Fico feliz, fazendo caridade

Olá amigos,essa é a primeira vez q q envio um conto. Por ser um relato verídico, vou omitir o local e nomes reais das pessoas envolvidas.
Tenho 48 anos , casado a 23 anos, 2 filhos. Desde adolescente,transo passivamente com homens, sempre fui muito discreto e sempre soube consciliar o chefe de família responsável, do viado depravado, q sou.
Em março deste ano, tive a sorte de conhecer o Joel , um taxista de 42 anos, bem safado e depravado como gosto. Embora eu seja bem masculo,sei bem Como me denunciar,quando o homem me interessa. Depois de dez minutos de papo, dentro do táxi,Joel já sabia de minhas intenções, e facilitou tudo, levando a mão várias vzs em sua pica, pra me provocar. Logo eu já estava com sua rola dura na mão, até ele encostar numa rua escura e deserta, onde mamei gostoso seu pau babado até receber todo seu leite, no fundo da garganta.
Como eu tinha compromisso familiar aquela noite, ficamos só no boquete. Desembarquei duas quadras, antes do prédio onde moro, paguei a corrida , dando a ele uma boa gorjeta e trocamos whatsap.
Dois dias depois , acionei seu táxi no final do expediente. Naquela noite, fomos parar num motelzinho fuleiro no centro da cidade, onde Joel superou minhas expectativas, provando ser um excelente fudedor de cu de macho. Ali selamos nossa amizade. Passamos a sair todas as sextas e sempre nos intervalos de nossas trepadas, entre uma cerveja e outra ele contava suas aventuras , no volante do seu táxi, enquanto eu revelava pra ele, minha atração por homens simples e bem humildes. Como ele morava no subúrbio, dizia conhecer vários caras, q iam adorar me comer, em troca de micharia.
Toda aquela conversa me excitava ainda mais e eu sempre insistia pra ele, me levar até lá.
Até q certa sexta feira,Joel me ligou, dizendo q me levaria pra conhecer o reduto dele.
Trabalho e moro no Leblon(zona sul do Rio),e dificilmente, vou ao centro da cidade, a trabalho.
Naquela noite, assim q entrei no táxi, Joel foi logo dizendo:
—vai se livrando desse paletó e gravata , tira tbm o cordão , o anel , celular e a carteira. Deixa tudo no carro, pra não chamar atenção.
Joel dirigiu por quase uma hora, até chegarmos num local feio e muito escuro, ao lado de uma via ferrea. Paramos numa esquina , e logo dois caras , q estavam numa birosca vieram conversar com ele.
Joel havia dito q os caras eram do bem e já tava tudo armado, mesmo assim eu estava temeroso, apesar de excitado. Enquanto conversavam , eu reparava os dois. Era um negro q aparentava ter uns 30 anos,desdentado q vestia um short surrado,camiseta e chinelo. O outro , era um quarentão barbudo,barrigudo e bem maltrapilho, q parecia um "noia".
Assim q sai do carro, Joel me apresentou os dois.
— Doutor, esses são os caras. "Bujão e biriba"!
Apertamos as mãos, "bujão, o gordo branco, foi logo dizendo:
–fica tranquilo doto, aqui quem manda é nós!

—vai com eles, q vou esperar aqui na birosca tomando uma cerveja.—disse Joel

Logo entramos por um buraco na via férrea e seguimos pelos trilhos até uma subestação. A porta estava destrancada, biriba, o negão entrou, e ao ver minha cara de preocupação, sorriu e disse:
— entrai doto, relaxa, esse é nosso cafofo!

Além de uma mesa e duas cadeiras, havia duas esteiras forradas no chão sujo, com cobertores.

Bujão, sem nenhuma cerimônia, foi logo passando a mão na minha bunda, e me abraçando por trás, disse:
— tira logo essa roupa. Tô loco pra comer um cu!

Biriba já tinha descido a bermuda, exibindo seu pauzão preto e grosso, com uma garrafa de cachaça na mão. Depois de dar uma golada no gargalo, me ofereceu a garrafa e disse:
—toma um gole, depois mama minha pica!

Acostumado com uisque 12 anos, dei uma longa golada.A cachaça barata desceu queimando, e o efeito do álcool foi imediato. Enquanto me livrava das roupas, abocanhei a picona preta cabeçuda. Além de babada, fedia a sebo , mijo e suor. O efeito do álcool e o cheiro forte de machos, aguçou ainda mais , o viado dentro de mim.
Enquanto eu chupava, bujão alisava minha bunda branca e Lisa, dizendo pro amigo:
— porra biriba, olha só q bundão lindo!

— deixa ele mamar mais um pouco, daqui a pouco vou arregaçar o cu dele!

— tá, mais vai ser depois de mim!

Logo bujão, abriu minhas nádegas e caiu de língua no meu cu. Biriba sentou na cadeira, me obrigando a ficar bem inclinado e com a bunda bem empinada, sentindo o linguao quente e áspero invadindo meu cu. Depois ele se ergueu,e cuspindo na cabeça da pica, empurrou com força na minha rosca, me fazendo gemer alto. Mais de frescura do q de dor.
O pau dele era rosado, fino e comprido. Com três estocadas, já tinha entrado até o talo e seu saco estalava na minha bunda e seu barrigão pousava sobre minhas costas.
Cheio de prazer , eu rebolava a bunda, sem parar de mamar.
— isso viado…rebola na minha pica… Toma pica no cu ,safado!—murmurava, bujão, enlaçado na minha cintura.

—goza logo bujão, tbm quero fuder!— pediu biriba.

Minutos depois , bujão cravou a pica bem fundo, urrando:
—toma leite no cu doto…tô gozaannnddoooooo!!!

Dava pra sentir as golfadas de porra no fundo do reto. Só depois de esvaziar totalmente o saco, bujão tirou a pica, fazendo a gosma escorrer por minha bunda.
Sem se importar com o melado biriba ocupou a lugar do amigo. Apesar de grosso e cabeçudo, seu pau não encontrou dificuldade pra penetrar meu cu arrombado e melado.
Debruçado sobre a mesa, abri as pernas e forcei a bunda contra o picão, pra engolir até o talo.
— delícia de viado gostoso… Esse q guenta pica!— gritou biriba, socando com força.

—isso, fode…rasga meu cu com esse picão…soca fundo!— eu pedia, delirando de prazer, rebolando como uma puta.

Bujão tinha colocado a pica babada na minha boca. Senti o cheiro e o sabor amargo do meu cu e fiz uma verdadeira faxina, deixando sua pica limpinha.
Biriba ,fudeu gostoso por longos minutos, me proporciona do imenso prazer. Logo foi sua vez de esporrar no meu cu.
Saciados, eu limpava o excesso de porra q escorria do meu cu, quando alguém bateu na porta. Assustado tentei me esconder. Biriba abriu a porta , e depois de ver quem era, sorriu e me tranquilizando, disse:
— relaxa, é só o "piolho",acho q ele ouviu a gente fudendo.

Olhei e vi q o "piolho" era um morador de rua, cinquentão, branco e magro. Estava com um cobertor nas costas e com o pau duro na mão.

—ta afim de fuder, piolho?— bujão, perguntou

Com um sorriso débil, o pobre coitado , respondeu:
— claro, ué!

Bujão, deu um tapinha na minha bunda e pediu:

— quebra o galho dele. Piolho é gente boa, acho q tem anos q não fode ninguém!.

Não vendo motivo nenhum pra não fazer caridade pra aquele pobre homem, mas uma vez me debrucei sobre a mesa, deixando a bunda a sua disposição.
Seu pau estava a "meia bomba". Com a mão, ajudei piolho a acertar meu cu lambuzado.
Em três minutinhos, antes mesmo q sua pica ficasse inteiramente dura, o coroa gozou e com fraqueza, quase desfaleceu.
Penalizado, dei 20 reais pra ele, q saiu, feliz, sorrindo satisfeito.
Voltamos os três pra birosca, onde Joel nos esperava.
Passei uma noite maravilhosa, bebendo cerveja ,caipirinha e comendo linguiça frita, ouvindo forró.
Eu me senti realizado, em meio aquelas pessoas simples e humildes, q se satisfazem com tão pouco. Nunca tinha me sentido tão feliz.
Já era madrugada, quando paguei a conta, e dei uma graninha pro bujão e biriba, prometendo voltar mais vzs.
Já eram três da madruga, quando Joel, me deixou no meu prédio. Depois q paguei a corrida(ida e volta), ele tirou a pica pra fora e me mandou mamar. Era o único q não tinha gozado naquela noite. Aproveitando seus vídeos escuros, fiz Joel descarregar todo seu sêmen, na minha boca.
Eu ainda engolia a gosma quente, quando respondi, ao boa noite do porteiro, no saguão.

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