JOHN DEERE – Viado desde criança

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Não levo muito jeito pra escrever, mas senti muita vontade de contar um pouco da minha história. Vou ser rápido, fazer apenas um resumo das coisas que vivi.
Acho que alguns aqui me conhecem. Sou o JOHN DEERE, MATADOR DE VEADOS. Já fiz alguns comentários bastante idiotas, mas agora vocês irão entender o motivo.

Minha mãe sempre foi prostituta, desde criança, e ela nunca soube quem era o meu pai, pois ela atendia muitos homens. Um desses homens passou AIDS pra ela e infelizmente eu já nasci infectado também.
Muitas vezes eu vi minha mãe sendo fodida. Os machos comiam a buceta e o cu dela. Metiam nela com muita força e ainda ouvia eles falarem assim: "você é a puta mais feia que eu já comi, você parece a desgraça de tão feia".
Um dia um homem tava metendo no cu de minha mãe e eu tava perto olhando. Eles não ligavam de foderem na frente de uma criança. Eu tava lá do lado olhando e eles não se importavam. Então o homem reclamou que o cu de minha mãe já tava muito folgado de tanta pica que levava, e ele ficou com muita raiva por causa disso e deu um murro nela que ela desmaiou. Então ele me chamou e quando eu cheguei perto ele mandou eu pegar no seu pau duro.
Foi a primeira vez que eu segurei um pau e, eu adorei. Todas as vezes que via os machos metendo em minha mãe, eu sentia muita vontade de estar no lugar dela levando rola no cu, mas sentia vergonha de pedir.
Então eu segurei naquele cacetão duro, quente e cheio de veias e já sabia exatamente tudo que tinha que fazer pra dar prazer aquele macho gostoso. Eu ainda era um garotinho, uma criança, mas já tinha noção dos prazeres que um pau grande e babão pode nos proporcionar.
Segurei com vontade no pau daquele macho, e punhetei ele. Queria mostrar que era um viadinho putinho e logo meti na boca. O macho gemeu com a rola enfiada na minha garganta. Não demorou muito e ele exigiu o meu cuzinho, e claro que logo tirei o shortinho velho que eu vestia e fiquei de quatro na beira da cama. Senti ele cuspi no meu cu e, sem esperar, sofri com a dor do descabaçamento do meu rabo. O macho enfiou toda de uma vez. Não adiantou eu chorar ou gritar, o sacana gostoso me fodeu com força e vontade, e ainda me xingava de viadinho porco, bichinha feia e nojenta. Ele dizia que eu merecia morrer por ser uma bicha feia e fedorenta. Eu chorei muito porque ele lascou meu cu com sua pica grande e grossa e tava me xingando. Senti ele meter com mais força o que me fez chorar mais, e ele disse que tava gozando. Então ele tirou a pica do meu cu e disse que eu era um viado muito porco porque sujei seu pau de bosta. Ele me puxou pelos cabelos e fez eu lamber a pica dele toda pra tirar toda a bosta. Foi horrível, eu lambi o cocô todo. Um gosto horrível, mas ele me obrigou. No final ele ainda cuspiu em mim, deu um chute em minha mãe e saiu.
A partir desse dia eu também comecei a atender os homens. Muitas vezes eles fodiam eu e minha mãe, às vezes só eu. E eu pegava mais experiência com as picas, fazia os machos delirarem na minha boca e no meu cu. Era uma criança mas dava o rabo melhor que muita mulher.
Como eu disse, minha mãe era aidética, assim como eu sou e, ela adoeceu. Minha mãe ficou muito horrorosa com a doença. Ficou desnutrida, desdentada, desidratada, cega e aleijada. E depois de uns meses ela morreu e foi enterrada como indigente.
Agora eu era uma criança sozinha no mundo. E fui fazer a única coisa que sabia: dar o cu pra sobreviver, mas tive que ir fazer isso nas pistas porque me colocaram pra fora do brega. Eu ia pras ruas pra conseguir clientes. E teve muitos que comiam meu cuzinho de criança e não pagavam, diziam que eu tinha que dar de graça porque eu era uma bichinha muito feia. Eu ia em todos os lugares atrás de alguém que quisesse pagar pra meter no meu cuzinho que, na verdade não era mais um cuzinho e sim um cuzão já arrombado de tanta vara.
Eu sofri muito nas ruas. Levei no cu muita pica que me arrombou. Já fui parar no hospital com o cu arrombado todo ensanguentado, já apanhei muito, já levei muita surra de outros viados que não me aceitavam só porque eu era feio e aidético.
Todo esse sofrimento desde criança me fez ficar com ódio, e por isso comecei a atacar os outros gays. Até hoje ainda sofro porque só consigo sexo se pagar, ninguém transa comigo porque eu sou muito feio, pareço uma desgraça feia igual minha mãe foi. Minha mãe foi uma puta desgraçada, drogada e feia.
Eu ainda sonho em um dia encontrar um homem que me ame, me assuma como sua esposa, e eu prometo que serei na cama a melhor puta.
Eu tenho esperança que o BICHINHO DA GOIABA que tá no meu sangue não vai me matar agora. Eu ainda viverei pra encontrar o meu homem amado.
Quero aproveitar e pedir perdão por todas as merdas que já falei aqui.
E vou gritar pra todo mundo ouvir: EU SOU VEADO, EU SOU VEADO, EU SOU VEADO!

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