Contos Rápidos 1 – A prima curiosa

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Olá, meu nome é Everton, tenho 25 anos, vou fazer uma série de contos curtos, porém todos reais, que aconteceram comigo ao longo da vida, sem uma linha do tempo, porém com os fatos alternados.
Quando eu tinha 16 anos, minha prima tinha 10, loira, magrinha, cabelos compridos, linda de mais. A minha tia tinha ela como a filha mais velha. Minha tia tinha uma loja de camelô em um centro comercial aqui da minha cidade. Que consistia em ser uma banquinha pequena, cheia de budegas, coisas do paraguay.
Essa lojinha, ao lado tinha um refeitório, e ali tinham vários clientes, principalmente homens. Como quem comia ale eram somente pessoas que trabalhavam em outras bancas (pois era um conglomerado de bancas – era horrível) todo mundo era amigo.
Minha prima fazia amizades com todos, e, certo dia, ela foi mostrar um brinquedo para um senhor, que estava sentado, e ela, inocente, sento-se no colo desse senhor, pura e sem maldades. Minha tia na hora tirou ela do colo dele e deu uma bronca nela e explicou que mocinhas não podem sentar no colo de homens.
Essa into foi fundamental para o desenrolar da historia.
Aconteceu que ela nunca mais repetiu o ato, porém, certo dia, em um final de semana, onde eu estava na casa da minha tia, a minha prima, veio brincar comigo, pois ela adorava fazer isso, e estávamos nos fundos da casa, na sombra, na grama, e ela me contou o ocorrido.
Então ela me perguntou:
– Por que não devo sentar no colo de um homem?
Admito que fiquei sem respostas pra dar na hora, mas meu instinto me levou a dar a resposta mais inapropriada para uma jovenzinha de 10 anos:
– Você não deve sentar pois pode sentar no pênis do homem!!!
Ela prontamente:
– Mas o que é pênis?
Eu: – É o pipi do homem, como o do maninho sabe? (falei com relação ao irmãozinho dela)
Ela: – A… sei… Mas o que tem de mais nisso?
Eu, sem maldades: – É que do homem é bem maior que o do maninho, de homem é desse tamanho ( e mostrei com os meus dedos a distancia de uns 20cm), e grosso assim (fiz um arco com as mãos)
Ela abre a boca, e a curiosidade passa a tomar conta da sua mente.
Percebo seu interesse, e percebo que a conversa começa a tomar um outro rumo, mais erótico e errado. Eu comento:
– Olha só, você não vai contar pra ninguém isso que nós estamos conversando em… posso confiar em você?
Ela: – Sim!!!
Eu: Você quer que eu conte mais?
Ela balança a cabeça positivamente com um largo sorriso.
Como estávamos bem perto da casa, vou com ela para uns metros mais longe, em baixo de uma arvore grande de figo que tinha no pátio da casa dela…
– Aqui podemos falar mais a vontade…
Eu: – Como eu ia te falando, o homem tem pênis, e a mulher, buceta, vagina, como você chamar… porém, quando fica adulto, o penis do homem cresce, fica grande, e a buceta da mulher enche de pelinhos…
Ela: – Eu já vi a da mãe… é cheio de pelinhos (kkkkkkkkk ela ri)
Eu: – Pois é… Porém, o que você não sabe, é que quando se é adulto, dá vontade de o homem colocar o pau dele (que é o penis) na buceta da mulher…
Ela dá um pulo pra traz, espantada com o que acabara de ouvir…
Eu: – É, e é muito gostoso… (to te explicando isso só pra você entender por que não deve sentar no colo do veio lá na cantina… ta ok?) E ela concorda… e continuo:
– É isso que os namorados fazem também, ele (o homem) toca na buceta da mulher com o dedo quando não pode colocar o pau nela, e ela pega no pau dele também por que ela gosta… é uma loucura…
Ela gosta da conversa e sorri a cada nova descoberta…
Ela: – E você já fez isso?
Eu: – Claro, quando eu namoro, primeiro eu beijo na boca, vejo que ninguém está olhando e toco na bunda dela (kkkkkkkkkk) depois eu coloco a minha mão por dentro da calça na bunda dela… e fico massageando… depois eu coloco a mão pela frente dela, e toco na bucetinha dela, e ela pega o meu pau (kkkkk eu dou risadas no sentido de tornar mais descolada a conversa com ela)
Percebo que ela fica excitada com essa conversa por um comentário que ela faz:
– Eu to louca pra começar a namorar e fazer essas coisas gostosas…
Percebo também que ela roça joelho com joelho, com os punhos fechados pressionando forte contra a bucetinha dela… ela se contorcia como se tivesse frio, porém estava calor, o que ela sentia era simplesmente tesão e sua bucetinha devia estar muito molhada essa hora.
Eu continuo: – Mas tu é safada em… nessa idade já quer namorar..
E ela diz: – Eu queria namorar mesmo é com você, pois pelo visto você deve fazer isso muito bem…
Eu: – Não, você não pode, nós somos primos… (e sorrio pra ela)
Estava chegando no clímax da conversa, só faltava o estopim para começar algo com ela…
Eu falo: – Você gostou do que acabamos de conversar?
Ela, com os olhos pra cima, responde apenas positivamente com a cabeça e um leve sorriso safado no rosto…
Eu: – Isso que você está sentindo no corpo e no coração, você já tinha sentido antes???
Ela: – Não (respondendo com voz bem safada)
Eu: – Se você tiver alguma duvida, pode me perguntar, comigo não tem melindre pra essas conversas, nós somos amigos…
Ela concorda…
Percebendo que a conversa chegara ao fim, e que todo clima poderia se esvaecer no ar, ela prontamente pergunta, sem perder a oportunidade:
– Primo… (eu: – Que?) Posso ver teu penis?
Eu sinto essa pergunta atravessar meu coração como uma flecha flamejante…
Eu: – É… pode… mas…. você… é… não pode contar nada pra ninguém em… é segredo… posso confiar em você?
Ela concorda com a cabeça…
Eu: – Mas não aqui… vamos disfarçar e vamos para a garagem…
No fundo da casa tinha uma área com churrasqueira. E ao lado tinha uma garagem…
Vamos falar que vamos arrumar a casa do tobi (o cachorro dela) conta pra sua mãe lá…
Ela vai correndo até metade do caminho e grita pra mãe dela que vai arrumar a casinha do Tobi, nisso eu já estou indo pra lá… e ela vem correndo….
Chegando na garagem, primeiramente, estava uma bagunça, pois o carro é guardado em outro local, então, eu coloco umas caixas perto da porta, caso alguém abra, vai fazer barulho, eu vejo que há uma fresta que dá pra ver bem direitinho o caminho caso venha alguém, então eu fico estrategicamente posicionado ali, pego uma cadeira e me sento… chamo ela, meu coração doía de ansiedade, olho nos fundos dos olhos dela, segurando-a pelos ombros, ela também nervosa e muito ansiosa.
– O que vamos fazer é segredo ta?
Ela concorda…
– Você quer namorar?
Ela concorda…
Então eu a beijo na boca, ela toda sem jeito se entrega em meus braços, meu pau pula na hora, aquela boquinha virgem, sem jeito, lisinha, pequena, saborosa, levando seu primeiro beijo… eu envolvo ela nos meus braços, passando a mão por todo seu corpo, na bundinha e na bucetinha e nos peitinhos dela inclusive…
Eu pergunto: – Gostou?
Ela concorda com a cabeça e sorrindo.
Eu: – Antes de você ver meu pau… quer entender por que não deve sentar no colo de homens?
Ela concorda…
Então eu a viro de costas e sento ela no meu pau… pude sentir a sua pequena bundinha abraçando meu pau… ela sente um choque de tesão nesse momento e eu começo a passar a mão em sua coxa e falar e sussurrar em seu ouvido…
– Viu…. por isso… por que você sente ele… você está gostando (ela concorda)… (eu passo a mão em seu cabelo e a outra na bucetinha)… visse por que mocinhas não devem sentar, por que os homens fazem que nem namorados… (ela se contorcia de tesão) Ela fala:
– É grande…. e duro….
Eu: – É… e você gosta? (ela concorda) o tesão toma conta dos nossos corpos, ela instintivamente começa a rebolar no meu pau… e ela comenta:
– Nossa, como é bom de sentar aqui…
Ela sai do meu colo, se vira de frente pra mim, e vai com as duas mãos pegar ele, senti-lo tocando pela bermuda…
Ela: – Nossa, mas como isso não aparece?
Eu: – É por que ele fica grande só na hora que o homem está namorando, caso contrario ele fica menor…
Ela, ansiosa, sem não agüentar mais: – Posso ver?
Eu fico de pé, e digo: – Pode… tira ele pra fora…
Meu pau ficou na altura do seu peito, apontando firmemente para frente, fazendo um volume que eu inclusive nunca tinha visto em minha bermuda… ela coloca a mão no elástico da minha bermuda e puxa para baixo… deixando ele só na cueca… então eu a ajudo a abaixar a minha bermuda até em baixo…
Ela se surpreende ainda mais, então eu conduzo a sua mãozinha das bolas até a cabeça, criando uma expectativa ainda maior…
Então ela pega no elástico da minha cueca, puxa pra frente e pra baixo, revelando meu pau, que apontava pra ela… pude ver no brilho do olho dela, e pela sua boca aberta, que essa fora a maior descoberta da vida dela até aquele momento….
Ela paralisa e eu a ajudo a retirar a minha cueca, abaixando-a até em baixo.
Ela fica com a boca aberta, e eu pego seu punho e coloco no lado do meu pau… admito que foi a melhor sensação que eu já senti… aquela mãozinha inocente, tocando meu pau… eu mostro pra ela, que se puxar para traz a pele, revela a cabeça do pau… e comecei a dar uma aula da anatomia genital pra ela…
Ela surpresa e maravilhada com tudo aquilo, então eu conduzo uma punheta, fazendo com que a mão dela vá e vem… e logo ela começa a fazer sozinha… Ela comenta que parece um dedo, e fala da cabeça, da estrutura, das veias, e mostra que gostou bastante de ver
Eu: – Sempre que você quiser eu te mostro… é só me falar…
Ela: – ta bom… eu gostei muito de ver ele…
Eu digo: – Sabe o que dá pra fazer também?
Ela: – O que?
Eu: – Dá pra dar beijinho nele?
Ela: – Sério?
Eu: – É, dá um beijinho nele ai…
E ela timidamente dá um beijinho na cabeça… eu digo (outro) e ela prontamente passa a encher ele de beijinho. Admito que ver ela beijando ele, meu pau ficou gigante perto da cabeça pequena dela… era lindo ver aquela ninfetinha putinha juvenil ali com meu pau nos lábios…
Eu: – Agora beija de língua… passando a língua…
Ela novamente, timidamente, passa a língua na cabeça, como quem sente o gosto pela primeira vez… eu seguro ela pela cabeça e digo (Poe a língua pra fora) e passo a língua dela em todo meu pau… Deixando ele todo babado…
E digo: – Coloca a cabeça na boca…
Ela abre o bocão e tenta, se engasga e fala (não dá)
Eu sento e digo: – Quer ver o que dá pra fazer também…
Viro ela de costas, abaixo a calça dela, e sento ela de bundinha no meu pau…
– E agora, ta melhor?
Ela concorda: – Está bem melhor… assim é bom…
Então eu cuspo na minha mão e passo na bundinha dela, deixando a totalmente molhada e encaixo, como uma salsinha no meio do pão, meu pau na bundinha dela, toda melada, admito que foi a melhor sensação do mundo… certo que eu já ia gozar… encher ela de porra, sem pensar em nada… como ia limpar etc…
Eu digo: – Deixa eu fazer uma coisa?
Ela: – O que?
Eu: – Você vai gostar…
Ela: – Pode…
Eu: – Vai sair uma coisinha quentinha do meu pau na tua bundinha, daí vai ficar mais gostoso, daí você rebola tá… não se preocupa que eu limpo depois ta…
Ela concorda…
Então, como uma salsicha no meio do pão como eu havia mencionado, começo a levar ela pra frente e pra traz… olho na fresta, nem sinal de alguém vir, ou seja, estava tudo seguro…
Então começo a roçar meu pau no cuzinho dela, passando pela fenda da bucetinha e saindo lá na frente, nas coxas dela… e fazendo movimentos pra frente e pra traz…
Ela se contorcia de tesão e até me ajudava nos movimentos…
Eu digo: – Não esquece, quando sair o caldinho quentinho, começa a movimentar mais que é bom…
Ela com as calças abaixadas,com as pernas juntas, sentada encaixada no meu pau, roçando a bundinha e a bucetinha… num movimento frenético de vai e vem… não agüentei e comecei a gozar… eu sinto ela dizer um Ai… e para, porém eu digo (continua… continua) e ela se recompõe, vê a perna dela toda melada, pois minha porra começou a sair jateando para as coxas dela… e lambuzei a bunda, as coxas, as pernas, a buceta, minhas pernas… ficamos todo melado… e começo a mover mais devagar…
Ela diz: – é mesmo, com isso é mais gostoso…
Eu tiro a minha cueca e uso pra limpar ela… pude ver a sua bucetinha, linda, lisinha, cheia de porra, limpo sua bundinha, suas coxas, suas penas… ela estava muito lambuzada…
E me limpo… e fico sem cueca…
Eu digo novamente que é um segredo, pergunto se ela gostou… (sim) e jogo a minha cueca para o outro lado do muro, num terreno baldio que tem ao fundo, fico sem cueca mas tudo bem… então, vamos arrumar mais que rápido a casa do cachorro.
Esse conto é 100% verídico, de uma série de vários fatos que aconteceram na minha vida…

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