Revelações Infames

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Sou a unica mulher de uma família com 4 irmãos mais velhos, na minha vida tive que me deparar com varias experiencias não muito agradáveis dentro de casa. Meu pai era muito rígido, conservador, minha mãe totalmente submissa a ele. Eu quase não saia de casa, e tinha poucas amigas, porque como na minha casa tinham muitos homens as mães de minhas amigas não gostavam que elas fossem na minha casa, e eu não podia ir na delas. Meu pai dizia "que filha dele não tinha que ficar na casa dos outros, que na casa dos outros ele não sabia quais eram as regaras, e exemplo de educação se dá em baixo do teto dele". Enfim… Essas coisas de velho. Mas mal sabia ele que na adolescência meus irmão viviam levando mulher pra dentro de casa e eu tinha que conviver com aquilo.

Fui ter minha independência quando fui fazer o ensino médio em uma cidade que ficava à 130 km da cidade dos meus pais. Eu arrumei um emprego em uma loja de matérias para construção e estudava a noite, mas eu era totalmente inexperiente. Tinha 17 anos, nunca tinha beijado, nunca tive uma relação com um homem ou mulher, enfim… Nada!

A relação que eu tinha com sexo era apenas as insinuações que meus irmãos faziam, ou quando eu escutava alguns deles transado com suas namoradas nas ocasiões em que nossos pais não estavam. Depois de uns três meses na escola comecei a estabelecer amizades, e saí pela primeira vez. Fui para um show de musica sertaneja, que foi ótimo, animado, divertido, bebi um pouquinho, eu tava muito feliz. Fomos eu, minha amiga, e mais dois colegas de sala. Dorinha, essa minha amiga, era rodada, safada, já tinha trepado com todo mundo do colégio. Ela era segura de si, dona da própria vida, cheia de atitude e ousada, falava umas putarias que me constrangia, mas eu à admirava, morria de inveja da sua tenacidade e de como ela manipulava e dominava os caras. No dia em que fomos para esse Show, ela chupou os meninos dentro do carro. Ela queria que eu fizesse também, mas não quis, fiquei com vergonha. Dorinha morava com a mãe e a avó, e de acordo com ela, alguns dos namorados que ela teve trepavam com a mãe dela; Enfim…

Quando fomos em bora do show, paramos em um posto de gasolina para comprarmos coisas pra comer na loja de conveniência, quando descemos do carro, tinham dois atendentes da loja de conveniência tirando uma pausa sentados em uns bancos na lateral da porta da loja. Eu e um dos caras entramos na loja pra comprar uns sanduíches, Dorinha e, o outro rapaz, ficaram conversando com os dois atendentes la fora… Eles riam, davam gargalhadas… Quando eu saí da loja com meu amigo, Dorinha falou para os atendentes: "Voces acreditam que ela nunca beijou na boca???? É BV, essa vaca!" Um dos atendentes que estavam sentados, era uma menina, e ela respondeu: "Então vocês só vão embora depois que eu ensinar pra ela como se faz". Todo mundo começou a rir, começaram a agitar, meu amigo tomou a sacola da minha mão, me empurrou em direção a garota, enquanto todo mundo gritava "beija, beija, beija,". Eu comecei a fingir que estava muito bêbeda, encostei no carro e coloquei as mãos no rosto, quando abaixei as minhas mãos a menina ja estava em cima de mim. Ela tirou o boné que fazia parte do seu uniforme, me deu um sorriso lindo bem safado, me perguntou se eu estava pronta com um tom sacana, e me beijou bem devagar, com muito carinho, me ensinando como fazia. Ela me beijava, chupava minha língua, mordiscava meus lábios, explorava a minha boca, e cochichava no meu ouvido: "Ta aprendendo?"…"Ta aprendendo?". Voltava a me beijar dizendo pra eu fazer o mesmo com ela, me pressionando contra o carro me fazendo rebolar na sua coxa e estimulando meus seios. Eu amei, foi uma delicia, incrível, fiquei super excitada como nunca antes.

A experiencia do primeiro beijo para a maioria das pessoas é sempre ruim, cheio de constrangimento e mal jeito, mas a minha, foi perfeita. As mãos dela percorria meu corpo com tanta precisão, carinho, firmeza e objetividade, que meu corpo inteiro se arrepiou. Naquele momento, ela poderia fazer o que quisesse comigo que eu deixaria, ela chegou a me siriricar bem discretamente, porem com uma precisão magistral, foi exatamente no lugar que eu queria ser tocada, foi muito gostoso. Ficamos por ali por quase uma hora, eu me agarrando com a menina, meus amigos bebendo, gargalhando, fazendo graça, e me zoando, enfim…

Depois descobri que a "menina da loja de conveniência" era uma mulher de 27 anos, e se chamava Gerliane. Depois disso ainda nos encontramos por 4 meses! Minha amiga que dividia apartamento comigo me perguntava se eu era lésbica, mas eu não sabia responder, ficava na duvida, e na época, não tinham esses debates a calourados sobre sexualidade, esses rótulos estabelecidos… Eu me sentia atraída por homens, mas ficar com Gerliane era ótimo. Acho que me acostumei com o jeito que Gê me dava carinho e me fazia gozar loucamente. Com ela eu descobri absolutamente tudo: A beijar, a gozar sozinha e acompanhada, a me tocar, descobri meu corpo, e tudo com muito carinho, delicadeza, sutileza. Quando fazíamos amor, ela não me penetrava com dedo ou com vibrador, eu não queria, achava estranho e ela respeitava.

Minha primeira vez com Gerliane, foi na casa dela, em um chá de bebe do seu sobrinho. Foi um churrasco em uma casa simples, porem muito arrumada, um povo feliz, só tinha mulheres. A varanda estava decorada com um tema de marinheiro relacionado ao sexo do bebe. O som alto, as mulheres conversando… Eu fui com Dorinha, ela bebia, e dançava com as outras meninas, quando Gerliane me olhou de longe com olhos de desejo. Fixou o olhar em mim, e fez um sinal para eu encontra-la perto da porta da cozinha, eu fui, ela me pegou pela mão e me levou ate o quarto dela. Começou a me beijar lentamente acariciando meus cabelos e estimulando meus seios. Eu fiquei com medo, nunca tinha estado naquela situação antes, acho que ela sentiu minha tensão, e falou: "Calma, gata. Só quero te provar um pouquinho!" Eu estava com medo, mas louca de tesão. Só repetia que eu era virgem! Gê respondia: Eu sei, não vou forçar você. Só quero te chupar, você vai gostar, prometo! Se não quiser, pede, que eu paro!"

Eu fui me entregando… Ge tirou minha blusa, chupou meus seios que deixou marcas, me deitou na quina da cama, foi descendo, beijando minha barriga enquanto me siriricava com a destreza de sempre, tirou meu short, meu tênis, explorou meus pés que me arrepiei inteirinha, me deixou completamente nua, e a cada centímetro que seus lábios percorriam em direção da minha boceta ela me perguntava: "Quer que eu pare?"
Eu: "Não!"
"Quer que eu pare?"
Eu: "Não!"
"O que quer que eu faça com você, menina?"
Eu: "Me chupe!"
"Você quer que eu prove sua bocetinha virgem, safada!? Depois vai ter que retribuir, hein!?"
Eu: "Sim, Sim, eu quero, quero muito! Eu retribuo, faço o que quiser!"
"Promete?"
Eu: "Sim, eu prometo, me chupa caralho, me chupa logo!!"

Estava morrendo de tesão, toda molhada, minha bocetinha pegava fogo, ia me queimar por inteira, e Gerliane não parava de me provocar, me olhando nos olhos, e me assistindo a me contorcer inteira em seus braços… Enquanto eu me masturbava loucamente recebendo os estímulos de Gerliane, ela me ouvia atentamente, pronta para me provocar ainda mais. Mordia a sola dos meus pés, meu calcanhar, esfregava meu pés em seus mamilos, e com um tom imperativo, de autoridade, Gerliane exclamou:
"Então implora pra eu cair de boca em você!! Implora pra eu prova sua bocetinha!"

Eu suspirando, louca de prazer, e cheia de agonia erótica, implorei: "Me chupa, por favor, eu quero muito. Prova meu cabaço, prova…"
Ge não achou o suficiente, e ordenou: "Pede com mais vontade, quero ouvir você dizer que vai gozar na minha boca!"
Eu: "Sim, vou gozar pra você, só pra você! Fode minha bocetinha virgem com sua língua, fode, por favor, eu quero muito!"

Quando Gerliane encostou os lábios na minha xoxota, eu quase morri de tanto tesão, rebolava na boca dela, fiquei estérica de prazer, gemia, murmurava, queria gritar, fazia pressão na cabeça dela pra ela me chupar com mais força, Ge me arreganhava inteira e repetia que minha boceta era doce, que eu era uma putinha gostosa, me questionava se "estava gostoso", seu "eu queria mais". Eu amava ser provocada! Aquela língua me chupou inteira, profanou cada centímetro do meu corpo com uma maestria inimaginável. Que boca gostosa, que sensação incrível, como foi bom ter minhas primeiras descobertas sexuais com uma mulher. Foi tão bom, e incrível, que não tenho palavras para descrever, eu que gozei feito louca, foi tão atencioso, cheio de carinho e afeto. Meu corpo todo adormeceu, era como se eu estivesse drogada, sei lá… Eu formigava, lacrimejei, meu ouvido ficou com uma sensação como se estivesse entupido, enfim… Foi o melhor orgasmo que tive em toda a minha vida!

Nesse dia, a Dorinha também ficou com uma menina que estava no chá de bebe, mas ela jura de pé junto que não aconteceu nada ate hoje.

Eu e Gerliane terminamos porque ela foi embora para o maranhão, mas foram os quatro meses mais gostosos da minha vida. Depois que Gerliane foi em bora eu me masturbava feito louca, toda hora, tudo me estimulava sexualmente. Eu tinha uma calça Jeans apertada que usava para ir à escola, a costura da calça roçava em mim, eu ficava maluca, toda molhada. Eu via os casais se beijando, nossa, que délica… Quase morria de tesão! Me masturbava no banheiro do colégio me lembrando dos gemidos das namoradinhas dos meus irmão que eu odiava! Ficava triplamente estimulada quando via os meninos de 11, 12, 13 anos jogando futebol, sem blusa na quadra perto do meu prédio. Imaginava o pau deles duro, o tamanho, a grossura… Me masturbava freneticamente imaginando os meninos num sexo gay bem sacana, um chupando o outro, cheio de tesão e vigor adolescente. Desejava ve-los transando com suas namoradinhas da escola, tendo suas primeiras experiencias sexuais ou se masturbando até gozar bem gostoso. Gostava de imaginar o rostinho deles gozando de prazer. As meninas que moravam comigo também me matavam de tesão: O cheiro, a maneira carinhosa que tratavam umas as outras, faziam tranças, pintavam as unhas, emprestavam roupas umas para as outras… Nossa, eu amava! Adorava vê-las experimentando roupas, perguntando se estava bom ou o que eu achava. As roupas sensuais de dormir ou as confortáveis para ficar em casa despojadas, de chinelos com seus belos e delicados pés. Mas entre tudo, nada me dava mais prazer, e me estimulava mais, do que ouvi-las falando das sacanagens que elas faziam com seus namorados ou ex. Em nossas conversas, eu sempre interagia, como se tivesse pegando todos. Para elas, minha "aventura" com Gerliane foi só uma coisa passageira, fugaz; Eu nunca dei pinta de que tinha me descoberto bissexual, então nossas conversas eram normais de jovens na flor da idade.

Em nossos papos a putaria rolava solta, tudo era dito com tom de brincadeira, de modo despojado ou despretensioso, mas coisas intimas de cada uma era revelado, como quando elas contavam sobre como perderam a virgindade: Com quem foi, onde foi, quando foi, quantos anos tinham, se foi bom ou ruim, se doeu ou não, se sangrou, se gozou na primeira vez, se foram chupadas, se foi com carinho ou bruto, se foram bem tratadas ou mal tratadas, os cheiros, se os caras ligaram no dia seguinte, se o pau era grande ou pequeno, enfim… Tudo! Eu adorava provocar e questionar, para saber cada detalhe, e isso, me excitava de mais. Ate hoje sou assim: Amo saber detalhes sobre a vida intima dos outros, principalmente das adolescentes que estão começando agora, mas isso, é uma outra história. Eu tenho certeza que em nossas reuniões, não era apenas eu que ficava excitada, dava pra perceber em alguns momentos o clima que ficava no ar. Por varias vezes eu ia ao banheiro e me masturbava loucamente ate gozar bem gostoso. Nesses momentos torcia para um homem aparecer e foder todas nós.

Uma de minhas amigas era a Cleonice. No principio ela não morava comigo, era só uma amiga do colégio que morava umas quadras abaixo da minha casa com os pais dela. Ela era bem magrinha, quase raquítica, porem, muito bonita, educada, delicada, inteligente, divertida, mas tinha uma baixa auto-estima terrível por ser magra de mais. Seu pai era militar, rígido, cheio de regras. Sempre que saímos do colégio, eu, e um grupo de amigas, ficávamos conversando em frente a uma papelaria, e sempre vinha um amigo ou outro falar com uma de nós, e nunca aparecia ninguém para Cleonice.

Em um determinado dia nos estávamos na frente da papelaria uns meninos nos chamaram para ir jogar sinuca, mas eu tinha que ir trabalhar e Cleonice tinha que voltar pra casa de acordo com as ordens de seu pai. E nos fomos embora juntas para o ponto de ônibus, quando chegamos lá, Dercídio que fazia entregas em uma moto na papelaria, se aproximou e começou a conversar comigo e com Cleonice, e depois de um tempo chamou Cleo pra sair. Disse que sempre quis falar com ela, mas que ela estava sempre cercada de amigas, e tinha vergonha, enfim… Eu nunca vi uma pessoa tão feliz quanto Cleo naquele dia! Ela ficou toda entusiasmada, e no outro dia, fingiu que foi para o colégio e foi tomar café da manha com esse cara. Isso deve ter acontecido umas 5x ate que Cleonice pediu minha chave para ir ficar com o cara la em casa. Nessa época eu estudava de manha de e trabalhava a tarde, e minhas outras duas amigas que moravam comigo, idem… Sendo assim, a casa ficava o dia td livre, Cleonice sabendo disso, pediu minha ajuda. Depois de muito pensar, eu decidi "ajudar" Cleo. Disse que ela só poderia ir de manha, que a tarde minha amiga tinha aulas de ingles em casa, então, não daria para ela ficar la. Ela agradeceu, disse que Dercidio não tinha dinheiro pra motel, e morava com os pais, então…

Em uma quinta feira, entreguei a chave pra Cleonice no estacionamento da escola e ela foi encontrar Dercídio… Eu, na aula, comecei a imaginar o que eles estavam fazendo la em casa, comecei a ficar louca de tesão, não aguentei, peguei minha chave reserva e fui ate la, entrei de mansinho, e ja na porta dava pra ouvir Dercidio fodendo a Cleonice com força. Ela gemia, pedia pra ir com calma, pra esperar. Repetia: "ain, espera! Ain meu Deus, calma! Ain, ta doendo, espera! Não faz assim comigo, espera… Ain, ain… " e se contorcia inteira de dor e prazer. Dercídio judiava tanto dela, fazia Cleonice de puta, escrava sexual, abusava dela de um jeito tão profano e safado que ela ficava cheia de marcas. Batia, dava tapas, chupoens, mordia, arranhava, xingava… Fazia ela repetir coisas, do tipo: Voce é minha putinha, néh? Voce gosta de ser minha puta! Diz que é minha puta! Pede pra eu goza na sua boca, magrela vagabunda! E Cleonice totalmente submissa e delirando de prazer, respondia com uma voz bem manhosa e cheia de agonia erótica: "Uhum, sou sua putinha, sim! Só sua, toda sua! Goza na minha boca, por favor. Me enche de porra! Fode a buceta da sua magrela, fode!"
Nossa, como eu amava vê-los foder!

No dia em que ele comeu o cu dela pela primeira vez, Cleonice chorou, esperniou, resmungou, murmurou, mas quanto mais ela se debatia, mais Dercidio fodia o cuzinho dela com força. Eu amava ver, espiar, gozava horrores espreitando a Cleonice e o Dercidio. Nunca tive tesão nele, e sim, em como ele à trepava, em como ele sodomizava Cleonice, exercia controle sobre ela, escravizava a menina se aproveitando da ingenuidade dela, Cleonice engasgava com o pau dele na boca, lacrimejava, ficava toda babada, em um estado deplorável, mas ela gostava de satisfazer as taras mais perversas dele. Dercidio fez de tudo com Cleonice, virou ela de cabeça pra baixo, fodeu ela inteira. Depois, ela vinha contar pra gente toda entusiasmada… Nos mostrava as marcas de amor, e dava gargalhadas com um brilho no olhar de fazer inveja à muitas mulheres por ai.

Depois fomos descobrir que o cara tinha 34 anos, era casado, e tinha 2 filhos. Cleonice perdeu a virgindade com ele no dia em que eu fui espreita-los pela primeira vez na quinta feira. Eu cheguei depois, e infelizmente não vi essa cena, mas de acordo com ela, Dercidio não teve dó, fodeu a bocetinha dela como se ela ja tivesse anos de experiencia. Cleonice afirmou que ele foi bruto em fode-la, mas que foi carinhoso, e a chupou inteira. Mas sei que é mentira, porque eu espiava os dois, e Dercidio nunca foi carinhoso com ela, muito pelo contrario, tratava ela como uma prostituta de rua barata, deixava a menina toda marcada.

Eu espiava um pouco, e depois ia embora. Repeti a doze mais umas 10 ou 15x, me masturbava feito louca, mas eu cansei, queria a sensação de ter um corpo para me fazer gozar, e eu retribuir, mas entre todas as coisas que aprendi com Gerliane, flertar, não foi uma delas. Desta forma, eu não conseguia ficar com uma mulher. Eu não sabia paquerar, não tinha iniciativa, não sabia como agir, era tímida, envergonhada, não tinha assunto. Sendo assim, não aguentava mais ficar só na siririca e tive que ceder as "cantadas masculinas", foi quando comecei a ter minhas primeiras experiencias com os homens.

Alguns deles me atraiam muito, os engraçados, inteligentes, sagazes, cheios de personalidade, charme, perspicácia. O tipo físico nem me importava muito, mas minha preferencia, eram os comuns: Nem altos de mais, nem baixos de mais, nem gordos ou magros. No entanto, homem é bruto, burro, queria sexo de qualquer forma, não tinham a magia da sedução, um papo legal, sedutor, envolvente… Quando eu dizia que era virgem, eles ficavam mais loucos ainda, me perturbavam, eu ficava assustada, acabava com o tesão, me broxava, e eu, pulava fora. Eu queria aquela cumplicidade que tinha entre eu e Gerliane, mas era difícil de achar.

Ate que troquei de emprego, fui trabalhar em um telemarketing, e tinha muitos meninos e menias novas, eram menores aprendizes… La conheci Dener, ele tinha 17 anos, era bem humorado, divertido, uma boa companhia, acabamos saindo, eu contei pra ele que eu era virgem, ele disse que não tinha muita experiencia tambem, e aos 19 anos, perdi a virgindade com ele. Dener era magro, moreno, tinha um pau lindo, eu estava estimulada, bem molhada e mandona. Quis ensina-lo, assim como Gerliane me ensinava, e Dener fazia tudo que eu mandava. Me fazia perguntas, se importava, era atencioso, dedicado, e me fodia com muito tesão, eu gozava feito louca com ele, alem de ter aprendido mais uma coisa: Eu adorava ensinar! Mostrar como deve ser feito, como deve chupar, fazer carinho, por o dedo, a boca, explorar cada centímetro do corpo… Eu e Dener namoramos por um tempo, mas as coisas começaram a esfriar, não era mais como antes, ele só pensava nele mesmo, como todos os outros homens faziam, e fazem!

Eu estava mais experiente, confiante, com 21 anos ja sabia o que eu queira e gostava, então comecei a ir atras de meninos ou meninas dispostos a ter novas experiencias. Comecei a ir ao terminal de ônibus onde a molecada ia pegar o transporte para ir para a escola ou voltar para a casa, me enturma com um grupo de meninas, ja começava a conversar, apontava discretamente um menino dizia que ele era bonitinho, agitava, apresentava um pro outro, quebrava o gelo, e do nada, eu tinha juntado um grupo de meninos e menias adolescentes.

Perdi a conta de quanto boquete eu paguei para pirralhos de 13, 14, 15 anos que eram cabaços de tudo. Eu amava os nerdes, tímidos, que eram insignificantes na escola, que nenhuma menininha gostava, eu morria de tesão… E quando iam me penetrar, nossa, era uma delicia: Ficavam nervosos, eu os acalmava, o pauzinho deles duro feito pedra me fodia bem sem jeito, devagar, estérico, inseguro, mas eu amava. Nos encontrávamos em festas na casas de amigos, todo mundo achava que a pirralhada era do bairro, ou moravam na casa, eu ia para quarto ou para o banheiro com os meninos, e me divertia lá. As meninas confiavam em mim por ser mais velha, pedia conselhos, trocávamos confidencias, e assim como fiz com Cleonice, fiz com umas 6 ou 7 menias entre 13 e 21 anos que estavam querendo ter "um momento mais intimo com os namoradinhos", vi varias perdendo a virgindade. Eu amava!

Teve uma vez, que levei 3 adolescentes homens pra meu aparte mento: um de 14 e, dois de 16. Foi uma delicia, ensinei para os três, e colocamos em pratica, no final, um de 16 teve que ir em bora, e ficaram o "14" e o "16", minha amiga que morava comigo chegou, e trepamos nós quatro. Jucilane (minha amiga) tinha 18 anos, ela era moreninha, uma falsa magra, bem ninfetinha, "filhinha da mamãe" (todo final de semana a mãe dela ia lá nos perturbar) sempre fui louca pra fazer ela gozar na minha boca. Jucilane era do tipo santinha na frente da mãe, e uma verdadeira vagabunda quando os pais davam as costas: Ja tinha dado pro bairro inteiro. Eu adorava ouvi-la foder com os caras em casa, ela gemia muito gostoso, era dengosa, manhosa, safada, pedia pra levar tapas, falava tudo no diminutivo, tipo: "fode minha bucetinha, chupa meu peitinho, trepa com sua princesinha, bate na minha bundinha, morde meu pezinho, chupa minha bucetinha" eu era loca pra trepar com ela porque ja sabia tudo que ela falava, gostava ou pedia de tanto espreita-la com os caras, e naquele dia eu consegui.

Ela estava meia bêbada, facinha, toda animadinha, nem reparou que os meninos eram menores. Eu comecei a chupar o "14", Jucilane sorriu debochada… O "16" ficou no sofá, parado com cara de bobo, e eu mandei ele por a Ju para chupa-lo. Ela sorriu sentou numa cadeira, "16" levantou e colocou o pau na cara dela e a safada caiu de boca com um sorrisinho sacana no rosto. Depois ela ficou de quatro no chão e o "16" fodeu ela sem camisinha, o "14" me comia no sofá, mas gozou bem rápido, quando o "16" gozou, dei um banho de língua em Jucilane, ela tentou negar, se fez de difícil, chegou a me empurrar com os pés, mas eu fui persuasiva, e Ju não resistiu, e eu aproveitei bastante enquanto os dois meninos se masturbavam e sorriam.

Jucilane brigou comigo na semana seguinte e saiu do nosso apertamento, não pagou o aluguel e saiu espalhando pra todo mundo que eu era sapatão, sendo assim, ninguém queria dividir aparteamento comigo. Foi ai que Cleonice se compadeceu, brigou com os pais, arrumou um emprego, e foi morar comigo.

Eu me casei aos 27 anos, me separei aos 34. Antes de casar, eu aproveitei muito, fiz de tudo um pouco, tenho muitas histórias e experiencias pra contar. Na minha juventude, longe dos meus pais, eu me realizei, academicamente, profissionalmente, e sexualmente… Curti muito a minha vida, sem preconceitos ou limitações. Dizem por ai, que homens gostam de meninos e meninas mais novas, mas eu posso garantir, que tem muita mulher por ai que também tem essa tara, esse desejo inquieto. Eu sempre gostei, e gosto ate hoje, porem, não tenho mais a mesma beleza juvenil que atraia as meninas ou meninos que me interessam, porem, eu aproveitei enquanto pude. Não tenho filhos, mas tenho muitos sobrinhos e sobrinhas, e ja me diverti com 4 deles. Hoje em dia, não tem mais espaço pra acontecer mais nada entre eles, mas eu morro de vontade!

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