha. Eu o incentivei, dizendo que não precisava ter vergonha, que ele saiu do meu pinto. E exibi o meu, quase duro, lambuzado de sabonete. Ele então destapou o pinto. Pude ver seu pintinho com poucos pelos ao redor, mas o saco já em crescimento. A cabeça escondida pelo excesso de pele. Mostrei o meu, quase duro, mas ele continuava meio envergonhado. Aí eu disse que iria fazer uma massagem pra liberar a cabecinha do pinto dele do excesso de pele. Ele concordou. Levei a mão no pinto dele, que se arrepiou. O pintinho dele táva duro como um osso, mas era pequeno, sumia no punho da minha mão fechada.

Despejei condicionador de cabelo na minha mão e comecei uma leve punhetinha pra ele, que de tanto tesão e medo, tremia e estava na ponta dos pés. Aos poucos, foi relaxando, fechando os olhos, abrindo as pernas e deixando eu conduzir a massagem. Eu o punhetava levemente com uma mão e, com a outra fechava um anel no seu saco, com calma e paciência. Aos poucos, a cabecinha do pinto dele ficou exposta e senti mais um leve gemido dele. Derramei mais condicionador na mão, lambuzando bem. Aos poucos, meu dedo foi deslizando rumo à portinha do cú do guri, que travou o rabo quando toquei nas suas pregas. Mais uma vez, foi preciso pedir pra ele relaxar e confiar em mim. Ele foi se soltando e abrindo as pernas. Em pouco tempo, a primeira junta do meu dedo estava atoladinha no rabo dele, que gemia baixinho. Mais um pouco e meu dedo médio estava todo atolado no rabo do guri, que apertava fortemente meu dedo com o cú. Tirei o dedo, cheio de cocô e lavei. Pedi se estava doendo e ele disse que não, que estava bom. Despejei mais creme e voltei a enfiar o dedo no rabinho juvenil dele. Nessa altura, ele já facilitava as coisas, abrindo as pernas e quase sentando no meu dedo, demonstrando que estava curtindo. Foi o momento de ousar ainda mais, tentei enfiar um segundo dedo, sob protesto dele. O incentivei a relaxar ainda mais, e ele tentava, mas mordia os lábios de dor. Com jeitinho, fui pressionando aquele botãozinho e, minutos depois, ele mordia meus dois dedos grossos de caminhoneiro, com força no cú, quase estrangulando. O guri foi tomado de uma onda de prazer, se arrepiando como se fizesse friou de zero grau, tremia igual vara verde e, encheu minha mão de um leitinho ralo.

Aí foi minha vez de finalizar. Levei a mão com o leitinho dele no meu pau, lubrificando-o e acelerei minha punheta. Não demorou para jorrar jatos fortes de gala, urrando, pro espanto do meu guri.

Terminamos nosso banho abraçados e relaxando. Quando saímos do box, tinha uns dois caminhoneiros lá, nos olhando estranho, acho que ouviram nossa putaria.

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9 Comentários

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  1. dengosinho

    uau muito top

  2. tio sacana

    muito sortudo seu filho. queria eu ter um pai caminhoneiro e safado assim

  3. passivo discreto de Recife

    amigo caminhoneiro, meu sonho é mamar gostoso picas de caminhoneiros e ser enrabado por eles, já li muitos contos sobre caminhoneiros, quando de passagem por Recife entre em contato, [email protected]

  4. Leandro

    Conto ruim

  5. Anônimo

    Conta tudo……adorei seu conto

  6. John Deere,Matador de Veados

    Né veado,em vez de procurar alguma vadia nessas estradas do meu país,resolve se satisfazer praticando veadagem com o próprio filho,que coisa em veado
    Vou te dar um recado,veadão da boléia,pára com a veadagem,deixa seu filho crescer como homem,senão além de dar um jeito na sua veadagem,terei que curar seu guri também,mesmo sendo sua culpa
    Tá alertado veado

  7. Tiozão Pr

    Esperamos que rolê um bon sexo.

  8. Gustavvo

    Ótimo, continua

  9. Carlos

    Nos conte mais, vc comeu ele também.