O que é melhor que um sexo de reconciliação?

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Era manhã de sábado. Estávamos brigados desde a madrugada anterior, após uma festa. Eu mal havia dormido direito. Decidimos parar com tudo. Estávamos ficando e deixando as coisas rolarem entre nós. O sentimento, de minha parte, crescia mais a cada dia e estar com aquela mulher, era despertador. Sentia prazer apenas em ver um sorriso cruzar seu rosto enquanto seus olhos se estreitavam para dar lugar a uma expressão de felicidade. Bruna, era o seu nome.
Pele clara com sardas lindas, principalmente em seu rosto, ombros e colo dos seios. Uma pinta linda no canto direito do lábio inferior, o qual eu adoro morder. Menina alta, seios fartos com mamilos róseos; lindas e torneadas pernas; coxas grossas e bunda igualmente envolvente. Havia algumas semanas, estávamos nos envolvendo. Após acordar, tornamos a discutir sobre o assunto da madrugada anterior. Então, ela foi para o banho. Não resistindo e me entregando ao sentimento, fui ao seu encontro no chuveiro. Ajudei-a a ensaboar-se e banhar e recebi o mesmo tratamento. Em determinado momento fui ao encontro de seus lábios e a beijei com prazer, com tesão… com desejo. E fui retribuído. Começamos a trocar carinhos e beijos enquanto a água morna escorria por nossos rostos e corpos. Passei a beijar seu pescoço e descer ao encontro de seus seios, enquanto minhas mãos buscavam por sua buceta quente e úmida para masturbá-la. Bruna, me tocava com desejo, punhetava meu pau e suspirava gemidos em meu ouvido.
O tesão crescia dentro daquele box, a paixão, o desejo, o fogo… nos incendiavam e nos acendiam a cada minuto que passava. Tornamos a nos beijar com sabor de reconciliação e saudade. O desejo de possuí-la e fodê-la com vontade, me dominavam. Desliguei o chuveiro, passei a secá-la às pressas e ela entendendo, passou a secar-me rapidamente, também. Saímos do banheiro nos beijando como quem está com tesão contido há tempos. Puxo um colchão extra de baixo da cama, a jogo deitada de costas e deito por cima dela beijando-a com ferocidade e desejo desigual. Com fúria! Beijo todo seu corpo e sinto as reações em minhas mãos. Ouço os suspiros e gemidos baixos de Bruna, que me incentivam a continuar. Beijo suas pernas e coxas que tanto amo e volto até sua buceta, que a esta altura está bastante molhada de tesão. Beijo, lambo e chupo sua bucetinha com desejo, com vontade, com tesão… Ela geme alto. Se contorce e me diz que está adorando, pedindo para continuar e não parar. Eu a chupo por alguns minutos e então, me levanto buscando uma camisinha para fodermos, já não mais aguentando.
Enquanto estou colocando a camisinha, Bruna me pede para comê-la. Que não aguenta mais esperar. Preparado, me coloco à sua frente e passo a penetrá-la lentamente. Sinto sua buceta apertada ir abrindo espaço conforme minha rola força passagem. Ela passa então a gemer cada vez mais alto e dizendo o quanto eu sou bom. Com toda minha piroca dentro de sua xaninha, começo os movimentos de “vai e vém” aos poucos, aumentando o ritmo até socar rápido, forte e fundo dentro dela. Arrancando-lhe gemidos cada vez mais altos. Nos beijamos novamente. Nos amamos e nos entregamos a um desejo desigual.
Bruna pede para continuar a comê-la com força e rápido quando estou diminuindo os movimentos e tentando me manter assim. E a fodo de jeito. Gostoso. Segurando-a firme pelos punhos, metendo a rola rápido e fundo em sua xota úmida e apertada. Subjugando-a aos prazeres carnais e fazendo-a se entregar a prazeres que nunca antes sentira. Ela pede mais e então a peço para vir por cima. Ela monta em meu caralho com tamanha vontade, que solto um gemido gostoso de prazer. Bruna cavalga meu pau; sobe e desce com vontade enquanto faz cara de safada, diz o quanto está bom e pede para continuar. Empina sua bunda e me pede pra meter do jeito que ela gosta: por baixo, com força, com pressão. E assim eu faço por alguns segundos, tirando mais gemidos dela. Fodemos de um jeito que nunca antes transamos. Com total entrega e desejo.
De 4, inicio uma penetração lenta enquanto dou tapas cada vez mais fortes e estalados em sua bunda. Bruna adora isso. Me olha com olhar de tarada e diz que isso a excita muito. Que eu sou muito bom e que a satisfaço maravilhosamente bem. Transamos feito doidos, loucos apaixonados. Ela rebola com meu pau todo enterrado em sua buceta e então caio por cima dela a deixando de bruços. Peço para que empine sua bunda, enquanto eu bato mais e a abro para ver meu pau entrando inteiro em sua buceta, que contrai me apertando ainda mais.
Bruna e eu, fodemos. Mas fodemos de um jeito que nunca antes fizemos. Como se fosse a primeira, mas também única vez, em que estaríamos juntos. Transamos com luxúria. Ela goza por várias vezes e por fim, eu não resisto e gozo dentro de sua buceta. Sentindo meu caralho contrair expulsando todo meu esperma ali, na camisinha. Ao final do ato, ela me olha nos olhos e diz: “Ninguém nunca me fez sentir mulher assim. Foda-me novamente. E dessa vez, peço para que me bata e segure meu pescoço com sua mão apertada. Você é realmente muito bom”.
Permanecemos deitados por longos minutos, nos beijando e confidenciando o quanto foi bom a transa que acabamos de ter e chegamos a conclusão de que não poderíamos parar por ali…

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