Minha infância gostosa com Carlinhos – Final

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Meu nome é Paulo e já escrevi outros dois relatos sobre a minha história com o Carlinhos, demorei pra postar essa última parte porque é meio difícil eu ficar sozinho em casa sem a minha esposa e nunca contei nada disso pra ela e prefiro que continue assim.
O tempo foi passando e eu e Carlinhos continuávamos com nossas brincadeiras que passaram de ser apenas brincadeiras quando percebemos que de fato estávamos gostando um do outro e descobrimos isso graças a Joel, um amigo nosso que jogava bola com a gente todos os dias, em uma dessas partidas de futebol Joel meio que na brincadeira acabou ficando meio grudado em mim e como ele estava no outro time ele fazia questão de se esfregar em mim e não era nenhum toque normal de quem joga futebol, era diferente e teve até uma vez que ele deu uma apertadinha no meu pinto que já estava maiorzinho devido ao fato de já terem se passado dois anos desde que eu e Carlinhos começamos a nos relacionar. Carlinhos percebeu a atitude de Joel e a tarde ainda na rua só que sentados debaixo de um pé de manga Carlinhos disse que Joel tava com muita frescura pro meu lado e ali eu percebi que ele tava com ciúmes e percebendo isso eu o tranquilizei e disse que eu gostava só dele, foi a primeira vez que eu tinha falado isso pra ele e quando percebi que falei fiquei com muita vergonha, senti meu rosto ficando vermelho e pegando fogo de tanta vergonha, mesmo já tendo feito várias coisas com ele foi a primeira vez que falei do que sentia e naquele momento ele só disse que também gostava de mim e que não gostou de ter visto Joel grudado em mim e também percebi seu rosto ficando vermelho de vergonha e ficou por isso mesmo, demos um selinho porque apesar de já termos ambos 12 anos ainda não tínhamos nos beijado de verdade, aquele beijo de língua, mas mesmo assim gostávamos muito e fomos ficar com os outros garotos pra ninguém desconfiar de nada, quando chegamos aconteceu algo que eu até achei engraçado, sentei na claçada com os outros meninos e Joel quando me viu sentando saiu de onde ele estava e tava pronto pra sentar do meu lado quando Carlinhos simplesmente se apressou e sentou antes dele, achei engraçado, fofo, mas fiquei com medo de alguém perceber algo.
A noite minha mãe e meu padrasto chegaram do trabalho e pra quem leu meu primeiro relato sabe que meu pai morreu quando eu tinha 8 anos e 3 anos depois minha mãe se casou com “seu” Otávio e ele foi como um pai pra mim, tanto que uns 5 meses depois de eles teram se casado eu passei a chamá-lo de pai, um grande homem que se hoje eu conquistei alguma coisa na vida eu devo muito a ele por seu apoio moral, incentivo e muitas vezes apoio fincanceiro, continuando. Naquela noite eu tinha combinado com o Carlinhos de dormir na casa dele e eu já combinava com ele porque sabia que minha mãe e meu pai deixariam sem nenhum problema, mas perto da hora combinada de eu ir pra casa dele ouço ele me chamando no portão e foi pra contar que eu não poderia dormir na casa dele porque no outro dia bem cedo ele e a avó iriam pra casa da filha dela, mãe de Carlinhos e como estávamos no período das férias de fim de ano eles iriam ficar lá por mais ou menos um mês e isso me deixou muito triste, o que conversamos depois de me dar aquela notícia foi mais ou menos assim:

Carlinhos: – Eu não queria ir, não converso com a minha mãe desde que eu era bem pequeno e ela nem gosta de mim, só dos outros filhos e do marido dela.
Eu: – Então fala pra sua vó deixar você ficar aqui!
Carlinhos: – Eu pedi, mas ela disse que quer que eu fique mais próximo da minha mãe porque ela tem medo de acontecer alguma coisa com ela porque ela já ta de idade e eu ficar sozinho.
Eu: – Hum…
Carlinhos: – Me promete que não vai fazer nada com o Joel, toda hora ele fica grudando em você.
Eu: – Não vou fazer nada, você sabe de quem eu gosto.
Carlinhos: – Mas eu vou ficar bastante dias lá, capaz de você nem lembrar de mim.
Eu: – Claro que vou lembrar, já to triste agora porque você vai e prometo que não vou fazer nada com ele e nem com ninguém e você sabe disso.
Carlinhos: – Eu sei, só tenho medo, prometo que também não vou fazer nada com ninguém, juro!

Conversamos tudo isso em tom bem baixo pra não correr o risco de ninguém ouvir, nos despedimos, eu entrei e ele foi pra casa dele. Quando entrei minha mãe perguntou se eu já ia pra casa do Carlinhos e disse pra ela que não e expliquei o porque, mesmo estando muito triste eu não podia demonstrar pois não queria que ela desconfiasse de nada, até porque me lembrei de uma cena de um rapaz que deveria ter uns 17 anos que morava na nossa rua que foi expulso de casa porque pegaram ele junto com outro rapaz e eu tinha medo de alguém descobrir e acontecer o mesmo comigo, o jeito foi sentir tudo aquilo sozinho sem poder desabafar com ninguém.
No outro dia quando acordo saio no quintal e percebo que Carlinhos e dona Alzira já tinham saído e fiquei com o coração ainda mais apertado. Meus pais sairam pro trabalho e me deram as recomendações de sempre, mas naquele dia eu nem sai pra brincar, fiquei em casa lendo revistas em quadrinhos, eu tinha várias e fiquei a manhã toda lendo, depois esquentei o almoço e fui deitar um pouco, acordei perto da hora dos meus pais chegarem e continuei lendo, meu pai percebeu que eu tava um pouco triste e disse pra eu ir brincar com meus amigos porque Carlinhos voltava logo, sei que eles nunca perceberam nada sobre nosso relacionamento secreto porque pra eles nós eramos como se fossemos irmãos e pra que ninguém comessasse a falar bobagens por aí eu fui pra rua com os outros garotos, brinquei um pouco e percebendo de novo as atitude de Joel eu cumpri o que prometi a Carlinhos e fui me afastando dele.
Os dias foram passando e meu pai comprou uma televisão, era preto e branco, mas os meus dias foram passando mais rápido e cada dia mais ansioso pela volta do Carlinhos. Mais duas semanas se passaram e a tarde quase anoitecendo enquanto assistia TV na sala ouço alguém me chamando no portão, meu coração acelerou porque eu conhecia aquela voz e quando sai era o Carlinhos. O coração disparado, as mãos suando eu fui até ele todo feliz nos cumprimentamos todo empolgados e começamos a conversar, meu pais tinham ido até uma vendinha que tinha no bairro pra comprar algumas coisas, mas eu sabia que eles voltariam a qualquer momento porque já tinham saído a um tempinho, mesmo assim com a desculpa de mostrar a TV pra ele eu chamei ele pra entrar e logo que entrou dei um selinho nele e ele me abraçou forte, percebi que ele estava com os olhos cheios d’água assim como eu, nos controlamos e logo a vó dele chama pra ele ir ajudar ela a desfazer as malas, mas antes de ir me chamou pra ir dormir na casa dele e eu claro aceitei, só estava esperando meus pais chegarem pra falar pra eles, dito e feito, assim que chagaram avisei que Carlinhos tinha chegado e que ia dormir lá, minha mãe não queria deixar porque tinham acabado de chegar viajem e provavelmente dona Alzira queria descansar e não ficar cuidando de dois meninos, insisti tanto que ela foi falar com dona Alzira pra ver se eu poderia ir pra lá mesmo e ela deixou numa boa, disse que era até melhor porque ela tava cansada e assim ia ter alguém pra fazer companhia pro Carlinhos.
Por volta das 20:30 hrs ela já tava dormindo e eu e Carlinhos fomos para o quarto dele, ele fechou a porta e trancou com todo cuidado e quando terminou de fazer isso já veio me abraçando dizendo que sentiu muita saudade e eu claro falando o mesmo. Demos um selinho, mas dessa vez eu fui além, vi alguns beijos na TV e tentei imitar com Carlinhos, ele achou estranho no começo e eu também, mas em pouco tempo estavamos nos beijando, dessa vez um beijo de verdade, nosso primeiro beijo de língua.

Carlinhos: – Como você aprendeu isso?
Eu: – Foi ruim?
Carlinhos: – Foi muito gostoso, nem sabia que dava pra beijar assim, mas quando eu fui pra casa da minha mãe a gente nem sabia fazer desse jeito.
Eu: – Eu vi na TV aí quis tentar fazer com você
Carlinhos: – É muito gostoso…

Continuamos nos beijando e em pouco tempo nossas roupas estavam no chão do quarto e eu em cima dele o beijando muito, ele foi se virando e ficando de costas pra mim, já sabia o que ele queria, fui me abaixando e beijando sua bundinha, abrindo bem devagar vi meu obejto de desejo e fui beijando e deixando bem molhadinho, logo já estava penetrando, estava diferente, mais apertado que de costume, acho que por fircamos vários dias sem fazer, mas foi muito bom, mas aquela vez estava tudo diferente eu sentia meu pinto bem mais sensível que das outras vezes e aquelas “cócegas” que sentia no pinto enquanto penetrava ele estavam mais intensas e eu não podia controlar e fui seguindo toda essa intensidade e intensificando os movimentos, Carlinhos percebeu e disse que tava muito bom, virou de fente pra mim, abriu bem as pernas e segurou na parte de trás dos joelhos ficando no famoso frango assado e eu continuei metendo cada vez mais rápido e tentando ir cada vez mais fundo, mesmo que o meu pinto já estivesse todo dentro dele, eu beijava muito sua boca e seu pescoço e ele gemendo baixo no meu ouvido pra não correr o risco da vó dele ouvir, até que eu senti algo que nunca tinha sentido, algo forte, intenso, não sabia explicar na época, hoje sei que era um orgasmo, meu primeiro orgasmo de verdade, me assustei com toda aquela sensação e no ápice do momento tirei meu pinto de dentro dele e vi saindo do meu pinto um líquido que antes não tinha saído, já tinha saído uma “águinha” bem rala, mas aquele ela diferente, era branco, não muito espesso, mas em uma quantidade razoavelmente grande:

Carlinhos: – O que é isso saindo?
Eu ainda ofegante: – Não sei, foi a primeira vez que saiu

Meu corpo todo tremia, estava exausto e fui me deitando em cima dele me lambuzando e lambuzando ainda mais sua barriga com minha porra, eu tinha gozado, minha primeira gozada foi com o garoto que eu sempre gostei. Carlinhos foi virando seu corpo até ficar em cima de mim, pegou sua cueca no chão e limpou nossas barrigas e meu pinto que ainda escorria um pouco daquele líquido, depois de limpar ele deu uma chupada bem na cabecinha do meu pinto que ainda continuava em riste, mas estava muito sensível e tive que pedir pra ele parar, ele então desce sua língua até meu buraquinho é começa a lamber, agora eu começava a ficar entregue a ele, abri minha pernas como ele fizera momentos antes e ele foi se ajeitando entre elas , quando senti a cabecinha do pinto dele no meu buraquinho me lembrei de quanta saudade eu estva de tudo aquilo e só falei pra ele colocar, meu buraquinho também estava mais apertadinho e o pinto dele sempre foi mais grosso que o meu por isso demorou um pouco mais pra entrar, mas entrou e eu só rebolava devagar enquanto ele chegava lá no fundo. Carlinhos começa a bombar e ficava cada vez melhor, mesmo depois de ter gozado meu pinto não abaixava eu só pedi pra ele ir mais rápido e assim ele fez, mas eu percebia que ele ia parando e depois recomeçava:

Eu: – Porque você para um pouco e depois começa de novo?
Carlinhos: – Não sei, é estranho, parece que as “cócegas” estão mais fortes que antes
EU: – Eu também senti
Carlinhos: Como você fez pra sair aquilo do seu pinto?
Eu: – Não sei, só que quando tava sentindo ás “cócegas” bem forte eu não parei aí saiu

Depois de ouvir isso Carlinhos continuou e dessa vez não parou, ele tava sentindo o mesmo que eu senti a poucos minutos atrás, sentia ele mais incontrolável até que ele começa a tremer, tira o pinto de dentro de mim e também goza na minha barriga, um líquido branco, não muito espesso, ele gozou menos que eu, mas foi o suficiente pra me lambuzar também, estávamos exaustos e muito felizes por estarmos juntos de novo e por termos tido nosso primeiro orgasmo um com o outro.
Nossa rotina voltou como era antes, mas um dia quase a noite um irmão do meu pai (padrasto) chega em casa e diz que vai me levar pra sair com ele, ele era um cara bem legal, gostava quando ele ia em casa e estava feliz porque ia sair com ele e meu pai disse pra eu chamar o Carlinhos que minha mãe já tinha conversado com a vó dele e ela tinha deixando, fui todo feliz chamá-lo e saímos com Raul, irmão do meu padrasto, meu tio, no caminho perguntamos aonde estávamos indo e ele disse que nós dois íamos virar homens naquela noite, ficamos calados pensando que eles sabiam de alguma coisa sobre nós, mas não, tempos depois soube que era comum naquela época um parente homem levar o garoto quando ele fizesse 12 anos a um bordel pra perder a virgindade, isso mesmo, bordel. Chegamos lá e ficamos meio apreensivos, um monte de homens bebendo, mulheres com roupas bem provocantes, estavámos surpresos com aquele novo mundo que acabamos de descobrir. Raul começou a beber e até deu um pouco pra gente, achamos o gosto ruim e não quisemos mais, em determinado momento desce uma mulher meio gorda e bem bonita, seus seios grandes quase saíam pelo decote do vestido e cumprimento meu tio e perguntou se eu e Carlinhos éramos os garotos que ele tinha falado e ele confirma, ele só disse pra irmos com ela que ele estaria esperando lá embaixo, não entendemos, mas fomos. Entramos com ela em um quarto ela se sentou na cama e mandou ficarmos de frente pra ela, ficamos, ela nos manda abaixar os shorts junto com a cueca, ficamos confusos e só olhávamos pra ela um pouco assustados e ela disse, “vai não precisa ter vergonha, hoje você farão sexo pela primeira vez”, nos olhamos e não abaixamos os shorts então ela mesmo começou a tirar e nós deixamos, ficamos peladinhos da cintura pra baixo e ela começa a mexer nos nossos pintos que começaram a endurecer, quando ficaram bem duros ela se deita na cama, levanta o vestido e abre as pernas exibindo uma buceta grande e peluda, já tínhamos visto nas revistinhas, mas ao vivo era bem diferente. Ela olha pra mim e diz, vem você primeiro sobe aqui no meio das minhas pernas e eu fui, ela foi me puxando pra cima dela e com a mão foi direcionando meu pinto na buceta dela até que entrou e eu senti algo molhado e bem quente e ela só disse:
“Agora mete”
e foi direcionando os meus movimentos, em determiando momento dei uma olhada pra Carlinhos e vi ele com a cabeça baixa, sabia que ele tava com um pouco de vergonha da situação, mas que estava sentindo ciúmes, não fiquei nem 5 minutos metendo e acabei gozando, ela pega um lenço, passa na buceta e chama Carlinhos, ele obedece e ela faz da mesma forma que fez comigo direcionando seus movimentos. Naquele momento senti o que Carlinhos tinha sentido, ciúmes.
Terminamos tudo ali e descemos com ela, ela vai até Raul e diz que fomos bem, que daríamos muita alegira pras mulheres, Raul olha orgulhoso, dá um dinheiro pra mulher e nos chama pra ir embora. No caminho ele fazendo vária perguntas, dizia que tava orgulhoso e que agora já eramos homens.
Naquele dia eu e Carlinhos percebemos que não poderíamos ficar juntos, nunca iriam nos aceitar e então sabíamos que teria um fim, mas prometemos levar nosso relacionamento secreto até onde fosse possível e assim fizemos, por mais quatro anos ficamos juntos, escondio é claro, até que meus pais e a vó de Carlinhos começaram a pegar no nosso pé pra arrumarmos namorada, essas coisas, tinha chegado o momento de terminar, transamos uma úlitma noite e choramos muito quando foi de fato o momento de nos despedirmos como amantes, namorados e ficarmos apenas como amigos sem nunca mais tocar no assunto.
O tempo passou, nos casamos, continuamos amigos até hoje e nunca mais falamos sobre o que aconteceu, mas sempre que o vejo as lembranças me vem a memória que está ficando cada dia mais fraca conforme a idade vai passando, ainda sinto ele me olhando com ciúmes quando nos reunimos com nossas esposas, mas é isso, dos meus 16 anos até hoje com 63 eu vivi uma vida que eu não queria ter vivido, hoje amo minha esposa, meus filhos, meus netos, mas não nego que eu queria ter descoberto até onde a minha relação com Carilhos teria chegado.
Desculpem pela demora pra publicar o relato, desculpem por ter ficado longo, mas gosto dos detalhes e pra mim sinceramente não importa o que você vai sentir lendo isso, se vai sentir prazer, tesão, se vai se identificar por ter passado algo parecido, não importa, pra mim é só um desabafo de algo que tive que guardar por 53 longos anos.

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