Lucas, meu enteado (parte 12)

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Olá a todos. Mais uma vez aqui com vocês. Eis aqui a continuação de “LUCAS, MEU ENTEADO“.

Lembro que na última parte eu transei com Lucas enquanto seu amiguinho Julinho observava. Foi um momento extremamente gostoso, transar com uma criança enquanto outra observa com muito interesse e vontade de participar. E algo me dizia que Julinho já tinha alguma experiência com sexo, eu conheço de longe quando uma criança já provou de alguma putaria com adulto.
Naquela tarde eu pretendia investir em algo a mais com os dois garotos. Eles ficaram na sala jogando vídeo-game e durante isso eu fiquei o tempo todo nu, fazia questão de passar na frente deles e exibir meu pau que, por conta do tesão que eu sentia estava sempre meia-bomba. É impossível não ficar desse jeito quando se tem uma criança à vista e, ainda mais quando essa criança não tira os olhos do seu pau, e você sabe o que ela está sentindo; uma vontade imensa de tê-lo nas mãos e fazer endurecer.
Eu via o olhar de cumplicidade dos dois garotos todas as vezes que eu aparecia na sala com a pica balançando. Eles olhavam meu pau, se olhavam e sorriam. E isso me deixava louco de tesão, desejando aquelas duas boquinhas explorando minha pica.
Eu parava na frente deles pra conversar sobre o jogo, e apertava a pica com naturalidade e, os olhinhos de Julinho brilhavam, sua boca salivava e os lábios umideciam. Era uma cena fantástica e excitante. Era muito gostoso ver o nervosismo do garoto que contrastava com a desenvoltura e intimidade que Lucas já possuía comigo. Lucas agia normalmente e parece que incentivava que Julinho fizesse o mesmo.
Houve um momento que estava conversando com eles, e fiquei com tanto tesão, pois Julinho olhava sem piscar pra minha pica e ela começou a endurecer. Foi delicioso ver a cara de prazer dos meninos observando meu pau levantando. Ficamos calados, houve uma certa tensão. Meu pau estava extremamente duro, pulsando pra dois garotinhos que o admirava e esperavam que eu tomasse a iniciativa de uma putaria. Eu sei que eles estavam loucos de vontade de terem minha pica, mas eu adoro fazer esse joguinho de sedução com crianças e, fiquei apenas parado na frente deles com a pica tesa balançando. Dei uma alisada bem gostosa e expus a cabeça inchada que já escorria um filete de baba. Senti a garganta dos meninos secarem, e era nítido a ansiedade que atingia a ambos. Por fim perguntei:
– você gosta de ver, Julinho?
Ele balançou a cabeça afirmando. Eu disse:
– lucas também gosta de ver, e de fazer outras coisas. Não é Lucas?
Lucas confirmou, e sorriu pra o colega. Eu continuei:
– sabe o que Lucas fez hoje, e ele gostou muito?
– eu vi – Julinho disse rápido.
– você viu? – eu perguntei.
– hum hum – Julinho confirmou – ele deu o cu pro senhor lá no quarto. Eu vi.
– você gostou de ver ele dando o cu pra mim?
Julinho balançou a cabeça afirmando, mas seus olhos não desgrudavam do meu pau que, eu já batia uma punheta lenta pra o deleite deles. Perguntei:
– e você acha que Lucas gosta de dar o cu pra mim?
Julinho analisou um pouco e respondeu:
– acho que gosta.
– por que você acha isso? – perguntei.
O garoto deu de ombros. Percebi que ele estava um tanto receoso em falar, estava querendo esconder algo. Insisti:
– você acha que é bom dar o cu?
Julinho estava mesmo apreensivo em falar, e se limitou a responder:
– não sei.
Pra manter o fluxo da conversa e, como bom predador que eu sou, disse:
– pergunte a Lucas se ele gosta quando eu como o cu dele.
Julinho estava completamente sem jeito, não sabia como perguntar ao amiguinho algo tão íntimo, mas por fim com um sorrisso amarelo ele olhou pra Lucas e perguntou:
– você também gosta?
Sem querer ele acabou se entregando, confirmando as minhas suspeitas. Ele “também” já havia dado a bundinha. E com certeza pra algum marmanjo igual a mim; pedófilo convícto louco por boquinhas e cuzinhos de garotinhos.
Lucas sorriu com um pouco de desconforto por assumir para o amigo que gostava de pica, que gostava de dar o cu, então apenas balançou a cabeça afirmando. Eu aproveitei a deixa:
– tá vendo, Julinho? Lucas gosta muito quando eu como a bundinha dele. Eu enfio minha pica toda nele bem devagar e ele adora.
O garoto me ouvia com muito interesse, seus olhos seguiam atentamente o movimento da minha mão punhetando meu pau. Perguntei:
– você também tem vontade de dar?
– pra o senhor? – ele perguntou surpreso.
– pra mim, ou pra outro homem – eu disse. – você tá com vontade de dar pra mim? Quer que eu meta em sua bundinha pra você experimentar como é bom?
Julinho nesse momento ficou perdido, não sabia o que responder. Eu sentia o seu nervosismo, sua ansiedade, e também o seu tesão infantil que o enchia de desejo pra provar do meu pau. Ele deu de ombros, estava envergonhado pra pedir pica. Mas isso só aumentava o meu tesão, o meu prazer de estar ali, nu com o pau duro na frente de duas crianças que, gostavam de pica.
Decidi partir pra o ataque através de Lucas. Falei:
– eu acho que Julinho está com vergonha porque eu estou nu. Você também está com vergonha, Lucas?
– não, eu não tenho vergonha. Você é meu pai.
Sorri pra o meu garotinho, ele era muito lindo. Disse:
– então venha aqui me dar um abraço pra Julinho ver e não ter mais vergonha da gente.
Lucas levantou do sofá, vi que seu pauzinho tava duro sob o shortinho fino. Ele veio pra mim e, me deu um abraço. Seus braços rodearam minha cintura, sua cabeça encostou em minha barriga, e, meu pau ficou roçando no seu queixo.
Sentir o calor do corpinho de Lucas colado ao meu me deu muito prazer, e não contive um gemido de tesão. Sem pensar muito, já guiado por meus instintos animais e por meus desejos constantes de pedofilia esfreguei a pica em sua boquinha. E prontamente ele afastou os lábios me oferecendo a boquinha aberta. Mas não meti logo, fiquei apenas brincando nos seus lábios vermelhos e quentes.
Que tesão! Que prazer indescritível! Nunca imaginei que teria um momento tão prazeroso quanto aquele. Foi realmente muito excitante. Julinho olhava pra gente boquiaberto com o que presenciava. Sua boquinha estava aberta desejando fazer o mesmo que Lucas, que nesse momento lambia a cabeça do meu pau.
Julinho estava muito excitado vendo a putaria que eu e Lucas fazíamos na sua frente. Eu via suas mãos tremendo ansiosas pra tocarem minha pica. Eu sorri pra ele, e ele retribuiu com um sorriso desajeitado. Ele estava apenas esperando o meu chamado, a minha permissão.
Nesse momento meti a pica na boquinha de Lucas. Segurei em sua cabeça e enfiei metade do pau, gemi com muito tesão, disse:
– chupe minha pica. Chupe gostoso.
Lucas fechou a boca da forma que dava, e de como estava aprendendo e começou a mamar. Tornei a dizer:
– isso, filhinho, mame gostoso na pica do seu papai. Mostre pra Julinho que você gosta de chupar pica.
Lucas estava se empenhando na chupada, saboreando cada pedacinho de rola que ele conseguia colocar na boca.
Meu prazer foi ao ápice quando ele tocou meus ovos e ficou alisando, acariciando minhas bolas.
– que delícia, filho! – disse gemendo de prazer. – chupe minha pica, mame gostoso no meu pau. Tá gostoso?
Ele balançou a cabeça confirmando que estava gostando de chupar minha pica. Perguntei de novo:
– tá gostoso chupar minha pica?
Ele tirou a rola da boca, me olhou com alegria e disse:
– tá gostoso, é bom chupar, eu gosto.
– então diga pra Julinho.
Ele olhou pra Julinho e disse:
– é gostoso chupar a rola de meu pai, Julinho. É muito bom.
– chupe mais pra ele ver – eu disse.
Obediente, Lucas segurou minha pica com as duas mãozinhas e enfiou na boca tudo que pôde.
Julinho estava eufórico, ansioso. Era completamente nítida a vontade que ele sentia em participar. Seus olhinhos não piscavam, estavam vidrados no meu pau sendo mamado majestosamente pelo pequeno, mas já depravado Lucas. Olhei pra ele e perguntei:
– você quer chupar, também?
Vi seus olhos brilharem de contentamento, balançou a cabeça afirmando e, disse com certeza:
– quero!
– venha – eu chamei.
Ele levantou do sofá e tal como Lucas, estava com o pauzinho duro. Ele se aproximou, eu segurei em sua cabeça e o guiei pra o meu pau que, estava sendo devorado por Lucas. Então ele colocou a mão na base do meu pau e apertou. Eu senti a satisfação e o prazer que Julinho teve fazendo isso. Ficou claro que ele gostava e que já tinha intimidade com pica. E o que ele fez em seguida foi uma das coisas mais excitantes que eu já vi uma criança fazer com uma pica; ele encostou o nariz e cheirou, depois pegou em meus ovos e fez a mesma coisa. Meu pau latejou forte dentro da boca de Lucas, eu gemi com muito prazer. Perguntei:
– você gosta de cheiro de rola?
– hum hum, gosto – ele respondeu e cheirou de novo. Primeiro o pau e depois o saco.
Mas pra completar e elevar o meu prazer ao extremo, ele colocou meus ovos na boca e chupou.
Delícia! Delícia! Delícia! Que tesão!
Ele viu o prazer que senti com sua boquinha nos meus ovos e deu o melhor de si, chupou com cuidado, com carinho, com vontade, com prazer e, com muita experiência.
– ai, Julinho, chupa meus ovos. Que gostoso! Você chupa muito bem. Você sabe fazer gostoso, garoto. Muito bom!
Dois garotinhos, duas crianças me chupando. E eu que já achava que estava no paraiso por ter Lucas, agora o destino me concede mais um menino. Muita felicidade pra um homem. Agora eu teria duas crianças pra realizar todas as minhas taras. E ele finalizou a chupada no meu saco com um beijo, e então pediu a lucas:
– deixe eu chupar a pica um pouco.
Caralho! Que garotinho safado!
Lucas tirou minha pica da boca e entregou pra o coleguinha que, imediatamente abocanhou. Ele não se fez de ingênuo e logo mostrou o que sabia fazer. E sabia fazer muito. Muito bom. Sua boquinha era uma máquina feita pra chupar pica, pra mamar em homem, em macho, engolir rola e arrancar leite.
Aquele garoto era um expert em chupar pica, um exímio mamador. Ele estava me fazendo delirar de prazer, urrar de tesão. Nunca havia conhecido uma criança que chupasse uma pica tão bem quanto ele, pois se entregava e se dedicava inteiramente a proporcionar prazer ao macho que lhe dava vara. E o macho da vez era eu.
Sentia minha pica deslizando em sua garganta, meus ovos batendo em seu queixo. Gemi com muito tesão. Disse:
– ai minha pica, que delícia! Que tesão! Caralho! Chupada gostosa da porra! Você é um putinho safado, gostoso! Ai, ai, delícia! Chupa, chupa, chupa. Ah!!!
Ele tirou o pau da boca, e me perguntou deliciosamente:
– já vai gozar?
– ainda não. Chupe mais que eu gozo pra você.
– quer gozar na minha boca?
É a pergunta mais gostosa que um homem pode ouvir de uma criança.
– Você quer que eu goze na sua boca?
Ele afirmou com a cabeça, disse:
– quero.
– chupe que eu vou gozar bem gostoso na sua boquinha.
Julinho logo engoliu minha pica e continuou a sua maravilhosa mamada. Eu estava extasiado de tesão, estava sentindo um prazer imenso, indescritível e fantástico. Meu corpo tremia de euforia, meu coração estava disparado, minha pica latejava, inchava se preparando pra explodir e derramar muita porra dentro daquela boquinha infantil.
O telefone tocou. Não quis atender, mas insistiu.
– espera um pouco – disse pra Julinho.
Tirar a pica da boca do garoto foi mesmo que lhe tomar um doce.
Era Isabel no telefone pedindo que eu a encontrasse no ponto de ônibus, pois ela estava com pesos. Infelizmente eu teria que ir. Disse isso aos garotos e Julinho pediu:
– deixe eu terminar de chupar, depois o senhor vai.
– fique aqui, quando eu voltar você chupa mais pra eu gozar.
– e dona Isabel?!
– não tem problema, ela fica lá no quarto e a gente fica aqui na sala.
– e se ela vir eu chupando sua rola?
– não se preocupe com isso.
Eu me abaixei e beijeu sua boca e depois a de Lucas. Disse:
– eu já volto. Fiquem aqui. Não vá embora. Tá certo?
– tá – Julinho respondeu.
Eu vesti uma cueca e um short, coloquei uma camiseta comprida pra esconder o pau duro e fui encontrar com Isabel.

Na volta pra casa eu vim mais rápido do que Isabel. Algo me dizia que os garotos iriam fazer alguma safadeza na minha ausência, e não queria que Isabel os flagrassem. E eu tinha razão. Abri a porta sem fazer barulho algum e, os dois meninos estavam se curtindo, um pegando no pauzinho duro do outro. Estavam lindos fazendo aquilo. Uma cena que faria qialquer homem melar a cueca.
Eles acabaram se assustando quando me viram e se afastaram. Eu disse;
– calma, garotos. Não há problema nenhum vocês brincarem. Tudo bem, podem fazer quando quiserem. Mas também se quiserem, esperem pra continuarmos nós três.
– eu quero – Julinho logo disse.
– eu também – Lucas completou.
– mas, e dona isabel? – Julinho quis saber.
– não tem problema – tranquilizei o garoto, – ela vai ficar no quarto, e a gente fica aqui na sala, nós três.
Julinho estava um tanto tenso, receoso pela presença de Isabel, mas não queria dizer pra ele que minha esposa sabia que eu metia pica no seu garotinho e que, gostava de ver. Não poderia arriscar dessa forma, mesmo com todo o tesão que estava sentindo por aquele menino, não poderia envolver o nome de isabel. Entretanto eu esperava e desejava que ela me entendesse e permitisse que eu fudesse aquela criança ali na nossa sala.
E então ela chegou. Sorriu ao ver os garotos e disse:
– oi, Julinho, tudo bem?
– tudo, Dona Isabel.
– veio brincar com Lucas?
– vim. A gente tá jogando vídeo game.
Isabel olhou pra TV e, estava tudo desligado. Ela perguntou:
– por que a TV está desligada?
Vi o garoto corar e gaguejou quando respondeu:
– é que a gente tava fazendo outra coisa, brincando de outra coisa, mas a gente já ia jogar agora, não é Lucas?
– é – Lucas apenas respondeu.
Isabel me olhou completamente desconfiada. Ela era inteligente e sagaz, e com ceteza, minha cara de pedófilo denunciava que eu estava fudendo aquelas duas crianças. Ela beijou Lucas e seguiu pra o quarto. Eu coloquei as sacolas na cozinha e fui atrás dela. Fechei a porta do quarto e a abraçei por trás. Ela perguntou:
– o que você estava fazendo com as crianças.
– dando mamadeira – respondi roçando meu pau em sua bunda.
– você é louco, Daniel? É arriscado! Pelo amor de Deus, se ele falar pra alguém?
– calma amor, esse menino gosta, e tem muita experiência.
– por que você diz isso?
– porque ele chupa muito bem.
– ele chupou seu pau?
– muito!
– sério?
– sim, meu amor. Sério! Eu nunca conheci uma criança que chupasse minha pica tão bem quanto esse menino.
– é arriscado, amor. Eu tenho medo.
– relaxe, eu sei o que tô fazendo. Ele gosta muito de pica. Ele tá agora lá na sala, doidinho pra eu voltar e ele continuar mamando. Ele até perguntou se eu queria gozar na boca dele.
– jura?!
– juro. Esse menino é um putinho safado que adora vara.
Rocei a pica dura na bunda dela, que já se derretia nos meus braços. Pedi:
– deixa amor, eu voltar lá pra sala e dar de mamar pras crianças.
– eu tenho muito medo, amor. E se ele falar pra alguém?
– garanto, meu amor que, esse aí chupa, gosta e fica quieto pra chupar mais. Vai querer voltar todo dia.
– eu tenho muito medo, Daniel. Muito medo mesmo.
– amor, eu estou louco de tesão por esse garoto. Por favor, deixa eu meter nele.
– ai, Daniel. Você é louco e tá me deixando louca com isso.
– você tá querendo que eu foda ele bem gostoso. Por isso que você tá ficando louca. Você quer que eu meta no cuzinho dele do mesmo jeito que eu meto em nosso filhinho. Vamos lá pra sala pra você ver minha vara enterrada nele.
– não, pode ir na frente. Depois eu vou.
Isabel já estava com muito tesão. Era ela uma mulher que amava uma putaria. E melhor, ela amava as minhas putarias. Ela estava começando a ficar muito excitada e sentir muito prazer quando eu lhe contava as minhas experiências com crianças.
Senti muita vontade de fazer algo e pedi:
– deixa eu meter na sua buceta pra ele chupar meu pau com o gosto dela.
Ela gemeu gostoso com a ideia. E eu quase gozo ali mesmo quando ela disse:
– você é muito safado. Safado demais. Um pedófilo safado e gostoso que não aguenta ver um menininho.
Era a primeira vez que alguém me chamava assim, e isso me deu uma satisfação imensa. Era a constatação e aceitação do que eu era e nada iria me fazer diferente, e eu adorava ser assim. Eu sempre serei pedófilo, pois eu tenho muito tesão por menininhos. Quando eu os vejo, penso logo em suas bundinhas, boquinhas. Eu os quero, desejo-os com uma paixão imensa, um tesão enlouquecedor. Pedi:
– repita, eu sou o quê?
– um safado.
– e o que mais eu sou?
– um gostoso.
– e o que mais?
– um safado gostoso!
Era não estava entendendo o que eu queria, então disse:
– eu sou um pedófilo. Isso que eu sou.
– hum hum – ela disse gemendo e se esfregando no meu pau. – Você é um pedófilo safado, sacana, que adora meter sua pica na bundinha das criancinhas. Você mete no cuzinho de Lucas e agora quer meter no de Julinho. Pedófilo, pedófilo, pedófilo!
Ouvir essas palavras de Isabel me enlouqueceram de vez. Joguei ela na cama, tirei toda minha roupa, levantei sua saia, puxei a calcinha pro lado, cuspi em sua buceta e, meti minha pica toda. Ela gemeu:
– delícia! Que pica gostosa! Fode minha buceta, fode.
– isso. Pede pica, pede. Toma pica nessa buceta gostosa.
– me dá pica. Eu quero pica. Ai, amor. Eu quero ver essa pica gostosa fudendo uma bucetinha.
– uma bucetinha? – perguntei me deliciando com a ideia.
– sim. Uma bucetinha de uma menininha. Quero ver você metendo, fudendo uma menininha bem pequena, rasgando a bucetinha dela toda e encher de porra.
– delícia! Vou meter numa menininha pra você ver. Eu meto na criança que você quiser. É só você falar que eu meto. Vamos lá pra sala pra você ver eu metendo em Julinho.
– mete mais um pouco na minha buceta. Deixa essa pica bem melada pra enfiar na boquinha dele e ele sentir o gosto de minha buceta.
A safadeza de Isabel me surpreendeu muito. Já havia algum tempo que eu começara a transar com Lucas e era a primeira vez que ela se mostrava completamente tranquila, excitada e posso até dizer adepta dos prazeres da pedofilia. Talvez isso aconteça com todas as mulheres casadas com pedófilos.
Meti mais em sua buceta. Meti com força e gostoso. Ela estava muito lubrificada, encharcada. Meu pau estava ensopado, melado e, tirei de dentro dela e segui pra sala. O pau estava teso, pingando quando parei na frente dos meninos que olharam animados. Disse:
– venham chupar.
Logo vieram e sem cerimônia botaram a boca. Um de cada lado dividiam a pica que latejava e, chupavam eufóricos, com vontade e tesão. Um mamava na cabeça enquanto o outro sugava os ovos, depois trocavam. Botei no meio da boquinha de ambos e fodi. Que cena linda, fantástica e deliciosa; dois garotinhos disponíveis pra fazer o que eu quisesse, foder do jeito que tivesse vontade. Eu desejo isso a todos os homens, pois não há prazer melhor.
Botei o pau pra cima expondo os ovos. Queria os dois chupassem. Disse:
– cada um chupa um ovo.
Os garotos eram obedientes e adoravam uma putaria. Se ajeitaram e começaram a lamber meus ovos. Que línguas deliciosas! Sentir o hálito quente deles no meu saco foi muito gostoso. E sugaram minhas bolas, bem lentamente, com carinho e cuidado.
O tesão era divino, o prazer sensacional. Tirei da boca deles e os beijei. Tinham lábios deliciosos, quentes e infantis, cheirando à pica. Pedi:
– se beijem pra eu ver.
Ambos sorriram tímidos. Continuei:
– vamos, se beijem, é gostoso.
Eles se olharam e então encostaram os lábios. Foi um selinho lindo e excitante. Disse:
– de língua. Se beijem de língua.
Deram mais um selinho, mas continuaram com os lábios encostados, e vi quando Julinho tomou a iniciativa e, passou a língua na boca de Lucas que, logo fez o mesmo.
Não era um beijo de cinema, mas o tesão que dá ver dois garotinhos se beijando é imenso. Fiquei batendo uma punheta enquanto assistia aqueles dois depravadozinhos se agarrarem.
– se abracem – eu mandei.
E eles se abraçaram, se agarraram e se beijavam do jeito que sabiam e que lhes dava prazer.
– tirem a roupa – mandei.
Eles se soltaram e logo arrancaram tudo, ficando nuzinhos. Estavam muito excitados. Os pauzinhos estavam durinhos e, eram lindos, lisinhos, sem nenhum pêlo. O de Julinho era maior, na verdade era bem grandinho, demonstrando que seria bem dotado. Disse:
– se abracem, se beijem, esfreguem essas picas gostosas.
Eles se abraçaram com vontade, numa ânsia de se terem. As picas se esfregavam com desejo, com malícia, sem pudores. Eu conduzia do jeito que quisesse:
– Lucas, chupe a pica de julinho.
E mais uma vez ele obedeceu e, se ajoelhou e engoliu a rola do coleguinha. Julinho demonstrou uma cara de satisfação com a mamada que o pequeno Lucas lhe dava.
– tá bom? – perguntei.
Ele balançou a cabeça e disse:
– tá bom.
– manda ele chupar. Manda ele chupar sua pica.
Julinho olhou pra Lucas mamando no seu pau e disse:
– chupe minha pica.
Lucas sabia chupar muito bem, eu tinha noção disso, pois já senti muito prazer com sua boquinha me chupando, e ele não fez diferente no pau de Julinho.
– chupe minha pica bem gostoso – Julinho mandou.
E o meu filhinho chupou. Chupou com vontade e desejo a pica infantil do seu coleguinha.
Eu me deliciava com a visão espetacular. Por mim teria aqueles dois pra sempre, e ensinaria a eles todas as putarias que sei. Com eles eu vivenciaria todas as minhas fantasias mais pervertidas. Disse:
– Julinho, agora é a sua vez de chupar.
Coloquei Lucas em pé no sofá. A altura ficou perfeita pra Julinho chupar. E assim ele fez, caiu de boca no pauzinho de meu filho tão novinho, porém um verdadeiro putinho.
– chupa gostoso – eu disse empurrando sua cabeça pra ele engolir a pica inteira.
Partir pra o que eu mais queria; a bundinha gostosa de Julinho. Me agachei atrás dele e encostei o pau. Que tesão sentir o calor de sua bunda! Uma bundinha redondinha, empinada pronta pra levar meu pau. Roçei, esfreguei a pica melada, babada em toda sua bunda. Senti ele empinar. Garoto safado doido pra agasalhar minha pica.
Segurei em sua cintura e fui forte. A pica se alojou no seu rego, senti o calor do cuzinho. Roçei mais um pouco num sobe e desce delicioso e, cada vez ele arrebitava mais.
Segurei no pau e pincelei no cuzinho. O garoto estremeceu e, pra o meu delírio, ele colocou as mãozinhas pra trás, segurou nas nádegas e, puxou. Abriu o cuzinho pra mim. Escancarou a bundinha me oferecendo um rabinho quente e suculento, fazendo o cheirinho de cu penetrar no meu nariz.
Esfreguei, pincelei o pau no cu dele, e Julinho estava em êxtase, se deliciando na cabeça da minha vara.
Passei o dedo. Que cuzinho extremamente quente. Me abaixei e passei a língua no seu furinho, o que fez ele gemer. O garoto arreganhou mais a bunda querendo um cunete e, eu prontamente o satisfiz. Me empenhei em lhe dar prazer. Faria nele o melhor cunete de sua vida.
Lambi, chupei seu cuzinho com maestria. Julinho se empinava, se arreganhava e, enfiei a língua. Ele se contorceu e arfou, gemeu com infantilidade sem saber direito o que era aquele prazer indescritível e desconhecido que estava sentindo.
Levantei, fui rápido no quarto pegar o KY. Isabel estava com um consolo enterrado na buceta.
– eu vou meter nele – eu disse. – Venha ver.
– eu vou – ela disse gemendo enquanto enfiava a pica de borracha inteira na buceta.
Voltei pra sala, a cena continuava a mesma. Assim que me posicionei atrás de Julinho, ele logo agarrou as nádegas e abriu. O cuzinho estava piscando, querendo ser arrombado.
Enchi a pica de KY e fiz o mesmo no buraquinho dele. Encostei a cabeça e empurrei. Como estava muito lubrificado entrou logo um pouco, mas ele reclamou:
– ai ai, Seu Daniel. Devagar.
– calma, relaxe – disse lhe fazendo carinho.
Tirei e investi outra vez. Forcei a cabeça, e dessa vez entrou mais. O garoto reclamou choroso e travou a bunda. Continuei dentro pra ele acostumar. Disse:
– relaxe, Julinho. Relaxe pra ficar bem gostoso.
– tá doendo – ele reclamou.
– vai ficar gostoso – eu disse.
Ele havia parado de chupar Lucas, eu disse:
– continue chupando a pica de Lucas. Não pare, não.
Ele retomou o boquete, mas continuava com a bundinha travada. Minha vontade era meter na força, segurar ele e enfiar toda sem me preocupar. Mas tinha que ser paciente se quisesse gozar gostoso dentro dele. Então comecei a lhe fazer muito carinho, lhe beijar, mas sem tirar a cabeça de dentro. Disse em seu ouvido:
– você aguenta que eu sei, não aguenta?
– não sei – ele respondeu dengoso.
– aguenta sim. Seu cuzinho é tão gostoso, quentinho. Ele tá piscando, apertando a cabeça da minha pica. Tá sentindo minha pica?
– hum hum. Tô sentindo.
– então, eu vou meter mais um pouquinho só pra você sentir melhor.
– vai doer.
– não vai, não. Eu vou meter devagar. Você vai gostar. Vai ser bem gostoso. Relaxe. Abra pra mim como você tava abrindo.
Ele pensou um pouquinho e então colocou as mãos na bunda e abriu. Delícia! Me controlei pra não invadir ele de vez. Não iria perder aquele cuzinho por nada. Fui devagar, lentamente, forçando, empurrando, sentindo a resistência de suas pregas.
Ele se esforçava pra aguentar. Sei que ele queria que eu metesse, mas estava sentindo dores. Se contorcia e suspirava cada vez que entrava mais um pouco.
– calma, já entrou quase toda. Você aguenta.
Já estava mais da metade dentro. Mas seu cu era realmente muito apertado, eu sentia uma resistência que não sentia com Lucas, apesar desse ser mais novo e um pouco menor. Tentei meter mais e, ele de fato não aguentou.
– tá doendo, tá doendo – ele reclamou muito fazendo forças pra se livrar de mim.
Naquele momento me senti possesso de tesão. Não deixaria ele escapar. Queria meter, foder e dar uma grande gozada dentro do seu cu. Eu segurei ele com força e fodi. Fodi até onde seu cu aguentava.
Ele se debateu em vão tentando escapar. Mas meu pau estava dentro e eu não tiraria até esporrar fartamente.
– tá doendo, tá doendo, Seu Daniel. Por favor, pare.
– calma, Julinho, calma. Eu quero gozar dentro do seu cu.
Na ânsia do tesão, de gozar logo, eu acelerei as metidas e, foi então que Julinho se esperniou, chorou e disse:
– eu vou gritar.
Nesse momento eu perdi toda a razão e ensandecido tapei a sua boca e deitei ele no sofá, prendendo seu corpinho debaixo do meu e arrombei seu cuzinho.
Meti, meti, meti e, quando estava me preparando pra gozar, senti alguém me puxar de cima de Julinho, e a voz grave de Isabel reverberou nos meus ouvidos:
– você tá louco, Daniel? Que merda! Você quer matar o menino?
Ela puxou Julinho pra os seus braços e sentaram no outro sofá. O menino ficou em seu colo. Ambos estavam nús.
Eu não soube como agir, ainda estava perdido naquele momento de tesão, de prazer interrompido. Mesmo com o acontecido meu pau ainda latejava, precisava gozar.
Lucas estava ali do meu lado assistindo a tudo. Não sabia quais eram as suas emoções e sentimentos, mas tive certeza de algo; ele havia gostado de me ver fodendo seu amiguinho, pois seu pau assim como o meu estava bastante duro.
Olhei pra isabel e ela estava fazendo carinhos em Julinho o acalmando. Mas não senti em seu olhar nenhuma negação quanto aquele instante. Pelo contrário, ela ainda exalava tesão.
Estendi a mão pra Lucas e o puxei pra dentro de minhas pernas. Lubrifiquei seu cuzinho e ainda mais o meu pau, e como horas antes, fiz ele descer enfiado na vara.
Era uma diferença imensa de tamanhos entre eu e Lucas, mas nossos corpos se encaixavam de uma forma perfeita.
Não demorou muito e o meu pau já estava todo dentro. Isabel assistia com tesão e prazer. Ela lentamente desceu a mão e começou a dedilhar a buceta. Sorrimos cúmplices. E com a outra mão ela procurou a rola de Julinho e acariciou, ficou punhetando ele lentamente até endurecer.
Lucas deslizava na minha pica. Ele subia e descia com uma precisão invejável.
Senti o pau estremecer uma, duas, três vezes. Senti a porra se acumulando pra explodir abundantemente. Segurei na cintura dele, forcei fundo, gemi, disse:
– vou gozar, vou gozar.
Senti a porra percorrer todo o pau e derramar forte e quente dentro do cuzinho do meu pequeno filhinho Lucas. Gemi:
– tô gozando, tô gozando.
Gozei muito gostoso. Foi uma gozada demorada, forte, intensa e farta. Desabei no encosto do sofá e Lucas se acomodou no meu colo. E minha pica continuou dentro dele, e lentamente foi amolecendo até escapolir, e junto escorreu do seu cu uma grande quantidade de porra que, molhou minhas pernas e o sofá.
Abracei meu menino com muito amor e carinho.
Ficamos os quatro ali sentados, nos olhando, admirando. Não falamos nada, apenas nos olhávamos felizes, satisfeitos.
Foi um grande momento, uma grande experiência que compartilho prazerosamente com vocês.
Então depois contarei como foi a conversa que tivemos com Julinho antes dele voltar pra casa e, as revelações que ele fez e, como nos apaixonamos por ele.
Também em outro momento contarei como foi nossa experiência com uma garotinha.
Até então é isso. Um grande abraço a todos. Em especial ao “PM Julio” “Gostoso João” “Igor Piroca” “Allan” “Gustavo Souza” “Mente Aberta” “Admirador Do Amor”.
Muito obrigado a todos, um forte abraço e até mais.

ATT: Daniel Coimbra.

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