Acabando a carência de sexo da esposa

Há 3 meses 0 ★ 4.33

Eu me minha mulher fomos para a praia ver nossa filha que passava férias com os avós , nos estava-mos num ritimo de trabalho muito grande e nossa vida sexual estava uma tragédia então falamos que seria a chance de fazer nossa vida pegar fogo , ela uma mulher de 35 anos e linda e deliciosa não era gorda e nem magra tinha coxas grossas uma bunda deliciosa e seus seios eram médios mas seus bicos eram deliciosos.
Chegamos e passamos o dia com eles e minha mãe comenta que o bikini da minha mulher era muito pequeno e a deixava praticamente nua , e era verdade, fio dental que devido sua bunda ser grande sumia dentro dela e o soutien de cortininha eu arrumei de forma que cobrisse só seus bicos e ficasse quase todo a mostra , e minha mãe dando uma de sogra falava que os homens ficavam secando ela daquele jeito na praia , era meio da tarde voltamos pra casa e avisamos que não ficaria-mos pra dormir e saimos pra achar um hotelzinho, assim que pego a estradinha de terra falo o que minha mãe comentou e ela no inicio fica com vergonha mas pergunta pra mim o que eu achava e falo que ela estava deliciosa , ela me chama de mentiroso , avisto um boteco e paro e falo vá buscar uma água e vc vai ver se esta gostosa ou não, no oteco varios homens bebiam e jogavam , ela fica vermelha sorri e quer pegar a canga e eu falo não vá só de bikini afinal estamos na praia, ela sai e entra , de longe realmente ela estava espetacular estava nua, os caras a secam na cara dura , ela volta ofegante e fala ouviu um monte de cantadas a maiori sujas, eu dou uma risada mas vejo que ela tinha gostado chego no asfalto e vou na direção de São Sebastião olho pra ela e falo tira o soutien, ela não questiona e entra na brincadeira e tira , seu seios deliciosos soltos balançavam sensualmente , e falava que dava tesão imaginar que os carros no sentido contrário podia a ver , e sem eu falar tira a calcinha, pega minha mão e coloca dentro dela , estava toda molhadinha, dedilhava e ela fechava os olhos aproveitando as delicia de se exitar, ela então abre o ziper do meu short e coloca meu pinto pra fora solta o cinto se curva e abocanha meu pinto fica quase de quatro e coloca a bunda na janela a mostra , era espetacular , mas perigoso e mortal , vejo uma parte que dava pra estacionar , e paro e ela acelera a chupada e pede que quer que eu goze na boca dela , e eu gozo ela não deixa uma gota escorrer e engole tudo se levanta e vejo a mulher com quem eu me apaixonei , estava com aquela cara de safada, ela fala toca osão carro e acha logo esse hotel pois estou louca pra foder muito com voce, nas imediações de Saõ Sebatião acho o hotel e volto ao carro e falo que ela desça , pega a canga que era muito transparente e sem colocar o bikini o veste na recepção o casal de atendente a olham e medem de cima a baixo, fomos para o quarto e mal entro ela me joga na cama e tira a canga e sobe em cima de mim , e fala me fode logo enfio meu pinto na entrada de sua bucetinha e ela senta fazendo entrar até o fundo ela geme e fala que saudades de ser fodida assim ela saltita e me oferece seus seios que eu chupo e dou mordidas em seus bicos, ela sai de cima e fica de quatro e fala vem fode sua mulherzinha carente , agarro sua bunda e a penetro ela geme e fala que quer que estupre sua bucetinha carente entrava e saia com força e ela avisa que ia gozar e goza muito , fazia meses que ela não gozava , caimos exausto e ai vimos a porta aberta , ri e falei sera que alguem nos viu, demos uma cochilada e a noite vomos jantar no restaurante, ela com um vestido to soltinho curto deixando a mostrando seus seios lindos, e percebo que as meninas que serviam nos olham e davam rizadinha safadas e uma nos apontava para as outras, e tivemos certeza que fomos vistos trepando e isso foi motivo de uma nova e fantastica trepada na madrugada imaginando sermos vistos nos amando.

Avalie esse conto:
PéssimoRuimMédioBomExcelente
(Média: 4,33 de 3 votos)
Loading...

Nenhum comentário

Talvez precise aguardar o comentario ser aprovado
Proibido numeros de celular, ofensas e textos repetitivos