Marisa e os moradores de rua

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Quinta feira, 6:48.

Marisa acorda em sua cama, totalmente pelada. Ela se levanta um pouco e olha a sua volta, e ve a cama toda revirada e o lençol cheio de manchas. No chão ela ve sua caixa de jóias vazia. Sua buceta ardia, tava avermelhada, inchada e toda melada, e seus seios tinham fortes marcas de chupadas. Rapidamente ela se lembra de tudo e cai no choro toda envergonhada.

Quarta feira 20:30

A previsão do tempo afirmava que aquele seria um dos invernos mais rigorosos que os paulistano iriam enfrentar. E aquela madruga iria ser a mais gelada de São Paulo, cerca de 2 graus.

E em um sobrado das proximidades do centro, marisa olhava pela janela do seu quarto a noite fria, tava pensativa, triste e sozinha. Seu marido tinha mais uma vez viajado a serviço da empresa, e seu amado filho foi passar uns dias de férias com os primos no clube de inverno.

Desde de pequena, Marisa foi orientada a ajudar os mais necessitados. Sua mãe era voluntária de uma ONG que dava apoio aos moradores de rua, e quando Marisa completou 15 anos passou a levá-la, e Marisa conheceu aquele universo de luta, sofrimento, e sobrevivência e se comoveu, e assim como a mãe também passou a ser voluntária. Depois que Marisa casou e teve seu amado filho ela deixou de ser voluntária da ONG mas não abandonou a causa. Sempre que podia ia prestar ajudar a essa gente, principalmente nas noites frias de inverno. E a tristeza que Marisa sentia, não era por estar sozinha naquela noite, e sim por essas pessoas, principalmente aquelas que não conseguiriam vagas em albergues para passar a noite e fugir do frio congelante da madrugada. Comovida Marisa prepara uma boa quantidade de sopa, daquelas bem reforçada, ajeita tudo em seu carro e sai pela região a procura desses necessitados e contribuir um pouco para eles enfrentar aquela madrugada fria. Marisa encontra alguns grupos, de três ou mais pessoas e lhes fornece sopa, os ouve, conversa, e brinca com eles.

Já passava da 24h30 e Marisa estava retornado para casa quando viu um homem tentando abrir uma cabine de guarda noturno, parecia abandonada e esse homem a tentava abrir sem sucesso. Logo Marisa viu que o homem era morador de rua, mas infelizmente a sopa tinha acabo e mesmo assim ela para o carro e vai ate ele. O homem tremia de bater os dentes, sua roupa tava molhada, era um senhor afrodescendente de 54 anos. Ele se chamava Benito e disse a Marisa que alguém tinha jogado água enquanto ele tentava dormir. Super comovida Marisa percebeu que não podia deixá-lo ali naquele estado pois o frio ja estava intenso e com aquelas roupas molhadas com certeza ele morreria de hipotermia. Contrariando tudo Marisa coloca Benito no carro e o leva para sua casa onde ele toma um banho quente e Marisa pega umas peças de roupa do seu marido e doa para ele, e até já tinha arrumado um espaço para ele passar o resto da noite. Enquanto Marisa preparava algo reforçado para benito comer, ela não percebe os olhares maliciosos dele sobre ela. Marisa tinha 29 anos, bonita, branquinha e de cabelo pretos longos e bem tratados, corpo esbelto e com dotes bem chamativos. Enquanto Benito fazia sua refeição eles conversavam, ele contou sua estória a ela, e como sempre ela se comovia. Então Benito pergunta sobre ela, e ela fala da época da ONG, do marido, do filho e outras coisas mais. Benito então queria saber sobre o marido se ele não iria acha ruim ver ele ali. Marisa responde que sim, que ele não iria gostar, mas era pra Benito não se preocupar pois ele estava viajando, e que jamais ela contaria pra ele pois ele é muito ciumento. Benito ia perguntando não para puxar assunto e sim colher informações para não correr riscos, pois ele estava ali naquela casa sozinho com aquela linda mulher, cheirosa e de coração generoso, mas porém muito GOSTOSA. Assim que ele termina a refeição ele se levanta e Marisa também para por a louca na pia, ele a abraça por trás, e Marisa assustada pede a ele para se afastar, e ao seu ouvido Benito diz a ela que sentia muito, mas que ele precisava matar a outra fome e que não iria machuca-la.

17 minutos depois.

A porta do quarto se abre e Marisa passa por ele totalmente pelada seguida de Benito também pelado, com seu enorme pau que estava duro como um tronco, e todo lambuzado com a saliva de Marisa. Ela não viu outra alternativa a não ser colaborar com tudo o que o Benito pedia. Ela se apegou fortemente ao fato dele prometer não machuca-la, e de ir embora depois que tudo acabasse. Ele a deita na cama e abre suas pernas e abocanha com gosto aquela buceta lisa e rosada, Marisa luta contra aquela sensação prazerosa mas Benito sabia muito bem como chupar uma buceta e Marisa então se rende e fica se contorcendo de prazer na cama. Gemidos de prazer, e o rangido da cama se ecoavam pelo quarto, do espelho da penteadeira se via a cama balançando com Marisa de pernas bem abertas e Benito entre elas com seu enorme pau entrando e saindo daquela buceta gostosa, macia e molhada. Marisa nunca tinha traído seu adorável marido, e não tinha ideia até aquele momento de como era prazeroso ser fodida por outro homem, o atrito que o pau grande de Benito proporcionava na sua buceta era 4 vezes maior da do seu marido, Marisa tinha gozado no pau de Benito e nunca tinha imaginado tamanho prazer. Benito acelera as socadas, Marisa sente seu enorme pau enrigecer dentro dela, ele acelera ainda mais e ambos gemem loucamente, Benito tira seu pau pra fora e dar gritos de prazer ao soltar uma considerável quantia do seu gozo sobre Marisa.

10 minutos depois.

A pedido de benito Marisa fica de quatro sobre a cama e da uma empinada na bunda, Benito sobe e enfia seu pau com gosto na sua buceta fazendo Marisa soltar um gritinho, ele agarra na sua cintura e num ritmo acelerado ele mete sem parar chacoalhando Marisa com suas enfiadas fortes. Marisa grita de prazer e não demora muito para gozar no pau dele novamente. Benito tinha uma disposição invejável por 15 minutos ele mete na buceta dela sem parar fazendo ela pedir arrego, sua buceta ardia, até que ela sente novamente o pau dele enrigecer e sua buceta se encher do gozo dele. Benito cai de lado totalmente exausto, assim como Marisa, não demora muito e o sono e o cansaço cai sobre ela que adormece. Benito aproveita e vasculha o quarto e acha uma caixa de jóias, as joias de marisa, ele as pega e joga a caixa vazia no chão e por volta das 4:52 da manhã ele foi embora.

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