Abusos em casa

08-08-18 Por 8 ★ 4.38

Em 2002 quando eu tinha 11 e minha irmã 10, morávamos com nossa avó e o marido dela, mamãe também morava lá. Minha mãe tinha um namorado que também era usuário de drogas e acho que foi com ele que ela se meteu nesse meio. Minha avó não deixava eles usar esse tipo de coisa em casa. Rolava muita confusão em casa, minha mãe e o namorado dela não trabalhavam, ele as vezes dormia lá com a gente e raramente comprava alguma coisa pra comer.
Era uma vida de miséria, era tudo muito deprimente.
Minha avó brigava muito quando minha mãe as vezes achava dinheiro de bobeira em casa e saia pra gastar no vício junto com o namorado marginal dela.
Os dois eram jovens e bonitos, mas perdidos na vida e totalmente sem noção e estrutura psicológica.
A casa tinha dois quartinhos, em cada um tinha cama de casal e lugar pra colocar uma rede. Minha avó já estava dormindo com o marido dela. Eu estava no quarto da mamãe, quando minha irmã acordou e falou que estava com fome. A mãe só disse pra ela dormir que ía passar porque já não era mais hora de comer e ela já havia comido. Ela disse q não tava conseguindo dormir. E mamãe ignorou e tentou dormir, mas minha irmã começou a chorar e eu estava na rede acordado e calado enquanto minha irmã estava na cama com mamãe e o namorado dela, ele também acordou e mamãe mandando minha irmã se calar pois não tinha apanhado, se continuasse a chorar ela iria apanhar.
Aí o namorado dela perguntou o que foi e mamãe disse que ela tava dizendo que estava com fome. Ele disse tem leite aqui quer? Mamãe disse dá pra essa chorona pra ver se ela para de chorar e me deixa em paz.
Tudo ficou silencioso e ele começou a sussurrar, ouvi os movimentos na cama e fiquei curioso, querendo ver mas sem coragem. Ele disse pra ela ficar caladinha.
Eu olhei não botei a cabeça totalmente pra fora da rede, mas fiquei olhando e tentando não ser notado. Ele estava nú e e costas pro meu lado da rede e minha irmã também sem roupa e deitada de barriga pra cima entre os joelhos dele e ele colocando o pau na boca da minha irmã. E mexendo na pepeka dela. Enquanto mamãe estava deitada de costas pra tudo isso, fingindo tentar dormir. Eu fiquei olhando tudo e percebi que minha irmã estava muito assustada, tentava tirar, mas ele insistia e falava, olha te aqueta, tu sabe que se tu aprontar tua mãe vai te bater.
Mamãe me viu e em tom agressivo disse pra eu ir dormir. Então virei rápido fechei os olhos e fiquei quietinho só ouvindo o que estava acontecendo. E ele mandando minha irmã virar e não chorar mais e ficar quietinha não demorou muito ele mandou ela engolir tudinho que não biria mais ficar com fome.
No dia seguinte minha irmã tava tão cala e quieta, até eu fiquei assim.
O tempo foi passando e dias sim dias não ele fazia essas coisas com minha irmã. E até me mandava olhar aprender. Depois disso era normal eu entrar no quartinho e ele está metendo na minha irmã enquanto minha mãe entretia minha avó porque as vezes ela esperava o marido chegar do buteco ou quando vovó e o marido dela ía se deitar.
Algumas vezes ele me mandava praticar também pra ficar fera no assunto, mas eu fugia quando dava ou isistia que não, eu ficava com pena da minha irmã. E as vezes por isso ele me chamava de menininha.
Uma vez o marido da minha avó ficou querendo saber o por quê de ele me chamar assim, ele inventou outra história. Mas o marido da vovó ficou cismado.
Do nada ele começou a brincar mais comigo, trazer bombons de chocolate e procurava vários meios de me agradar. Uma vez foi tomar banho comigo e falou pra eu me agachar pra ele me lavar, eu disse que sabia fazer sozinho mas ele insistiu e disse que eu não fazia direito e eu me agachei e ele veio passou bastante sabonete na minha bunda e enfiou o dedo na minha bundinha, doeu pra caramba mas entrou com certa facilidade, ele tirou e depois colocou devagar e perguntou se eu já tinha colocado alguma coisa na bundinha antes, eu disse que não.
Ele levantou e o pau dele estava durão, ele me mandou colocar as mãos na parede e abrir as pernas e abaixar um pouquinho e foi passando mais sabonete na minha bundinha e no pau dele e tentando enfiar entrou um pouco mas estava doendo, era bom mas a dor era maior. Depois ele baixou a tampa do vaso e sentou e me mandou sentar e bundinha pra eu sentar até onde eu aguentasse e entrou a cabeça todinha, mas não quis arriscar a meter mais.
Ele me colocou com as mãos na parede de novo e bateu uma no mau pau depois ficava ralando o pau dele na minha bundinha e se punhetando até gozar.
Depois desse apesar da minha bundinha ter sofrido muito, mesmo assim eu sentia vontade de repetir.
Atualmente minha irmã mora em outro estado, é casada, tem um emprego de operadora de caixa, nunca falou comigo da nossa infância, nem quando nos falamos ela comenta nada, evita assuntos do passado, só fala dos filhos e da vida atual e de outras pessoas.
E eu, estou por aí no anonimato como qualquer um de nós, não posso falar abertamente dos abusos porque isso atrai atenção pra esse lado ou pra um totalmente oposto, prefiro não arriscar.
Nos dias atuais, só posso dizer que sou um cara que se sente muito atraído por meninas e meninos.

Avalie esse conto:
PéssimoRuimMédioBomExcelente
(Média: 4,38 de 26 votos)

Por

8 Comentários

Talvez precise aguardar o comentario ser aprovado
Proibido numeros de celular, ofensas e textos repetitivos

  1. Cap Thomaz

    Pedofilia é crime isso da nojo

  2. Que lindo…..amei o conto tem que ser putinho e putinha desde de criança .

  3. Katherine

    Me manda um e-mail..

    [email protected]

  4. NegrooRJ.

    Troca de experiencias
    [email protected]

  5. tio sacana

    Hummmm que mais aconteceu??

  6. Anonimo

    Bom conto

  7. Curioso

    Continua, rolou mais com seu padrasto?

    • tio sacana

      Porra pensou que delícia!