Saudades da rodoviária da pavuna

Era o final dos anos 90, e a antiga rodoviária, estava sendo aos poucos desativada. Era uma construção antiga, enorme, dois pavimentos. No térreo, ainda funcionava um barzinho e alguns ônibus suburbanos,ainda faziam ponto final, ali. No enorme piso superior, antes cheias de lojas, bares e restaurantes, estava tudo desativado, ocupado apenas por mendigos, drogados e desocupados.
Na época, eu trabalhava ali perto, numa empresa de limpeza e conservação, e meu ônibus ainda fazia ponto ali. Eu sempre chegava na rodoviária depois das 22hs e costumava tomar uma cerveja , no único barzinho, antes de embarcar, e ficava curioso, ao ver tantos homens subindo para o segundo pavimento .
Certo dia deu vontade de dar uma mijada, e o português do bar, disse q o único banheiro, ficava lá encima. Subi a escada e ao passar pelo enorme corredor escuro, com lojas em escombros e com pessoas dentro de algumas delas. O banheiro ficava no fim do corredor, e só entrar, me surpreendi, com a enorme quantidade de homens ali dentro. O local era bem escuro, muito sujo e fedido. No enorme mijador inox, os caras se punhetavam e num canto, um cara agachado, chupava o pau do outro.
Excitado com aquela visão,fui até um dos cinco box sanitários, o único com a porta aberta. Entrei mas não tinha trinco por dentro. Enquanto eu mijava, ouvia gemidos e sussuros no box ,ao lado um cara fudia o cu do outro. Assim q terminei de mijar, alguém empurrou a porta, era um coroa, de pica na mão, q balançou em minha direção, pedindo pra entrar. Mesmo louco pra pegar no pau dele,senti vergonha dos outros ali presentes e assustado sai, as pressas.
Eu era apenas um garotão tímido e sem nenhuma experiência sexual.
Naquela noite, custei a dormir, sem conseguir esquecer o q tinha assistido naquele banheiro imundo, cheio de homens simples e humildes se pegando.
No dia seguinte, depois de tomar uma cerveja eum conhaque, tomei coragem e subi novamente . Antes de chegar no banheiro, no corredor escuro, ouvi um psiu, vindo de uma loja. Parei,e vi um coroa com uniforme de rodoviário me fazendo sinal, com a pica pra fora. Como não havia mais ninguém por perto, entrei na loja escura tropeçando em entulhos, até chegar até ele, q foi logo me puxando pra trás de um balcão nos fundos, e passando a mão na minha bunda.
Com o coração aos pulos, peguei no picão dele e comecei a punhetar.
—- chupa meu pau— pediu, forçando minha cabeça pra baixo.

Sem resistir, abocanhei o cabeção babado, q fedia a mijo e sebo. O cheiro de pica, atiçou meu prazer e engoli a pica quase toda.
Enquanto eu chupava, ele já tinha descido minha bermuda e socava o dedo no meu cu.
Seu pau era pequeno e fino e já enchia minha boca de gosma, quando ele ordenou:
— vira a bunda… Vou comer seu cuzinho.

Mesmo sem nunca ter dado me virei, me apoiando no balcão empueirado, empinando bem a bunda. Sem saber q seria meu primeiro homem, o coroa cuspiu na cabeça da pica e empurrou. A pica entrou queimando rasgando minhas preguinhas.
—- aaiiiii meu cu…mete devagar—,pedi, abrindo a bunda com as mãos.

— delícia de cuzin apertado… Toma pica viado…abre bem o cu—- murmurou no meu ouvido, sem parar de socar.

Seu saco estalava na minha bunda, cada vez com mais força . Logo , o coroa gozou.
Depois de esvaziar o saco, tirou a pica, deu um tapinha na minha bunda, e saiu sem dizer nada.
Mesmo com o cu ardido e escorrendo leite, eu estava cheio de vontade. Me vesti e fui até ao banheiro. Tinha menos homens que na noite anterior, meia dúzia de coroas (40tao/50tao) q me comiam com os olhos.
Me sentindo uma ovelha num covil de lobos, entrei no mesmo box de antes. Logo um mulato grisalho entrou atrás, e sem dizer nada foi logo me abraçando e tentando beijar minha boca.
Seu hálito fedia a cachaça, como seu pau já estava pra fora da calça, me inclinei e cai de boca. O picão era grosso e cabeçudo, enquanto eu mamava, alguém abriu a porta, e por trás de mim , puxou minha bermuda até meus joelhos. Olhei pra trás e vi q era um cara maltrapilho morador de rua, q já ia enlaçando minha cintura. Tentei me esquivar, mas o mulato me segurou, me deu um esporro:
— chupa meu pau ,viado…deixa o cara meter!

Obedeci, logo,senti meu cu melado sendo invadido, pela picona do mendigo. Era uma pica maior e mais grossa q a do rodoviário. Meu tesão era enorme,enquanto eu chupava e tomava no cu, via outros dois coroas, do lado de fora do box, assistindo e se punhetando.
Aí mesmo tempo em q o morador de rua gozava no meu cu, o mulato enchia minha boca de porra quente e visse. Assim q os dois saíram, tirei a cueca e limpei meu cu, cheio de leite, e assisti, um coroa fudendo o cu do outro, em frente ao box.
Ainda com tesão , por não ter gozado, sai do banheiro. No corredor, um negro, vestido de gari, encostado na parede, pós a mão sobre o pau e perguntou:

— Oi bebê… tá afim de pica?

— uhumm— respondi sorrindo, já sem nenhum pudor ou timidez.

Entramos na primeira loja , e lá nos fundos pude ver a enorme jeba do negão. Além de grossa, tinha a cabeçona rombuda. Depois de pagar um breve boquete, me virei e esfreguei a bunda no picão, louco pra tomar no cu novamente, pedi:
— mete esse picão no meu cu!

— empina a bundinha viado!— pediu, cuspindo na pica.

Cheguei ver estrelas quando o cogumelo, entrou arrombando de vez meu anelzinho.
—aaiiii….iiisssss…. hummmm, q delícia de piroca, vai soca…rasga meu cuzinho!

—toma pica no cu viado safado!!!

—isso, mete…me arromba todo… soca tudo!

—isso gari, bombava com força, mordendo meu pescoço. Seu suor e o forte cheiro de cc, me fazia delirar de prazer.
O negão sabia fuder um cu , bem gostoso. Já quase desfalecendo de desejo, senti sua porra jorrando no fundo do meu reto. Neste momento tbm gozei. Gozei pelo cu, num longo e delicioso orgasmo.
Assim q tirou a pica, abocanhei pra solver toda a gosma, sentindo o cheiro e o sabor amargo do meu cu.
— adorei fuder seu cuzinho. Volta aí. Tô sempre aqui, de noite. — disse antes de sair
Claro q voltei outras vzs, pra dar , não só pro gari, mas qualquer outro macho, ali presente.
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