Meu primeiro macho foi exepcional

Esse é um fato verídico ,q aconteceu na década de 80, quando eu era um adolescente de 14 anos.
Sei q poderei ser criticado, pois o fato envolve um deficiente mental, mas posso garantir, q apressar de usá-lo, para minha realização sexual, nunca usei de violência e tenho certeza que ele tbm, sentiu muito prazer.
Apesar de já se ter passado mais de 30 anos, por motivos óbvios, vou omitir o local e trocar os nomes das pessoas envolvidas.
Vamos ao conto:

Sou filho único, criado sem pai , por minha mãe e minha avó materna. Minha mãe sempre trabalhou pro meu sustento, enquanto minha avó cuidava de mim e da casa.
Éramos bem pobres e morávamos num bairro afastado da periferia. Eu era um garoto muito tímido e reservado. Diferente dos meninos da minha idade, não curtia esportes e nem me interessa pelas meninas. Vivia de casa pra escola era muito estudioso e tinha poucos amigos.
Ao lado de nossa casa, morava a D.Inacia, uma coroa simpática, amiga antiga de minha avó. Ela tinha um filho excepcional, q apessar de ter mais de 30 anos, tinha a idade mental de um garoto de 8/9anos.
Dona Inácia, sempre pedia a minha avó, q deixasse eu ir até sua casa,pra brincar com o Celinho (apelido dele). No início achava extranho ter q brincar com um homem enorme, peludo e barbado, com mais de 1,80 m e quase 100kg, mas logo me acostumei. Celinho era muito dócil e divertido, apesar de não falar (só emitia sons desconexos) e andava com dificuldades, por falta de coordenação motora.
Nossas brincadeiras se resumia em , jogar fliperama na tv, ler livros infantis(eu lia pra ele),pintar desenhos ou brincar de carrinho no quintal.
Foi assim, quando certo dia, brincávamos com bolas de gude no quintal, quando Celinho , tirou o pau pra fora pra mijar. Ao ver seu enorme pau, grosso e cabeçudo, senti um extranho desejo,de pegar naquela coisa.
Claro q já tinha visto pirocas de adultos, em revistas pornôs (sempre as visualizava em minhas masturbacoes solitárias), mas ver pessoalmente, me provocou aquele friozinho na barriga.
A partir daquele dia, sempre q estávamos sosinhos, não perdia a oportunidade de encostar a mão no pau dele e sentar no seu colo,só pra sentir o volume de seu picão. Celinho, em sua inocência , de garoto de 9 anos, me abraçava, brincando de luta, sem saber de minhas intenções libidinosas.
Assim, certa vez, enquanto jogávamos na tv, D. Inácia, disse q iria no mercado e saiu. Celinho estava ,só com um largo short de jogador de futebol. Enquanto ele manuseava a manete, sorrindo distraído com o jogo, meti a mão por dentro do seu short, peguei seu pau e comecei a massagear. Pra minha surpresa, aquela coisa , começou a endurecer na minha mão.
Cheio de tesão, coloquei o picão pra fora e comecei a punhetar. Celinho logo parou de jogar e se recostando no sofá,tinha um sorriso débil no rosto. O safado estava sentindo prazer.
Seu pau média um palmo e era bem grosso e cabeçudo. Sem parar de punhetar, vi aquela gosminha saindo do canal da uretra.deixando o cabeção todo babado. Não resistindo a tentação, cai de boca no pauzão sem me importar com o cheiro de mijo e sebo. Naquele momento, não era mais o meu coleguinha Celinho q estava alí,mas um homem enorme cheio de tesão por mim.
Mamei com vontade por uns 5 minutos, logo , Celinho se retesou todo, e com um grunhido rouco, empurrou minha cabeça pra baixo, fazendo a pica entrar no fundo da minha garganta. Logo senti fortes golfadas da gala viscosa e quente, enchendo minha boca. Engoli quase tudo pra não engasgar e conseguindo tirar a pica da boca, recebi os dois últimos jatos, no rosto. Aos poucos ,Celinho foi relaxando, arfando com os olhos fechados. Acabara de ter seu primeiro orgasmo em quase 40 anos.
Assim q abriu os olhos, riu, achando graça, ao ver minha cara lambuzada. Corri pro banheiro pra me limpar e voltei rápido pra guardar o picão dele dentro do short. Quando D.inacia voltou, brincávamos inocentemente no sofá.
Assim, sempre q a mãe dele ia tirar uma cestinha depois do almoço ou dava uma saidinha, eu aproveitava pra fazer Celinho gozar na minha boca. O problema, era q mesmo já tendo gozado, seu pau continuava duro e muitas vzs tive dificuldades de esconder a ereção dele, pra Dona Inácia, não desconfiar.
Cada dia q passava, aumentava minha vontade de sentir aquele picão no meu cuzinho, q não parava de piscar.
Eu tinha perdido minha virgindade, metendo no cu, o cabo do escovão ou um tubo de desodorante, sempre q me punhetavam no banheiro, mas eu queria, precisava sentir uma pica de verdade dentro de mim.
Foi num sábado cedo, quando minha avó me acordou, dizendo pra eu tomar o café e ir ficar com o Celinho, pois ela e D. Inácia iriam fazer compras.
Depois das abituas recomendações, as duas saíram. Minutos depois, eu já estava de boca na picona do Celinho ,em sua cama. Desta vez não queria q ele gozasse na minha boca. Depois de deixar a pica bem dura, untei meu cu com creme pra cabelos e ficando de quatro na quina dá cama, o puxei pra trás de mim.
Pra minha frustração Celinho não sabia o q fazer, e pareceu não gostar de eu ter parado de chupar seu pau.
Me levantei e esfregando a bunda no pau dele, coloquei suas enormes mãos, em volta da minha cintura, mas ele permaneceu parado. Peguei o pau dele, e coloquei o cabeção na portinha do meu cu melado e forcei a bunda contra a pica. A posição não era boa e várias vzs ,o cabeção escapolir
Nervoso e superexcitado, fiz Celinho deitar na cama com o barrigão pra cima e o picão em riste. De frente pra ele, montei , ajeitei a pica na portinha do cu e fui sentando e rebolando.
Desta vez a chapeleta entrou, rasgando minhas preguinhas.
— , iissss…hummmm— gemi, mas de prazer do q de dor, parando um pouco pra respirar e me acostumar com o cabeção enorme, fazendo pressão vdentdo de mim.
Ai sentir a pica agasalhada dentro do meu cu, Celinho começou a mover o quadril com movimentos rápidos, enquanto me olhava sorrindo, emitindo sons guturais.
Me deitando sobre seu peito cabeludo, fui rebolando a bunda no mesmo ritmo, sentindo a picona deslizar pra dentro do meu cuzinho.
Logo, só o sacao pentelhudo, estava de fora. Louco de tesão, comecei a cavalgar ,rebolando freneticamente, sentindo meu cu arrombado totalmente preenchido.
Longos minutos depois, Celinho com as duas mãos espalmadas na minha bunda, ergueu o tronco e grunhiu alto. Dava pra sentir o leite quente jorrando no fundo do meu reto, enquanto a pica latejava. Nesse momento, tbm gozei, gozei pelo cu, minha maior fonte de prazer
Por longos segundos ficamos ali abraçados e engatados, arfando saciados e felizes.
Quando a pica escapoliu do meu cu, a gosma quente e espessa saiu junto. Era porra misturada com sangue. Celinho, meu amiguinho e meu macho, tinha acabado de me deflorar.
Aquela foi apenas a primeira de muitas fodas q demos.
Toda a culpa q eu pudesse ter, por estar usando e abusando de um inocente, era compensada, pelo sorriso e a cara de satisfação, q Celinho fazia cada vez q gozava na minha boca ou no meu cuzinho.
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