Ganhei um irmão… E que irmão!

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Depois de um dia pesado de faculdade-transporte-academia, chego em casa exausto, só querendo rangar e dormir. E, claro, procurar o último vídeo da Tim Tales para dar aquela gozada fenomenal. Mas não é que abro a porta e dou de cara com meu pai e minha mãe, me esperando?

– Eita… Que novidade é essa?!
– O que foi, filho?
– Vocês dois juntos e sem brigar haha – meus pais são divorciados, não residem juntos e nem se dão muito bem.
– Gustavo, temos algo importante para lhe contar.

Gelei ali na hora. Será algum problema de saúde? O que estava afligindo meus velhos?

– Eita, que coisa boa não deve ser – meus pais se entreolham. Após um silêncio constrangedor meu pai suspira e solta:
– Filho, você tem um irmão. Ele se chama Gabriel, é filho de uma ex-namorada minha. Tem 18 anos, morava até então em Viçosa. Acabo que convivi pouco com ele, o descobri recentemente.

Vocês nem imaginam onde foi parar minha cara… Caraca, tenho um irmão?! Como assim? Eu ali, filho único, sempre quis ter um irmão… Que isso…
– Eu sei, filho, que você está, hum… surpreso. Eu realmente não sabia dele. A mãe dele não quis me contar, preferiu criá-lo sozinha. Agora que completou 18 anos, ele me procurou. Coração não se divide, multiplica, estou muito feliz de descobrir a existência dele.

Mamãe passa a mão no ombro do meu pai, apoiando-o. Apesar de não se darem bem, ela o respeita e deu para perceber que ela estava feliz por ele. Descobrir um filho assim, quase que um presente. "Diga alguma coisa, Gus"
– É muita coisa para processar de uma vez né?! Mas me fala mais dele – digo, enfim sentando junto a eles no sofá e começando a "digerir" a novidade.
– Ele é muito legal! Parece muito com o seu tio Alberto mais jovem. É afixionado por futebol, joga desde pequeno. Bem-Humorado, gentil, a mãe dele é muito orgulhosa. Acabou de ser chamado pelo SiSU para iniciar o curso de Veterinária aqui na UFMG.
– Sério?!
– Pois é! Vocês serão colegas na universidade.

Fico em silêncio, olhando para baixo, absorvendo tanta novidade. Segundo semestre chegando, e junto um irmão de para-quedas.
– E tem mais uma coisa filho.
– O que?
– Conversei com sua mãe. Ela animou em acolhê-lo aqui, caso você também concorde. Seria uma forma de vocês criar um vínculo, e ele não ficar perdido em BH, sem amigos ou família.
– Vocês tem certeza? – Pergunto olhando os dois, aflito.
– Absoluta. Eu retorno no fim das férias ao trabalho no Rio. Não posso ficar nesse período de transição. Sua mãe animou em recebê-lo.
– Tenho esperança dele não ser como o traste de seu pai – disse ela rindo. Ri junto, não resisti haha
– Então é isso, filho! Ele chega semana que vem para passar parte de julho conosco. Sua mãe autorizou a reforma do sóton para ele, deixar um ambiente agradável. Até lá ele fica no seu quarto, uma ótima oportunidade para os dois.

Gelei. Ia perder minha privacidade, como iria poder socar minhas bronhas todo o dia?
– Ah, gente, isso é necessário?
– Filho, isso não se discute. Você está muito mimado, precisa passar por essa experiência – disse minha mãe.

Assim recebi a notícia. Logo Passa a última semana de junho, encerro o semestre com boas notas. Chega terça-feira, dia previsto para a chegada dele. Vou junto ao meu pai na Rodoviário encontrá-lo. Reparo que meu pai está com uma calça justa, coroa safado, não perde oportunidade de se exibir haha

Chegando lá fico trocando ideia com meu pai, ignorando as notificações do aplicativos no celular – aquele lado do centro de BH não tenho o costume de ir, carne nova no pedaço já viram… Reparo um rapaz vindo, gatinho, magro, antebraços peludos, barba por fazer bem cheia e cuidada, mas cara de moleque. Cabelos preto, 1,65m aproximadamente (tenho 1,73m), pernas grossas, QUE PANTURRILHAS GROSSAS E PELUDAS. Olho nos olhos dele para ver se sou correspondido, mas aí – que estranho! – ele parece que reconhece alguém e vai todo sorridente, vai na direção do meu pai!
– Pai!
– Filho! Que bom que chegou! Gus, esse é o Gabriel, seu irmão!

Arrepiei todo. Então esse boy gatinho é meu irmão?
– Prazer! – Estendi a mão, sem graça. Ele vem e me abraça, eufórico, me puxando para junto do seu corpo, um arrepio me percorrendo todo.
– Nossa, estou muito feliz! Achei meu pai e ganhei um irmão! Haha prazer velho!

Não esperava toda essa receptividade. Tive que me segurar para não ficar com o pau duro ali, entre nós, com aquele moleque gostoso.

Saímos da Rodoviária e fomos almoçar no Parrilla, e depois butecar de leve no Maletta. Logo ficamos a vontade, meu pai é show, mente libre, culto, gente fina (pena que não sucega a piroca com uma pessoa só, cafajeste que só!). E Gabriel realmente é bem-humorado. Compartilhamos muito histórias, e de pileque saímos de lá para casa. Minha mãe nos aguardava com um belo lanche. Mineiros, né, gente?! <3

Ela adorou ele, Gabriel realmente era muito gente fina. Gabriel não, Gabigol, como gostava de ser chamado.

Depois daquele dia animado onde conversamos de um tudo e ficamos bastante amigos, ele acabou se despedindo e pedindo licença para ir para o quarto, disse que estava cansado e amanhã bem cedo ele queria correr na orla (moramos em um casarão antigo perto do complexo arquitetônico da Igreja da Pampulha, do Niemayer, na famosinha Lagoa da Pampulha).

Logo depois fui pro banheiro, levando o celular, para bater uma bronha gostosa (vídeo novo do Ty Mitchell com Lucas Leon no Guysinsweatpants, que tesão!). Ao entrar no quarto reparo ele lá na bicama de baixo, dormindo. Estava apenas de cueca samba-canção, pelo que pude reparar com a luminosidade que via da rua.

Que visão! Aquelas pernas fortes, muito peludas, pés pequenos (devia ser 38?) com os dedos peludinhos. Aquele tórax magro e definido, com gominhos e caminho da felicidade com jeito de ser bem macio… Mamilos pequenos. Um piercing no mamilo, desses retos. A boca entreaberta, úmida. Ele estava dormindo todo relaxado. Que moleque gostoso. Meu pau subiu na hora, meu rabinho começou a piscar. Eu tava com muito tesão. Como eu ia resistir aquele garoto? Ele não tinha dado nenhum sinal que curtia, e meu pai tomou cuidado de comentar sobre sexo perto da gente esperando eu ficar a vontade para contar que sou gay. Nossa, eu queria muito colocá-lo de franguinho assado, chupar cada dedo, enquanto ele sentia minha rola pulsando na porta do seu cuzinho…

De repente ele vira e fica de bruços, se ajeitando no seu sono, deitando sua barriga e pelve em cima do travesseiro, abraçando com aquelas pernas peludas. Como eu queria ser aquele travesseiro… E que bunda gostosa, empinadinha, dava para ver a dobra da bunda, lotada de pelos, que tesão.

Gabigol começa a mover o corpo, roçando no travesseiro, simulando um sexo. Ele estava se masturbando! Que safado! O movimento começa a ficar mais forte, ele começa a murmurar, cacete! Que delícia! Não resisto e começo a bater uma bem gostoso, acompanhando aquele ritmo, até que trincando o cuzinho e murmurando mais alto goza gostoso, com o corpo todo tremendo de tesão. Nossa que visão! Eu já tava beliscando meu biquinho do peito e masturbando furiosamente, tomado pelo tesão.

Ele vira de lado no seu sono agitado, relaxando a respiração. Parece que foi meio que semi-consciente aquela gozada dele. A curca dele estava molhada. Molhada não, ENXARCADA de porra. E que rola, gente, grossa, cabeça querendo sair da cueca. Tinha porra até no travesseiro que ele "currou". Minha boca estava cheia d’água.

Eu tinha que experimentar aquela porra. Eu gosto de tomar leite de macho, desde os 14 engulo com prazer. Eu tinha que experimentar aquele leite. Sem pensar direito me estico da minha cama para lamber o leite daquele travesseiro. Cama antiga, ela estremece naquele lado, eu me assusto e perco o controle, e BAM! Caio em cima dele, na bicama de baixo, com a cueca entre as coxas e os pau duro, e ele acorda assustado, sentando na cama:

– O que aconteceu? – Pergunta ele aflito de susto. Eu fiquei estático, posso ser safado mas também sou MUITO tímido. Estava vermelho pimentão. Ele continua olhando e seu semblante muda, entendendo a situação. Ele sorri e me puxa para perto dele, me abraçando e me dando um beijo!

!!!

!!!!!!!!!

Que beijo caralho. De tirar o fôlego. Meu corpo ia procurando pelo corpo dele de forma automática, querendo sentir todo aquele corpo peludo colado em meu corpo branco e liso. Ele vai me apertando, me pegando todo, eu pegando ele, em uma sintonia deliciosa. Nossos paus logo estavam duros de novo, batendo um no outro, eu rapidamente tiro a minha cueca, ele não faz de rogado e tira a dele, e a gente volta a se atracar nús, com muito tesão, meu pau procurando o cuzinho dele e encontrando. Começo a chupar o mamilo dele, ele geme gostoso, "me come, irmão"

Nossa… Ouvir aquilo me deixou com tesão a mil, meu pau estava todo úmido, nem liguei para camisinha na hora e fui só pressionando, ele foi engolindo meu pau gostoso (16 cm, grossinho, não muito dotado) enquanto eu batia uma punheta violenta naquele pauzão de 22cm dele e mamava seu mamilo com piercing… Ele gemia e rebolava na minha pica enquanto ela conquistava cm a cm do rabo dele, aquele rabo macio e quente. Quando entra todinho me levanto sem sair dele, colocando-o de franguinho e sentindo aquelas pernonas peludas e fortes no meu ombro. Pego o pezinho dele e começo a chupar os dedos. O CU DELE MORDE MEU PAU, nervoso, acho que descobri um ponto fraco dele haha

Meto nele naquela posição de forma gostosa, nossos corpos suando… O cu dele começa a fisgar cada vez mais meu pai, ele gemendo e pedindo pica, pau, cacete, fode esse cu safado, meu macho… Quando vejo aquele moleque com jeito de hetero, jogador de bola, me chamar de "meu macho" mordiscando minha pica com o cu não resisto, o gozo está vindo, falo com ele que vou gozar, ele acelera a punheta no pauzão dele e IMPLORA para eu leitar o rabo dele, não resisto e me contorço todo gozando, com ele gozando junto ao sentir minha rola engrossando e leitando aquele rabão delicioso. DELÍCIA.

Me desfaleço sobre o corpo dele, exausto de prazer, sentindo de perto a respiração ofegante do putinho. Depois de um tempo meu pai sai naturalmente do rabo dele, úmido, pingando porra, delícia. Ele se ajeita de conchinha comigo, me abraçando com aquele pauzão na minha bunda, aquelas pernonas peludas em cima de mim me dando uma chave de perna. Ele me beija na nuca, me aconchegando, respirando ao lado de mim. Naquele clima gostoso pós-foda, adormecemos.

É isso aí, galera! Se quiserem que eu continue comentem aí, colocando suas curiosidades para eu ir incrementando a continuidade. Gozei gostoso escrevendo o texto. É uma fantasia minha, não é um conto real. Tenho 22 anos, sou de BH, estudante universitário. Careca, com barba, malho bastante, 1,73m e 72kg. Corpo lisinho e branquinho. Sou muito puto haha Quando a aventura for real nas próximas histórias eu sinalizo… Não tenho irmão, e hoje me peguei pensando.. E se eu tivesse? Valeu uma boa punheta! Meu e-mail para contatos/putaria: gus.bh18@gmail.com

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