Descobri a puta na minha namorada

Há 3 meses Por 0 ★ 4.17

Olá, meu nome é Pedro mas pode me chamar de Pedrão sou de São Paulo, esse conto é da época que eu tinha 18 anos e namorava Carla também 18 anos. Vou me descrever, tenho 1, 80m, branco, um pouco de músculos nos braços porém magro, cabelo pretos e olhos verdes, meu pau tem 23 cm. Bom pra quem não leu os meus outros contos sugiro ler antes desse.

Ainda estávamos de férias no Guarujá, eu estava feliz da vida porque tava traçando minha namorada, minha cunhada e minha sogra 3 gostosinhas como já descrevi, estávamos já no terceiro dia de viagem, eu acordava sempre cedo na oportunidade de encontrar minha cunhada ou minha sogra pra tomar o café da manhã, logo depois todos íamos para a praia, para relembrar quem estava na viagem: eu, minha namorada Carla, minha cunhada Letícia, minha outra cunhada Larissa, minha sogra Rosa, meu sogro Otávio e meu cunhado Matheus.

Estávamos na praia um tempo, eu secando minha sogra e minha cunhada, quando minha sogra pede para eu passar mais protetor nela no qual logo eu atendi e me pergunta:

– Pedro onde está a Carla? Eu tava secando tanto que nem percebi que ela saiu, olhei em volta para procurar quando a vejo na água com os mesmos 2 carinhas de outro dia (do outro conto).

Minha sogra fala:

-Vai perder minha filha hein!

Eu de sacanagem retruquei:

– Se eu perder tenho a outra.

Mas aquilo me encucou um pouco e fiquei de olho nela, eles ficavam brincando de jogar água e não tinha visto nada de mal, depois de um tempo ela voltou pra gente e falou que ia no banheiro. Passou uns 10 minutos e percebi que ela não tinha voltado e fui procurar ela, no quiosque não apareceu ninguém e pensei se ela foi em outro lugar, fui procurar nas proximidades quando percebi que em uma rua que não tinha muito movimento, tinha um carro fazendo muito movimento e pensei: alguém tá aproveitando hoje.

Me aproximei para ver melhor e me escondi atrás de outro carro estacionado e só conseguia ver a cabeça de um cara, quando ele se virou reconheci que era um dos caras que estava com a minha namorada, gelei na hora e pensei: não pode ser…

Fiquei ali apenas observando e imaginando se minha namorada estava ali embaixo, depois de um tempo vi uma movimentação no carro, acho que iriam trocar de posição, dito e feito, o cara que eu via antes se deitou, quando a garota que estava com ele subiu em cima dele eu já reconheci que era a minha namorada mas a minha surpresa maior foi ver outro cara levantando também, ela estava dando para os dois, em uma dp, nisso o cara que se levantou depois botou minha namorada pra chupar, a rola dele não era maior que a minha mas era bem mais grossa e minha namorada mal conseguia chupar.

Fiquei pensando no que deveria fazer, não posso falar nada porque também trai ela mas ela não sabe, porém observar aquilo também havia me deixado duro, decidi só olhar pra ver como aquilo ia acabar.

Depois de um tempo eles viram que a rua estava deserta, abriram a porta do carro e ficaram os dois em pé encostados na porta enquanto minha namorada chupava a rola dos dois no lado de dentro, quando o cara estava pra gozar ele começou a meter na boca igual fiz no outro dia, quando ele gozou ela engoliu tudo e sorriu, olha que cachorra comigo reclamou um monte, logo em seguida o outro gozou também mas no seu rosto e falaram:

-Vai lá beijar o seu corno com o gosto da nossa porra.

Ela só retrucou:

-Vou mesmo e ele nem sabe que é, agora me dá papel pra me limpar.

Eu sai de lá porque logo ela voltaria provavelmente, retornei para onde estava o pessoal e fiquei por lá, uns 5 minutos depois ela chegou. Perguntei onde ela estava que demorou, falei que fui no quiosque e ela não tinha ido lá.

Carla: – Ah o banheiro do quiosque é nojento, fui no restaurante que tem ali mais pra frente e tava com fila.

Fiz quem acreditou, ela veio me dar um beijo pedindo desculpa que tinha demorado, eu tive que dar né… Se não seria estranho, não tinha nem como negar… O cheiro no seu rosto e até o gosto do seu beijo estava diferente. Eu ainda tinha que pensar o que faria a respeito do que eu vi… Continua

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