Eduarda Meu Presente

25-08-18 Por 6 ★ 4.45

Meu nome é Diego, tenho 26 anos, cabelos e olhos castanhos, magro com os músculos definidos e trabalho em casa como desenvolvedor web.
Aqui vou descrever o presente que eu ganhei a cerca de seis meses.
Durante anos da minha vida eu convivi quase que diariamente com a minha amiga Débora, essa proximidade fez com que eu acompanhasse o crescimento de suas duas filhas, Dayane hoje com 18 anos e Eduarda com 11.

A cerca de 2 anos o meu convívio com minha amiga se deu apenas pela internet, pois eu mudei de cidade. A Débora me contou que deixou a Dayane morar com algumas amigas da faculdade e entregou a Eduarda para morar com o pai (Esse nunca ajudou com nada), pois tinha recebido uma proposta para trabalhar em Portugal.

A mais ou menos 6 meses a Débora entrou em contato comigo, desesperada para que eu ajudasse, pois a Eduarda estava sendo agredida na casa do pai e a Dayane não podia ficar com ela. Então ela recorreu a mim, para acolher a Eduarda.

Assim o fiz, peguei meu carro e dirigi até a minha antiga cidade para buscar a garota. Com uma procuração realizei a transferência de escola, comprei materiais novos e algumas roupas para a menina e ela veio morar comigo.

Já nos primeiros dias, daquela garota em minha casa, eu fiquei encantado com o seu corpinho. Ela é baixinha, com a pela clara, cabelos castanhos cacheados, tem uma bundinha pequena e redondinha e os seios começando a nascer, um corpinho típico duma garotinha de 11 anos.

Minha casa tem apenas um quarto e o banheiro da suíte, assim que ela chegou eu providenciei um colchão para ela dormir na sala. Devido ela ter crescido comigo sempre presente, ela se sentiu bem a vontade desde que chegou, andando de shortinhos bem curtos, apenas encostando a porta para usar o banheiro no meu quarto e as vezes trocando de blusa na minha frente, me dando uma visão clara de seus seios que começam a crescer.

Devido eu trabalhar em casa, e precisar de tranquilidade para isso, eu reativei um PC que estava para a algum tempo e instalei no meu quarto para ela usar, enquanto eu trabalho na sala. Passou-se algumas semanas desde sua chegada e eu já estava habituado a nova rotina, acordar e levar a Eduarda para a escola comprando café da manha no caminho, preparar o almoço e busca-la. Almoçarmos e ir trabalhar enquanto ela fica no computador.
Numa sexta feira a tarde, a Eduarda falou que o PC não estava mais funcionando, que ligava mas não conseguia entrar na internet. Fui verificar e ele estava entupido daqueles softwares que deixam o computador lento, removi e por curiosidade verifiquei o histórico do navegador, e para minha surpresa estava cheio de sites pornôs, a principio fiquei sem saber o que fazer, mas logo vi a oportunidade. Chamei ela e mostrei o histórico, ela ficou muito sem graça, pedindo desculpas e começando a chorar, acalmei ela e falei para ficar tranquila, falei que ela podia ver o que quisesse, mas não em qualquer site. Falei para ela entrar em sites de confiança, mostrei o xvideos e o pornhub, falei que era normal assistir aqueles vídeos. Perguntei para ela que tipo ela gostava, ela ainda meio nervosa falou que gostava dos que a mulher fica de quatro, então eu pesquisei um, abri e deixei o vídeo rolar.
– É desses assim que você gosta?
– Sim.
– Fica tranquila, você pode assistir sempre que quiser, só não pode em qualquer site, se não o computador fica ruim como estava.
– Tudo bem.
– Senta aqui do meu lado. Você esta gostando desse vídeo?
– Sim.
Ela sentou ao meu lado e ficou calada, apenas olhando para vídeo que tinha uma loira de quatro, gemendo bem alto enquanto um negão fodia ela com força.
Pousei minha mão na perninha dela que estava com um shortinho bem curto, comecei a alisar bem devagar, e sentir o calor que vinha de sua bucetinha. Eu me levantei, puxei ela pelas mãos colocando-a de pé, me abaixei ficando de joelhos na sua frente e desabotoei o seu shortinho, olhei para ela e ela continuava em silencio, então comecei a puxar o seu short para baixo, até a canela e então tirei ele. Ela estava com uma calcinha larga, daquelas infantis com coraçõezinhos rosa. Coloquei minhas mãos em sua cintura e meus dedos entre o cós da calcinha e sua pele, olhei para ela e comecei a tirar, tirei bem devagar mas sem hesitar, me levantei e conduzi ela até a cama fazendo ela sentar bem na beirada, conduzi para que ela se recostasse mantendo sua bucetinha bem na beirada enquanto eu me ajoelhava em frente a suas perninhas abertas.

Aquela visão era fantástica, sua bucetinha rosada, praticamente nenhum pelo, eu vi e senti ela se arrepiar toda quando pus minhas mãos na parte de dentro de suas coxas, afastei um pouco mais as suas pernas, comecei respirando bem perto da sua bucetinha, a casa respiração minha ela se arrepiava mais e bem devagar eu dei o primeiro beijo nos lábios da sua bucetinha e aos poucos eu fui umedecendo mais e mais enquanto ela começava a se contorcer, eu nem sei quanto tempo eu fiquei ali a chupando, pude sentir ela apertando as pernas em volta de mim enquanto gozava, fiquei ali apenas sugando levemente o gozo que lhe escorria até começar novamente, ela agora puxava minha cabeça contra sua bucetinha, gemendo, tremendo, suando, se contorcendo enquanto minha língua pressionava seu clitóris, ela gozou mais uma vez e por um segundo achei que ela tinha desmaiado, mas não, ela estava em extasie, parada, deitada de barriga para cima, com as pernas abertas e olhando para o teto, me levantei e fiquei apenas observando sua reação.

Ela esta ofegante e o suor deixava sua pela brilhando, ela olhou para mim e sorriu, ficou me encarando com um sorriso rosto, então eu tirei minha camisa, meus sapatos, desafivelei o cinto e abri minha calça, a tirei junto com a cueca, meu pau já estava babando, duro como rocha, um mastro de 19 cm encarando ela. Dei mais um passo enquanto cuspia em minha mão e alisava meu pau para deixa-lo com bastante saliva, me deitei sobre ela, coloquei os seu braços para cima da cabeça e segurei-os com minha mão esquerda, enquanto minha mão direita tentava fazer com que meu pau achasse a entrada de sua bucetinha, eu estava totalmente sobre ela, meu rosto bem em frente ao seu, vi seus olhos revirarem enquanto a cabeça do meu pau tentava encontrar sua entradinha. Finalmente, meu pau encontrou a porta que ele estava prestes a arrombar, a Eduarda estava sentindo apenas parte da cabeça do meu pau, mas logo ela iria sentir todo ele dentro dela, continuei olhando fixamente para o seu rosto enquanto forçava meu pau para dentro dela bem devagar, foram três investidas até finalmente romper o seu hímen e a cabeça do meu pau entrar em sua bucetinha, nessa hora ela fez cara de dor, parei e fiquei uns 30 segundos sentindo sua bucetinha apertando a cabeça do meu pau, se ajustando, se alargando para poder receber ele todo. Soltei um pouco mais o meu corpo sobre o dela, deixei que entrasse metade enquanto minha mão alisava e apertava sua bundinha.
Seu rosto estava lindo, ora contraindo pela dor, ora tremendo e revirando os olhos pelo prazer, comecei a bombar bem devagar sem tentar ir mais fundo dentro dela, fiquei assim até ela relaxar completamente, até que a dor desse lugar ao prazer. Agora ela gemia e me apertava, me arranhava e mordia os próprios lábios. Deixei que meu corpo pousasse completamente sobre o seu, que meu tórax se apoiasse sobre seus pequenos seios, que meu rosto ficasse ao lado do seu, e que meu pau entrasse todo dentro dela. Ela gritou, mas mal conseguia se mexer, pois eu estava todo sobre ela, deixei meu pau imóvel dentro dela por cerca de 2 minutos, apenas sentindo sua bucetinha me apertando e meu pau latejando dentro daquele buraquinho, quente, apertado e que agora era meu. Comecei a bombar novamente, agora com movimentos curtos para não forçar muito atrito, mas para fazer ela sentir todo o meu pau dentro dela que já estava exausta e gemia bem baixinho quase sem forças. Eu me deliciei com cada momento, com o cheiro do seu cabelo, com o suor do seu rosto, com o tremor do seu corpo, e é claro com o calor de sua bucetinha. Gozei dentro dela, como nunca havia gozado antes, deixei que cada gota minha saísse e ficasse antes de tirar o meu pau. Tirei bem devagar, veio rosa devido a mistura de sangue e gozo, meu e dela, olhei para o buraco que ele havia deixado onde antes era uma gruta fechada.

Olhei para ela e novamente meu pau enrijeceu, novamente duro como pedra, eu queria fuder ainda mais aquela bucetinha, eu queria colocar ela de quatro e enfiar meu pau dentro do seu cuzinho, eu queria forçar meu pau dentro de sua boca até sentir sua garganta, mas agora ela era minha, e eu teria todo o tempo do mundo para fazer tudo isso e muito mais.

Avalie esse conto:
PéssimoRuimMédioBomExcelente
(Média: 4,45 de 22 votos)

Por

6 Comentários

Talvez precise aguardar o comentario ser aprovado
Proibido numeros de celular, ofensas e textos repetitivos

  1. Badyan

    O melhor conto que deliciaaaaaaa

  2. type

    amei esse conto adoro menininhas

  3. Tiozão Pr

    Caralho que presentão

  4. Daniel Coimbra

    Muito bom, rico em detalhes e muito prazeroso. Faltou um pouco de sedução, de flerte e erotização antes de acontecer a transa.
    Espero continuação.

  5. Célia

    Uma delícia de conto.

    • Edilson

      Posso te conhecer Celinha teu tesão me deu tesão bjs linda,email???????deixa aí que te chamo…