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Enfim… fazer o que…

12-08-18 5 ★ 4.44

Olá… Por questões morais, os nomes são fictícios, mas o resto ocorreu a cerca de dois anos atrás. Ainda assim pensei muito em contar minha história e somente decidi porque acho que pode servir de alerta para outras mulheres.

Sou morena, cabelos curtos, rostinho de adolescente com duas covinhas, 1,65 m de altura, 52 kg, com um corpo bem delineado, pois sempre me cuidei com ginástica e natação. Aliás, a natação me proporcionou ter as costas largas, pernas grossas e um bumbum redondo e firme. Se você gosta de bumbum já adianto que colocar no meu não… (rsrsrs). Bom, embora tenha seios pequenos e até pensei em colocar silicone, abandonei a ideia pois não considero isto um defeito.

Casei cedo e fiquei com meu ex-marido por dezoito anos. Infelizmente não tivemos filhos porque no início da idade adulta tive um problema e precisei retirar o útero. Meu ex-marido, Mauro, era um cara bacana, porém meio sistemático e estávamos muito bem financeiramente.

Sempre tivemos uma vida sexual bastante ativa e nos últimos seis anos a coisa decaiu muito. Ele parou de me procurar e quando eu o procurava ele parecia querer fugir, mas acabava fazendo. Eu me olhava no espelho para ver se tinha algo errado e nada encontrava, nem mesmo estrias ou celulite. Mulher bonita, jeito de adolescente, gostosinha, perfumadinha, sempre disposta, às vezes com lingerie nova e nada…

Não há dúvidas que o diagnóstico é que existe outra. Disposta a tirar isto da cabeça, contratei um detetive por dois meses e nada apareceu. Um dia tivemos uma discussão e joguei na cara dele que ele não estava me procurando e perguntei se ele estava com algum problema, se precisa de um urologista. A resposta foi negativa e durante um mês a coisa mudou um pouco para melhor, mas logo voltou a ficar frio.

Passei a achar que o problema estivesse no trabalho dele. Pensei em falar com Renê, que era seu chefe, mas não gostava dele. Várias vezes, nas festas da empresa e nas muitas vezes que saímos, eu o peguei me olhando de um jeito, digamos, estranho. Achava ele um verdadeiro galinha e como fiquei amiga da sua mulher, acredito que nunca tentou nada.

Por falar nela, achei o telefone de Sandra e liguei. Falei que precisava conversar com ela e marcamos um almoço no dia seguinte, em um shopping perto de casa. Fazia anos que não a via e ela estava com uma aparência de mais velha. Quando me viu já foi dizendo:

– Nossa… Menina você não envelhece… Está sempre uma adolescente…

Eu também a elogiei tentando jogá-la para cima, mas ela sabia que era mentira. Me disse que fazia dois anos que tinha se separado de Renê, o grande amor de sua vida (e Mauro nunca me disse nada). O motivo era o que eu presumia: o cara era tarado por mulher. Segundo ela, a vida sexual deles era até boa, com até três relações por semana e muitas vezes ela é que não queria. A preferência dele era sexo anal e ela já não aguentava mais. Um dia, descobriu que ele tinha duas amantes e a casa caiu.

Falei que estava com o mesmo problema dela, só que ao contrário, Mauro não me procurava e não era outra mulher. Um detetive fora contratado e nada foi descoberto. Perguntei se ela tinha alguma ideia do que poderia ser. Se Renê, alguma vez, comentou algo sobre Mauro, mas a resposta foi negativa. Porém, ela me falou que apesar de tudo, ainda tinha um bom relacionamento com Renê, e se eu quisesse, ela falaria com ele para ver se descobria algo.

– É mais fácil homem se abrir com homem. – disse ela.

Concordei e assim que ela tivesse algo, me ligaria.

Passaram-se umas três semanas e Mauro me perguntou se na próxima semana poderia sair com Renê para tomar um chopp e conversar. Disse a ele que iria pensar, pois ele sabia do motivo que não gostava muito de Renê. Mauro me disse que não era assim, que Renê era boa gente… é que eu não o conhecia direito e mais, que não iria ter mulher alguma na parada. É só choppinho e conversa.

Mais tarde recebo o telefonema de Sandra dizendo que Renê não sabia o que estava acontecendo, mas estava tentando ajudá-lo e que não era para você estranhar, mas Mauro sairia algumas noites com Renê. Disse a ela que estava receosa disso e, portanto, liguei meu pisca-alerta, afinal não queria ser corno ou corna, porém era a única alternativa no momento.

Naquela mesma tarde contratei novamente o detetive para seguir Mauro e durante a noite o liberei para se encontrar com Renê. Passados quase um mês o detetive me disse que nada de mais havia acontecido. Eles ficavam no apartamento de Renê e, aparentemente, sem a presença de mulheres.

Achei engraçado e disse para o detetive que Mauro me dizia que iam ao jogo de futebol, ou que foram jogar poker com outros amigos. Por que ele estava mentindo para mim? O fato é que, pelo menos, Mauro estava com um humor melhor, principalmente nos dias posteriores à saída com Renê. Ao comentar isso, o detetive me disse:

– A minha sugestão é colocarmos uma escuta na sala da sua casa e a senhora convidar a Renê para almoçar, por exemplo, num domingo que o time deles jogue e passe na TV. Assim, na hora do jogo, a senhora dá uma desculpa e volta depois de duas horas. Talvez neste período eles possam dizer algo.

Mais uma vez a ideia não me agradava porque não queria Renê em casa, mas ele tinha razão. Eu estava curiosa e seria um meio para saber o que estava acontecendo e além, eu iria por um vestido curto para mostrar minhas pernas. Quem sabe o Renê falasse alguma coisa para Mauro e ele se tocasse. Depois de saber qual o time que eles torciam, o detetive me disse que dali a dois domingos era provável que um jogo fosse transmitido.

Conversei com Mauro sobre o almoço, dizendo-lhe que se quisesse poderia trazer Renê para almoçar, só que quando fosse começar o jogo, eu iria para a casa de uma amiga e quando terminasse eu voltaria. Ele me respondeu que não havia problemas e que combinaria com Renê.

Chegou o domingo e Renê foi recebido por Mauro. Desci as escadas do nosso sobrado e fui para a sala. Renê parece que me comeu com os olhos. Me elogiou, disse que estava muito bonita e que era um prazer em me rever. Sei qual era o prazer que ele estava se referindo…

Sentei ao lado de Mauro e tomamos uns aperitivos. Estava meio incomodada porque Renê estava sentado de frente para nós e vira e mexe o pegava olhando para as minhas pernas. Resolvi levantar e dar os últimos toques na comida enquanto Mauro fora ao toilette deixando nosso convidado sozinho.

Estava na cozinha e pela janela vi o reflexo de Renê. Não sei quanto tempo estava ali, mas perguntei se queria alguma coisa. Ele respondeu:

– Não… vim ver se precisava de ajuda. Puxa, como você está linda…

– Olha Renê – o interrompi – deixa eu te lembrar que você está aqui para ajudar o meu relacionamento. Se não quiser pode ir embora.

– Nossa… que agressividade… Só quis te elogiar porque toda mulher gosta disso, mas não tive outra intenção…

Ouvimos a porta do banheiro se abrir e a conversa foi encerrada com ele voltando para a sala. Almoçamos e na hora do jogo dei um beijo em Mauro e um tchau para o Renê, peguei meu carro e saí para a casa de Sandra.

Mais de duas horas se passaram e quando voltei, Renê já não estava mais em casa.

Na segunda-feira o detetive veio retirar e me mostrar o conteúdo da escuta. Depois que saí, ouvia-se o som da TV e conversas sobre escalação do time. Começou o jogo e um barulho estranho, abafado podia ser ouvido quando não havia som da TV. Não dava para identificar o que era, até que a voz de Mauro diz:

– Vem… vamos subir. Vamos lá em cima. Ela só volta depois do término do jogo.

A televisão é desligada e o barulho de passos são ouvidos e daí para frente mais nada, a não ser no tempo que corresponderia ao final do jogo, ouve-se novamente passos e uma despedida normal.

– Minha senhora… – começou o detetive – nem sei como lhe falar, mas vou ser o mais direto possível. Acho que o marido da senhora é gay.

– Não… – respondi – Não é não…

– Minha senhora, eu tenho experiência nestes assuntos. É quase que certeza absoluta. Se quiser podemos montar uma estratégia para a confirmação.

– Como seria isso? – falei.

– A senhora diz que precisa se ausentar no próximo final de semana para visitar algum parente ou alguma amiga que está muito doente. Temos vários objetos normais que contém câmeras embutidas e assim filmamos tudo o que se passa. Acredito que com sua ausência, eles virão para cá.

Concordei com aquilo, pois não estava acreditando que Mauro seria Maura. Depois de todos estes anos juntos. Mas eu precisava saber a verdade.

Quando meu marido chegou de noite, disse-lhe que precisava no final de semana, visitar uma amiga da faculdade que tinha sofrido uma cirurgia e tirado o seio. Ela precisava de apoio psicológico e tinha me ligado. Em outras épocas, isto seria questionado por ele, seria motivo até de briga, mas desta vez não. Isto aumentou a minha desconfiança.

O final de semana chegou e fui para a casa de Sandra e contei o que o detetive me havia dito. Ela ficou estarrecida. Mauro viado… e Renê comendo um viado… não pode ser, disse. Bem o fato é que o final de semana passou.

Na segunda-feira, logo pela manhã Sandra já estava em casa, esperando comigo o detetive. Ele recolheu as câmeras e nos disse que são muitas horas de gravação e que teria que fazer uma edição das imagens. Fiquei frustrada porque achava que iríamos ver algo, mas marcamos para dali a três dias em seu escritório.

Fomos, eu e Sandra ao escritório naquela manhã de quinta-feira. O detetive disse que a suspeita estava confirmada e ficaria a nosso critério ver ou não as imagens que foram editadas. Eram dois DVD’s, um mais curto com aquilo que ele achava ser o suficiente e outro completo. Meus olhos precisavam ver e ele colocou o parcial.

Ligou o notebook e vi o momento que Renê chega trazendo duas caixas com ele. Já dentro da sala Mauro dá um selinho nele. O horário marcava quatro horas da tarde do sábado. Mauro começa a abrir as caixas rapidamente e o conteúdo eram um vestido e uma peruca.

Nas imagens seguintes, já no nosso quarto, Mauro vasculhava minha gaveta de lingeries. Pegou uma calcinha, um sutiã, o vestido e entrou no banheiro. Posteriormente, já aparece na sala, toda produzida e vai se sentar ao lado de Renê que a elogia dizendo que estava parecida comigo. Imediatamente, Mauro senta no colo de Renê e o beija.

Lágrimas começaram a escorrer do meu rosto, mas ao mesmo tempo um sentimento de raiva se misturava a esta desilusão. Um novo corte na imagem e estavam no quarto, ainda vestidos e podia-se ouvir Renê dizendo que chamaria Mauro usando o meu nome e que agora sim, seria uma mulherzinha completa.

Um começou a despir o outro e até que Mauro ficava bem de calcinha, tinha um pinto pequeno e não sei como fez, mas não dava para ver muito. Só de calcinha ele se ajoelhou e começou a chupar o pau de Renê que ainda estava mole.

O detetive perguntou se queria parar, mas com raiva disse para continuar. Na próxima cena, já aparecia de quatro sendo enrabado e pedindo mais. Renê dizia meu nome dizendo que era gostosa, que tinha um cuzinho quentinho e delicioso enquanto gozava. Depois já estava cavalgando no pau de Renê. Em outra cena ele estava chupando o pau de Renê e pedindo leitinho…

Estas cenas não eram muito longas porque o detetive quis me poupar. Agora estava na posição de frango assado e Renê dizia enquanto socava com força:

– É assim que quero comer a xoxotinha da tua mulher. Você tem que me ajudar.

– Mas depois de comer ela, você vai continuar me comendo? – perguntou Mauro.

– Claro que sim… Sou viciado em um cuzinho.

– É só que o dela ela não vai dar não…

– Não faz mal… tenho o seu. – disse Renê rindo.

– É… não seria má ideia. Se ela aceitar seria muito legal. De uns tempos para cá tenho a fantasia de ver um cara comendo ela. Já bati várias punhetas assim. Ela está louca por um pinto… – disse meu marido.

Pedi para ele parar… Era o suficiente… Apenas perguntei se ele tinha recebido a ejaculação na boca. A resposta foi que sim e que havia engolido uma parte e que estava no DVD completo.

Saí do escritório com Sandra e os DVD’s e procurei uma advogada que me orientou para não fazer nenhuma loucura e iria cuidar da minha separação. Não poderia ser diferente, viver com um marido que é concorrente à procura de homens, que vai querer usar tuas calcinhas. É preferível morar sozinha ou procurar outro homem, o que na verdade, atualmente, está bastante difícil.

O fato é que eu não conseguia engolir o que Mauro havia feito e decidi fazer algo impensável. Agindo normalmente falei para ele convidar Renê para jantar no sábado à noite e que estava arrependida de tê-lo deixado naquele domingo no jogo. Não preciso dizer que o convite foi mais que aceito.

No sábado pela manhã, antes de Mauro acordar, fui para a nossa garagem que é totalmente fechada e coloquei um agasalho de moleton, duas calcinhas e um sutiã em baixo do banco. Já fazia um calor enorme e a previsão para a noite era de uns vinte e sete graus.

Havia passado alguns minutos do horário marcado e escutei a campainha. Pedi para Mauro atender que iria me arrumar rapidinho, pois estava muito calor. Eles entraram e sentaram no sofá. Tentei apurar meus ouvidos e, não tenho certeza, mas parece que Mauro falou algo do tipo: quem sabe é hoje… ela está amável…

Pois bem… Fui para o meu quarto, tirei minha roupa e me preparei… Desci a escada somente com uma calcinha bem curtinha e segurando um DVD na mão.

É uma pena que as câmeras já não estivessem mais lá para gravar a cara dos dois quando me viram. Mauro exclamou:

– Que é isso? Você ficou louca?

– Eu louca? Agora você está se preocupando comigo seu viado…

– Que história é essa? – ele retrucou

– Dá um play no notebook que quero que você veja uma coisa. É um filminho pornô e uma putinha faz um homem delirar. – disse a ele – Quero ver se tu é homem para assistir uma putinha em ação…

Acho que sem entender direito o que estava acontecendo acionou o notebook. Nem preciso dizer que havia um volume duro na calça de Renê que estava quase pulando sobre mim…

As imagens começaram a aparecer e a cara dos dois mudou completamente. Contei a verdade sobre o detetive e que haviam no mínimo duas pessoas com cópias do DVD e se acontecesse algo comigo, eles iriam responder.

Mauro começou a chorar e eu disse:

– Ah! a menininha vai chorar… Desgraçado… A tua sorte é que eu, por respeito a você como ser humano, não vou mostrar este DVD para mais ninguém. A minha vontade era de mandar uma cópia para cada uma das pessoas que trabalham com vocês e também para os seus amigos. Mas não vou fazer isso… só vou te dar um conselho: se quiser ser mulher se assuma.

Agora Renê me olhando disse:

– Porra, você me procurou para ajudar…

– Pois é … seu imbecil. Te procurei para você ajudar o meu relacionamento, não para acabar com ele. Você queria me comer não é? – quando falei isto tirei a minha calcinha ficando completamente nua – Olha que xoxotinha bonita… depiladinha … quentinha … úmida… querendo pinto… mas não o seu!!! Se quiser lembre-se desta imagem e vá bater punheta…

Peguei a calcinha que estava no chão e atirei na direção de Mauro completando:

– E quanto a você, viadinho… Oferecer tua mulher para outro… Querer que transemos juntos… vai… põe a calcinha e vai dar, vai rebolar no pau de seu macho. Aliás, já joguei todas as suas cuecas fora, mas como sou boazinha, vou deixar minhas calcinhas para você e durante o final de semana pode separar os vestidos que você quer, porque na segunda venho buscar o que é meu. Nos vemos na audiência da separação.

Pelada, saí para a garagem e rapidamente me troquei e fui embora para a casa de Sandra. Lá demos gostosas gargalhadas sobre o ocorrido, embora com o coração completamente partido.

Enfim, me separei, procurei uma psicóloga que me fez entender parte do que aconteceu. Hoje, moro sozinha à procura de um novo amor, mas o que mais machuca não é a traição em si, porque se fosse por outra mulher seria mais fácil de aceitar, mas ter um marido que te comeu por anos e de repente, passa a querer homens e dar a bunda é muito difícil. Enfim, fazer o que…

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5 Comentários

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  1. Paulinho

    uma grande bicha homem que sede sua mulher para outro e que está acontecendo nestes nosso tempo estes corno e bicha merecem isso mesmo

  2. Edilson

    Deixa um email linda te chamo vamos nos dar prazer topa?

  3. Anônimo

    Se isso é verdade, parabéns pela atitude. Traição é traição, seja com uma mulher ou com um homem. Não critico o caso de ele ser gay, mas por não ter sido homem suficiente para pedir a separação, desta forma não te enganando e deixando você ser feliz e ele é lógico vivendo a vida dele da forma que ele quisesse e sem sentimento de culpa. A maior traição eu entendo foi não ter sido sincero com você. Ter te privado de encontrar alguém que realmente quisesse ficar com você. Acho até que ele te amava, mas quem ama quer a felicidade do outro.

  4. edevilson

    deliciaaa quero fuder com vc ja que se livrou do viadinho do seu marido,,

  5. Jack

    KKKKKKKKKKKK, fala comigo que eu dou um jeito no seu problema.
    [email protected] com