O Conservador Caiu Por Terra

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Meu nome é Mikayla, atualmente tenho 34 anos, sou casada, dona de casa, e tenho uma vida bem comum, pelo menos, aos olhos dos outros. Antes de me casar tive uma vida sexual agitada, experimentei de tudo, comecei cedo, era bem danadinha, a frente do meu tempo, curiosa, perdi minha virgindade com 14 anos, com 16 já tinha ficado com homens, mulher e não me arrependo, curti bastante minha juventude, foi uma delicia!

Com 22 anos, depois de curtir muito a minha vida, em todos os aspectos dentro das minhas limitações financeiras, eu me casei!

Meu marido era muito conservador, recatado, religioso, que preserva a moral e os bons costumes, muitas vezes era machista e retrogrado, já eu, era a abetureira, lasciva, e vivida, acho que foi por isso que demos tão certo. Apesar do seu conservadorismo Wanderly (meu marido) sempre foi muito safado, e nossa vida sexual sempre foi muito boa.

Eu era dependente financeira do meu marido, ele é 26 anos mais velho do que eu, quando o conheci, ele já tinha uma carreira estabelecida, e confesso, que no começo, me envolvi com ele por puro interesse. Ele é dentista, eu era caixa do Carrefour, ele deu em cima de mim, vi que ele não era tão bonito, mas parecia ser bem sucedido, e eu que não sou boba, fiquei com ele. Namoramos por um tempo, em maio de 2004 nos casamos, e eu engravidei em 2006. A família dele sempre me olhou com maus olhos, porém, eu nunca dei a minima, apenas defendia meus interesses.

Eu passei a ama-lo de verdade com o tempo, ele é muito atencioso, romântico, me trata com carinho, é um ótimo pai, uma pessoa integra, de caráter, admirável, e nosso sexo sempre foi incrível… Ele sabe me pegar de jeito, sabe os caminhos certos para me levar nas nuvens. Ele é muito gostoso, safado, tem uma bundinha linda, um pau magnifico, grosso, com o tamanho perfeito, se encaixa perfeitamente dentro de mim.

Quando nos conhecemos, demorou 4 meses para transarmos pela primeira vez, eu já estava louca de vontade, mas ele é conservador de mais, foi a maior enrolação, mas quando aconteceu… Nossaa, foi perfeito, incrível, uma delicia! Wanderly me fodeu muito gostoso, e com o passar do tempo, nossa intimidade foi aumentando, e ele só melhorou. Meu marido, é e sempre foi muito fogoso!

Eu sempre gostei de uma sacanagem, putaria, uma coisinha nova pra esquentar a relação, mas Wanderly era, puritano, cheio de valores religiosos, dogmas, era um evangélico fervoroso. Achava meio exagerado, mas ninguém é perfeito!

O que importa é que o tempo foi passando, e minha vida de casada faltava alguma aventura, algo que me estimulasse, que me empolgasse, algo proibido, sujo, prevaricador, enfim… Eu era acostumada a sair , ia para baladas, bebia, beijava homens, mulheres, trepava em estacionamento, na rua, em provadores de loja de shoppings, postos de gasolina, chupava e era chupada, tinha uma vida animada, enfim… Gostava de fazer novas descobertas, explorar novas possibilidades, novos prazeres e sensações, porem, casada e com um marido muito retrógrado, antiquado, tímido, abitolado com religião, ficava difícil eu propor algo novo para nosso relacionamento.

Na cama Wanderly é perfeito, safado, promiscuo, devasso, falamos muita sacanagem um para o outro. Quando estava gravida, fiquei louca de tesão ate os seis ou sete meses de gravides, e Wanderley me fodia muito gostoso, trepamos em todos os lugares, eu amava, ele nem considerava que eu estava gravida: Me pegava com força, me sacudia, me virava, me arreganhava inteira e me fodia com vontade. Nossa, eu amava! Porem, eu queria mais. Sempre quando abordava a possibilidade de fazer algo diferente, meu marido ficava puto, dizia que "tudo tinha limite, que eu estava ultrapassando os limites propostos pelo matrimonio, e bla bla bla".. Um saco! Eu não queria trai-lo, isso é banal, bobo, sem graça! Outros homens não me interessavam nesse contexto. Eu queira fazer putarias com ele, meu marido! Cheguei a propor um menage, um threesome, um swing… Sugeri que ele trouxesse uma outra mulher, desde que eu pudesse escolher o perfil. Mas não tinha jeito, Wanderly é irredutível em suas convicções e preceitos familiares, não abre mão de um relacionamento monogâmico, sem aventuras sexuais recreativas pelo caminho.

Por um tempo esqueci dessa história, ate porque, com criança recém nascida em casa, era difícil. O dias foram passando, e eu com minha vida de dona de casa de sempre, tive que reprimir minha necessidade devassa de explorar novas possibilidades… Sete anos se passaram, as coisas se acalmaram, eu tinha mais tempo pra mim, parei de amamentar, e o desejo voltou. Comecei a pensar em inovar com Wanderly mais uma vez.

Começamos a usar umas fantasias, íamos para o motel, fazíamos na rua, dentro do carro, fizemos 2 viagens, mas faltava alguma coisa, o desejo inquieto não cessava, era recorrente minhas empreitadas para procurar algo que me estimulasse e me excitasse para me tirar da rotina.

E foi assim que descobri o site de contos!

Na empreitada de me deleitar com uma sacanagem louca e depravada, percorri a internet em busca de algo que satisfizesse minha fissura por algo novo. Funcionou por um período: ouvi relatos, lia contos, entrava em sites pornos, bate-papos, descobri novas possibilidades, novas taras, enfim… Minha vida sexual estava ótima como sempre, mas nada se comparava com a vida devassa que tinha antes. Amava meu marido, amava minha filha, amava minha família, mas também amava uma boa sacanagem que afrontasse os padrões sociais.

Em um determinado dia, eu estava tendo mais um dia comum de dona de casa: Fiz almoço, arrumei a casa, lavei louça, levei minha filha para a escola, e mais tarde, lavaria roupa. No entanto, nesse dia em especial, minha filha saíra mais cedo da escola por causa de um racionamento de água que tínhamos em nossa cidade. Por volta das 16:00 horas fui buscas minha filha, voltei pra casa, e ia retomar meus afazeres domésticos: Fui lavar a bendita roupa.

Na época tínhamos comprado uma maquina de lavar nova, a nossa era antiga, fazia um barulho tremendo, e a deixei em casa apenas para estocar água. Sendo assim, para Pétra (Minha filha) não ficar sozinha dentro de casa, eu deixei ela na área de serviço perto de mim, enquanto eu separava as roupas ela brincava no chão… Eu colocava as roupas pra lavar quando Pétra tropeçou caiu, e começou a chorar. Eu agoniada com aquela situação, porque a tarde era o tempo que tinha pra resolver e organizar as coisas, dessa vez Pétra estava ali, e eu tinha que cuidar dela. A menina abriu um berreiro, fez um drama danado, ela é cheia de vontade, muito paparicada por mim e pelo pai, manhosa que só ela; Eu para acalma-la disse que a colocaria na "piscina" me referindo a maquina de lavar antiga, cheia de água, ela logo parou de chorar. Tirei a roupa dela, deixando-a só de calcinha, esvazei um pouco a maquina para ficar com uma quantidade segura de água, dei uns brinquedinhos, coloquei a menina la dentro e, pronto, me deu sossego!

Dentro dessa maquina antiga tinha uma haste de metal que dava suporte para umas pás que serviam para dar movimento e lavar as roupas, pra não machucar, eu peguei um espaguete aquático "macarrão" (é uma espécie de boia em formato cilíndrico que as pessoas usam em piscinas) cortei e coloquei na haste, para proteger, e Pétra não se machucar. Depois, eu coloquei a roupas pra lavar, lavei a varanda, e Pétra brincando dentro da maquina antiga.

Em um dado momento parei de ouvir o barulho que Pétra fazia dentro da água, achei estranho, e fui dar uma olhada… Ela estava quietinha abraçada na haste se esfregando lentamente, fazia movimentos sutis com o quadril. Quando vi, não acreditei, fui cética, tive que chegar mais perto para crer, porem, eu estava certa: Eu acabara de presenciar minha filha descobrindo os prazeres da Siririca. Tão novinha, tão precoce e já refém da armadilha que os prazeres que nosso corpo pode oferecer.
Me aproximei lentamente da maquina, respeitando o momento dela, e pude concluir com certeza de que se trava de uma manifestação inocente da descoberta do prazer. Ela totalmente distraída nem me viu chegar, olhava pra baixo e se roçava vagarosamente fazendo movimentos de sobe e desce. Eu espiei por 5 segundos, e questionei: "Pétra, ta tudo bem? Você parou de brincar? Quer sair dái?" Ela levou um sustinho, fingiu que não estava fazendo nada, e disse: "Não mãe, poem mas água, ta esvaziando!"

Achei bonitinho!

O susto que ela levou foi o que mais me intrigou, porque ela sabia, que de alguma forma, sentir aquele prazer poderia ser errado. Sabia que era algo intimo, profano ou proibido, se fez de sonsa, e disfarçou com um papo qualquer. Mesmo sem saber, e com toda a inocência de uma criança, ela tinha consciência de que aquela descoberta tinha resquícios de maldade!

Eu fui ate a cozinha enchi uma panelona de água, coloquei no fogo pra esquentar… Disse a Pétra que ia deixar a piscina quente, mas depois que a água esfriasse, ela para ela sair dali porque o pai dela já estava chegando.

A água ferveu, eu tirei ela de dentro da maquina, despejei a água quente, temperei com mais um pouco de água fria para ficar em uma temperatura agradável, e antes de coloca-la de novo dentro da maquina de novo, eu tirei sua calcinha, deixando-a completamente nua para curtir sua nova e infame descoberta.

Fui colocar as roupas no varal, e a deixei brincando dentro da maquina. Eu achei que ela não faria mais nada por ter sido "pega" por mim, mas não deu cinco minutos, e os barulhos na água pararam de novo, e eu tive certeza: Pétra esta se masturbando novamente! Dessa vez, eu espiei entre as roupas que eu pendurava no varal: Pétra ficou em pé e roçava sua xoxota na parte mais alta na haste, ficava olhando e colocando a mão na testa inchada da sua bocetinha puxando pra cima. Era como se ela procurasse alguma coisa, se perguntando de onde vinha aquela sensação! Eu terminei de estender as roupas e, fui para cozinha, passei, fingi que nem vi… E ela continuava explorando sua intimidade!

Agora bem mais de perto, eu olhava pela janela da cozinha… Petra colocava o dedinho, se esfregava na haste na ponta dos pés, se surpreendia com o efeito que os toques causavam, me olhava, dava um sorriso bem sapeca, brincava um pouco com a água, e voltava a fazer… Eu me distraí com meus afazeres por cinco ou dez minutos, mas quando voltei a olhar, Pétra continuava, a garotinha tava possuída, se agarrou na haste e fazia movimentos eróticos deliberados roçando sua bocetinha na haste. Pétra esqueceu os seus brinquedinhos e se dedicava apenas em se dar prazer de um jeito bem inocente, uma nova descoberta bem deliciosa, quando ela pegou o jeito, Pétra rebolava sua xoxota contra a haste totalmente sem pudor, e dava sinais claros de excitação: Entrelaçou as perninhas na haste para dar mais pressão, movimentava seu quadril bem saliente, fazia uma carinha de brava, respirava fundo, e bem concentrada na sua nova atividade, parecia estar gostando da nova brincadeira. Eu achei intrigante, bonitinho, tratei com a maior naturalidade do mundo, deixei que ela se divertisse, mas não tinha ficado excitada, ainda…

Deixei ela brincar ate quase 17:30, eu tinha que tira-la de lá, pois Wanderly ja estava para chegar, fui ate ela e mandei que ela saísse, Pétra fez manha, e eu a deixei mais um pouco enquanto fui buscar uma toalha, quando voltei ela estava "se despedindo" da haste dando a ultima roçadinha sacana, eu cheguei, a ví, e ela disse, disfarçando: "ta coçando, mãe!"

Colocando a mão na xoxota. Eu nem respondi, apenas a peguei no colo para tira-la de dentro da maquina, ela já foi logo me abraçando e entrelaçando as pernas na minha cintura. Nesse momento senti a xotinha dela na minha cintura, tava quente, ela ficava rebolando a bocetinha na minha costela, tentei coloca-la no chão para seca-la, mas ela se recusou a sair do meu colo, e grudou em mim, eu percebi que ela estava exercitando sua nova prática se roçando em mim. Nesse momento, confesso que comecei a ficar excitada. Eu abri a bundinha dela com uma das mãos, pressionando sua bocetinha contra minha costela, Pétra suspirou sutilmente, e deu uma recuada. Eu questionei já colocando-a no chão: "Ainda ta coçando, filha?" Coloquei a toalha em suas costas, fiquei de joelhos, comecei a seca-la, acariciei sua virilha, a beiradinha da xoxota e, lentamente passei meu dedo médio com bastante carinho na raxinha de Pétra…

Nossa, ela levou um susto prazeroso! Se arrepiou todinha, fez uma carinha surpresa, arregalou os olhinhos, abriu a boca com uma expressão entusiasmada, sorriu estérica olhando pra minha mão, levantou uma das perninhas ficando na pontinha dos pés… Eu insisti, e perguntei novamente enquanto acariciava sua racha: "ta coçando ainda, filha?" Ela não respondia nada, só sorria e balançava a cabeça dizendo que sim. E eu siriricando lentamente minha filha, a reação dela estava me deixando muita excitada. Podia sentir o calor da bocetinha dela, e meu dedo começava a ficar melado. Ela abriu as perninhas bem discretamente, dobrando o joelho, e ficando na ponta dos pés.

Eu arreganhei a bucetinha dela, e passei o dedo indicador no seu mini grelo infantil precocemente estimulado. Pétra colocou a mão no meu ombro, requebrava o quadril, sorria, e ficava quiétinha recebendo dedadas carinhosas na xoxota. Eu dizia: "Ta passando a coceira, filha?

Petra: "Uhum…"

Eu com um tom ironico, disse: "É boa essa coceirinha, né, filha?"

Petra sorridente, segurava sua toalha, levanta um de seus pés, e respondia balançando os ombros: "Uhum, eehh!" E dava um sorrisinho nervoso bem sapeca. Pelo visto, eu estava fazendo direitinho, porque ela escorou as costas na maquina , dava uns suspiros discretos, olhava para a minha mão, e fazia uma carinha sacana de satisfação.

Quando vi o corpinho dela reagindo as minhas dedadas minha excitação triplicou, e eu provoquei: "Voce gosta que a mamae cosse pra voce ou voce quer coçar sozinha?" Tirei meu dedo da rachinha dela, e apoiei minhas mão na sua cintura.
Petra sorridente e afobada, abaixou a cabeça olhando para sua bocetinha, e de imediato ja levou a mão na xoxota e cruzou as perninhas.

Eu estimulei, disse: "Vai, coça! Parou de coçar? É assim, ó: Descruzei sua perninha, peguei sua mão e fiz com que ela explorasse sua raxinha. Abri sua xoxota com meus dedos, e fiz ela passar seu dedinho no grelo. Ela sorria entusiasmada, deus uns pulinhos, e era claro e evidente que ela estava excitada, não tanto quanto eu, mas o suficiente para continuar se satisfazendo com o novo aprendizado!

Eu questionava: "É bom, né?" E passava o dedo médio na racha dela mostrando como se fazia. "Você gosta, né, sua sapeca!?"
Petra escorada na maquina, com as pernas um pouco abertas, os joelhos dobrados, na pontinha dos pés, requebrava o quadril no ritimo da siririca e respondia sorridente: "Éhh, faz cosquinha, eu gosto!"

Eu queria vê-la fazer com suas próprias mãos, mas Pétra tentava meia sem jeito, desengonçada, e me olhava como se pedisse para eu fazer … Eu questionava: "Quer que eu faça? É assim, ó…" E voltava a siririca-la! Passava meu dedo em toda a extensão da sua intimidade, explorava o cuzinho com caricias aveludadas, catucava delicadamente seu cabaço, espalhava seu mel pela raxinha, e terminava fazendo um sutil movimento circular no grelo da minha filha. Fiz com que ela se virasse de costas, ficando com o rosto escorado na maquina, pedi para ela empinar a bundinha, arreganhar as nádegas com as mãos, e acariciei lentamente seu cuzinho que mais parecia um brotinho de uma rosa. Fui mais ousada, tentei penetrar o dedo na bundinha de Petra, mas eu fui afoita, e minha unha arranhou seu cuzinho delicado, e assustou a menina. Ela sorriu e virou-se para mim pegando sua toalha que tinha caído, eu excitadíssima com aquela situação, perguntei se tinha parado de "coçar", Pétra balançou os ombros sorrindo e segurando meu pulso, respondeu: "Num sei… faz muita cosquinha, mãe!" E deu uma risada sapeca.

Enquanto colocava a toalha na sua cabeça para enchugar o cabelo, afirmei: "Menina é assim mesmo… Voce esta ficando mocinha, sempre que der vontade, você pode coçar! Mas você num pode deixar ninguém encostar na sua "amiguinha", só você que pode!" Ela sorria, segurava meu pulso e fazia movimentos positivos com a cabeça…

Eu dava beijos carinhosos no seu peito, siriricava lentamente sua rachinha, enquanto secava o seu cabelo, quando de repente, o Wanderly chegou. Só ouvi ele fechando a porta da sala. Eu levei um susto, não ouvi o portão abrindo! Pétra ouviu o pai, saiu correndo, e pulou no colo de Wanderly. Ele disse: "Ué menina, vai por uma roupa!" Tive que explicar que ela estava na "piscina"e fiquei ali, assistindo aquela cena, cheia de tesão, estava ensopada, parecia que meu mel escorreria pelas minhas pernas. Pétra completamente nua, com as mãos e pés todos enrugadinhos de tanto ficar na água,se jogou no colo do pai, esfregando sua raxinha cheia de tesão na cintura do meu marido, assim como ela fez comigo, e ele nem reparou. Fiquei maluca de tesão, nesse dia, durante a noite, eu e Wanderly trepamos a noite inteira. Eu fechava os olhos e imaginava Wanderly violando a inocência de Pétra com aquele caralho delicioso e eu assistindo tudo de camarote me masturbando e tendo orgasmos molhados e delirantes.

A partir desse dia imaginar coisas profanas com Petra e Wanderly era rotina! Eu via a relação de carinho fraterno que ele tinha para com ela, e idealizava cenas incestuosas, prevaricadoras, insanas que me enchiam de tesão.

Eu estava estimulada, excitada, louca, fissurada de prazer! Quando Wanderly pegava Petra no colo, ou à colocava para dormir, ou ia enxuga-la apos o banho. Nos abraços, nas manifestações de carinho na hora de assistir televisão, nos cafunés… Wanderly tinha a mania de morder ou beijar as solas dos pés de Pétra, fazia massagem, cocegas. Nossa, aquilo me matava de tesão! Petra amava, sorria, gargalhava, se contorcia inteira esfregando os pezinhos na barba do pai!
Eu correlacionava os fatos, pois quando a gente fodia, ele também beijava, lambia e mordia meus pés. Então eu ficava me perguntando se ele não se excitava em fazer aquilo com a filha de alguma forma. Se ele não tinha vontade de gozar na quele corpinho… Imaginar que Wanderly pudesse ter algum tipo de malicia sexual em relação a Pétra me dava muito tesão, eu queria muito ver alguma coisa, algum vestígio, saber se ele ficava de pau duro quando ela estava no colo dele ou algo do tipo… Passei a deixa-la só de calcinha pela casa, durante a noite, deixava ela dormir sem calcinha, na hora do almoço, fazia com que ela ficasse no colo dele, e fazia questão de dar beijos bem eróticos em Wanderly, mas não adiantava, ele sempre evitava manifestações de carinho a calouradas entre eu e ele quando a Pétra estava perto!

Pétra faz Ballet e arte circenses na escola, em um determinado dia, estávamos voltando para casa apos uma apresentação dela: Wanderly dirigindo, eu no banco do carona, e Pétra atras.

Ela estava com um maiô que compunha a fantasia para a apresentação, eu acho que estava meio apertado, e ao Pétra sentar no banco do carro o maiô deu uma atoladinha na xoxota da menina que, provavelmente, deu uma estimulada no seu cabacinho sensível já estimulado em outras ocasiões, e é claro, que a menina não se omitiu: Se estava "coçando" ela iria "coçar"! E assim ela fez… Começou a passar o dedinho na xoxota. Eu não vi, mas quando Wanderly olhou, deu um pulo, e disse: "Pétra, o que você ta fazendo, tira a mão daí! Quer fazer xixi?" Quando ele disse isso, eu logo soube o que Pétra estava fazendo no banco de trás. Fiquei bem tranquila, nem dei atenção, fingi que não sabia do que se tratava. Andamos uns cinco metros, e quando paramos em um sinal, Wanderly se vira e, questiona Pétra: "Esse troço ta apertado, né filha!?" (Se referindo ao maiô) Tirou o cinto de segurança e foi em direção a Pétra.

Nesse momento virei e fui ver o que ele ia fazer! Wandely com o dedo desatolou o maiô da xoxota da filha, ela deu um sorrisinho saliente, e continuou com as perninhas arreganhadas, como se esperasse o pai fazer o mesmo que eu fiz anteriormente, mas infelizmente, antes mesmo do sinal abrir, Wanderly se virou, colocou o cinto novamente, e me advertiu dizendo que a criança estava sendo apertada pelo maiô, porque a roupa tava muito pequena pra ela, que Petrá desenvolveu bastante desde que começou a fazer atividades extra-curriculares na escola e estava muito assanhada! Nossa, eu fiquei triplamente excitada!

Wanderly deu sinais de que reparava que a filha estava desenvolvendo anatomicamente. De fato, Pétra estava com um corpinho bem definidinho, pernas torneadas, uma bundinha empinada, cintura fina, alem de uma excelente postura para uma menina da idade dela… Porem, eu acreditava, que apenas eu tinha reparado, mas naquele momento, percebi que estava errada!

Passei a deixa-la dormir com a gente, tomávamos banhos juntos, eu tentava provocar, tocar o pau dele, mas Wanderly ficava bravo, dizia que a menina estava ali, pra eu me controlar, que tudo tinha limite. Porem, ele também ficava excitado, disfarçava, saia do banheiro, e quando Pétra dormia, a gente fodia com força! Nossa vida sexual estava maravilhosa, se eu queria uma coisa nova para me excitar e sair da rotina, pronto, já tinha conseguido: O sutil interesse de Wanderly no desenvolvimento anatômico da filha, já era um fio de esperança para realizar minha tara insana, e isso foi o suficiente para me estimular ainda mais. O gatilho fulminante para meus delírios sexuais incestuosos.

Passei a lavar a roupa sempre no dia de racionamento de agua, pois Pétra sairia mais cedo da escola, ficaria na maquina de lavar se roçando feito uma mini meretriz devassa, eu dava uma ousada contribuição maternal para a nova experiencia sexual da minha filha, ela ficava cada vez mais estimulada, satisfeita, eu tinha o prazer de assistir o corpinho dela se deliciando com minhas caricias, eu gozava horrores com Pétra. Na primeira vez que nos masturbamos juntas, gozei com tanta intensidade, que me debati de prazer, quando voltei a mim, ela estava do meu lado, só me olhando meio assustada.

Toda quarta feira era dia de eu e Petra nos divertirmos, eu lava a roupa da semana, e na hora de lavava a varanda eu e ela ficávamos nuas, tomávamos banho de mangueira, fazíamos bolhas de sabão, dávamos banho no cachorro, brincávamos de escorregar na garagem, e claro: Eu estimulava Petra sexualmente.

Ela ficava toda arreganhada, pedia para ela me mostrar os movimentos do Ballet, Petra fazia abertura, levantava os pés acima da cabeça deixando a mostra toda a delicadeza de sua rosada xoxota infantil, eu passava o dedo, siriricava, chupava sua bocetinha, seu cuzinho, cortei minhas unhas, e com cautela passei a meter metade do meu dedo indicador no cuzinho de Pétra, estimulava seus projetos de seios com caricias eróticas, mordia, lambia, chupava seus pés, colocava ela de quatro, testava a sua flexibilidade adquirida no Ballet e na escola circenses fazendo ela ficar em posições inimagináveis, fazia tudo que eu idealizava que Wanderly fizesse com ela, mas não fazia. Apos um tempo, comprei um vibrador, pretinho, bem delicado, e usava em Petra. Não metia nela, apenas passava, esfregava, roçava… Nossa, a menina adorava!

Eu metia um um vibrador em mim, colocava Petra sentada no meu colo com as costas apoiada no meu peito nu e estimulava minha filha com o "Nemo" (é assim que ela o chamava)… Passava o Nemo na bocetinha de Petra e ela se contorcia inteira, ficava ofegante, fechava os olhinhos, segurava meus seios, rebolava no ritmo do vibrador, se arreganhava inteira, esfregava os pezinhos na minha coxa, sorria, murmurava… Com o tempo, ela não queria mais que eu fizesse nela, ela mesma tomava o controle da situação: Deitava em meio os monte de roupas pra lavar, arreganhava as perninhas, e ficava se masturbando com o Nemo, suspirava de tesão, ficava toda molhadinha, rebolava bem gostoso, fazia uma carinha de safada, que se o pai visse, seria impossível ele não querer fode-la, e eu adorava imaginar essa possibilidade! Quando terminávamos, eu sempre reforçava com Petra: "Filha, isso é coisa de menina, o papai não pode saber!"

Ate o dia em que fomos para um casamento, em uma chácara do sócio de Wanderly. O casamento aconteceu na sexta feira, e uns amigos, e parentes mais próximos ficaram para passar o fim de semana na chácara. No final da tarde de domingo tinham vários casais e decidimos jogar um jogo que consistia em saber qual casal conhece mais um do outro através de umas perguntas sorteadas em um aplicativo de celular.

Em um determinado momento apareceu uma pergunta "qual dos dois era mais safado", cada casal respondeu, depois começaram a conversar sobre taras, e Wanderly tinha bebido um pouco a mais, começou a se gabar, dizendo que sabia de tudo que eu gostava, que já tínhamos feito de tudo, enfim… Eu entrei na onda, junto com as outras pessoas, e insinuei que ele não sabia de tudo que eu gostava, e que faltava algumas coisas para experimentarmos, enfim…

Fomos em bora na segunda de manha e Wanderly me provocou com insinuações a viagem inteira. Ficava: "Então quer dizer que não te conheço, é?" "O que falta fazer?" "Por que disse aquilo?" Enfim… Encheu o saco! Eu só me esquivava, dizia que não me lembrava, que tinha bebido um pouco a mais, que estava brincando, enfim…

Nessa época, minha interações com Pétra tinham diminuído bastante, acontecia uma ou duas vezes no mês, e olhe lá. Eu tinha desanimado, depois de ter um orgasmo eu me sentia super culpada, passei a fazer só quando tinha muita vontade de gozar com algo diferente. Alem do mais, comecei a fazer faculdade, e ocupava muito do meu tempo, enfim…

O que importa, é que dois ou três dias depois que voltamos da xácara, fomos transar e, Wanderly me colocou de quatro , puxava meu cabelo, me dava tapas, e me fodia com força e provocava, dizendo: "Então eu num te conheço, éh? Não sei do que você gosta? Quer que eu abuse mais de você, éh? Quer que eu foda seu cuzinho com mais força, sua puta? Você gosta de ser minha puta, né? Minha cabrocha! Minha amante! Minha amada! Diz que é minha quenga, diz!?"

Eu louca de prazer, entre gemidos e múrmuros, ia respondendo tudo, levando tapas, chupões, puxões de cabelo. O desejo libertino me açoitava deixando meu prazer em carne viva, Wanderly com seu caralho perfeito me fodia como se jogasse álcool na ferida aberta me fazendo delirar de dor e prazer implorando por mais! Ele começou a me bater, me dava tapas, beliscava meus seios, me ofendia, parecia estar me castigando por eu ter constrangido ele na frente de seus amigos. Wanderly começou a comer meu cu com força, mordia meu ombro, minhas costas, e continuava provocando: "Me diz o que você quer? Só vou parar quando ouvir você dizer! Vou te machucar inteira ate você falar, vagabunda!"

Eu sou magrinha, sempre fui, Wanderly é grande, alto, dá dois ou três de mim, tem cinco vezes minha força, ele me envolvia com um abraço, me dominava por inteira. Eu tentava me mexer ou pelo menos deitar, mas ele me colocava de quatro e continuava me marretando, eu sentia um remix de dor e prazer inexplicável. Sempre dei minha bunda pra ele, desde a primeira vez que transamos, mas sempre fazíamos devagar, no meu tempo, com carinho, lubrificantes, sem violência… Mas dessa vez foi diferente, Wanderly foi bruto e violou minha bunda com uma força devastadora.

Cada estocada que ele dava, ate minha barriga doía, eu pedia pra ele parar, implorava: "Por favor amô, vai com calma! Ainn, ta doendo muito! Vai com calma! Num faz assim… Ain, ain, ain!"

Mas ele estava possuído, continuava me fodendo e provocando: "…Já te disse, só vou para quando você me falar o que você quer! Me diz o que eu não sei que você gosta! Se não disser, vou foder seu cuzinho ate ficar em carne viva! Me diz o que ta te faltando, safada! Você quer outro macho aqui te fodendo, éh? Quer eu e ele fodendo você e te lambuzando inteira de porra!? Quer me ver foder com outra mulher, sua puta!? Quer chupar e ser chupada por outra mulher pra parecer moderninha, vagabunda? Quer profanar nosso matrimonio com essas atitudes de piranha de rua!? Meu pau não é o suficiente, você quer mais? O que ta te faltando, quer que eu te trate feito vadia, é isso!? Me diz o que você quer, caralho! Me diz o que quer!"

Nesse momento, eu adorei ve-lo falando sobre essas possibilidades, meu corpo ja estava cheio de marcas de amor dessa trepada insana, tomada pela luxuria e pela dor de estar sendo deliciosamente sodomizada, comecei a responder: "Ain, amoo… Para! Sou sua putinha! Amo seu pau dentro de mim, mas desse jeito doí… Uhumm!"

Eu concordava com as afirmações indecentes dele, e parecia que Wanderly estava ficando com raiva… Começou a me enforcar, acho que eu ate perdi a consciência, voltei a mim com ele me dando tapas na cara, me mandando acordar!

"Acorda vadia, acorda! Você num quer fazer coisas de vagabunda, então to te tratando como uma! E você gosta, neh? Nossa, como você é gostosa! Não vou te dividir com ninguém, piranha! Você é só minha… Me diz de quem é esse cuzinho, hein?"

Eu agonizando só respondia suas provocações… Wanderly deitou-se ao meu lado, ficamos de conchinha, e ele continuava martirizando meu rabo com marretadas violentas, beliscava meus seios, tava tapas na minha bunda, mordia meu ombro, chupava meu pescoço, esticava minhas pernas me levando ao limite de minha flexibilidade. Nossa, eu estava amando, eu merecia ser mal tradada um pouquinho. Já tínhamos feito sexo selvagem antes, mas daquele jeito, foi a primeira vez.

…E no ápice do meu prazer, totalmente devastada pela fúria depravada de Wanderly, cheia de hematomas, mordidas, arranhões, com meu cuzinho dolorido, e minha buceta ardendo em chamas de prazer carnal e luxuria, eu gozei rebolando o cu no pau de Wanderly e, respondendo as suas provocações, desabafei:
"Fode gostoso esse cu, safado! Judia de mim mesmo, me maltrata, porque eu mereço! Sou uma puta, devassa, prevaricadora, sem limites ou escrúpulos. Quero te ver foder com outras mulheres, e que essa mulheres me chupem, e que eu possa retribuir com muito tesão! Quero dar pra outros homens, enquanto você olha, e me da ordens para faze-los gozar! Quero fazer Swing com o casal de amigos da sua irma: Imagino todo dia você fodendo aquela magrela sonsa! Quero que você me foda na casa dos seus pais, me amordaçando para eu não gemer alto quando tiver gozando com seu caralho dentro de mim! Morro de vontade de foder com seu estagiário novinho do consultório ou com o cara bravo que bateu no nosso carro! Te imagino fodendo o cuzinho jovem do meu manicure gay, que é louco pra dar pra você! Desejo desesperadamente assistir você foder sua paciente adolescente de 13 aninhos, quero que você prove aquela putinha da cabeça aos pés, imagino ver você chupando ela tão fundo que o cabaço da putinha derreterá na sua boca, queria me masturbar assistindo ela se engasgar te fazendo um boquete bem gostoso e molhado, quero ver seu caralho duro latejando de prazer fodendo a bocetinha dela bem lentamente enquanto ela se contorce de dor te implorando para você fazer com carinho com uma voz bem manhosa afirmando que sua bocetinha é virgem! Imagino a gente fodendo com a pediatra, ela me chupando, enquanto você fode o cuzinho dela! E tenho muito, mais muito, mais muito tesão em ver sua relação com a Pétra… Seus carinhos, caricias, manifestações afetuosas; Como quando acaricia, massageia, beija a sola dos pés da menina ou quando faz elogios."

Ate esse momento, Wanderly me fazia gozar metendo com força, e enquanto eu falava, ele puxava meu cabelo, e provocava, dizia: "Ta gozando, né vagabunda?" E a cada afirmação que eu fazia, ele me provocava, e pouco a pouco, arrancou de mim cada tara ou desejo insano que eu tinha! "Éh!?? Você é uma vagabunda mesmo, hein!? Quer me ver foder a Lara (A paciente adolescente que me referi), você acha que ela aguentaria meu caralho!? Quer me ver fodendo viado, sua cadela!??? Mas você é bem pior do que eu imaginava!

Quando eu falei sobre Pétra, Wanderly mudou a frequência da foda… O ápice do meu orgasmo já tinha passado, eu estava tendo pequenos espasmos musculares, arrepios e dormência dos pés a cabeça, fruto do efeito colateral da gozada épica que eu acabará de ter. Em quanto eu ainda rebolava o cu no caralho de Wanderly envolvida pelo seu abraço, ele questionou: "Nossa filha, sua safada!? Você não perdoa nem a criança, vagabunda!?"

Eu toquei o foda-se, e continuei: "Quero que saiba que nossa filha já sente prazer, já vi por diversas vezes ela se masturbando, e aposto que Pétra esta precocemente sexualizada por causa de você! Ela é criança, mas é mulher, tem desejos, vontades, e responde a estímulos quando recebe carinhos de quem ama"

Éhh… Igual a mãe! Você gosta!?

Eu bem dengoza, respondi: Uhumm… Adoro! Eu amo imaginar que ela se masturba cheia de erotismo infantil pensando em você, lembrando dos seus toques, beijos, e carinhos, desejando que você se atreva e profane o corpinho dela lhe proporcionando prazer sexual! Imagino você colocando Pétra para se esfregar no seu caralho gostoso, fazendo ela rebolar a bocetinha no seu caralho duro latejando de tesão, esbanjando virilidade, ate você gozar e despejar muita porra sobre a raxinha rosada da nossa menina, à lambuzando por inteira com a bocetinha totalmente escancarada para o pai. Idealizo você massageando os pézinhos dela como preliminares para um sexo erótico e incestuoso bem safado e atencioso. Que você explore cada centímetro do corpo dela com beijos sutis, molhados e atrevidos, fazendo com que ela se delicie com a ousada manifestação de carinho e fique completamente envolvida sendo totalmente possuída pelo próprio pai."

Nesse momento, Wanderly tirou o caralho do meu cu, meteu na minha bocetinha que ja sentia falta de todo aquele vigor e, murmurando, cochichou no meu ouvido: "Como voce ta safada, amor! Que delicia! O que esta acontecendo com voce!?" Ela é só uma menina, nossa menina! Saiu daqui ó…" Roçando o caralho na minha boceta e começando a meter pra dentro, porem, dessa vez, com um carinho erótico bem profano!

Eu percebi que ele estava curtindo, ficava gemendo, ofegante, me beijava com tesão e, eu continuei: "Sim, nossa menina que se masturba, e goza feito uma adolescente cheia de hormônios! Imagine Petra te chupando na hora do banho, enquanto eu seguro seu cabelo e fazendo ela rebolar no meu dedo enquanto recebe uma siririca bem gostosa explorando sua raxinha. Ja viu a bocetinha da sua filha, amô? É linda! E o cuzinho? Nossa, é perfeito, pede pra ser chupado! Você nunca teve vontade de fazer com ela o que faz comigo? Quando morde o pesinho dela, e ela esfrega as solinhas na sua barba, você fica com tanto tesão quanto eu, neh? O corpinho dela ta desenvolvendo bem, Petra vai ser uma jovem linda, muito mais gostosinha que a Lara… Me diz o que você faria com as duas? Você já teve muito tesão nelas, amô? Confessa, você queria abusar da sua filha e da sua paciente… Fazer as duas se chuparem num sexo lésbico infantil bem gostoso. Você quer explorar o corpinho da Lara, experimentar o gosto de seus lábios, saborear seus seios, se deliciar com o doce sabor do mel que brota da sua bocetinha jovem fruto do prazer insano que proporciona a ela, quer lamber seus pésinhos, deixar marcas de chupões nas suas coxas, faze-la gemer de prazer implorando por mais. Você quer fazer com Lara, tudo que os outros homens vão fazer com a Petra: Trata-la feito putinha! Vão foder sua filha bem gostoso… Isso é inevitável! Imagina ela trepando, gemendo no caralho de alguém, bem safada, promiscua, devassa, pedindo mais, louca de prazer ou chupando uma amiguinha da escola em uma festinha do pijama organizada aqui em casa enquanto dormimos: Pétra inicia sexualmente suas coleguinhas de escola com um sexo oral bem gostoso, profano, imoral, igualzinho o que eu faço nela, ela vai fazer nas amiguinhas! Isso mesmo, Wanderly: Já chupei o cabaço da nossa filha, é uma delicia, ela ama! Rebola na minha boca como uma putinha profissional, fica toda excitada, pede mais, fica toda arreganhada pra receber lambidas na raxinha… Ou seja, todo mundo se diverti com Pétra: Eu, daqui a pouco os adolescentes babacas, depois os homens feitos, mulheres bissexuais, provavelmente primos, vizinhos, ou ate mesmo desconhecidos que ela conhecerá por ai. O único que não vai experimentar um pouquinho do que ela tem pra oferecer é você! Já que você não quer que eu fique com outros homens e você não quer ficar com outras mulheres, abusa um pouquinho da Pétra pra mim, amô!"

Wanderly estava louco de tesão, estava fissurado com minhas provocações. Totalmente surpreso, parou de me sodomizar, e se tornou um escravo-ceta de primeira: A cada putaria infame que eu ia dizendo para ele, minha bocetinha se contraia para faze-lo delirar de prazer! Eu me sentia na obrigação de faze-lo gozar bem gostoso para retribuir o orgasmo que ele me proporcionou me sodomizando com violência. Eu estava disposta a passar de todos os limites para atingir o meu objetivo. E Me fodendo com bastante tesão, Wanderly respondia minhas provocações: "Sim, safada! Tenho tesão na Lara mesmo… Chuparia ela todinha, ia foder aquela bocetinha enquanto a mãe dela esperava na recepção. Faria aquela putinha se contorcer inteira empurrando meu pal pra dentro ate ela lacrimejar de tesão enquanto chupava aqueles pésinhos lindos que ela faz questão de me mostrar. Deixaria ela toda marcada, igual faço com voce, gostosa! Eu vou dar meu pau pra Pétra chupar, prometo, amô, prometo… Vou passar meu caralho na raxinha dela, bem gostoso, ate ficar bem molhado e eu gozar de prazer! Você vai gostar de ver? Vai ser só pra você!"

Nesse momento, Wanderly gozou bem gostoso dentro de mim, me encharcando com o ápice de seu prazer carnal. Eu senti o jato me preenchendo por dentro, fazendo de nós dois um só. Exteriorizamos nossos desejos mais profanos num sexo cheio de tesão, prazer, amor e luxuria. Desse dia em diante, decidimos tentar realizar algumas de nossas taras e o conservadorismo de Wanderly caiu por terra.

Continua…

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