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O Enrustido: Violado no meio do mato…

Há 3 meses 4 ★ 4.70

Essa história se passa no período colonial, mais precisamente no século XVIII.
Havia uma lembrança que adentrou a mente de Lucino por toda a sua existência, uma cena que havia ocorrido quando ele era muito jovem e tinha um pequeno cavalo que havia ganhado de presente do pai, apropriado para os iniciantes, um pequeno cavalo indefeso de cor acinzentada que muito alegrava o jovem rapaz, um cavalo tão inocente, castrado, que mais lembrava um ponei dos sonhos daqueles que tem bondade no coração. O jovem Lucino, muito alegre, andava por toda a fazenda naquele cavalo se considerando o mais gloriozo dos cavaleiros e para aquele animal não cabia nome melhor do que Inocêncio…
Numa daquelas tardes ensolaradas da colônia, o pobre Inocêncio estava no pasto comendo capim, esperando o momento de ser montado novamente por seu dono, em profunda tranquilidade enquanto o capataz tentava amansar outro cavalo que praticamente brigava em meio aos arreios. Tratava-se de Trovão, um cavalo preto e tão grande que quando estava com o pescoço erguido era quase o dobro do tamanho de um humano! Garanhão, não era castrado, assim, aquela coisa monstruosa estava abaixo de Trovão, mais impetuoso que uma barra de ferro, mais duro que um pedaço de pau que faz sofrer os que acreditam na bondade.
Lucino, muito jovem, tinha medo daquele animal e por isso se afastou atrás da cerca, mas se esqueceu que o pobre Inocêncio estava naquele pasto, muito tranquilo sem saber os riscos que corria e nem o rapaz imaginava o que poderia ocorrer, ora, apenas estava impressionado com o pênis de Trovão que parecia babar enquanto era inutilmente domado pelo capataz que inesperadamente tomou um coice caindo no capim, arquejando de dor… O que aconteceu se deu numa velocidade inenarrável, o garanhão se dirigiu até o pequeno pônei com o pau estendido, com quase um metro e meio de comprimento, montou na pobre criatura e meteu uma, duas, três, quatro, cinco, seis, até que relinchou gravemente para abandonar Inocêncio que não tinha para onde fugir, tão inocente que talvez mal tenha entendido que havia feito o papel de uma fêmea!
Lucino correu para ajudar o seu pobre animal, mas não havia o que fazer, apenas se condoer com as dores que Inocêncio deveria estar sentindo, até se aproximou de seu rabo para observar se tinha sinais de sangue, mas não, apenas o abundante esperma escorrendo por aquele buraco arrombado. Que horror! O jovem rapaz mal sabia que uma coisa daquelas existia, mas se impressionou ainda mais com o fato do garanhão já estar sendo domado pelos capatazes, ora, estava calmo e sereno, estava tão aliviado que o pênis havia desaparecido! O anoitecer já estava pleno no céu quando o rapaz voltou para a casa, mas a supresa tomou conta de sua cabeça, impossibilitando que conseguisse dormir, mas tudo piorou no dia seguinte quando soube que não poderia mais montar em Inocêncio porque ele tinha outras serventias.
– O pai do sinhô ordenou que Inocênio passasse a aliviar Trovão.
Trovão era o cavalo preferido do pai de Lucino, o senhor Casagrande, dono de plantações de cana-de-açúcar e também contrabandista de escravos. Por conta da profissão ilegal, aquele homem cruel sempre viajava trazendo novas “mercadorias” e na última viagem tinha adquirido Trovão, o seu orgulho, uma raça raríssima que pretendia multiplicar para vender os frutos naquela região. Ademais, o cavalo Trovão com toda a sua impetuosidade era a prova de que o senhor Casagrande havia se tornado um dos fazendeiros mais poderosos daquela localidade e justamente por isso desfilava pelas ruas da cidade com o animal que de tão grande fazia inveja ao mais ricos!
Tudo para Trovão! Se apenas o cavalo Inocêncio era capaz de amansar o garanhão, logicamente, o pônei havia adiquirido outra serventia…
– Por que não escolher uma égua para fazer o serviço? – perguntou Lucino ao seu pai que mal lhe dava importância em meio a inúmeros papéis – Por que justamente o meu cavalo? Não acha isso inapropriado?
– Por quê? – disse aquele senhor como se fosse a coisa mais comum do mundo – É só um animal, Lucino, porque dar importância a Inocêncio? Já demonstrou que não tem valor, aliás, tu já estás crescendo e merece um cavalo melhor, isso, tu vais ganhar um cavalo imponente como Trovão, nada que te dê vergonha ao cavalgar pelo campo!
Definitivamente, Lucino não poderia ter como cavalo o Inocêncio, pois o animal era muito pequeno para ele que já era quase adulto e talvez fosse constrangedor encontrá-lo em cima de algo que mais parecia um pônei. Todavia, como não se apiedar de seu animal da infância que de um dia para o outro estava abanonado e aliviando uma besta sanguinária todo o dia… Que triste fim!
Os meses se passaram e a imagem do pobre Inocêncio sendo alvejado rispidamente por Trovão não saiu de sua mente, era por demais aterradora! Todavia, Lucino tinha mais sobre o que se apiedar, pois em meio a tanda delicadeza herdada da mãe que morreu fraca dos pulmões, o jovem não conseguia se acostumar com a brutalidade do pai, o senhor Casagrande que maltratava qualquer um que estivesse em sua frente, principalmente os escravos, mas até mesmo os capatazes, homens livres, eram constantemente humilhados por tamanha soberba.
Em determinado dia o senhor Casagrande chegou a pegar o chicote e acertar num capataz simplesmente porque umas ovelhas escaparam da cerca e pisaram em cima de algumas plantações, estragando o que um dia podeia compor o canavial que já era enorme, o prejuízo era mínimo e a culpa decididamente não era dos escravos, pois as ovelhas escaparam a noite quando os negros estavam nas senzalas. Era atribuição do capataz vigiar as ovelhas ou as plantações? Não, apenas vigiar as senzalas, mas isso não importou ao chicote que estalou em sua face deixando uma cicatriz que dificilmente iria abandonar a sua existência.
Quando viu a cena terrível, Lucino se trancou no quarto com lágrimas nos olhos tamanha era a grosseria, mas o senhor Casagrande não gostou disso, ora, o seu filho quase parecia uma mocinha, mal conseguia ser macho de verdade sendo tão magro e de baixa estatura mais parecendo que conseguiria ser levado pelo vento. Impossível imaginar Lucino numa briga com outro homem, seria surrado na certa, aliás, incapaz de qualquer atitude máscula de verdade e incapaz de compreender aquilo que o pai fazia para ganahar dinheiro. O que trazia a infelicidade para Casagrande eram os olhos amendoados do filho e seus cabelos encaracolados como se fosse um anjo. Que lástima, nunca quis que o filho fosse um anjo, sim um macho de quem pudesse se orgulhar, quem sabe quando ganhasse maturidade, bastava esperar que a masculinidade aflorasse, um dia iria ocorrer…
Lucino sabia que o seu pai queria que ele se portasse de maneira diferente, mas ele não conseguia, não, o seu jeito meigo parecia acompanhá-lo para sempre e sua bondade não conseguia ver os escravos o dia inteiro no tronco. Será que o pai só conhecia a crueldade? Pobre Lucino, mal sabia o que estava para lhe ocorrer… Tudo começou quando o adolescente caminhava por uma trilha na mata a caminho de uma cachoeira, dentro da propriedade da família, pois gostava da água gelada em seu corpo em pleno verão, até que entre as árvores o pobrezinho viu um homem nadando na água, nada mais natural a não ser para a sua surpesa que esse homem estava sem as roupas, pelado, provavelmente se banhando, pois se esfregava com uma bucha.
O que havia de errado nessa cena? Absolutamente nada, mas parecia que Lucino estava hipnotizado atrás daquela árvore, observando o homem mestiço da cor escuramente bronzeada demonstando que era filho de branco e negro, muito alto e bem magro, mas com músculos demonstrando que seria capaz de muita força… Com um caralho no meio das pernas balançando enquanto se ensaboava, um caralho grosso entre o flácio e o endurecido, protegido pelo prepúcio em meio aos pelos pubianos, era algo absolutamente inédito para o rapaz, assustador, pois nunca tinha visto um homem pelado antes, com o pau balançando, um homem com uma cicatriz no rosto!
Lucino escorregou caindo de onde estava e aquele homem o viu enquanto colocava a ceroula e guardava a piroca dentro das vestes, ora, ele tinha visto o filho de seu patrão fugido envergonhado… Tratava-se do capataz Josué, o capataz que havia sido agredido por Casagrande, um homem jovem com um bigodinho e cabelos encaracolados, mas muito diferente de Lucino, pois naquele capataz havia uma selvajeria incompatível com a criatura inocente que o contemplava, afinal, ele era tão grosseiro quanto o pai que maltratava os escravos, sempre com o chicote na mão, mas talvez o pior para o jovenzinho era saber que não podia sair de casa sem se envergonhar novamente. Será que Josué contaria aos outros que ele o estava espionando? O que aqueles homens rudes iriam pensar? Espionando pela janela percebia que Josué era o macho que o pai queria que ele fosse, agressivo, forte, rude e grosseiro sempre coçando o saco…
Os dias se passaram e Lucino percebeu que não havia problemas em sair de casa, pois ninguém passou a tratá-lo diferente. Quem sabe Josué não o tinha visto? Ou quem sabe ele não achou que eu estava lá para espioná-lo? Ninguém era proibido de ir a cachoeira e o rapaz poderia simplesmente ter ficado constrangido, muito simples, não era? Todavia, quando estava sendo guiado na charrete por Josué, em direção a cidade para encontrar o dono do cartório, o capataz parou inesperadamente dizendo que iria urinar, desceu da charrete, colocou o pau para fora quase inteiramente rígido e mijou na frende mo jovenzinho que ficou alarmado, branco de medo com as veias daquela piroca em meia-bomba, escura como a descendência africana, grossa como um cassetete da guarda real, imponente como o pênis de Trovão. Que horror! Parecia ser bem grande para a normalidade, será mesmo que uma mulher conseguia aguentar aquilo dentro dela?
Quase lacrimejando de medo, o jovenzinho via o capataz balançando o caralho com um sorrisinho de desprezo para a sua face assustada. Oh, ele sabia que Lucino o estava espionando! Era uma chantagem! Claro que sim, pois enquanto guardava o caralho dentro das calças o sorriso do capataz era maldoso e a cicatriz no rosto tornava tudo muito pior… Será que era assim que os homens demonstravam força, monstrando o caralho, monstrando que era um cavalo? Tão pouco Lucino sabia dos homens que mal conseguiu olhar para a nuca de Josué que guiava a charrete enquanto assobiava alegremente, afinal, havia conseguido reduzir o jovenzinho a pó e humilhação.
Na cidade, mal conseguiu conversar com o dono do cartório, pois tremia dos pés a cabeça com a imagem do caralho de seu capataz que o aguardava, não, uma chantagem era cruel demais, pois o seu pai já estava desconfiado de sua masculinidade e se soubesse que ficava espionando homens pelados provavelmente teria a certeza que ele era um enrustido.
Lucino era um enrustido? O pobrezinho não sabia, mas sabia que esse era o comentário na região que só não era maior por medo do Casagrande que mataria com toda a certeza o responsável que dissesse algo assim de seu filho. O rapaz não sabia nada da vida, todavia era impossível negar que o corpo tremia por estar lado do capataz enquanto faziam o caminho de volta para a fazenda e sentir um cheiro forte, mas que o enebriava… Era cheiro de homem! Como poderia sentir aquilo em seu corpo? Josué era um brutamonte, muito maior que ele, quase o dobro do seu tamanho e o rosto do capataz era sempre fechado, os olhos eram vermelhos, nada mais que a raiva.
No meio da estrada, o capataz desviou o caminho indo parar no meio do campo entre árvores gloriosas, um lugar que só poderia conhecer a paz… Lucino apenas percebeu que estava longe da fazenda tarde demais, tão longe da sociedade que ninguém realmente conseguiria ouvi-lo, mas onde estava? Por que tão distante? Sem nem poder fazer a pergunta o brutamonte já havia descido da charrete com os olhos vermelhos e a face amedrontadora, fechada, como se estivesse prestes a matá-lo apenas com o seu ódio que exalava pelas narinas.
– Desce!
Uma ordem, mas o patrão era Lucino e não o contrário? O rapazinho não entendia o que estava acontecendo, tão inocente com as faces rosadas, e tão fraco em sua baixa altura e magreza, incapaz de fazer mal a uma mosca, mas lá estava a mão calejada do mestiço apertando o seu braço e forçando a descer, machucando a sua pele pálida e fazendo com que lágrimas descessem de seu rosto angelical. Seria assassinado! Com toda a certeza, por trás daquela cicatriz apenas havia a raiva, os olhos brilhavam para matar…
– Não era isso que queria?
O brutamonte colocou a mão dentro da calça e pôs o caralho para fora, cheio de veias em meio a pele escura, tão grosso que Lucino sabia que suas mãozinhas mão conseguiria fechá-lo numa palma e tão duro que estava apontado para cima, latajendo! Que horror, era enorme, quase do tamanho do braço do jovenzinho que chorava tendo o mesmo braço machucado pelo homem cruel que o apertava em meio a sua fúria. Por quê? Porque ele tinha que ser tão fraco diante daquele homem tão alto que tinha que olhar para cima e vê-lo com um sorrizinho cruel em meio aos olhos de fúria e vermelhos como um monstro…
– Hoje eu vou me vingar do seu papai!
Lucino não conseguiu entender o que ele dizia, apenas sentia que havia levado uma rasteira caindo de bruços no chão enquanto o capataz subia em cima dele, um jovem choroso que percebia que o monstro arrancava a camisa como um animal para logo depos abaixar a calça do pobrezinho que se desesperou. Ora, finalmente tudo fez sentido! O capataz queria fazê-lo de mulher!
– O que está fazendo?
Pobre jovenzinho que tinha a bunda redonda e avermelhada exposta contra a sua vontade, em baixo de um homem infinitamente maior que ele, um homem que suava e arquejava de raiva ao pegar o caralho monstruoso e que com outra mão agarrava os cabelos de sua vítima evitando uma fuga, que sem e menor piedade daquele que chorava deu uma cuspida, mirou o cacete e meteu com toda a sua força até o talo, num só golpe, para que o jovenzinho desse um gritinho de dor e por fim que como um louco começou a meter como se fosse a última foda de sua vida! O som das estocadas ecoava pelo campo…
Lucino lacrimejava com a face na grama, tentava fugir, mas o capataz segurava a sua cintura com as duas mãos a erguendo com muita facilidade enquanto metia sem a menor piedade enquanto gritava, gemia e urrava o prazer que sentia, o prazer da vingança! O cuzinho era minúsculo e o capataz precisava usar o peso de seu corpo e a força de um rinoceronte para meter, mas ele matia até o tapo, afinal, era uma questão de honra!
– Vosmecê não gosta de caralho? Não gosta de espionar homens sem roupa? Então eu estou dando-te o que queria! Toma-te! Toma-te! Toma-te até o talo, filho da puta, toma-te, toma-te, toma-te…
Naquela posição o jovenzinho estava praticamente de quatro enquanto o sangue pingava no chão, chorava sentindo o ânus estraçalhado, chorava a dor e a humilhação por estar sendo tratado como uma mulher, chorava o suor do macho que pingava em cima dele e chorava o caralho que invadia o seu corpo como um intruso cruel que o devorava… O capataz metia como um louco, metia com raiva, movimentado os quadris como todo o seu vigor ao ponto de deitar o seu corpo em cima da vítima, jogando todo o seu peso contra ele enquanto metia feito um animal que urrava, até que como um louco sentiu o gozo aflorar e a cabeça do caralho inchar.
– Uhrh, vou gozar, vou gozar, vou gozar, caralho, ah, ah, ah, estou gozando, caralho, filho da puta, estou gozando dentro do seu cu…
Inesperadamente, o monstro Josué se levantou dando um urro de macho já colocando a piroca suja de sangue dentro das ceroulas e limpando o suor do peito magrelo e definido com sua camisa, tudo isso enquanto observava o jovem lucino tentando se erguer apoiando-se na charrete e tremendo com o que lhe ocorrera. Nenhuma piedade do capataz? Ora, ele sentia era orgulho…
– Aprendeu que não deve-se espionar macho tomando banho, putinha? Quem faz isso leva paulada, entendeu?
Havia algo diferente no capataz Josué, ora, ele estava calmo e os olhos não eram tão vermelhos… Parecia relaxado, oh, ele estava aliviado! O jovem Lucino havia acabado de aliviar o capataz como fizera o seu pequeno cavalo, não, que horror, Lucino havia se tornado o ponei Inocêncio! O jovenzinho estava arrombado, sentia-se dilascerado, o corpo todo doía por causa da violência a qual havia sido submetido, mas algo passava em sua mente ao ver o capataz secando o corpo com a camisa…
– Anda, filho da puta, sobe na charrete!
Tentando se recompor, o jovenzinho subiu na charrete todo sujo de terra, mal conseguia tamanho era o seu tremor, mas finalmente sentou no banco arquejando um sonoro “ai” que fez com que o capataz desse um risinho de escárnio, já colocando a camisa para voltar a estrada… Lucino estava siencioso enquanto percebia que o braço de seu algoz era grande, musculoso e com uma veia santando a virilidade.
– Sabe que se contar para o seu papai eu vou dizer que vosmecê pediu, né? Ele vai acreditar em mim, sabe que vosmecê é um enrustido, uma putinha que fica espiando pica de macho…
Chegando na fazenda, o pobre Lucino precisou de ajuda do capataz para descer, até que o próprio capataz explicou para quem passava que o filho do patrão havia caído numa ribanceira e enquanto dizia isso, o capataz pegava no pau… Somente outros colonos da fazenda entenderam… Seria uma humilhação se o rapazinho não tivesse gostado de aliviar o macho, ora, era como se tivesse arranjado uma motivação para viver, ter a virgindade arrancada daquela forma havia aberto os seus olhos amendoados para o óbvio: Lucino era um enrustido!

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4 Comentários

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  1. Roh

    É a melhor história que encontrei aqui! Li do início ao fim cheia de vontade de saber mais.
    Muito bom mesmo, sua escrita é maravilhosa, deveria escrever um livro.

  2. SexoNoPassado!

    ” Mergulhei na história de tal maneira que pude sentir cada palavra narrada, amo histórias ambientadas no passado! Parabéns pela escrita, nota-se o dom de um grande contista. Definitivamente esse era o conto que eu queria ler a muito tempo sobre sexo no Brasil Colonia. Espero que continue… SEXO É FANTASIA”

  3. Japonês Pintudo

    Mas veado é uma desgraça mesmo,uma demência dessas so pode ter saído da mente pervertida de um deles!

  4. Ale

    Muito bom espero que tenha continuação