Aventuras com minha prima Joyce – parte 2

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Minha prima Joyce e eu voltamos pra casa aproximadamente 1:00 da manhã depois de termos feito um monte de sacanagens com o Márcio e o Josias…. como eu relatei na primeira parte do conto, o adulto da casa na ausencia de minha tia era o padrastro da Joyce. Quando chegamos ele estava acordado e sentado na sala assistindo qualquer coisa na TV. Eu pensei que ele ia dar uma bronca daquelas em nós duas mas ele só disse: "Coloquei o resto da comida na geladeira, caso vcs estejam com fome…"
Não comemos nada e fomos direto para o quarto onde dormiamos juntas na mesma cama de casal…. situação que se revelou bem conveniente pro que passaria a acontecer quase todas as noites naquelas férias de verão.
Estávamos exaustas e um pouco bêbadas, mas lembro de ter comentado com a Joyce o quão sortuda ela era por ter um padrasto tão legal. Ela virou o rabo esfregando-o na minha pepeka dizendo: "Tem muitas coisas sobre ele que você não sabe…. outro dia te conto"
Eu sou muito curiosa mas o cansaço era bem maior, então repousei a mão esquerda sobre seus peitos e acabamos dormindo desse jeito…. ela de costas com a bunda empinada e eu com a perna esquerda sobre sua perna direita e a minha mão esquerda sobre seus peitos.
Pela manhã, minha tia estava em casa e reclamou por que eu e Joyce acordamos tão tarde. Rodrigo, o padrasto, saiu em nosso favor dizendo: "Passam a noite conversando, já viu como são adolescentes…. aí o sono vai embora mesmo".
Mais intrigada eu ficava com a postura do Rodrigo.
Na minha casa não tinha piscina, então quando eu estava na casa de minha tia eu entrava na piscina dela todos os dias. A Joyce, claro, colocava biquíni e me fazia companhia embora raramente entrasse na água.
Eu estava dentro da piscina e ela deitada na borda quando a perguntei: "O Rodrigo tem uma amante, não tem?" Ela levantou a cabeça surpresa e disse: "Como é?"
E eu continuei : "Aí você descobriu quem é a safada e fica chantageando o homem, acertei?!"
Ela então entrou na água e disse: "Acertou em partes…. ele tem uma amante….
Ela chegou perto do meu ouvido e quase sussurrando disse: "Sou eu"
– "Caralho, Joyce…. tu és mais puta que eu!… Como isso começou ?"
Ela ia me contar, mas minha tia nos chamou pra almoçar. Terminariamos aquela conversa na cama quando minha tia estivesse no trabalho.
Joyce me contou que sempre recebeu muito afago e carinho de Rodrigo desde que ele casou -se com sua mãe quando ela tinha 10 anos…até que certa noite naquele mesmo ano ela acordou-se surpreendida com as mãos de seu padrastro alisando seu corpo…. de imediato ela não viu malícia naquele ato mas as visitas noturnas foram se tornando cada vez mais frequentes e as mãos já percorriam suavemente sua pepeka e bumbum. Nas noites que ele não ia lhe fazer carinho, ela sentia falta.
Ela me contou que ele entrava no quarto dizendo: "Hora de fazer um carinho na minha princesa linda"; e ficava um bom tempo ali deitado de lado alisando seu corpo deitado de frente…. ela até já abria as pernas pra ele massagear suavemente sua pepeka. Até que uma noite, ele a perguntou: "Deixa o papai dar um beijo na sua florzinha?" E ela, que já queria isso a algum tempo, permitiu sem exitações.
Ele então passou a chupa-la quase todas as noites enquanto se masturbava. Ela conta que adorava ver a cara de tesão com que ele ficava quando gozava. Ele limpava sua gala do chão e saia do quarto depois de dar um selinho em sua boca.
Eu a interrompi dizendo: "Ah, então foi com ele que tu rompeu o teu cabaço aos 13 anos, sua puta….
E ela me surpreendeu dizendo que não, que tinha sido com meu irmão Fernando na minha própria casa (do meu lado inclusive) enquanto eu estava dormindo – mas isso é história pra outro conto-.
Ela me disse que Rodrigo só começou a fuder a sua pepeka quando ela lhe revelou que não era mais virgem. Até então nem o cu ele comia…. só chupava sua pepeka e cuzinho e ela lhe chupava a rola.
– "Mas o estranho prima é que quando o primo meu comeu(se referindo a meu irmão), eu não sangrei…. fodemos gostoso e por um bom tempo mas nada de sangue…. com isso eu me senti segura pra dar pro pai (era assim que ela chamava o padrastro) mas o cacetão dele arregaçou minha pepeka e eu sangrei"
-"Mas ele te forçou a algo?"Perguntei.
-"Não. Claro que não…. Ele ficou super excitado enquanto eu contava a ele como tinha perdido a virgindade…. ele masturbava minha pepeka com os dedos…. depois me deitou na cama e chupou minha buceta com fúria e, em seguida, abriu mais minhas pernas e foi enfiando o cacete grosso buceta a dentro…. eu dei um gritinho de dor mas ele deixou o pau lá dentro por alguns instantes enquanto me beijava a boca…. eu fui relaxando e ele começou a se movimentar suavemente até ir acelerando…. terminou com ele gozando em cima da minha barriga…fico molhada só de lembrar". Explicou ela colocando minha mão esquerda por baixo de sua camisa. A safada estava sem calcinha e toda molhada mesmo.
Quando fui tirar a mão de lá, ela segurou minha mão e a colocou de volta. Me segurou pela nuca e começou a me beijar…. desci pela sua boca, percorrendo seu pescoço e colo até chegar em seus seios lindos, duros, redondos e grandes…. eu estava em êxtase masturbando sua buceta e chupando seus seios e nem percebi quando o Rodrigo entrou no quarto e ficou em silêncio observando a cena da porta a uma distância de mais ou menos 2 metros . Eu estava de costas pra porta, mas a Joyce estava de frente e percebeu a presença de Rodrigo, no entanto não esboçou nenhuma reação. Eu só percebi a presença de Rodrigo (que já estava batendo uma punheta vigorosa) quando me levantei da cama pra me posicionar melhor pra fazer sexo oral…. tomei um susto! Mas me tranquilizei quando ele disse: "Relaxa bebê, continua…. tou adorando!"
Confesso que sempre adorei exibicionismo e aquela situação me deixou louca de tesão.
Eu abri as pernas da Joyce e as levantei um pouco pra lamber melhor seu cuzinho. Enfiava a língua no cuzinho e lambia sua buceta como uma lésbica sedenta por mel…. eu sugava seu grelinho com vontade…. queria sentir ela gozando na minha boca. Até que ouvi o Rodrigo dizer: "Ai… eu vou gozar, caralho!" quase no mesmo momento em que a buceta da Joyce começou a latejar na minha boca liberando seu gozo viscoso e doce que eu lambi e engoli com prazer.
(Continua…)

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