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Meus primos e irmãos: crescendo juntos

06-07-18 Por 5 ★ 4.67

Oi amigos. Vou contar aqui as delícias de minha infância e adolescência junto com meus dois irmãos e primos. Morávamos em na zona rural do oeste de Santa Catarina. Eu era o mais novo dos três irmãos. Na época com cerca de dez anos. Meus manos, Cleber e Jonas, tinham 12 e 14 de idade. Meus primos eram em cinco, todos com idade entre 11 e 15.
Eu não me lembro quando começou nossas brincadeiras. Só lembro que todas as tardes, meu irmão Cleber, eu e os primos mais novos, depois de voltarmos da escolinha rural, a gente ia tomar banho no riacho. Desde criança a gente brincava de pegar no pinto do outro, mijar longe e outras sacanagens. Como eu era o mais novinho da galera, fui me acostumando desde cedo àquelas brincadeiras. Para mim eram normais, mas jamais deveria contar para adultos, pois havia uma espécie de código secreto entre nós.
Ás vezes a gente ia em dois ou três, às vezes mais. Depois de nadar pelado, nas tardes quentes de verão, a gente começava a falar putaria, mostrar o pinto pro outro e tals. O meu era sempre o menor de todos. Alguns primos incentivavam a gente brincar de esfregar o pinto um no outro, como briga de espadas. Eu gostava daquilo, sentia cócegas gostosas. Um dos meus, primos, André, com 12 anos, tinha começado a ter pelos no pinto e o dele era um pouco maior. Ele demorava mais tempo esfregando o pinto dele embaixo do meu saco. Eu sentia um arrepio delicioso. Daí, sempre que a gente podia, ficávamos se esfregando, até mesmo sozinhos, longe dos outros. Ele ainda não gozava, pois o pinto dele estava apenas começando a ficar grande. Uma tarde, estávamos só eu ele no curral, brincando escondido. Ele pediu pra eu mamar. Eu adorei sentir o pinto duríssimo dele na minha boca, mesmo com gosto estranho, pois era salgadinho.
Começamos a brincar escondido só o André e eu. E mesmo quando eu estava sozinho no curral, ao sentir o forte cheiro de urina dos cavalos, mesmo sem saber o porquê, eu ficava super excitado, lembrando do cheiro e do gostinho do pinto do André. Passamos a não ir mais para o riacho depois da aula, com desculpas de fazer as tarefas. Nosso esconderijo das brincadeiras passou a ser o galpão onde guardavam ferramentas e equipamentos agrícolas. Lá, o cheiro dos arreios dos cavalos e dos pelegos me deixava muito excitado. Não demorou para o André começar a brincar com o pinto na entradinha do cú. O pinto dele não era grande e, com cuspe, deslizou facilmente. Nas primeiras vezes eu sentia cócegas e em seguida vontade de cagar, ao perceber meu cuzinho entalado com aquele pinto adolescente. O André bombava um pouco, eu pedia pra ele parar pra tentar evacuar, mas logo eu queria que ele me enchesse de novo. Era muito bom.
Uma das tardes estava chovendo. Eu mal podia esperar acabar a aula pra eu ir pro galpão com o Cleber. Chegando lá, tiramos a roupa e já caí de boca. Ele esfregou o pinto duro entre minhas coxas, me excitando e, logo eu estava de quatro com ele engatado atrás de mim. Eu gemia baixinho, de prazer. De repente, um susto muito grande, pois a porta do galpão foi forçada e quem entrou lá foi meu irmão mais velho, Jonas. Fiquei com vergonha no início, mas lembrei que ele também brincava com os guris no riacho. Ele pediu pra gente mostrar como estava brincando. Logo, o André cuspiu no dedo, lambuzou meu cú e encaixou de novo aquele pintinho duro, cutucando a entradinha do meu rabo. Comecei a gemer baixinho. Não demorou pra eu notar o volume na bermuda do meu irmão, que não resistiu e enfiou a mão dentro da cueca, tirando um pau beeem maior do que o do primo. Eu estava de quatro sobre os arreios dos cavalos, com aquele cheiro forte de suor dos cavalos me excitando. Eu nunca tinha reparado no tamanho do pauzão do meu irmão. Ele olhava meu primo engatado e fazia cara de quem táva gostando, acelerando a punheta dele.
Ele se aproximou, ficou de joelhos perto de mim, com aquele pauzão bem perto do meu rosto. Quando senti o cheiro do pau dele fiquei mais excitado ainda. Era um pau grosso, lembrava o do meu pai, pois eu tomava banho com ele e vi o pau dele semi duro algumas vezes. Ele aproximou da minha boca e me mandou chupar, obedeci, mas não conseguia abocanhar, pois era beeem grosso. Lubrifiquei bem a cabeça do pau dele com minha língua. O pau latejava e ele gemia baixinho. André, que estava engatado em mim, acelerou as estocadas, eu senti ele tremer dentro de mim, e soltou um suspiro. Senti meu intestino molhado e quente. Pela primeira vez meu primo tinha gozado, e foi no meu cú. Quando saiu de trás de mim, meu irmão se posicionou e quis ver. Afastou as bandas de minha bunda, e senti algo escorrer pelas pernas, era a porra dele. Meu irmão não quis saber, ficou de joelhos atrás de mim, encostando a cabeça do pau no meu rego lubrificado pela porra do primo. Senti um arrepio gostoso, e ele começou a forçar. Comecei a sentir dor. Mas ele estava incontrolável, me segurou com um braço e direcionava o pau pro meu cuzinho com o outro. Lá fora o temporal se intensificou, com forte barulho, ele se aproveitou e forçou a entrada. Soltei um grito, que não foi ouvido por causa do barulho da chuva. A dor era insuportável, mas eu estava preso no forte corpo dele e engatado naquele pau enorme. Ele ficou parado com o pau atolado em mim. Meu primo já estava de pau duro de novo. Se aproximou pra eu mamar e, ao fazê-lo, fui esquecendo a dor do pauzão que me entalava. Meu irmão começou a bombar lentamente e, eu sentir prazer, contraindo meu cú. Ele não aguentou muitas bombadas, senti meu intestino inchar e ele se contorcer. Deu forte urro, enchendo de vez meu cú de porra. Caiu em cima de mim, relaxando uns minutos. Ao sair, senti um vazio no reto, escorrendo porra em abundância. Pronto, estava consumado, perdi meu cabaço. Depois, ajudado por ele, me tornei o passivo de todos. Contarei nas próximas…

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5 Comentários

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  1. John Deere,Matador de Veados

    Então brincadeira de criança pra vc era a mais pura veadagem,né veado
    Me falaram que por aí é a veadolândia,se eu passar por aí também pra dar um fim nisso,estou vendo que vou ter mesmo muito trabalho,a começar por você,né veado?

    • Jack Middler

      John Deere, vulga Mary Help. Te vi outro dia todo montado de drag dando show em uma boate na Augusta. Mano, como você rebola….

    • John Deere,Matador de Veados

      Me respeita veado,senão você e este antro de veadagem que frequenta vão abaixo
      Tá dado o aviso,veado

    • Jack Middler

      Sou macho alfa, vou cravar seu cu no meu pau gigante e sair com você cavalgando como uma boa éguinha que você é.

  2. Gustavvo

    Ótimo, continua