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Será que ela lembra?

02-07-18 Por 20 ★ 4.00

Tenho 42 anos e lendo alguns contos aqui no site decidi contar o que aconteceu comigo a uns anos atrás. Gosto de contos realistas, se são verdade ao não, pra mim, não faz muita diferença, desde que pareça real, seja uma boa história, em um contexto plausível, dentro do limite do razoável. Sendo assim, o conto que me motivou a contar o que aconteceu comigo, pode ate ser mentira, mas me instigou a dividir o meu fato com outras pessoas, que provavelmente, vão achar que é mentira, mas não importa. O objetivo é trocar informação, se divertir, se excitar, e claro, dividir uma boa historia com os leitores do Site.

Sou de São Carlos-SP, e tive minha primeira filha cedo, eu tinha 20 anos, e em 1998, Rayane nasceu. Fui me casar com a mãe dela 2 anos depois, em 2000. Nessa época eu trabalhava em uma empresa que instalava e fazia manutenção em elevadores, escadas rolantes, esteiras aeroportuária e portuárias, enfim…

Eu morava com minha mulher e minha filha em uma casa alugada, em 2003 teve um problema na empresa para qual eu trabalhava, fui demitido com mais 122 funcionários, e minha vida deu uma sacudida: Tinha uma filha pra criar, família pra sustentar, aluguel pra pagar, água, luz, gás, comida, enfim… E estava desempregado! Minha mulher, na época, não trabalhava. Eu era jovem, tinha a prepotência de achar que "mulher minha não precisava trabalhar" e bla bla bla. Foi difícil, mas arrumamos uma solução rápida: Saímos da casa onde morávamos para não acumular dividas, e fomos para um quarto de fundo na casa da minha sogra. Minha mulher arrumou um emprego na secretaria de uma escola, e eu fui procurando emprego, e segurava as pontas com o dinheiro da indenização. Tempos difíceis!

O quarto onde eu ficava com Soyama (Minha esposa) e Rayane era pequeno, só coube nosso moveis entulhados em um canto, e uma cama de casal, onde dormíamos nós três. Minha mulher saía para trabalhar na parte da manha, e ficava apenas eu e Rayane no quarto. No começo, eu levantava todo dia cedo, junto com minha mulher, e ia distribuir currículo, ia para entrevistas, batia perna por São Paulo capital atras de uma oportunidade, mas não dava em nada. Foi assim no primeiro mês, no segundo, no terceiro, no quarto… E nada! Os parentes da minha mulher já começavam a falar, minha sogra, me jogava indiretas, me olhava torto, eu comecei a fazer uns bicos de pintor, pedreiro, garçom, enfim… O que aparecia eu fazia.

Nesse período eu e minha mulher não tínhamos vida sexual. Primeiro, minha auto-estima estava baixa. Segundo, que a gente não tinha nem tempo pra trepar. Terceiro, durante a noite, dormia eu, Soyama e Rayane na mesma cama. Ou seja: A intimidade do casal estava comprometida!

Obs: Não estou me justificando, só contando os fatos! Continuando…

Minha rotina era: fazia um bico na parte da manha, na hora do almoço ia pra casa, dava almoço pra Rayane, a levava pra escola, e na parte da tarde, ia procurar um outro bico pra fazer no dia seguinte!

Em um determinado dia estava em uma fila para conseguir um bico de descarregar uns caminhões de tijolos em uma construtora, tinha uma porrada de macho na fila, e um deles estava com uma revista porno mostrando pra galera e zoando. Na medida em que os caras eram chamados para preencher uma ficha, a revistinha ia sobrando para quem continuava aguardando. Quando a revista chegou em mim, eu dei uma foleada, fiquei de pau duro na hora, dei uma disfarçada, guardei no bolso e levei pra casa. Não consegui a vaga, e fui embora puto da vida!

Cheguei em casa por volta das 10:30h da manha e fui direto para meu quartinho. Tomei um banho e deitei na cama ao lado de Rayane, que ainda dormia. Tentei cochilar, mas lembrei da revistinha. Fui ate minha calça, a peguei, voltei a deitar na cama, e comecei a bater uma punheta bem gostosa olhando as putarias na revista. E Rayane dormindo…
Não sei o que me deu, que comecei a dividir a atenção entre a revista e minha filha dormindo ao meu lado. Ela estava de bruços, só de blusa e calcinha, uma das pernas em baixo da coberta, e a outra pra fora. Eu me punhetanto e encarando a bundinha de Rayane, as pernas torneadas, o pezinho pra fora da coberta. Olhava para a boquinha com lábios bem pequenos e rosados. Tentava focar na revista erótica para tentar ignorar Rayane do meu lado, mas não adiantava, só piorava, parecia que eu estava possuído por um espirito devasso incestuoso, só conseguia ver as cenas profanas na revista e relacionava à Rayane a longo prazo, pensava: "Daqui a pouco essa putinha vai estar por ai fodendo com alguém, chupando muita rola, fazendo marmanjo gozar, suspirando e gemendo de tesão no caralho dos caras. E eu aqui, me matando pra dar o de comer, escola, roupas, pra daqui uns anos ela virar puta dos outros na rua. A mãe começou a dar com 14 anos, aposto que a filha não chega aos 15 sem tomar rola no cuzinho. Vai dar a bunda e gostar, pedir mais, sera pior que essas vagabundas da revista." Cada imagem que eu via na revista a minha mente reproduzia imaginando Rayane na adolescência sendo violada por algum moleque inexperiente qualquer.

Fui mais ousado, e comecei a puxar a calcinha dela pra enfiar toda no cuzinho… Ela se mexeu um pouco, mas ainda continuava dormindo, porem, com a calcinha toda atolada na bundinha. Minha punheta tava tão gostosa, a revistinha só me dava mais capacidade criativa para imaginar cenas libidinosas que inevitavelmente aconteceriam com minha filha. Comecei a bolinar a perna e a bundinha dela, sentir o toque suave da pele, com o dedo me atrevia a abrir a bundinha dela, e pude espiar seu cuzinho infantil inviolado. Deixei a revista de lado, e aos poucos fui tentando descobrir cada detalhe do corpo da minha filha com uma perspectiva diferente e muito mais prazerosa. De acordo com que eu ia me atrevendo, Rayane ia despertando no ritmo dos meus toques, ela murmurava baixinho para eu deixa-la dormir mais um pouco, como ela sempre fazia na hora do almoço, antes de ir para a escola. Eu aproveitei para ficar de conchinha com ela, dei um beijo no seu rosto, pescoço e esfregando sutilmente meu pau no reguinho dela, disse: "Ta na hora de ir para escola, filhota. Levanta que você tem que almoçar!" Rayane resmungando porque tinha que levantar, se espreguiçou fazendo manha, esfregando suas mãos no rosto, e se confortou apoiando a sola de seus pés na minha coxa me pedindo para ficar só mais um pouquinho na cama com uma voz bem dengosa. Eu dei um beijo no seu pescoço e ombro, e tomado por um tesão enlouquecedor do toque do meu pau na bundinha da minha filha, eu não resisti, sucumbi, e gozei histericamente!

Tentei cobri-la rápido para não cair nada em Rayane, ela estava sonolenta, eu acho que dei uma gemida perdendo o controle sobre mim mesmo, mas ela nem notou. Arrematei perdendo o juízo de vez, e passei a mão no corpinho dela inteiro enquanto a envolvia em um caloroso abraço tentando desviar da coberta toda melada de porra! Foi muito gostoso, incrível, Rayane, no ápice de sua inocência, nem reparou nada. Na sequencia, ela foi para o banho, almoçou, e depois à levei para a escola.

Depois desse dia minha tara incestuosa foi despertada… Passou a ser frequente minhas interações com Rayane, no começo, me aproveitava do sono profundo das primeira horas da manha para bolinar, acariciar, violar a intimidade da minha menina. Essa gostosa mania, virou um hábito, e esse habito, virou um costume, e como todo costume, ja estava na hora de mudar, eu queria mais! Então passei a fazer cada vez mais tarde.

Comecei acariciando às 6:30 – 7:00h, eram raras as vezes que Rayane acordava ou percebia alguma coisa, esse horário, ela dormia feito uma pedra. Depois entre às 8:00 ou 9:00, ela ja estava com menos sono, passava a se manifestar de modo sutil. Em São Carlos faz muito frio em determinadas épocas do ano, Rayane passou a dormir de moletom, para eu continuar tive que ousar mais, e quando cheguei nas 10:00 ou 11:00h, ela ja acordava, e bem sonolenta ficava curtindo meus carinhos, me dando muito prazer, ja facilitava, e interagia com pouco animo, mas muita curiosidade. Nos divertíamos ate a hora de ir tomar banho pra ir para a escola.

Mas ate chegar nesse nível, demorou bastante, eu ate parei de procurar emprego na parte da manha, meu oficio era me divertir com Rayane. No começo, quando começava entre 6:30 e 7:00H, ela ainda dormia com um pijaminha do Pica-Pau, eu apenas me punhetava acariciando lentamente cada centímetro do seu corpinho, com meu pau latejando de tesão explorava delicadamente seus lábios, seus pequenos mamilos, sua barriga, seu umbigo, roçava na sua bocetinha, suas pernas e pés.

Depois de um tempo, entre 8:00 e 9:00h eu passei a lembra-la que eu estava ali, queria que ela sentisse meu toque, não me preocupava mais se ela iria acordar ao não. Na verdade, queria que isso acontecesse, mas de uma forma natural, sem eu forçar nada, que ela associasse o carinho sexual com um cafuné antes de dormir. E assim eu fiz: Começava com um cafuné na cabeça, acariciava seu peito e barriga bem sutilmente, como uma cocega feita por uma pena, percorria suas pernas com toques suaves ate chegar em seus pés onde fazia uma breve massagem e depois fazia o caminho contrário ate chegar a sua virilha, onde eu sugeria tocar sua bocetinha, mas não o fazia.

Depois de me punhetar muito, e gozar horrores estimulando minha filha por semanas, comecei a perceber que ela acordava, resmungava um pouco (acho que ela se assustava, sei lá…) eu a acalmava, dizendo: "Shhhhhiii, é o pai. É só o carinho!" e ela ficava só curtindo as caricias, se mexia em um ritmo delicado, porem, eu suscitava que iria tocar sua bocetinha, mas não fazia. Nesse momento, eu comecei a pegar a mãozinha dela, e dizia bem baixinho: "Mostra pro papai onde você quer que ele faça carinho em você!" e direcionava a mãozinha dela para sua própria bocetinha. Rayane meia sem jeito colocava a mão na bocetinha por cima do pijama e apertava como se procurasse o lugar certo. Eu desci o short do seu pijama, segurei sua mão e ensinei minha menina a se siriricar. Eu ia perguntando pra ela: É aqui? Você gosta assim? Quer que eu pare? E com toques bem sutis e delicados, a menina foi pegando o jeito. Com o tempo, Rayane ja abria as perninha e se masturbava sozinha só pra eu ver e admirar.
Nossa, como era gostoso!

Por mais incrível que isso possa parecer, a menina ficava toda molhadinha, quando eu à acordava com uma siririca bem safada, ela não abria os olhos, suspirava, ficava ofegante, as pálpebras ficavam tremulas, dava sorrisinhos eróticos de satisfação, rebolava o quadril no meu dedo, seus pézinhos se contraiam no ritmo dos meus toques, segurava meu punho me direcionando para o lugar certo… Depois que minha menina ja estava estimulada sexualmente eu decidi interagir em horários que ela estava mais espertinha, menos sonolenta e poderia participar ativamente das manifestações de carinho que propunha a ela. Poderia dar, e receber na mesma proporção!

Entre 10:00 e 11:00 da manha, as coisas ficaram reciprocas, isso quando ela queria, porque as vezes, Rayane dava uns pitis e não queria "namorar", e eu deixava quieto. Quando as coisas começaram a esquentar, era a época que mais fazia frio em São Carlos, sendo assim, Rayane dormia toda agasalhada, ou seja: Mais roupa, mais trabalho, é igual a mais resistência. Ela dormia com um moletom azul piscina, que a calça enfiava toda no seu cuzinho, ficava uma delicia. E com um par de meias da Pantera Cor de Rosa. Eu começava repetindo o ritual citado anteriormente, cheio de carinho, zelo, e cuidado. Fazia ela se siriricar um pouquinho por cima da roupa enquanto acariciava seu peito, depois, eu tomava o controle da situação e masturbava minha filha: Primeiro ia por cima da calça, quando sentia que ela estava desejando ser tocada sentindo minha mão crua na bocetinha dela, eu violava seu moletom, ultrapassava os limites da calcinha e siriricava com bastante delicadeza seu grelinho precoce e tão cheio de tesão. Enquanto isso Rayane me masturbava bem sem jeito, mas eu amava, me matava de tanto tesão! Apos masturba-la com os dedos e espremer seu cabacinho a ponto dela se assustar com a intervenção, eu a colocava de ladinho, tirava apenas uma de suas pernas da calça, tirava uma meia de seus pés, empinava o cuzinho dela na angulação perfeita e esfregava meu caralho na bucetinha dela cheio de tesão e fissura. Era muito bom, eu esfregava, esfregava, efregava, colocava pressão com as mão e e esfregava meu pau no cuzinho e na bocetinha dela com força. Deixava Rayane peladinha em cima de mim, e ela se esfregava no meu pau… Nossa, como era gostos! Era quente, meu pau latejava, parecia que ia pegar fogo. Rayane gostava, deitava no meu peito, ficava rebolando a bocetinha no meu pau: Ia pra trás, pra frente, mexia o quadril totalmente sem pudor, bem libertina, safada. Dava uns suspiros bem leves, me olhava com um sorriso bem dengoso e ficava olhando pro meu caralho e para a bocetinha dela. Eu arreganhava as perninhas dela e ficava siriricando aquela bocetinha linda com meu pau, insinuava que ia foder o cuzinho colocando pressão, ela se assustava e eu a acalmava chupando seu cuzinho de boceta, colocava ela de quatro, dizia: "Fica igual um gatinho!" E roçava meu pau naquele cabaço delicioso ate gozar!

As vezes ela não queria fazer, queria dormir ou simplesmente não estava afim, ai eu fazia uma draminha, dizia: "Vamos namorar um pouquinho, o papai ta tão triste, ajuda o pai a melhorar." Rayane cedia algumas vezes, mas na maioria das vezes, eu ficava na vontade. Ela não gostava de me chupar, dava umas lambidinhas, e quando chupava, era só um pouquinho, mas eu tinha que insistir muito. No entanto, adorava ser chupada! Pedia! Dizia:"Pai, faz aquele negocio com a barba!?" Se referindo a minha barba roçando na virilha dela, enquanto eu caia de boca naquela bocetinha perfeita.

Nossa, como era gotoso!

A sensação, o clima que ficava, o cheiro, as murmuradinhas que ela dava, o som do sorriso sacana, a respiração ofegante, os suspiros, o toque das solinhas dos seus pés na minha nuca. A gargalhadinha que ela deu na primeira vez que sentiu minha língua degustando seu cabaço, as inúmeras vezes que tomamos banho juntos antes de leva-la pra escola que a via se masturbando com a mãozinha cheia de sabonete.
Quanta putaria, libertina, criminosa, incestuosa, mas que me proporcionou uma das maiores experiencias sexuais da minha vida. Nunca gozei tão gostoso quanto gozei com Rayane. Tempos áureos que não voltam mais! Essa libertinagem toda durou cerca de 1 ano e 6 meses, depois, arrumei um emprego em uma empresa onde trabalho ate hoje.

Rayane atualmente, acabou de completar 20 anos, pelo visto não ficou nenhum trauma, nem nada… Muito pelo contrario, é uma excelente filha, estudiosa, dedicada, ja sabe o que quer da vida, amorosa, gosta de estar com a família, tem muitos amigos, nunca nos deu grandes problemas, alem de ser uma menina muito bonita. Ela esta meia gordinha, nada exagerado, desproporcional, mas é uma mulher atraente.

Não tenho tesão nenhum por ela, quando ela era mais nova, em momentos específicos, eu cheguei a ter, mas passou, desapareceu, não sei explicar o porque. Acho que o que aconteceu foi só um surto, uma coisa de momento, um devaneio ou tara momentânea, sei la… Não tenho tara em nenhuma outra novinha. Depois de Rayane, nunca mais me senti atraído por nada do tipo. Nem filmes ou imagens me excitam, tenho pena ou nojo, sei lá… Num sei explicar!

Em relação à Rayane, ela nunca demonstrou nada em relação a mim. Nenhuma revolta, ódio, desprezo, ou coisas do gênero. No entanto, também nunca tocou no assunto, é como se não tivesse acontecido. Ela é muito carinhosa comigo, com a mãe, e os irmãos. (Eu tive gemios em 2005).

As vezes me pego olhando pra ela, e me perguntando: "Sera Que Ela Se Lembra?" Sera que ela finge que não houve nada? Sera que foi tão traumático que ela reprimiu, e apagou da memoria? Sera que isso vai ter um efeito colateral quando ela for mais velha? Será que ela gostou? Será que ela é boa de cama por conta disso? Enfim… São tantas questões que me faltam palavras pra expressar. Mas se alguém me perguntar se eu me arrependi, eu digo que não! Infelizmente, eu ainda, não posso dizer que me arrependo do que fiz, só tenho boas lembranças. Nunca fui agressivo (Não que isso justifique), minha filha parece super bem, se relaciona bem com as pessoas, com os homens, principalmente… Que alias, eu estava certo: Ela perdeu a virgindade com 15 anos, com um cara, que de acordo com a mãe dela, tinha 26 anos! Na adolescência, Rayane deve ter tido uns 4 namoradinhos, pelo menos, foi os que me foram apresentados!

O máximo que aconteceu, que eu atribuo a iniciação precoce no sexo, é que ela se masturbava muito quando novinha. Foi pega diversas vezes pela mãe quando era criança "mexendo na perereca" (como dizia minha mulher) ate hoje Soyama (minha mulher) brinca com ela fazendo insinuações sobre isso! Sendo assim, ate agora, não apareceu nenhum efeito colateral.

Minha sincera opinião: Eu acho que ela lembra, se faz de desentendida por ser conveniente ou por não saber como abordar o assunto comigo. Eu tenho 42 anos, e me lembro da minha infância perfeitamente, porque que ela com 20 não se lembraria? Enfim…

Sei que é errado, nunca serei a favor desse tipo de coisa, mas se for pra ser, que seja como eu fiz, de um jeito que não traumatize o alvo de sua tara profana!

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20 Comentários

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  1. Bruno

    Fusca é claro que a sua filha se lembra, e pode ter a certeza que ela não ficou traumatizada muito pelo contrário ela só deve guardar boas recordações desses tempos. Eu quando era criança também tive algumas brincadeiras sexuais com a minha mãe e com uma tia e adorei.

    • Anônimo

      Concordo Bruno. Tbem tive essa experiência. Só tenho boas recordações.

  2. Pai de Familia Mg

    Espetacular. Vc descreveu a realidade de muitas familias. Sem preconceito e julgamentos. Conto maravilhoso. Quando acontece com carinho, atenção e amor não fica traumas nem problemas. Claro que ela se lembra e tenho certeza que te ama muito.

  3. Daniel Coimbra

    Perfeito o seu conto, relato. Há uma tensão srxual muito realista, um crescente de atitudes e detalhes que me fez ficar muito excitado. Parabéns! E como você disse, não importa a veracidade da história, e sim ao que ela se proponhe; excitar. E a sua excita bastante.
    Gostaria muito de ler outras coisas suas.
    Parabéns!
    ATT: Daniel Coimbra.

  4. Newmare

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    • Anônimo

      Não deu cara

  5. António Carlos

    Oi Fusca gostei do seu conto! É claro que a sua filha se lembra e não ficou traumatizada, ela deve ter ficado triste mas foi por você ter parado a intimidade sexual que tinha com ela. Não se culpe por o que aconteceu você não abrigou nem maltratou a sua filha, e estas experiências de intimidade sexual entre adultos e crianças na minha opinião não têm nada de errado, desde que sejam com o total consentimento de ambas as partes.

  6. Lurdes Fernandes

    Eu adoro ler estes relatos de intimidade sexual de adultos com meninos e meninas novinhos, principalmente entre casais pai e mãe com seus filhos(as) e onde tudo é feito com muito amor e carinho visando principalmente transmitir prazer e educação sexual às crianças e com o total consentimento delas, e não acredito que as crianças fiquem traumatizadas por vivenciarem a sua sexualidade desde bem novinhas, se tudo for feito com muito amor e carinho e com o total consentimento das crianças, poderá deixar nelas lembranças muito agradáveis para o resto da vida.

    • Nathalia(Naty)

      Lurdes , com certeza seu comentário diz tudo , é isso messmo .

    • Nathalia(Naty)

      Lurdes, com certeza seu comentário diz tudo , é isso mesmo.

    • Jonh

      Tenho MTA vontade de pegar uma novinha mas tenho medo

  7. lucio entrou

    caro fusca, seu relato e muito gostoso,o que voce fez e do jeito que conta me deixou de pau duro,se vc ler meus contos vera que tenho outras preferencias mas nunca dispensei uma novinha ..so que e mais dificil.

    • Nathalia(Naty)

      Olá Maria da Gloria , quem sabe eu me anime a contar sobre minha vida , eu não cou muito boa em escrever , mas vamos ver . Beijos.

  8. Nathalia(Naty)

    Delícia de conto , claro que ela lembra e deve até ter vontade de repetir ,mas tem medo de ser repreendida , creio que se ela ficou com algum trauma, foi quando você parou de fazer essas delícias com ela ainda novinha , ela deve ter se sentido meio que rejeitada ou abandonada por você por ter parado de brincar com ela assim de repente . Essas coisas acontecem muito com nós meninas , só que ficam escondidas por ser tidas como erradas , foi assim com ela que no caso foi você que é o pai , foi assim comigo mesmo não tendo sido meu pai , e foi assim com muitas outras , ou quase todas as meninas de alguma maneira foram iniciadas novinhas e por alguem da familia ou por pessoas muito conhecidos , seja homem ou mulher . Bom que você não ficou com drama na consciência , e pelo visto ela também não . SE você sentir que tem abertura pra conversar com ela a respeito, tente saber dela se ela lembra e quem sabe poderá até repetir . Beijos

    • eduardo

      quem que brincava com voce e quantos anos voce tinha

    • Nathalia (Naty)

      Eduardo , comigo foi um tio , alguns primos ,alguns da escola e meninos da redondeza onde eu morava , foi uma época maravilhosa , eu adorava tudo e eu também não tive traumas porque eu deixava fazerem comigo porque eu gostava , quanto a idade eu prefiro só dizer que era novinha ,mas sempre fui safadinha e sabia o que fazia .

    • Marco

      Você tem muita experiência NÉ Nathalia, legal.

    • Maria da Glória

      Oi Nathalia(Naty) você podia publicar aqui no site essas suas experiências de intimidade sexual de quando era menina, uma vez que você não ficou traumatizada antes pelo contrário gostou muito de as vivenciar.

  9. Max

    Muito bom, pura verdade que as meninas lembram sim, conta mais.

  10. Menina

    Como menina muito comida na infância posso garantir que se o cara souber fazer não fica traumas. Um dia contarei minha história nesse site com pai, tios, primos, e todos que quisessem, sempre dava um jeito de sentir suas porras quentes e duras em mim. Acreditem que meninas gostam dessas coisas mas por medo do proibido elas sereprimem. DELÍCIA de conto: Lembrou muito da minha infância..