Agora seria a segunda vez

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Peço que se você não leu o conto “Primeira vez a gente nunca esquece” postado em 15/08/2018, o faça antes de ler este. Este conto é uma conseqüência daquele.

Depois de ter traído meu namorado e dado para o professor de música, fiquei uma semana sem aparecer na casa dele por vergonha. Mas sabe como é… quando a vontade de dar vem, pelo menos para mim, é difícil controlar e numa segunda-feira acabei aparecendo lá.

Ele mal abriu a porta e eu tive um susto ao ver o seu rosto todo machucado e cheio de hematomas. Perguntei o que tinha acontecido e ele me disse que tinha se envolvido numa briga. Falei que estava louca para repetir a aula, mas me pediu que voltasse somente na próxima semana porque ele não tinha a mínima condição. Saí dali com pena dele e do jeito que estava, acredito que só apanhou na briga.

Na semana seguinte apareci com mais vontade de dar do que nunca. Entrei, seu rosto estava bem melhor e ele mandou que eu fosse até o estúdio que iria em seguida. Quando cheguei ao estúdio resolvi fazer uma surpresa para ele: tirei toda a minha roupa ficando completamente peladinha.

De repente ele aparece com um notebook na mão, acompanhado de quatro rapazes que me viram através do vidro e eu fiquei paralisada, sem graça, não sabendo o que fazer. Demorou alguns segundos até que eu tomasse a iniciativa de pegar a calcinha para vestir, mas quando vi eles já estavam dentro do estúdio e o professor em um tom rude disse:

– Fica do jeito que está sua putinha!

Puta fiquei eu com aquela surpresa e quem ele pensa que é para me chamar de putinha. Porém, antes de eu começar a falar ele mostrou um vídeo do notebook que me deixou sem ação. Ele havia gravado toda a nossa transa, tudo o que fizemos, tudo o que falei.

– Isto aqui vai parar nas mãos de seus pais, do seu namorado e de suas amigas e amigos da escola, caso não me obedeça. – disse o professor.

Eu estava fudida caso ele divulgasse aquele vídeo.

– Meus negócios estão indo muito mal e preciso de dinheiro. – continuou o professor – Aquela surra que tomei foi de capangas de um agiota a quem estou devendo e se não arrumar dinheiro rapidamente, vão me matar. Por isso, te vendi durante uma hora e você vai fazer sexo com todos eles. Não dá para pagar a minha dívida, mas é uma pequena parte. Vou conversar com outras bandas e você virá aqui quando eu mandar.

A minha reação foi chorar. Não foi algo com o intuito de sensibilizá-los e sim algo que brotou de dentro de mim. Quando olhei de lado, um deles já estava tirando a roupa. Eram jovens como eu e não os conhecia. Queria sair dali, tentava achar uma solução para sair daquela situação mas na minha cabeça só vinha um pensamento: eu sou a responsável, eu procurei , agora tenho que assumir.

Diante de tudo que estava acontecendo, diante da decepção que causaria a meus pais, do medo da repercussão entre minhas amizades, só me restou uma alternativa: Relaxar e gozar. Aliás era uma frase muito repetida naquela época.

Quando dei por mim, os quatro já estavam pelados e fiquei preocupada com um deles, que tinha uma pica grande, acredito que perto de uns vinte centímetros, os demais tinham o tamanho normal. O primeiro menino que veio na minha direção era bem bonitinho. Loiro, cabelos encaracolados, olhos claros, pele bem branquinha pediu para que eu chupasse seu pau.

Me ajoelhei e comecei a fazer a chupeta. Depois de ter aprendido com o professor na primeira vez, andei chupando umas cenouras para treinar e já me considerava razoavelmente boa nesta técnica. Seu pinto era gostoso e ele fazia carinhos no meu cabelo enquanto eu engolia aquela cabecinha rosa. Sentia ele suspirar…

Não demorou muito e ele pediu para parar, colocou uma camisinha e mandou eu sentar no colo dele. Ficamos de frente um para o outro. Seu pau entrou apertado na minha vagina e senti uma ardência grande que me fez dar um gemido de dor. Ela estava com pouca lubrificação e pedi ao professor para pegar um lubrificante.

Agora, toda lambuzada, sentei e aquele pinto foi sumindo dentro de mim. Comecei a subir e descer naquela vara enquanto ele fechava os olhos. Suas mãos percorriam minhas ancas e apertavam a minha cintura. Não demorou muito e ele gozou.

O segundo cara tinha um cabelo liso, escuro, simpático e também me mandou chupar. Seu pau estava todo babado e aí que percebi que o sabor, embora salgadinho era diferente. Aliás, quanto ao formato também, este era fino na cabecinha e ia engrossando.

Logo pediu para que eu deitasse que ele queria um papai-mamãe. Percebi que chupando como eu estava fazendo os deixava com muito tesão e eles não demoravam muito para pedir para transar. Poderia me livrar rapidinho deles.

Ele, já com camisinha, deitou-se por cima de mim e senti sua pica entrando. Apertando minha bunda ele começou com as estocadas. Notei que conseguia fazer um espasmo com a minha pepequinha e isso fazia com que ele se contraísse de tesão. Não demorou muito e gozou.

Saindo de cima de mim liberou para que o terceiro garoto viesse. Este tinha o cabelo castanho claro, nariz um pouco acima do normal e cara de malandro. Foi logo me dizendo:

– Vai mina… chupa minha pica que vou comer teu cú.

– Na minha bunda não… – respondi com cara de choro olhando para o professor.

– Vou comer esse cuzinho sim… – repetiu o garoto.

– Não… – respondeu o professor – o cuzinho dela é virgem e quero dois mil reais.

– Você está louco. – retrucou o garoto – Nenhuma bunda vale dois mil reais. Já estou pagando muito caro só para uma gozadinha.

Eu não sei se meu sentimento era de agradecimento ao professor por ter pedido um dinheiro alto ou de revolta por estar me vendendo. De qualquer forma ela não ia comer minha bunda.

Ajoelhei e ele segurou meu rosto colocando sua pica na minha boca. A glande era grande (rsrsrs), ou seja era cabeçudo e era necessário abrir bem a boca para contê-lo. Um pequeno aquecimento mamando na rola dele e mandou que eu ficasse de pé e de costas para ele, pois queria me pegar por trás.

Virei-me e ele se posicionou. Senti seu pau roçar a minha bunda e fiquei com medo dele penetrá-la. Ajeitou-se atrás de mim, pegou no pau e o colocou na minha pepequinha. Com raiva dava estocadas fortes enquanto que uma de suas mãos apalpava meus seios e a outra tocava na minha vagina. Aquele movimento firme junto com as carícias que ele estava fazendo me deram tesão. Estava gostoso e ficamos assim por uns cinco minutos, até que ele tirou e me mandou ajoelhar. Retirou a camisinha, bateu uma punheta e gozou no meu rosto.

O professor me jogou uma toalha para que pudesse me limpar. Faltava o último e o que eu temia, embora, naquele momento, eu estivesse molhada por dentro com aquelas carícias feitas pelo garoto anterior. O tamanho realmente me preocupava. Será que cabe isso dentro de mim era a pergunta que me fazia.

Me ajoelhei para começar a chupetinha. Olhando de perto parecia ser diferente dos outros. As veias eram mais saltadas, o diâmetro era maior , mas neste eu queria caprichar, pois pensava que quanto menos ele me comesse seria melhor.

Depois de poucos minutos ele pediu para parar e ficar de quatro. Eu disse que queria chupar mais um pouco… que estava gostoso… mas ele não quis saber. Fui para o sofá e fiquei na posição que ele queria. Ficar de quatro também me deixava receosa porque me deixava exposta, tanto a pepequinha como meu cuzinho.

Senti a ponta do seu pinto com o plástico do preservativo roçarem nos lábios da minha vagina e fechei os olhos. Aquela rola começou a entrar dentro de mim e gemi me contraindo toda. Ele forçava para entrar mais e fui cedendo… Era difícil… Eu nem olhava para trás.

Aos poucos fui acostumando com aquele intruso e tapas na minha bunda começaram a ser dados. Isto me deu um tesão incrível. Entre os tapas havia uns apertões nos meus seios e beliscões nos meus mamilos. Ficamos assim por minutos e então, ele segurou meus cabelos puxando minha cabeça para trás.

Me senti submissa e entregue. Seus movimentos começaram a aumentar a velocidade e o surpreendi berrando de prazer. Eu estava gozando naquela pica maravilhosa. Isto aumentou o prazer dele, que me segurou fortemente pelos quadris, forçando cada vez mais a entrada daquele pinto, até que gozou…

Os meninos foram embora e fiquei sozinha com o professor. Ele me perguntou se estava tudo bem e triste, acenei que sim com a cabeça. Sabia que daquele dia em diante estava nas mãos dele. Havia me tornado uma puta e ele me mandou para casa.

Naquela noite chorei muito, arrependida de tudo o que tinha feito. Minha mãe estava preocupada e lhe disse que era porque tinha brigado com o namorado.

Na hora do almoço do dia seguinte, gelei ao ver o professor quase em frente da minha casa me esperando. Pensei, estou fudida, vou ter que dar outra vez… mas fui surpreendida quando ele esticou a mão e me deu um DVD dizendo:

– Está aqui… É seu… Tudo o que eu tinha gravado está aí… Faça o que quiser, mas eu o destruiria… Vim aqui lhe pedir perdão pelo que fiz… Não devia ter lhe envolvido nos meus problemas, mas eu preciso muito de dinheiro… Me desculpe… Não quero que você se aproxime mais da minha casa… Adeus…

Saiu sem eu conseguir falar palavra alguma. Dias depois, meu pai ao chegar em casa à noite comenta que havia polícia no estúdio de música e que o professor havia morrido. Não sabia se foi suicídio ou homicídio. Fiquei triste porque no fundo ele parecia ser uma boa pessoa.

Durante anos mantive o DVD comigo e o assistia de vez em quando. Somente um pouco antes de me casar é que resolvi destruí-lo. Até hoje me questiono se foi ou não a opção correta e não encontro resposta. Por um lado, que menina teria o dia que perdeu a virgindade, que se tornou mulher, gravado em detalhes e por outro toda a lembrança da tragédia que aconteceu posteriormente.

Enfim… A vida continuou… Hoje, separada ainda tenho um tesão enorme e continuo a procurar homens. Não tenho mais medo do que a sociedade pensa porque os tempos são outros. Talvez, agora que tomei coragem em escrever, eu continue contando os casos da minha vida amorosa.

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